Estado Islâmico do Iraque e do Levante

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Estado Islâmico do Iraque e do Levante
الدولة الاسلامية في العراق والشام
Flag of Islamic State of Iraq.svg
País Iraque
Síria
Criação 2003[1] ou out/2004[2]
História
Guerras/batalhas Guerra do Iraque

Guerra Civil Síria

Logística
Efetivo 5 000–6 000 (2013)[5]
Comando
Comandante Abu Musab al-Zarqawi[1] (2004–2006)[2]
Abu Ayyub al-Masri[1] (2006–2010)[2]
Abu Omar al-Baghdadi (2006-2010)[2]
Abu Bakr al-Baghdadi[6] (2010–presente)

O Estado Islâmico do Iraque e do Levante (em árabe: الدولة الاسلامية في العراق والشام اختصاراً: داعش Dawlat al-ʾIslāmiyya fi al-'Iraq wa-l-Sham) ou "EIIL", é uma milícia formada em outubro de 2004[2] por insurgentes iraquianos com o nome de Estado Islâmico do Iraque.[7] Por outro lado, cabe registrar que o próprio EIIL, assim como outros grupos rebeldes, não se apresenta como um mero grupo rebelde, mas como um "movimento social com um braço armado", que tem uma missão política: "estabelecer as bases para um califado islâmico" (cf. [8] O grupo foi desligado da Al Qaeda em fevereiro de 2014.

Esta milícia é formada pela união de vários grupos insurgentes iraquianos, mas também conta com combatentes experientes de diversas nacionalidades, que já lutaram no Iraque, no Afeganistão, no Iêmen e na Líbia[5] . Seu principal apoio vem de organizações sunitas, como a Al-Qaeda. Parte de seu financiamento provém de doadores privados residentes em países do Golfo Pérsico em campanhas dirigidas por pessoas como o Sheik kuwaitiano Hajjaj al-Ajmi[9] .

No dia 15 de outubro de 2004, foi publicada uma "Declaração à Imprensa" por parte do chefe do Departamento de Estado dos Estados Unidos que qualificou a Jama'at al-Tawhid wa'al-Jihad e organizações aliadas tais como a o Grupo pelo Monoteísmo e pela Jihad, a Rede al-Zarqawi e a al-Tawhid como organizações terrorista estrangeiras para efeitos da aplicação da Lei de Imigração e Nacionalidade e como organizações terroristas globais para efeitos da aplicação da Ordem Executiva 13224 e por isso:

  1. passou a ser ilegal o fornecimento consciente de apoio material para tais organizações por parte de pessoas residentes nos EUA ou sujeitas a jurisdição dos EUA;
  2. foi determinado o bloqueio de todos os bens e interesses em propriedade daquelas organizações ou de seus membros, e a negativa de autorizações de visitas aos EUA para os representantes e membros daquelas organizações[10] [11] .

No auge da violência sectária do Iraque (entre 2006 e 2007)[12] , várias porções da região norte e leste iraquianas (principalmente na província de Al-Anbar), incluindo parte da região central, onde a capital Bagdá fica, estavam sobre seu controle direto ou indireto.[13] [14] [15]

Desde 2013, o grupo também tem chamado a atenção no contexto da guerra civil síria, onde tomou parte de vários combates nas províncias de Ar-Raqqa, Idlib e Alepo.[16] Boa parte de seu contigente é formado de combatentes não sírios que passaram pela Turquia antes de ingressarem na Síria[9] .

Apesar de lutar ao lado da oposição, em algumas situações, esta milícia já travou diversos combates contra outros grupos moderados, como o Exército Livre da Síria, além de também ter batido de frente com organizações curdas como o YPG. Segundo lideranças do movimento, seu principal objetivo, tanto na Síria, como no Iraque, é impor um Estado islâmico nos dois países.[17]

Nos conflitos que participou, o EIIL foi acusado de diversas atrocidades, como sequestros, assassinato de civis e torturas.[18] Com mais de 10 mil homens em suas fileiras, esta milícia é considerada extremamente agressiva e eficiente em combate.

Dentre suas conquistas militares, merecem destaque a tomada das cidades de Azaz e Jarablus, próximas à fronteira entre a Síria e a Turquia, e a tomada da cidade de al-Bab, na província setentrional de Alepo, em setembro de 2013.

Quando conquista localidades, o EIIL:

  1. pendura bandeira negra no topo do prédio mais alto;
  2. inicia uma campanha para conquistar corações e mentes, por meio da prestação de serviços sociais[19] [9] em locais devastados pela guerra;
  3. distribuem pen drives com cânticos jihadistas e vídeos que mostram as operações militares do grupo e folhetos que pregam contra a democracia, sobre a necessidade de permanecer em silêncio e excomungar os alauitas;
  4. começa a impor gradualmente a sua interpretação estrita da lei islâmica.

