Esporte de aventura

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes fiáveis e independentes. (desde maio de 2009). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Esporte de aventura, esporte de ação ou esporte radical (em Portugal: desporto de aventura / de ação / radical) são termos usados para designar desportos com maior grau de risco físico, dado às condições de altura, velocidade ou outras variantes em que são praticados. Muitas vezes o esporte de aventura é confundido com o turismo de aventura,[1] por isso, quando na dúvida se Esporte ou Turismo de Aventura o termo "Atividade Física de Aventura" pode ser empregado por englobar ambos.

Tais esportes são assim considerados, pois oferecem mais riscos do que os desportos em geral, o que os torna mais emocionantes, já que exigem um maior esforço físico e maior controle emocional. Eles também são assim chamados porque estão envolvidos em situações extremas de limite físico ou psicológico dos participantes. No início, eram considerados esportes radicais a prática do paraquedismo, snow board e voo livre. Com o tempo, atividades como o tricking, rafting, trekking, cannoying, verticália, entre outras, foram incorporadas à lista dos esportes de aventura.

Definição e características[editar | editar código-fonte]

A definição de esporte de aventura também conhecido como esporte da natureza surgiu no final da década de 1980 e início da década de 1990, quando foi usado para designar esporte de adultos como o paintball, skydiving, surf, alpinismo, montanhismo, pára-quedismo, hang gliding , bungee jumping, trekking , mountain bike, que antes eram esportes praticados por um pequeno grupo de pessoas, passou a se tornar populares em pouco tempo.

Uma característica de atividades semelhantes na visão de muitas pessoas é a capacidade de causar a aceleração da adrenalina nos participantes. De qualquer forma, a visão médica é que a pressa ou altura associadas com uma atividade não é responsável para que a adrenalina lance hormônios responsáveis pelo medo, mas sim pelo aumento dos níveis de dopamina, endorfina e serotonina por causa do alto nível de esforço psíquico. Além disto, um estudo recente sugere que haja uma ligação para a adrenalina e a "verdade"” dos esportes radicais. O estudo define os esportes radicais como um lazer ou atividade recreativa muito agradável, mas se tiver uma má administração poderão gerar acidentes e até a morte do praticante. Esta definição é designada para separar anúncio comercial que exagera na descrição dos fatos e "aumenta" a atividade realizada. Outra característica das atividades rotuladas é que elas tendem serem de preferência individuais do que esportes de equipe. Os esportes radicais podem incluir ambas atividades competitivas e não-competitivas.

Muitos participantes quase não sabem de todas as atividades que os esportes radicais compreendem. O mais apaixonado purista, o rótulo dos praticantes dos esportes radicais, não combina com a realidade, porque eles não competem para ganhar "qualquer coisa". De forma mais grave, os esportes radicais são freqüentemente rotulados como culpados por estereotipar os participantes desta atividade como estúpidos, impulsivos, e às vezes suicidas.

Alguns dos esportes já existem há décadas e são proponentes de gerações de momento, algumas dão origem a personalidades bem conhecidas. A escalada tem gerado nomes reconhecidos publicamente como o Edmund Hillary, Chris Bonington, Wolfgang Gullich e mais recentemente Joe Simpson. Outro exemplo, de esporte radical que originalmente foi inventado séculos atrás foi o surf e o bungee jump, ambos criados pelos nativos havaianos como forma de "teste" entre os homens da aldeia. Cada esporte radical tem sua finalidade, conheça-o antes de praticá-lo.

Para saber mais sobre o esporte numa perspectiva acadêmica recomendamos a leitura dos artigos de Jairo Antônio da Paixão.[2] [3]

Exemplos de esportes radicais[editar | editar código-fonte]

Radicais comuns e olímpicos[editar | editar código-fonte]

Radicais com máquinas a motor[editar | editar código-fonte]

Radicais de inverno[editar | editar código-fonte]

Radicais de verão[editar | editar código-fonte]

Radicais de aventuras aéreas e em corredeiras[editar | editar código-fonte]

  1. Paixão, Jairo Antônio. O instrutor de esportes de aventura no Brasil e os saberes necessários a sua atuação profissional. 1. ed. Curitiba: CRV, 2012. ISBN 978-85-8042-521-5.
  2. Paixão, JA. . "Risco e aventura por entre as montanhas de Minas: a formação do profissional de esporte de aventura". Pensar a Prática. DOI:10.5216/rpp.v13i3.10703.
  3. Paixão, AJ. . "Esporte de aventura e ambiente natural: dimensão preservacional na sociedade de consumo". Motriz.