Estação Espacial Internacional

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Estação Espacial Internacional
International Space Station after undocking of STS-132.jpg

Estação Espacial Internacional em foto de 30 de maio de 2011 como pode ser visto a partir do ônibus espacial Endeavour durante a missão STS-134.

ISS insignia.svg

Insígnia da Estação Espacial Internacional

Estatísticas
Tripulação: 6
Gravidade Terrestre: ~8,3760683 m/s²
Altitude média: 340,5 km
Período Orbital: 91,34 minutos
Inclinação: 51,64 graus
Órbitas por dia: 15,70
Desvio médio diário
em altitude:
~88 m
Lançamento Módulo Zarya
20 de Novembro de 1998 06:40:27 GMT
Data de ocupação (Expedição 1) 1 de Novembro de 2000
09:21 GMT
Países Estados UnidosEstados Unidos
RússiaRússia
União EuropeiaAgência Espacial Europeia
JapãoJapão
CanadáCanadá
Velocidade média: 7,69 km/s (27,685.7 km/h)
Massa atual: 303.663 kg (28 de Março de 2009)
Volume da área de circulação: 358 m³
Pressão ~757 mmHg (100 kPa)
Oxigénio ~162,4 mmHg (22 kPa)
Dióxido de carbono ~4,8 mmHg (640 Pa)
Temperatura ~26,9 °C
Estação Espacial Internacional
Componentes da ISS (NASA)

Componentes da Estação Espacial Internacional em fevereiro/2010.

Estação Espacial Internacional (EEI), (em inglês: International Space Station, (ISS)) é um laboratório espacial completamente concluído, cuja montagem em órbita começou em 1998 e acabou oficialmente em 8 de Junho de 2011 na missão STS-135.[1] A estação encontra-se em órbita baixa (entre 340 km e 353 km), que possibilita ser vista da Terra a olho nu,[2] e viaja a uma velocidade média de 27.700 km/h, completando 15,77 órbitas por dia.

Na continuidade das operações da Mir russa, do Skylab dos Estados Unidos e do planejado Columbus europeu, a Estação Espacial Internacional representa a permanência humana no espaço e tem sido mantida com tripulações de número não inferior a dois elementos desde 2 de novembro de 2000. A cada rendição da tripulação, a estação comporta duas equipas (em andamento e a próxima), bem como um ou mais visitantes.

A ISS envolve diversos programas espaciais, sendo um projeto conjunto da Agência Espacial Canadiana (CSA/ASC) , Agência Espacial Europeia (ESA), Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (宇宙航空研究 ou JAXA) , Agência Espacial Federal Russa (ROSKOSMOS) e Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) dos Estados Unidos.

A estação espacial encontra-se em órbita em torno da Terra a uma altitude de aproximadamente 360 quilômetros, uma órbita tipicamente designada de órbita terrestre baixa (na verdade, a altitude varia ao longo do tempo em vários quilómetros devido ao arrastamento atmosférico e reposição). A estação perde, em média, 100 metros de altitude por dia e orbita a Terra num período de cerca de 92 minutos. Em 27 de junho de 2008 (às 01:01 UTC) completou 55.000 órbitas desde o lançamento do módulo Zarya, o primeiro a ser lançado para o espaço.

A estação era atendida principalmente pelo vaivém espacial (português europeu) ou ônibus espacial (português brasileiro) e pelas naves Soyuz e Progress. O último voo de um ônibus espacial – o Atlantis - foi marcado para 8 de julho de 2011. A estação é utilizada continuamente para realização de experiências científicas (algumas cuja realização na superfície terrestre seriam de elevada dificuldade, mas de relativa facilidade em órbita). Atualmente a estação está pronta para suportar tripulações de seis elementos. Até julho de 2006, todos os membros da tripulação permanente provinham dos programas espaciais russos ou norte-americanos. No entanto a partir dessa data, a EEI tem recebido tripulantes das Agências Espaciais Europeia, Canadiana e Japonesa. A Estação Espacial também já foi visitada por muitos astronautas de outros países e por turistas espaciais.

É comum associar à estação um estado de "gravidade zero", originando alguma confusão, porque tal que não ocorre no local. A gravidade aproximada do local, levando-se em conta um raio de 6.378,1 km terrestre, é de 8,3 m/s² a 8,4 m/s², pela igualdade da Lei da Gravitação Universal (LGU) e o peso, o que é considerável. O efeito "gravidade zero" ocorre porque a estação está "a cair eternamente" por causa da curva ocasionada pela "força centrípeta" a que está sujeita.

Manufatura e montagem da EEI[editar | editar código-fonte]

A construção da EEI dependeu de mais de 50 missões de montagem e utilização. Destas, 39 foram assistidas pelo vaivém espacial (português europeu) ou ônibus espacial (português brasileiro). Adicionalmente a estas missões, aproximadamente 30 missões da nave Progress foram necessárias para providenciar a logística. No final, a EEI ficou a operar com um volume de pressurização de 1.200 metros cúbicos, uma massa de 419.000 quilogramas, 110 kilowatts de potência e uma estrutura de suporte de 108,4 metros de comprimento, com módulos de 74 metros e tripulações de seis elementos.

A manufatura dos módulos e da estrutura que compõem a EEI foi realizada por diversas empresas contratadas pelas agências espaciais que formam o grupo responsável pela montagem e manutenção da mesma. A parte americana da estação foi manufaturada principalmente por quatro companhias que tiveram contratos, anunciados a 1 de dezembro de 1987, que são: a Boeing, a Divisão Astroespacial da General Electric, a McDonnell Douglas e a Divisão Rocketdyne da Rockwell. A parte russa foi manufaturada pela empresa RKK Energiya, que também construiu o módulo Zarya, financiado pelos EUA. A Agência Espacial Europeia contribuiu construindo os módulos Node 2 (Harmonia) para os EUA e o laboratório Columbus. O primeiro foi construído pela empresa Thales Alenia Space, baseada em Cannes, na França, e o segundo numa parceria entre a Thales Alenia e a empresa EADS Astrium. A contribuição japonesa (laboratório Kibo) foi manufaturada pela Mitsubishi e a canadiana (braço robótico Canadarm) através da empresa MD Robotics, subsidiária da companhia MDA (MacDonald Dettwiler).

A primeira secção da EEI foi colocada em órbita em 1998 e mais duas partes foram adicionadas antes do envio da primeira tripulação, que chegou à estação a 2 de novembro de 2000 e consistia do astronauta norte-americano William Shepherd e de dois cosmonautas russos, Yuri Gidzenko e Sergei Krikalev. Nesta época foi decidido designar a estação espacial de "Alpha", embora o uso do nome estivesse restrito à missão.

Cosmonauta Sergei Krikalev dentro do módulo de serviço Zvezda, Novembro de 2000.