Avalia-se que suas práticas abusivas[20] , combinada com uma estratégia internacional para limitar sua influência, pode inviabilizar seu plano para transformar o norte da Síria em um emirado islâmico sob seu comando. Para derrotar EIIL, avalia-se que os EUA podem cooptar líderes tribais[21] para lutar contra os fundamentalistas, numa estratégia similar àquela utilizada para derrotar a al-Qaeda no Iraque. Por sua vez, o EIIL procura minar a formação de uma aliança de sírios apoiados pelo ocidente que venham a lutar contra suas posições por meio da intimidação[5] .

Em 11 de março de 2013, emboscou e matou 42 militares sírios e 14 militares iraquianos na província de Anbar no Iraque. Esse grupo de soldados havia buscado refúgio no Iraque no dia anterior, após um ataque contra o posto de fronteira que guarneciam junto à província iraquiana de Nínive e no momento da emboscada estava viajando sob escolta militar iraquiana de volta para a Síria. A emboscada teve início com a detonação de explosivos durante a passagem do comboio que foi seguida de disparos de metralhadoras e granadas propelidas for foguetes[22] .

Em abril de 2013, Abu Bakr Baghdadi, então líder da al-Qaeda no Iraque, anunciou que o EIIL passaria a atuar diretamente na Síria e que se fundiria com a Frente al-Nusra, mas a fusão foi negada pelo líder da as-Nusra que disse que seu grupo permaneceria leal à Al-Qaeda, mas como uma organização independente do EIIL[23] . Embora o EIIL e a Frente al-Nusra tenham muitos aspectos em comum, podem-se destacar algumas diferenças, dentre as quais cabe destacar que:

  1. a Jabhat al-Nusra tem como foco principal a campanha militar contra o regime sírio, inclusive colaborando estreitamente com outro grupos da oposição síria, por outro lado, o EIIL, mesmo antes da derrubada do regime, concentra esforços em estabelecer sua própria interpretação da Sharia nas áreas por ele dominada, nem que para isso tenha que entrar em confronto com outros grupos rebeldes;
  2. o EIIL tem um percentual muito maior de combatentes não sírios em suas fileiras [9] .

No início de julho de 2013, matou Kamal Hamami, também conhecido como Abu Basir al-Ladkani, um dos comandantes do Exército Livre da Síria que atuava na província de Lataquia[24] .

No dia 22 de julho de 2013, realizou ataques simultâneos contra a Prisão de Abu Ghraib e contra outro estabelecimento prisional em Taji. Cerca de 500 prisioneiros de Abu Ghraib conseguiram fugir. Foram empregados veículos carregados de explosivos dirigidos por motoristas suicidas e homens armados com morteiros, lança granadas e metralhadoras. Vinte e seis policiais e dez militantes foram mortos nos dois ataques[25] .

No final de julho de 2013, sequestrou o padre jesuíta Paolo Dall'Oglio, quando o religioso fazia uma visita à cidade de Raqqa[9] .

Em agosto de 2013:

  1. expulsou combatentes do Exército Livre da Síria (Brigada Ahfad al-Rasul) da cidade de Raqqa[26] ;
  2. contava com uma divisão de combatentes oriundos da região do Cáucaso, conhecida como Jaish al-Muhajireen wal-Ansar (lit. "Exército dos Emigrantes e Ajudantes"), liderada pelo Emir Abu Umar Shishani, um checheno oriundo de Pankisi Gorge. As estimativas sobre o número de combatentes dessa divisão eram bastante imprecisas e variavam de algumas centenas a 1.700 combatentes, metade dos quais seria originária da Chechênia. Dentre os não chechenos, mereciam destaque os combatentes oriundos da minoria sunita do Azerbaijão, liderados pelo Emir Abu Yahya al-Azeri[27] .

Em setembro de 2013, relatou-se o envolvimento de militantes do EIIL e da Frente al-Nusra em combates contra posições do Partido de União Democrática, principal organização política dos curdos na Síria. Saleh Muslim, um dos líderes dos curdos na Síria, acusava a Turquia de praticar uma guerra por procuração contra a comunidade curda na Síria, fornecendo apoio aos fundamentalistas. A Turquia, por sua vez, rejeitava tais acusações[28] .

