Esther Góes

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Esther Góes
Nome completo Ester Contim Góes
Nascimento 4 de fevereiro de 1946 (68 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade  brasileira
Ocupação Atriz, diretora e produtora
Outros prêmios
Prêmio (Kikito) na categoria de melhor atriz, por Stelinha 1990
IMDb: (inglês)


Ester Contim Góes (São Paulo, 4 de fevereiro de 1946) é a diretora, produtora e atriz - intérprete de características dramáticas, identificada com os anseios da década de 70, participa de experiências inovadoras neste período, optando, posteriormente, por projetos à margem do teatro convencional.

Formada pela Escola de Arte Dramática, EAD, estréia em 1969 em América, Hurrah!,de Jean-Claude von Itallie, com direção de Ademar Guerra, que também a dirige, no ano seguinte, no musical Hair, de Rado e Ragni. Integra-se ao Teatro Oficina, por ocasião das remontagens destinadas às viagens pelo Brasil, de onde resulta a criação coletiva Gracias, Señor, com estréia no Rio de Janeiro em 1971 e apresentada em São Paulo, no ano seguinte. Casa-se com Renato Borghi, um dos fundadores do Oficina.

Com o afastamento de Renato Borghi com quem foi casada e teve um filho o também ator, diretor e produtor Ariel Borghi, em 1972, durante as apresentações de As Três Irmãs, de Anton Tchekhov, ambos integram-se ao Teatro Studio São Pedro, na montagem de Frank V, de Dürrenmatt, premiada direção de Fernando Peixoto de 1973. Em seguida, lançam um trabalho autoral sobre a obra de Bertolt Brecht, O Que Mantém um Homem Vivo?, coordenado por José Antônio de Souza. Ganha Prêmio Governador do Estado de melhor atriz do ano por ambos os espetáculos.

Nos anos seguintes, ela e Renato Borghi fundam o Teatro Vivo, produzindo Absurda Pessoa, de Alan Ayckbourn, numa direção de Renato, em 1975; e Mahagonny - A Cidade dos Prazeres, também de Brecht, em parceria com Kurt Weill, com direção de Ademar Guerra, em 1976. No ano seguinte, interpreta Tatiana de Pequenos Burgueses, de Máximo Gorki, outra direção de Borghi. Desfeita a parceria, a atriz passa a integrar montagens como convidada.

Esther Góes, atriz versátil e intensa, capaz de passar com facilidade do registro naturalista ao distanciado, é descrita por Renato Borghi, um de seus companheiros constantes de trabalho, de forma elogiosa e emocionada: "Por tras da excelente atriz está uma grande mulher. Esther surpreende sempre pelo seu desapego ao lado fútil da profissão e sua total dedicação ao que o teatro pode ter de influente e transformador. Esther não desiste, batalha continuamente a qualidade de seu trabalho e de seus colegas. Ela tem uma visão totalizante do teatro, estar em cena para ela é estar plena de inspiração e transmití-la a todos os presentes: atores e público. Esther é uma atriz que toma partido, luta por uma idéia, briga pela qualidade e procura sempre o aprofundamento. Jamais poderei esquecer a extraordinária parceira de O que mantém um homem vivo? vivendo momentos de intensa beleza nos palcos por onde passamos, onde ela deixava um rastro muito específico, um sentimento que só os artistas maiores possuem: um certo sentimento de mundo".

Carreira[editar | editar código-fonte]

Na televisão[editar | editar código-fonte]

No cinema[editar | editar código-fonte]

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No teatro[editar | editar código-fonte]

Na direção

Prêmios[editar | editar código-fonte]

18º Festival de Gramado

  • Prêmio Kikito na categoria de melhor atriz, por Stelinha.

Associação Paulista de Críticos de Arte

Festival de Cinema do SESC 1991

  • "Venceu na categoria de melhor atriz, por Stelinha.

IV Rio-Cine

  • Venceu na categoria de melhor atriz coadjuvante, por Eternamente Pagu.

Prêmio de Qualidade Brasil

  • Venceu na categoria de melhor atriz, pela peça teatral Abajur lilás.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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