Após quase uma década de montagem, a configuração da estação (em junho de 2008) contava com uma massa de 300.214 kg e 358 metros cúbicos de espaço habitável. Para chegar a essa configuração foram necessárias 26 missões norte-americanas do ônibus espacial e 48 missões russas. Destas últimas, 16 foram tripuladas e 32 não tripuladas. A construção também necessitou de 112 caminhadas no espaço, 28 das quais a partir do ônibus espacial e 84 a partir da própria estação. No total, o tempo utilizado nessas caminhadas no espaço foi de 706 horas. Nesse processo também foram necessárias a realização de 18.000 refeições.[3]

A EEI tem tido uma história problemática. Inicialmente planejada como uma "Estação Espacial Livre" da NASA, assim promovida pelo presidente norte-americano Ronald Reagan, mostrou-se demasiado dispendiosa. Após a Guerra Fria, foi retomada como um projecto conjunto entre a NASA e a Rosaviakosmos russa. Desde essa altura o seu custo tem-se mostrado muito superior ao projectado inicialmente pela NASA, além de estar com seu cronograma de montagem bastante atrasado. Em 2003 ainda era incapaz de acomodar uma tripulação de seis, consequentemente limitando a quantidade de ciência passível de se realizar, o que também não beneficiava as relações com os parceiros europeus, japoneses e canadianos do projecto. Em julho de 2004, a NASA concordou em completar a estação até ao nível de suporte de seis membros e ao lançamento de secções adicionais como o módulo japonês de experiências. Enquanto a NASA continua responsável por gerir a construção, a Rússia mantém a continuidade do lançamento e recolha das tripulações de e para a estação.

Cooperação internacional[editar | editar código-fonte]

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O fim da guerra fria proporcionou uma aliança internacional de programas espaciais para a construção da Estação Espacial Internacional. Um consórcio de 15 países estão atualmente a participar na construção e nas experiências científicas na EEI: os Estados Unidos, a Rússia, o Canadá, o Japão e, através da Agência Espacial Europeia (ESA), a Bélgica, a Dinamarca, a França, a Alemanha, a Itália, a Países Baixos, a Noruega, a Espanha,Portugal, a Suécia, a Suíça e o Reino Unido.[4]

Participação brasileira[editar | editar código-fonte]

O Brasil assinou um acordo exclusivo e direto com a NASA[5] para produzir hardware e, em troca, ter acesso aos equipamentos norte-americanos além de permissão para enviar um astronauta brasileiro à estação,[6] , o que aconteceu em 2006 quando o brasileiro Marcos César Pontes, o primeiro astronauta lusófono, esteve na estação, onde permaneceu por uma semana, transportado por um foguete russo.

Contudo, o Brasil está atualmente fora do projeto de construção da Estação Espacial Internacional, devido ao não cumprimento, da empresa subcontratada da Embraer, do contrato assinado, que foi incapaz de fornecer o Palete EXPRESS prometido. Após quase dez anos de participação, o país deixou de ser considerado na lista de fabricantes da base orbital. Segundo o especialista John Logsdon, diretor do Instituto de Políticas Espaciais da Universidade George Washington e membro do Comitê de Conselho da Nasa, "já é tarde demais para o Brasil fazer qualquer coisa, a não ser tornar um usuário da estação".[7] [8]

Objetivos da ISS[editar | editar código-fonte]

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Algumas críticas encaram o projecto da NASA como um desperdício de tempo e dinheiro, inibidor do progresso em outros projectos mais úteis: por exemplo, os 100 bilhões de dólares estimados poderiam pagar dezenas de missões espaciais não tripuladas. No geral, existem muitas críticas contra a exploração espacial que defendem que essa quantia seria melhor empregue em problemas na Terra.

Os defensores da exploração espacial argumentam que tais críticas são, no mínimo, redutoras e de pouca visão, e talvez decepcionantes. Os defensores da investigação e exploração espacial tripulada defendem que estes esforços já produziram bilhões de dólares de tangíveis benefícios às pessoas na Terra. Algumas projecções apontam para um benefício económico indirecto, materializado pela comercialização das tecnologias desenvolvidas durante a exploração espacial tripulada, que já retornou mais de sete vezes o investimento inicial para a economia (algumas projecções conservadoras colocam este valor em três vezes o investimento inicial). Se a ISS, isolada do restante programa espacial, será um contribuinte considerável é, no entanto, um assunto de renhido debate.

Estado atual da ISS[editar | editar código-fonte]

EEI em órbita.

Após o desastre do ônibus espacial Columbia em 11 de Fevereiro de 2003, e a consequente suspensão das missões com estas naves, houve um intervalo onde não foram mais realizados trabalhos de montagem. A sua construção ficou praticamente suspensa dado que os componentes principais são tão pesados que não podiam ser colocados no espaço sem o auxílio dos ônibus espaciais. Por exemplo, o módulo do laboratório da Agência Espacial Europeia, o Columbus, apesar de concluído, não pôde ser lançado em órbita até o mês de fevereiro de 2008, contabilizando um atraso de três anos em sua instalação. Apesar disso, não houve a interrupção das trocas de tripulação que continuaram a ser efetuadas pelas naves Soyuz. A partir da Soyuz TMA-2, a tripulação passou a ser formada por dois astronautas/cosmonautas, no lugar das tradicionais equipes de três elementos. Essa situação foi normalizada em julho de 2006, com o retorno da composição de três tripulantes com a participação do astronauta da Agência Espacial Europeia Thomas Reiter (Alemanha).

Durante esse período também houve um grande acúmulo de lixo e materiais descartáveis devido ao fato das espaçonaves Soyuz não disporem da capacidade de transportar esse material excedente. No entanto, boa parte desse transporte foi suprida pelas naves de cargas russas Progress. Atualmente esse problema já está estabilizado.

Filme do interior da Estação Espacial feito pelo comandante da Expedição 18, astronauta Michael Fincke, em Janeiro de 2009.

Desde a retomada dos lançamentos de ônibus espaciais em 2005, a montagem da estação tem ocorrido em ritmo razoavelmente acelerado, com a instalação de painéis solares, módulos pressurizados, braços robóticos e racks para exposição de experimentos.

Em novembro de 2008, durante a missão STS-126 do ônibus espacial Endeavour, foi realizada a preparação da estação para acomodar seis tripulantes. Para tanto, foram instalados dois novos quartos de dormir, um banheiro (de fabricação russa), equipamentos de cozinha, dois aquecedores de alimentos, um refrigerador de comida, um equipamento para exercícios de resistência física além de um sistema de recuperação de água e reciclagem de urina para conversão em água potável.

Ainda estão planejados mais 4 lançamentos do ônibus espacial para completar a montagem da Estação até 2011. Dentro desse prazo também está previsto o lançamento de mais dois módulos pressurizados construídos pelos russos, dos quais já foi confirmado o lançamentos do módulo MRM1 (maio/2010).

Com a instalação do módulo Node 3 (Tranquility) junto com seu módulo Cupola em fevereiro de 2010, a Estação Espacial está quase completa a agora mantém uma janela para o espaço que possibilita aos astronautas/cosmonautas uma visão extraordinária da Terra.

Módulos pressurizados[editar | editar código-fonte]

A ISS terminou formalmente a sua construção a 8 de Junho de 2011, tendo 14 módulos pressurizados com aproximadamente 1 000 metros cúbicos de volume. Esses módulos incluem laboratórios, compartimentos de docagem de espaçonaves, câmara de despressurização, nodos de ligação e áreas de vivência. Cada módulo foi lançado através dos ônibus espaciais, foguetes Proton ou Soyuz. Abaixo segue uma lista dos módulos com data de lançamento e massa equivalente.