Em outubro de 2013:

  1. era especialmente forte no norte da província de Raqqa, onde controlava a capital da província, que antes da guerra tinha uma população de aprox. 277.300 hab., que cresceu rapidamente durante o conflito, devido a um afluxo de pessoas deslocadas de outras regiões. Por ter um controle sobre extensas áreas no norte da Síria, que inclui plantações e poços de petróleo, o ISIS conseguia abastecer a capital da província com trigo e com petróleo[5] ;
  2. a Al Jazeera divulgou gravação na qual Ayman al-Zawahiri (comandante da Al Qaeda) ordenou que o grupo encerrasse suas atividades na Síria, para que a Jihad naquele país fosse comandada pela Jabhat al-Nusra[6] . Em reação a estas declarações, o grupo rejeitou a ordem de dissolução.[29] [23] [30]

De acordo com a Human Rights Watch, grupos filiados a al Qaeda, como o EIIL, seriam responsáveis por um massacre de 190 civis no distrito de Lataquia, no começo de outubro. Este seria o primeiro caso confirmado, por um grupo independente, de um crime de guerra cometido por uma organização ligada a oposição síria.[31]

Em novembro de 2013, relatou-se que o EIIL era o grupo rebelde mais forte no norte da Síria e nesse contexto:

  1. tinha peno domínio em: Keftin, Tal Rifat, Azaz, Ad Dana, Dar Ta Izzah, Binnish, Raqqa, Ma'arrat Misrin, Jarablus, Al-Bab e al-Sakhour (bairro de Alepo); e
  2. presença significativa em: Sarmin, Salqin, Hraytan, Tabqa Dam, Hayyan, Al Eyramoon, Karm Al Meeyasir, Karm Al Qatarji, Al Atarib, Sarmada, Tal Halef, Menbij, Athimah, Maarat an-Numan, Saraqib e Ariha[32] .

No início de dezembro, o grupo matou o cinegrafista iraquiano Yasser al-Faisal Joumali[9] .

No início de janeiro de 2014:

  1. lançou uma grande ofensiva na província de Al-Anbar que resultou em severos combates nas cidades de Fallujah e de Ramadi[33] ;
  2. diversos grupos rebeldes sírios, dentre eles integrantes do Exército Livre da Síria, da Frente Islâmica e da Frente Revolucionária Síria, em uma ação apoiada pela Coalizão Nacional Síria, iniciaram uma ofensiva contra posições grupos extremistas nas províncias de Idlib e Aleppo, que matou pelo menos 36 e capturou mais de 100 integrantes do EIIL.[34] Os combates entre grupos rebeldes moderados e jihadistas prosseguiriam nas primeiras semanas de 2014 e clamaram a vida de mais de 1 400 pessoas.[35]

