Estêvão Uroš I

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O rei Estêvão Uroš I e seu filho Dragutino.

Estêvão IV Uroš I Nemanjić (em sérvio cirílico Стефан Урош I, ou às vezes também Stefan IV Uroš I) foi rei da Sérvia de 1243 a 1276, soberano da dinastia dos Nemanjić. Foi o quarto e o mais jovem filho de Estêvão Nêmania e de Ana Dândolo.

Índice

Equilíbrio entre a Hungria e o Império de Niceia [editar]

O começo do reinado de Uroš foi calmo. A ocupação de Constantinopla pelos latinos, a luta entre Niceia e o Épiro, a Hungria e a Bulgária devastadas pelos mongóis permiram aos Sérvios respirar aliviados. A Sérvia se recuperou da passagem dos mongóis e prosperou.

Uroš I estabeleceu de bons relações com Miguel VIII Paleólogo em seu período niceano, bem como com a Hungria que ele ménagea. Mas os relações entre Uroš e Miguel foram particuliéremente estreitos após a reprise de Constantinopla por Miguel em 1261, já que os sérvios a tinham fortemente soutenu em sua "missão sagrada". Miguel décida de dar sua filha Ana a Milutino, o segundo filho de Uroš. Mas a corte sérvia, muito pia e monacal, descobriu a suite da princesa bizantina, ela ficou chocada pelo luxo e a riqueza dos gregos, em seu espírito, eles deviam ser piedosos cristãos. E inversemente, os Bizantinos não compriram a modestia e a frugalidade da corte real sérvio. O casamento foi um échec, isto quem éloinha algo pouco os dois soberanos sem entamer lhes aliança, quem era "stratégico" para os dois países.

Política de centralização [editar]

Se sob o reinado de Uroš a Sérvia fez tantos progressos em todos os domínios, culturais e econômicas, ela o deveu principalmente à sua política de centralização do poder, quem suprimiu totalmente a autonomia das diferentes regiões sérvias, Zeta, Travúnia, Zahúmlia e Ráscia. Esta centralização permitiu, notavelmente, o melhor recolhimento dos impostos.

Desenvolvimento dos recursos minerais [editar]

Uroš também mandou fazer um inventário das riquezas da Sérvia, e assim pôde constatar que a Sérvia tinha um importante potencial minerador em ouro, mas ainda muito maior em prata. A Sérvia só explorava a mina de prata de Brskovo, mas ela era coberta de filos não-explorados em razão da falta de mineiros qualificados. Então, Uroš fez vir da Transilvânia dos mineiros saxões que ele encarregou de desenvolver a atividade mineradora e de formar os sérvios a sua extração. Esta iniciativa do rei se revelaria futuramente muito boa para a economia da Sérvia.

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O Reino da Sérvia em 1265.

Derrota e a fim de Uroš [editar]

A Hungria se era relevada do passagem dos hordes mogoles e tartares. Ela estabeleceu na região de Belgrado o Ducado da Mačva, ao nível do rio Sava. Os Húngaros espéraient em fazer o point de départ de uma expansão future. Em 1268, Uroš, quem teve atado là reinou em paz em Sérvia, sentit a ameaça e devasta a Mačva para prender os Húngaros em lhes projeto. Os húngaros priram lhes temps para préparer lhes exército e, a mesmo ano, battiram a exército de Uroš e o firam prisonnier. Eles não demandaram de resgate para libertar o velho rei sérvio ; eles préféréram parier sobre uma aliança de avenir em lhe demandando de dar em casamento seu filho Dragutino à pequena filha do rei Béla IV, Catarina (Katelin). Uroš acepta. O casamento foi de ailheurs uma réussite. Catarina teve forte influência sobre Dragutino. Mas Uroš, em centralisateur que ele era, recusa a dar uma parte de suas terras a seu filho para que ele as administre como mandava um costume húngaro. Dragutino retorna então rumo à sua família adotiva, e toma de seu pai o trono da Sérvia.

Uroš partiu para a região de Hum, onde ele decidiu virar monge. Tomou o nome de Simeão e morreu em 1276.

Referências [editar]

  • Dusan Batkovic, "História do povo sérvio", Paris: L’Age d’Homme ISBN 282511958X
  • Georges Castelhan, História dos Bálcãs, XIV-XX, editora Fayard ISBN 2213605262
  • Donald M. Nicol, Os Derniers siécles de Bizâncio, 1261-1453, editora os Belhes Lettres ISBN 2251380744

Ligações externas [editar]

Ver também [editar]