Para maiores informações, visite os links dos módulos na tabela abaixo.
Módulo Data de lançamento Veículo de lançamento País Massa (kg) Voo de montagem Visão isolada Visão da estação
Zarya
(FGB)
20 de Novembro de 1998 Proton-K Russia (Construiu)
EUA (Financiou)
19.323 kg 1A/R Zarya from STS-88.jpg Zarya from STS-88.jpg
Providenciou energia elétrica, armazenamento, propulsão e orientação durante a montagem inicial da estação, agora serve como módulo de estocagem (tanto dentro da área pressurizada quanto externamente, em tanques de combustíveis).
Unity
(Node 1)
4 de Dezembro de 1998 Space Shuttle Endeavour, STS-88 EUA 11.612 kg 2A ISS Unity module.jpg Sts088-703-019e.jpg
Primeiro módulo americano, conecta a parte Americana da estação com a parte Russa (via Módulo de Adaptação Pressurizado - PMA). Também serve como ponto de instalação da estrutura Z0, do Quest airlock, do laboratório Destiny e do Node 3.
Zvezda
(Service Module)
12 de Julho de 2000 Proton-K Russia 19.051 kg 1R ISS Zvezda module-small.jpg Unity-Zarya-Zvezda STS-106.jpg
Módulo de serviço da estação, provendo a principal área de residência, sistemas de manutenção do ambiente, controle de posicionamento e órbita além de ser ponto de docagem para espeçonaves Soyuz, Progress e ATV (Automated Transfer Vehicle) da ESA (Agência Espacial Europeia). O sistema de docagem do Svezda possibilitou a ISS tornar-se habitável pela primeira vez.
Destiny
(US Laboratory)
7 de Fevereiro de 2001 Space Shuttle Atlantis, STS-98 EUA 14.515 kg 5A ISS Destiny Lab.jpg Sts098-312-0020.jpg
Principal módulo de apoio científico para contêineres com equipamento científico americano, também provê sistemas de controle ambiental e área de residência para a estação.
Quest
(Joint Airlock)
12 de Julho de 2001 Space Shuttle Atlantis, STS-104 EUA 6.064 kg 7A ISS Quest airlock.jpg ISS on 20 August 2001.jpg
Principal câmara de despressurização da estação, possibilitando atividades extra veiculares com trajes espaciais americano (Extravehicular Mobility Unit-EMU) e russo (Orlan).
Pirs
(Docking Compartment)
14 de Setembro de 2001 Soyuz-U Russia 3.630 kg 4R Pirs docking module taken by STS-108.jpg S108e5628.jpg
Provê a estação com um adicional porta de docagem para naves Soyuz e Progress e também permite entrada e saída para atividades extraveiculares usando trajes russos, sendo o local de armazenamento de equipamentos para os trajes espaciais.
Harmony
(Node 2)
23 de Outubro de 2007 Space Shuttle Discovery, STS-120 EUA 13.608 kg 10A Harmony Relocation.jpg ISS seen from STS-122.jpg
É o conector de módulos da Estação Espacial. O Node 2 contém 4 racks que providencia eletricidade e conexão de dados entre computadores através de seis sistemas "Common Berthing Mechanisms" (CBMs). Os laboratórios "Columbus" (Europeu) e "Kibō" estarão conectados ao Harmonia permanentemente e temporariamente os módulos de logística MPLM (Multi-Purpose Logistics Modules) durante voos do ônibus espacial.
Columbus
(European Laboratory)
7 de Fevereiro de 2008[9] Space Shuttle Atlantis, STS-122 Europa 12.800 kg 1E S122e007873.jpg STS-122 ISS Flyaround.jpg
Principal módulo de equipamentos para experimentos científicos da Europa a bordo da Estação Espacial Internacional, contém capacidade para até 10 racks padrões (International Standard Payload Rack) e plataforma externa para experimentos.
Experiment Logistics Module
(JEM-ELM)
11 de Março de 2008 Space Shuttle Endeavour, STS-123 Japão 4.200 kg 1J/A ELMcroppedIsolated.jpg ISS after STS-123 in March 2008 cropped.jpg
Parte do laboratório de pesquisas japonês Kibō (JEM-Japanese Experiment Module laboratory), O Módulo de Logística de Experimentos provê área de armazenamento e utilidades de transporte para o laboratório, com uma seção pressurizada para servir ao armazenamento interno e uma seção despressurizada para armazenamento externo de cargas.
Japanese Pressurized Module
(JEM-PM)
31 de Maio de 2008 Space Shuttle Discovery, STS-124 Japão 15.900 kg 1J STS-124 Kibo.jpg ISS after STS-124 06 2008.jpg
Parte do laboratório Kibō , o Módulo Pressurizado é o principal componente do Kibō onde o Módulo de Logística e a plataforma externa de experimentos serão conectadas. Comporta 10 racks padrão de equipamentos de pesquisa laboratorial.
Poisk (Minimódulo Russo de Pesquisa 2) 10 de Novembro de 2009 Soyuz U / Progress M-MRM2 Russia 5R Russian Orbital Segment.png Poisk.Jpeg
O MRM2 é utilizado para acoplagem das cápsulas Soyuz e dos veículos de carga Progress e também como uma câmara para passeios espaciais e para pesquisa e experimentação científica.
Tranquility 8 de Fevereiro de 2010 Space Shuttle Endeavour, STS-130 EUA 14.311 kg 20A STS-130 PMA-3 relocation 3.jpg STS-130 Endeavour flyaround 8.jpg
O Tranquility contém o mais avançado sistema de suporte ambiental já colocado no espaço. Providencia um sistema de reciclagem de água e geração de oxigênio para a tripulação. O módulo também provê a estação com 4 pontos para conexão de módulos pressurizados ou veículos de transporte de tripulação além de ser o ponto de permanente locação do módulo Cupola.
Cupola 8 de Fevereiro de 2010 Space Shuttle Endeavour, STS-130 EUA 1.800 kg 20A ISS STS-130 EVA3 Cupola.jpg Cupola ISS open shutters.jpg
O Cupola é um observatório que possibilita à tripulação da Estação Internacional uma operação visual do braço robótico Canadarm e dos atracamentos de espaçonaves, além de uma visão panorâmica abrangente da Terra. O módulo é equipado com estações de trabalho para controle do braço robótico (SSRMS) e escudos para proteger as janelas de micrometeoritos.
Rassvet (Minimódulo Russo de Pesquisa 1) 14 de Maio 2010 Space Shuttle Atlantis, STS-132 Russia Russian Orbital Segment.png STS-132 ISS-23 Rassvet Pirs and Progress M-05M.jpg
O MRM1 é utilizado para acoplagem das cápsulas Soyuz, dos veículos de carga Progress e também como área de armazenamento.
Leonardo 24 de Fevereiro de 2011 Space Shuttle Discovery, STS-133 Europa (Construtor)
EUA (Operador)
ULF5 [10] [11] [12]
style="border-bottom: 3px solid gray" O Módulo de Logística Multifuncional (PMM-Pressurized Multipurpose Module) armazenará peças sobressalentes e suprimentos, permitindo maior espaço de tempo entre os voos de ressuprimento, além de liberar espaço em outros módulos.
Módulos com lançamentos programados
Nauka (Laboratório Multifuncional) Dezembro 2013 Proton-K Russia 21.300 kg 3R MLM - ISS module.jpg ISSFinalConfigEnd2006.jpg
O MLM será o principal módulo de pesquisa Russo na EEI, e será utilizado para experiências, docagem e logística de cargas. Ele também servirá como área de trabalho e descanso da tripulação e será equipado com equipamento auxiliar de controle de posicionamento da estação.