Referências

  1. a b c Al-Qaeda in Iraq, em inglês, acesso em 02 de janeiro de 2014.
  2. a b c d e Leaders’ deaths a blow to al Qaeda in Iraq, em inglês, acesso em 03 de janeiro de 2014.
  3. Al-Qaeda-linked groups expand into Lebanon
  4. Al-Akhbar in Qalamoun: The Throne of God and Cherry Trees
  5. a b c d "Al Qaeda's Syrian Strategy", ForeignPolicy.com, 'Article by Barak Barfi, Aaron Y. Zelin', 2013
  6. a b Al-Qaeda chief disbands main jihadist faction in Syria: Al-Jazeera", Hurriyet, (novembro de 2013).
  7. Stephen Negus: "Call for Sunni state in Iraq". Financial Times. Página acessada em 18 de setembro de 2013.
  8. Al-Qaida Disavows ISIL in Syria, em inglês, acesso em 05 de janeiro de 2013).
  9. a b c d e f How al-Qaeda Changed the Syrian War, em inglês, acesso em 04 de janeiro de 2013.
  10. A referida Declaração também informa que:
    1. a Jama’at al-Tawhid wa’al-Jihad seria liderada por Abu Mus'ab al-Zarqawi, que já seria objeto de sanções internacionais com base da Resolução 1267 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas por suas ligações com a Al-Qaeda;
    2. a referida organização já admitiu publicamente a responsabilidade pelos sequestros e execuções de sete civis estrangeiros (os norte-americanos Nicholas Berg, Eugene Armstrong e Jack Hensley; o britânico Kenneth Bigley, o sul-coreano Kim Sun-Il, o búlgaro Georgi Lazov e o turco Murat Yuce) e ​​pelos assassinatos de um ex-primeiro ministro iraquiano, de um governador de Mosul e do diplomata norte-americano Laurence Foley, em Amã, na Jordânia, em 2002;
    3. centenas de iraquianos teriam sido mortos ou feridos durante o último ano em atentados em todo o Iraque (em Mosul, em Baquba, em Faluja, em Ramadi, em Najaf e em Bagdá);
    4. a organização também foi responsável pelo Atentado contra a Sede da ONU em Bagdá que matou o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, que era o Representante Especial do Secretário-Geral da ONU para o Iraque.
  11. Foreign Terrorist Organization: Designation of Jama'at al-Tawhid wa'al-Jihad and Aliases, em inglês, acesso em 05 de janeiro de 2014.
  12. Iraq expected to request US troops stay - Panetta, acesso em 03 de janeiro de 2014.
  13. "Situation Called Dire in West Iraq". Washington Post. Página acessada em 18 de setembro de 2013.
  14. "Anbar Picture Grows Clearer, and Bleaker". Washington Post. Página acessada em 18 de setembro de 2013.
  15. Reporting under al-Qaida control - Blogging Baghdad: The Untold Story - MSNBC.com. Onthescene.msnbc.com. Página visitada em 28 de outubro de 2009.
  16. "Iraq jailbreak highlights al-Qaeda affiliate’s ascendancy", 23 de julho de 2013.
  17. "Islamic law comes to rebel-held Syria", 23 de julho de 2013.
  18. Conflict Encyclopedia, Iraq, Active dyads in this conflict (Prior names in parenthesis), Government of Iraq - ISIS. Página acessada em 19 de setembro de 2013.
  19. Ao prestar tais serviços (atividades que são divulgadas por meio de dezenas de vídeos distribuídos pela organização), o EIIL procura provar que a Al Qaeda pode fazer contribuições positivas e que aprendeu com os erros que cometeu quando dominou amplas áreas no Iraque na década passada, que levaram os sunitas iraquianos a se rebelaram contra sua brutal forma de atuação.
  20. Similares àquelas que fizeram a al-Qaeda perdesse o apoio em países como o Mali e o Iêmen, tais como a perseguição contra ativistas da oposição que não concordam com sua visão islâmica linha-dura (que incluem por exemplo o padre jesuíta Paolo Dall'Oglio) e o sequestro de jornalistas, que passaram a evitar áreas de influência do grupo. Também cabe mencionar que um de seus combatentes estrangeiros foi executado pelo Exército Livre da Síria pois teria molestado sexualmente várias crianças no norte da cidade de al-Dana, e que na cidade de Tel Abyad, na província de Raqqa, o EIIL roubou cestas básicas que a Unidade de Coordenação de Assistência da Coalizão Nacional Síria da Oposição e das Forças Revolucionárias pretendia entregar a civis pois a Coalização não que fazer tal entrega em conjunto com o EIIL. Como exemplo da insatisfação da população local contra o domínio do EIIL, cabe registrar uma manifestação que ocorreu em Raqqa, em junho de 2013.
    Por outro lado cabe registrar que, em 2013, o grupo procurava excluir militantes acusados de práticas abusivas, como o Emir al-Banat, oriundo do Daguestão e suspeito de assassinar dois padres e o Emir Seifullah, um checheno oriundo de Pankisi Gorge que foi o Secretário de Imprensa da Divisão de combatentes oriundos do Cáucaso (cf. Influence of Chechen Leader of North Caucasian Fighters in Syria Grows, em inglês, acesso em 03 de janeiro de 2013.).
  21. Entre os líderes tribais que poderiam ser cooptados para essa tarefa, citam-se: Bashir al-Huwaydi e Mahmud al-Khabur da tribo Afadla (o maior clã em Raqqa) e Nawaf al-Bashir, da tribo Baqqara, que exerce domínio nas províncias de Deir al-Zour e Hasaka.
  22. Qaeda Group in Iraq Says It Killed Syrian Soldiers, em inglês, acesso em 03 de janeiro de 2014
  23. a b Zawahiri disbands main Qaeda faction in Syria, em inglês, acesso em 04 de janeiro de 2013.
  24. Key Free Syria Army rebel 'killed by Islamist group', em inglês, acesso em 05 de janeiro de 2014.
  25. Iraq: hundreds escape from Abu Ghraib jail, em inglês, acesso em 04 de janeiro de 2013.
  26. Jihadists push Syria rebels out of Raqqa, em inglês, acesso em 04 de janeiro de 2013.
  27. Influence of Chechen Leader of North Caucasian Fighters in Syria Grows, em inglês, acesso em 03 de janeiro de 2014.
  28. A little-noticed battle, em inglês, acesso em 03 de janeiro de 2014.
  29. "Islamist group in Syria calls on rebel forces to unite behind it", The Daily Star, (novembro de 2013).
  30. Iraqi al-Qaeda chief rejects Zawahiri orders, acesso em 04 de janeiro de 2014.
  31. "Syrian rebels killed 190 civilians in August dawn raid". Página acessada em 23 de janeiro de 2014.
  32. Al Qaeda-linked group strengthens hold in northern Syria, em inglês, acesso em 04 de janeiro de 2013
  33. Iraque: combatentes sunitas 'assumem controle de Fallujah', acesso em 05 de janeiro de 2014.
  34. Syria rebels unite and launch new revolt, against jihadists, em inglês, acesso em 05 de janeiro de 2014.
  35. "Combates entre rebeldes e jihadistas matam 1.400 em 20 dias na Síria". Página acessada em 23 de janeiro de 2014.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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