Principais sistemas da Estação Espacial Internacional[editar | editar código-fonte]

Suprimento de energia elétrica[editar | editar código-fonte]

A fonte de energia elétrica da EEI é o sol: luz é convertida em eletricidade através de painéis solares. Antes do voo de montagem 4A (missão do ônibus espacial STS-97, 30 de Novembro de 2000) a única fonte de energia eram os painéis solares dos módulos russos Zarya e Zvezda. O segmento russo da estação usa um sistema de 28 Volts igual ao do ônibus espacial. No resto da estação a eletricidade é obtida através de painéis solares anexados as extremidades de sua estrutura modular (ISS Main Truss Structure) a uma tensão que varia entre 130 a 180 Volts. A energia é estabilizada e distribuída a 160 Volts e então convertida para 124 volts. A energia pode ser trocada entre os dois segmentos da estação usando conversores, isto é essencial desde o cancelamento da Plataforma Russa de Ciência e Energia. O segmento russo dependerá dos painéis solares norte-americanos para suprir sua demanda de energia elétrica.

Face ao valor de tensão utilizado (130 a 160 Volts) na parte norte-americana, a estação pôde se valer de circuitos com condutores de menor seção elétrica, o que auxilia na redução da massa da EEI.

Os painéis solares normalmente rastreiam o sol para maximizar a sua performance. Cada painel tem uma área de aproximadamente 375 m² e 58 metros (190 pés) de comprimento. Em sua configuração completa, os painéis solares rastreiam o sol durante cada órbita ao redor da Terra rotacionando seu rotor alfa no sentido vertical em relação a estação, enquanto o rotor beta ajusta seu ângulo do sol a partir do plano orbital da estação em relação a Terra. No entanto, antes que a estrutura modular estivesse montada, os painéis estavam temporariamente em posição perpendicular em suma orientação final, e nessa configuração, o rotor beta era usado como o principal rastreador do sol. Outra ligeiramente diferente opção de rastreamento, o modo Planador Noturno, pode ser usado para reduzir o ligeiramente o arrasto da estação alinhando os painéis solares no limite do vetor de velocidade.

Suporte à vida[editar | editar código-fonte]

Environmental Control and Life Support System (ECLSS).

O Sistema de Suporte À Vida e Controle Ambiental (ECLSS - Environmental Control and Life Support System) provê ou controla elementos como pressão atmosférica, nível de oxigênio, água, extinção de incêndios, além de outras coisas. O sistema Elektron gera o oxigênio a que circula a bordo da estação. A mais alta prioridade para o sistema de suporte a vida é a manutenção de uma atmosfera estável dentro da Estação, mas o sistema também coleta, processa e armazena lixo e água produzida e usada pela tripulação. Por exemplo, o sistema recicla fluidos do banheiro, chuveiro, urina e condensação. Filtros de carvão ativado são os primeiros métodos para remoção de produtos do metabolismo humano no ar.

Controle de orientação[editar | editar código-fonte]

O controle de orientação da Estação é mantido através de dois mecanismos. Normalmente, um sistema usando giroscópios de controle de momento (CMGs - control moment gyroscopes) mantém a Estação orientada, i.e. com o laboratório Destiny na frente do módulo Unity, a estrutura P a bombordo e o módulo Pirs apontado para a Terra. Quando o sistema de giroscópios se torna saturado, ele pode perder a habilidade de controlar a orientação da estação. Neste caso, o sistema Russo de controle de orientação é preparado para assumir automaticamente, usando retrofoguetes para manter a orientação da Estação e pemitindo assim a dessaturação do sistema de giroscópios americano. Este procedimento foi usado durante a missão STS-117 enquanto a estrutura S3/S4 estava sendo instalada.

Controle de altitude[editar | editar código-fonte]

A Estação Espacial Internacional é mantida em órbita numa altitude limite mínima e máxima de 278 a 460 km. Normalmente o limite máximo é de 425 km para permitir manobras de encontros para espaçonaves Soyuz. Devido a Estação estar em constante queda por causa do arrasto atmosférico e queda do efeito de gravidade, ela precisa ser impulsionada para altitudes mais elevadas várias vezes durante o ano. Um gráfico de altitude sobre o tempo mostra que a Estação cai a uma razão de 2,5 km por mês. O impulso pode ser feito por dois foguetes do módulo Zvezda, por um ônibus espacial docado, por uma espaçonave Progress ou pelo Veículo de Transferência Automático (ATV) da ESA e leva aproximadamente duas órbitas (três horas) em cada impulso para vários quilômetros acima. Enquanto em construção é relativamente fácil voar grandes cargas para a Estação Espacial. Normalmente após o lançamento, uma espaçonave requer dois dias para realizar a manobra de aproximação e atracamento.

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Diagrama mostrando links de comunicação entre a EEI e outros elementos.
Os diversos sistemas de comunicação usados pela EEI

A radiocomunicação é essencial para a operação da EEI, providenciando dados de telemetria e científicos entre a estação espacial e os Centros de Controle de Missão espalhados pelo planeta. Links de rádio também são usados durante procedimentos de aproximação e docagem de espaçonaves e para a comunicação entre tripulantes da estação, e deles com os controladores de voo e familiares em terra. Como resultado disso, a EEI está equipada com uma quantidade diversificada de sistemas internos e externos de comunicação, usados para diferentes propósitos.[13]

O primeiro equipamento de comunicação lançado com a estação foi o sistema russo Regul de VHF, que transmite dados de telemetria e outros do Segmento Orbital Russo para o Controle de Missão da Agência Espacial Federal Russa em Moscou via uma rede de estações de recebimento de dados em terra e através de satélites dos sistemas Altair e Molniya. Os dados saem da estação através de uma antena de rádio montada no Módulo Zvezda. A comunicação entre os módulos é feita através de cabos telefônicos de cobre.[14] [15]

O segmento americano faz uso de dois links de rádio que estão montados na Estrutura Integrada Z1: um sistema de Banda S (usado para transmissão de sinal de áudio) e um sistema de Banda Ku (usado para transmissão de áudio, vídeo e dados). Essas transmissões são direcionadas através do sistema americano de satélites de rastreamento e transmissão de dados localizados em órbita geoestacionária, permitindo uma continuidade de transmissão contínua quase em tempo real com o Centro de Contole de Missão da NASA em Houston.[13] [16] O sistema pode também ser utilizado para transmitir dados entre os Centros de Controle americano e russo através de uma linha de telefone permanente .[14] Canais de dados do braço robótico Canadarm2, do laboratório Europeu Columbus e do laboratório Japonês Kibō são direcionados via sistemas de Bandas S e Ku, além de eventualmente os sistemas europeu e japonês de satélites de transmissão de dados auxiliarem o sistema americano nesta tarefa. A comunicação entre os módulos são realizadas numa rede digital sem fio (Rede wireless).[17]

A radiofrequência de UHF é usada pelos astronautas e cosmonautas durante Atividades Extra-Veiculares, com os astronautas americanos e os cosmonautas russos realizando a comunicação através de seus sistemas independentes com as estações em terra. Esse sistema de comunicação é propenso a sofrer interferência de estações baseadas em terra que são utilizadas para o controle de tráfego aéreo.[14] [16] A Banda UHF também é utilizada por espaçonaves que irão atracar na Estação (Soyuz, Progress, HTV, ATV e Ônibus Espaciais - esses também utilizam as Bandas S e Ku), para receber comandos dos Centros de Controle de Missão e dos tripulantes da EEI.[16] Espaçonaves automatizadas como o HTV e o ATV são equipados com seus próprios sistemas de comunicação. O ATV utiliza um sistema de laser acoplado na espaçonave e um pequeno sistema de espelhos acoplados no módulo Zvezda, conhecido como Proximity Communications Equipment, para atracar com precisão à Estação Espacial. O HTV utiliza uma aproximação feita através de um sistema de GPS atachado no módulo Kibō.[14] [18] [19]

Centros de controle de missões[editar | editar código-fonte]

Como a Estação é um projeto internacional, seus vários módulos são operados e monitorados por suas respectivas agências espaciais ao redor do mundo, incluindo:

Um mapa mundial destacando a localização dos centros espaciais. Veja texto a parte para maiores detalhes.
Centros espaciais envolvidos no programa da EEI

Pesquisa científica[editar | editar código-fonte]

Astronauta Hans Schlegel trabalha na configuração do Laboratório Columbus

Um dos principais objetivos da Estação Espacial é criar um ambiente para conduzir experimentos que requerem uma ou mais condições específicas que estão presentes no ambiente de micro gravidade. Os principais campos de pesquisa incluem biologia (biomedicina e biotecnologia), física (incluindo física de fluidos, dos materiais e quântica), astronomia (incluindo cosmologia) e meteorologia. O Ato de Autorização da NASA (publicado em 2005) indica que o segmento americano da Estação é um laboratório nacional e tem por objetivo aumentar a utilização da Estação por outras entidades federais e pela iniciativa privada. Em 2007 poucos experimentos foram realizados além do estudo sobre os efeitos no corpo humano da permanência por longo prazo em ambiente de micro gravidade. No entanto, com quatro novos módulos de pesquisa prontos para serem instalados até 2010, é esperado o início de pesquisas mais especializadas.

Módulos de pesquisa científica[editar | editar código-fonte]

Astronauta Leroy Chiao dentro do Laboratório Destiny (31 de Outubro de 2004)

O laboratório Destiny é o principal módulo americano anexado a Estação Espacial. Fabricado pela NASA e lançado em fevereiro de 2001, ele é preparado para experimentos gerais. O laboratório Columbus, outro módulo de pesquisas, foi fabricado pela Agência Espacial Europeia (ESA). Seu propósito é facilitar experiências científicas e foi lançado em fevereiro de 2008. Ele provê um laboratório para pesquisas gerais, mas também foi desenhado para pesquisas específicas nas áreas de biologia, biomedicina e física de fluidos, além de ter uma margem de expansão que irá possibilitar estudos em física quântica e cosmologia.

O laboratório de pesquisas Japonês, também conhecido como Kibo, foi desenvolvido pela Agência Espacial Japonesa (JAXA) para a função de observatório e para realização de várias medições de dados astronômicos. Já foram instalados os módulos pressurizados (Experimentos, JEM-PM e Logística, JEM-ELM) junto com um braço robótico durante duas missões dos ônibus espaciais (STS-123 e STS-124). Num terceiro voo será lançada a plataforma para exposição direta de experimentos aos raios cósmicos. O laboratório Japonês será o maior e mais completo, incluindo um airlock próprio que permitirá expor experimentos fora do laboratório utilizando o braço robótico.

Astronautas da missão STS-124 trabalham na configuração do Laboratório Kibo

O EXPRESS Logistics Carrier desenvolvido pela NASA (uma espécie de palete para alocação de experimentos), está planejado para ser lançado em setembro de 2009. Ele também permitirá expor experimentos ao ambiente de vácuo no espaço e irá prover a eletricidade e transferência de dados necessária geradas pelos experimentos. O Módulo de Laboratório com Multipropósito, fabricado pela RKA Energia (Rússia), tem lançamento esperado para o final de 2009. Ele também irá suprir recursos para experimentos em ambiente de micro gravidade.

Dois módulos de pesquisa foram cancelados, incluindo uma centrífuga (usada para criar níveis de gravidade artificial) e o módulo Russo de pesquisas (usado para pesquisas gerais). Diversos experimentos planejados, como o Espectrômetro Magnético Alfa, também foram cancelados.

Áreas de pesquisa[editar | editar código-fonte]

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Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Existem diversos planos para estudar biologia na Estação Espacial Internacional. Um objetivo é melhorar o conhecimento do efeito da exposição de longa exposição do corpo humano no espaço. Fatos como a atrofia muscular, perda óssea e bombeamento de fluidos são estudados com a intenção utilizar os dados obtidos na colonização espacial e durante viagens de longa duração num futuro próximo.

O efeito da falta de peso na evolução, desenvolvimento, crescimento e processos internos das plantas e animais também são estudados. Em resposta a recente dados sugerindo que a micro gravidade permite o crescimento tridimensional de tecidos parecidos com o de humanos e que cristais de proteínas podem ser formados no espaço, a NASA indicou o desejo de investigar melhor esses fenômenos.

A NASA também gostaria de estudar proeminentes problemas em física. A física dos fluidos em micro gravidade não é completamente desconhecida e pesquisadores gostariam de ter modelos precisos dos fluidos no futuro. Adicionalmente, desde que fluidos podem ser combinados no espaço completamente independente de seu peso relativo, existe algum interesse em investigar a combinação de fluidos que não se misturam bem na Terra. Através do exame das reações que são desaceleradas pela baixa gravidade e temperaturas, cientistas também esperam obter novas ideias sobre estados da matéria (especialmente sobre a supercondutividade).

Além disso, pesquisadores esperam examinar a combustão na presença de baixa gravidade fora da Terra. Muitas buscas envolvendo a eficiência de queima ou a criação de produtos secundários poderiam melhorar o processo de produção de energia, o qual apresenta interesse econômico e ambiental. Cientistas planejam usar a Estação Espacial para estudar aerossóis, ozônio, vapor d’água e óxidos na atmosfera terrestre e também os raios cósmicos, poeira cósmica, antimatéria e matéria negra no Universo.

Os objetivos de longo prazo para essas pesquisas são desenvolver tecnologia necessária para a exploração humana do espaço, planetária e colonização (incluindo sistemas de suporte a vida, preocupações com segurança, monitoramento ambiental, etc.). Também objetiva procurar novas alternativas para tratar doenças, eficientes métodos para produção de materiais e medições mais acuradas, coisas que seriam impossíveis de conseguir na Terra, além de um entendimento mais completo do Universo.


Tripulação da EEI[editar | editar código-fonte]

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Expedição Tripulação Lançamento
Missão Data
Chegada
Missão Duração
(Dias)
Expedição 1 William Shepherd - Estados Unidos
Yuri Gidzenko - Rússia
Sergei Krikalev - Rússia
31 de Outubro de 2000
07:52:47 UTC
Soyuz TM-31 21 de Março de 2001
07:33:06 UTC
STS-102 140.98
Expedição 2 Yuri Usachev - Rússia
James Voss - Estados Unidos
Susan Helms - Estados Unidos
8 de Março de 2001
11:42:09 UTC
STS-102 22 de Agosto de 2001
19:24:06 UTC
STS-105 167.28
Expedição 3 Frank L. Culbertson - Estados Unidos
Mikhail Tyurin - Rússia
Vladimir N. Dezhurov - Rússia
10 de Agosto de 2001
21:10:15 UTC
STS-105 17 de Dezembro de 2001
17:56:13 UTC
STS-108 128.86
Expedição 4 Yury Onufrienko - Rússia
Carl Walz - Estados Unidos
Daniel Bursch - Estados Unidos
5 de Dezembro de 2001
22:19:28 UTC
STS-108 19 de Junho de 2002
09:57:41 UTC
STS-111 195.82
Expedição 5 Valery Korzun - Rússia
Peggy Whitson - Estados Unidos
Sergei Treschev - Estados Unidos
5 de Junho de 2002
21:22:49 UTC
STS-111 7 de Dezembro de 2002
19:37:12 UTC
STS-113 184.93
Expedição 6 Kenneth Bowersox - Estados Unidos
Donald Pettit - Estados Unidos
Nikolai Budarin - Rússia
24 de Novembro de 2002
00:49:47 UTC
STS-113 4 de Maio de 2003
02:04:25 UTC
Soyuz TMA-1 161.05
Expedição 7 Yuri Malenchenko - Rússia
Edward Lu - Estados Unidos
26 de Abril de 2003
03:53:52 UTC
Soyuz TMA-2 28 de Outubro de 2003
02:40:20 UTC
Soyuz TMA-2 184.93
Expedição 8 Michael Foale - Estados Unidos
Alexander Kaleri - Rússia
18 de Outubro de 2003
05:38:03 UTC
Soyuz TMA-3 30 de Abril de 2004
00:11:15 UTC
Soyuz TMA-3 194.77
Expedição 9 Gennady Padalka - Rússia
Michael Fincke - Estados Unidos
19 de Abril de 2004
03:19:00 UTC
Soyuz TMA-4 24 de Outubro de 2004
00:32:00 UTC
Soyuz TMA-4 185.66
Expedição 10 Leroy Chiao - Estados Unidos
Salizhan Sharipov - Rússia
14 de Outubro de 2004
03:06 UTC
Soyuz TMA-5 17 de Abril de 2005
00:00:00 UTC
Soyuz TMA-5 192.79
Expedição 11 Sergei Krikalev - Rússia
John L. Philips - Estados Unidos
15 de Abril de 2005
00:46 UTC
Soyuz TMA-6 11 de Outubro de 2005
01:09:00 UTC
Soyuz TMA-6 179.02
Expedição 12 William McArthur - Estados Unidos
Valery Tokarev - Rússia
1 de Outubro de 2005
03:54 UTC
Soyuz TMA-7 8 de Abril de 2006
23:48:00 UTC
Soyuz TMA-7 189.01
Expedição 13 Pavel Vinogradov -Rússia
Jeffrey Williams - Estados Unidos
Thomas Reiter - Alemanha
Marcos Pontes - Brasil
30 de Março de 2006
02:30 UTC
4 de Julho de 2006
18:38 UTC
Soyuz TMA-8
STS-121
(Reiter)
28 de Setembro de 2006
01:13 UTC
26 de Dezembro de 2006
Soyuz TMA-8
STS-116
(Reiter)
182.65
171.16
(Reiter)
Expedição 14 Miguel López-Alegría - Estados Unidos
Mikhail Tyurin - Rússia
Sunita Williams - Estados Unidos
18 de Setembro de 2006
16:09 UTC
10 de Dezembro de 2006
01:47 UTC
Soyuz TMA-9
STS-116
21 de Abril de 2007
12:31 UTC
22 de Junho de 2007
19:49 UTC
Soyuz TMA-9
STS-117
215.35
194.75
(Williams)
Expedição 15 Fyodor Yurchikhin - Rússia
Oleg Kotov - Rússia
Clayton Anderson - Estados Unidos
7 de Abril de 2007
17:31 UTC
8 de Junho de 2007
23:38 UTC
Soyuz TMA-10
STS-117
21 de Outubro de 2007
10:36:00 UTC
7 de Novembro de 2007
18:01 UTC
Soyuz TMA-10
STS-120
196.71
151.77
(Anderson)
Expedição 16 Peggy Whitson - Estados Unidos
Yuri Malenchenko - Rússia
Daniel Tani - Estados Unidos
Léopold Eyharts - França
Garrett Reisman - Estados Unidos
10 de Outubro de 2007
13:22 UTC
23 de Outubro de 2007
15:38 UTC
7 de Fevereiro de 2008
19:45 UTC
11 de Março de 2008
07:31 UTC
Soyuz TMA-11
STS-120
STS-122
STS-123
19 de Abril de 2008
08:30 UTC
20 de Fevereiro de 2008
14:07 UTC
27 de Março de 2008
00:40 UTC
14 de Junho de 2008
15:15 UTC
Soyuz TMA-11
STS-122
STS-123
STS-124
191.8
119.94
(Tani)
51
(Eyharts)
94.76
(Reisman)
Expedição 17 Sergei Volkov - Rússia
Oleg Kononenko - Rússia
Gregory Chamitoff - Estados Unidos
8 de Abril de 2008
12:16 UTC
31 de Maio de 2008
21:02 UTC
Soyuz TMA-12
STS-124
23 de Outubro de 2008
15:37 UTC
30 de Novembro de 2008
21:25 UTC
Soyuz TMA-12
STS-126
198.14
183.52
(Chamitoff)
Expedição 18 Michael Fincke - Estados Unidos
Yuri Lonchakov - Rússia
Sandra Magnus - Estados Unidos
12 de Outubro de 2008
07:01 UTC
15 de Novembro de 2008
00:55 UTC
Soyuz TMA-13
STS-126
8 de Abril de 2009
07:36 UTC
28 de Março de 2009
19:14 UTC
Soyuz TMA-13
STS-119
178.02
133.64
(Magnus)
Expedição 19 Gennady Padalka - Rússia
Michael Barratt - Estados Unidos
Koichi Wakata - Japão
26 de Março de 2009
11:49 UTC
15 de Março de 2009
23:43 UTC
Soyuz TMA-14
STS-119
11 de Outubro de 2009
04:31 UTC
31 de Julho de 2009
14:48 UTC
Soyuz TMA-14
STS-127
198.70
137.63
(Wakata)
Expedição 20 Gennady Padalka - Rússia
Michael Barratt - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Timothy Kopra - Estados Unidos
Frank De Winne - Bélgica
Roman Romanenko - Rússia
Robert Thirsk - Canadá
15 de Julho de 2009
22:03 UTC
27 de Maio de 2009
10:34 UTC
STS-127
Soyuz TMA-15
12 de Setembro de 2009
01:53 UTC
1 de Dezembro de 2009
07:15 UTC
STS-128
Soyuz TMA-15
58.16
(Kopra)
187.86
Expedição 21 Frank De Winne - Bélgica
Roman Romanenko - Rússia
Robert Thirsk - Canadá
Continuação de parte da tripulação anterior.
Nicole Stott - Estados Unidos
Jeffrey Williams - Estados Unidos
Maksim Surayev - Rússia
28 de Agosto de 2009
03:59 UTC
30 de Setembro de 2009
07:14 UTC
STS-128
Soyuz TMA-16
27 de Novembro de 2009
14:44 UTC
18 de Março de 2010
13:24 UTC
STS-129
Soyuz TMA-16
91.45
(Stott)
169.26
Expedição 22 Jeffrey Williams - Estados Unidos
Maksim Surayev - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Oleg Kotov - Rússia
Timothy Creamer - Estados Unidos
Soichi Noguchi - Japão
20 de Dezembro de 2009
21:52 UTC
Soyuz TMA-17 2 de Junho, 2010
03:25 UTC
Soyuz TMA-17 163.23
Expedição 23 Oleg Kotov - Rússia
Timothy Creamer - Estados Unidos
Soichi Noguchi - Japão
Continuação de parte da tripulação anterior.
Alexandr Skvortsov - Rússia
Mikhail Kornienko - Rússia
Tracy Caldwell Dyson - Estados Unidos
2 de Abril de 2010
18:04 UTC
Soyuz TMA-18 25 de Setembro, 2010
05:23 UTC
Soyuz TMA-18 175.47
Expedição 24 Alexandr Skvortsov - Rússia
Mikhail Kornienko - Rússia
Tracy Caldwell Dyson - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Fyodor Yurchikhin - Rússia
Shannon Walker - Estados Unidos
Douglas Wheelock - Estados Unidos
15 de Junho de 2010
21:35 UTC
Soyuz TMA-19 26 de Novembro, 2010
04:46 UTC
Soyuz TMA-19 163.30
Expedição 25 Douglas Wheelock - Estados Unidos
Fyodor Yurchikhin - Rússia
Shannon Walker - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Scott Kelly - Estados Unidos
Alexander Kaleri - Rússia
Oleg Skripochka - Rússia
7 de Outubro de 2010
23:10 UTC
Soyuz TMA-01M Março, 2011
00:00 UTC
Soyuz TMA-19 ~150
Expedição 26 Scott Kelly - Estados Unidos
Alexander Kaleri - Rússia
Oleg Skripochka - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Dmitry Kondratyev - Rússia
Catherine Coleman - Estados Unidos
Paolo Nespoli - Itália
15 de Dezembro de 2010
00:00 UTC
Soyuz TMA-20 Maio, 2011
00:00 UTC
Soyuz TMA-20 ~150
Expedição 27 Dmitri Kondratyev - Rússia
Catherine Coleman - Estados Unidos
Paolo Nespoli - Itália
Continuação de parte da tripulação anterior.
Andrei Borisenko - Rússia
Ronald Garan Jr. - Estados Unidos
Aleksandr Samokutyayev - Rússia
17 de março de 2011
08:54 UTC
Soyuz TMA-20 23 de maio de 2011 Soyuz TMA-21 69
Expedição 28 Andrei Borisenko - Rússia
Ronald Garan Jr. - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Aleksandr Samokutyayev - Rússia
Sergei Volkov - Rússia
Michael Fossum - Estados Unidos
Satoshi Furukawa - Japão
23 de maio de 2011
21:35 UTC
Soyuz TMA-02M 16 de setembro de 2011 Soyuz TMA-21 117
Expedição 29 Michael Fossum - Estados Unidos
Satoshi Furukawa - Japão
Sergei Volkov - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Anton Shkaplerov - Rússia
Anatoli Ivanishin - Rússia
Daniel Burbank - Rússia
16 de setembro de 2011 Soyuz TMA-22 21 de novembro de 2011 67
Expedição 30 Daniel Burbank - Estados Unidos
Anton Shkaplerov - Rússia
Anatoli Ivanishin - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Oleg Kononenko - Rússia
André Kuipers - Países Baixos
Donald Pettit - Estados Unidos
novembro de 2011 Soyuz TMA-02M 27 de abril de 2012 Soyuz TMA-22 ~177
Expedição 31 Oleg Kononenko - Rússia
André Kuipers - Países Baixos
Donald Pettit - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Joseph Acaba - Estados Unidos
Gennady Padalka - Rússia
Sergei Revin - Rússia
27 de abril de 2012 Soyuz TMA-03M 1 de julho de 2012 Soyuz TMA-04M 36
Expedição 32 Gennady Padalka - Rússia
Joseph Acaba - Estados Unidos
Sergei Revin - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Sunita Williams - Estados Unidos
Yuri Malenchenko - Rússia
Akihiko Hoshide - Japão
1 de julho de 2012 Soyuz TMA-04M 16 de setembro de 2012 Soyuz TMA-05M 78
Expedição 33 Sunita Williams - Estados Unidos
Yuri Malenchenko - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Akihiko Hoshide - Japão
Kevin Ford - Estados Unidos
Oleg Novitskiy - Rússia
Evgeny Tarelkin - Rússia
16 de setembro de 2012 Soyuz TMA-05M 18 de novembro de 2012 Soyuz TMA-06M 61
Expedição 34 Kevin Ford - Estados Unidos
Oleg Novitskiy -Rússia
Evgeny Tarelkin - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Thomas Marshburn - Estados Unidos
Chris Hadfield - Canadá
Roman Romanenko - Rússia
18 de novembro de 2012 Soyuz TMA-06M 15 de março de 2013 Soyuz TMA-07M 120
Expedição 35 Chris Hadfield - Canadá
Thomas Marshburn - Estados Unidos
Roman Romanenko - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Christopher Cassidy - Estados Unidos
Pavel Vinogradov - Rússia
Aleksandr Misurkin - Rússia
15 de março de 2013 Soyuz TMA-07M 14 de maio de 2013 Soyuz TMA-08M 61
Expedição 36 Christopher Cassidy - Estados Unidos
Pavel Vinogradov - Rússia
Aleksandr Misurkin - Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Karen Nyberg - Estados Unidos
Fyodor Yurchikhin - Rússia
Luca Parmitano - Itália
14 de maio de 2013 Soyuz TMA-08M 10 de setembro de 2013 Soyuz TMA-09M +70
Expedição 37 Karen Nyberg - Estados Unidos
Fyodor Yurchikhin - Rússia
Luca Parmitano - Itália
Continuação de parte da tripulação anterior.
Oleg Kotov - Rússia
Sergei Ryazansky - Rússia
Michael Hopkins Estados Unidos
10 de setembro de 2013 Soyuz TMA-09M 10 de novembro de 2013 Soyuz TMA-10M 90
Expedição 38 Oleg Kotov - Rússia
Sergei Ryazansky - Rússia
Michael Hopkins - Estados Unidos
Continuação de parte da tripulação anterior.
Koichi Wakata - Japão
Richard Mastracchio - Estados Unidos
Mikhail Tyurin Rússia
10 de novembro de 2013 Soyuz TMA-10M 10 de março de 2014 Soyuz TMA-11M 120
Expedição 39 Koichi Wakata - Japão
Richard Mastracchio - Estados Unidos
Mikhail Tyurin Rússia
Continuação de parte da tripulação anterior.
Alexandr Skvortsov - Rússia
Oleg Artemyev - Rússia
Steven Swanson Estados Unidos
11 de março de 2014 Soyuz TMA-11M 28 de maio de 2014 Soyuz TMA-12M 83

Expedição atual[editar | editar código-fonte]

Observação: A Estação Espacial Internacional é a nave mais visitada na história da exploração espacial. A 6 de Setembro de 2009 contava com 257 visitas de 180 pessoas distintas. Enquanto esteve em órbita, a estação russa Mir recebeu 137 visitas (ver a Lista de visitas da Estação Espacial Internacional).

Caminhadas no espaço[editar | editar código-fonte]

Caminhada feita durante a missão STS-116 do ônibus espacial. Robert Curbeam com a faixa vermelha junto com Christer Fuglesang sobre o estreito de Cook, Nova Zelândia.

As atividades extra-veiculares (AEV) são seminais para a montagem e a manutenção da Estação Espacial. Existem duas formas de realizar essa atividade na Estação Espacial Internacional, uma é através do módulo russo de descompressão chamado Pirs, outra é através do módulo americano Quest Joint Airlock. Quando realizado através do módulo Pirs, é utilizado o traje espacial russo Orlan e quando realizado no Quest Airlock, o traje americano.

Para as atividades extra-veiculares a partir da Estação Espacial a NASA estabeleceu como procedimento de rotina o acampamento dos astronautas no módulo Quest Airlock com o objetivo de reduzir o risco de doenças relacionadas com a descompressão. Esse procedimento foi testado pela primeira vez em 2005 pela tripulação da Expedição 12. Durante o acampamento, os astronautas dormem, na noite anterior à caminhada espacial, na câmara de despressurização onde baixam a pressão para 10.2 psi (70 kPa). A pressão do ar no interior da estação normalmente é de 14.7 psi (101 kPa). Dormir num ambiente com baixa pressão ajuda eliminar o nitrogênio contido no corpo, prevenindo uma embolia durante a saída da estação.

As AEV são perigosas devido a um número de diferentes razões. A principal é a colisão com destroços espaciais. A velocidade orbital 300 km acima da Terra (em missões do ônibus espacial) é de 7,7 km/s. Isso é 10 vezes a velocidade de uma bala, o que significa que a energia cinética de uma pequena partícula com massa de 1/100 de uma bala (isto é, do tamanho de um grão de areia) é equivalente a de uma bala.

Veículos de transporte de cargas e tripulações[editar | editar código-fonte]

Soyuz TMA-20 atracada a EEI

Veículos em operação[editar | editar código-fonte]

  • Espaçonave Russa Soyuz (Roskosmos) - troca de tripulação e evacuação de emergência, trocada a cada 6 meses;
  • Espaçonave Russa Progress (Roskosmos) - veículo de ressuplimento;
  • Veículo de Transferência Automatizado Europeu - ATV (ESA) - veículo de ressuplimento;
  • Veículo de Transferência Japonês - HTV (JAXA) - veículo de ressuplimento para o laboratório Kibo[20] ;
  • Serviço Comercial de Transporte Orbital SpaceX Dragon para a NASA (concuído com sucesso em maio de 2012).

Veículos planejados[editar | editar código-fonte]

  • Espaçonave Americana Orion (NASA) - para possíveis trocas de tripulantes e transporte de suprimentos (oficialmente previsto para 2014);
  • Espaçonave Americana Dream Chaser - para possíveis trocas de tripulantes e transporte de suprimentos (oficialmente previsto para 2017).

Propostas[editar | editar código-fonte]

  • Sistema de Transporte de Tripulação Russo-Europeu derivado da Soyuz (previsto para 2014)

Miscelânea[editar | editar código-fonte]

  • A ISS recebeu o primeiro turista espacial, Dennis Tito, que gastou US$ 20 milhões para participar numa missão russa de reabastecimento, e o primeiro casamento no espaço, quando Yuri Malenchenko, na estação, se casou com Ekaterina Dmitriev, no Texas.
  • Guy Laliberté, fundador e diretor executivo (CEO) do Cirque du Soleil tornou-se, em setembro de 2009, o sétimo turista espacial, ao participar de uma estadia de dez dias a bordo da Estação Espacial Internacional, para onde foi transportado a bordo da nave russa Soyuz TMA-16, e pela qual pagou cerca de US$ 35 milhões.
  • A ISS aparece no filme "Gravidade", do diretor Alfonso Cuarón, no momento em que dois astronautas se aproximam da ISS para entrar nela, e usar uma cápsula Soyuz para retornar a Terra. Nesta hora, percebem que o para-quedas da Soyuz foi aberto, impossibilitando a reentrada na atmosfera. Um dos dois astronautas sugere conduzir a Soyuz até a estação espacial chinesa Tiangong, e usar a cápsula Shenzhou para voltar à Terra.
  • O fechamento da EEI está previsto para 2024.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/iss/
  2. ISS - Visible Passes (em inglês). Visitado em 26 de maio de 2010.
  3. "ISS to Date," 18 de junho de 2008--atualização (site da NASA). Visitado em 30 de junho de 2008.
  4. CBC News. "A Estação Espacial Internacional" - atualização (em inglês). Visitado em 6 de fevereiro de 2008.
  5. Sítio da NASA com notícia, em 1997, do acordo entre o Brasil e a NASA (em inglês). Visitado em 12 de março de 2008.
  6. International Space Station Livro de Dados Online da NASA (em inglês). Visitado em 12 de março de 2008.
  7. Notícia Online da BBC News (em inglês). Visitado em 12 de março de 2008.
  8. Emerson Kimura (13-05-2009). O Brasil na Estação Espacial Internacional.
  9. Chris Bergin (2008-01-10). PRCB plan STS-122 for NET Feb 7 - three launches in 10-11 weeks NASASpaceflight.com. Visitado em 2008-01-12.
  10. Chris Gebhardt. "STS-133 refined to a five crew, one EVA mission—will leave MPLM on ISS", NASAspaceflight.com, 5 August 2009.
  11. Amos, Jonathan. "Europe looks to buy Soyuz craft", BBC News, 29 August 2009.
  12. Shuttle Q&A Part 5 NASASpaceflight.com (27 September 2009). Visitado em 12 October 2009.
  13. a b Communications and Tracking Boeing. Visitado em 30 November 2009.
  14. a b c d Suzy McHale. ISS communications Kosmonavtka. Visitado em 30 November 2009.
  15. Chris van den Berg (25 August 2003). ISSCOM 038 Space Online. Visitado em 30 November 2009.
  16. a b c d e f g h i j Gary Kitmacher. Reference Guide to the International Space Station. Canada: Apogee Books, 2006. 71–80 pp. ISBN 978-1-894959-34-6.
  17. Operations Local Area Network (OPS LAN) Interface Control Document (PDF) NASA (February 2000). Visitado em 30 November 2009.
  18. ISS/ATV communication system flight on Soyuz EADS Astrium (28 February 2005). Visitado em 30 November 2009.
  19. Chris Bergin (10 November 200). STS-129 ready to support Dragon communication demo with ISS NASASpaceflight.com. Visitado em 30 November 2009.
  20. Manifesto Consolidado de Lançamento: Voos do ônibus espacial e montagem da EEI NASA (10 de Setembro de 2007). Visitado em 2007-09-27.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

 Canadá

 Estados Unidos

 Itália

 Japão

 Rússia

União Europeia

Anterior Estação Espacial Russa:

Mir

Estação Espacial Internacional Anterior estação espacial dos EUA:

Skylab