Estudo de idiomas

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Idioma é o linguajar de cada povo e por este falado, tem suas expressões e reflexões próprias e características. individual.

Índice

[editar] Algumas línguas estão condenadas à extinção

Segundo um estudo das Nações Unidas, mais da metade dos idiomas do mundo estão condenados à extinção.

Isso ocorre, fato ao povo que domina o idioma original, acaba por não repassá-lo aos seu filhos e este termina no esquecimento total.

[editar] No Brasil

Isso também ocorre no Brasil. Por exemplo, a língua 'arikapu' hoje é falada por apenas seis índios.

Índio da tribo Pitaguarí (CE), povo que hoje só fala o português.

Quando os portugueses chegaram ao País, povos indígenas falavam mais de mil idiomas.

Hoje não passa de duzentas, os povos indígenas no Brasil falam mais de 170 línguas e dialetos diferentes. Acredita-se que quando os portugueses chegaram aqui, este número girasse em torno de mais de mil idiomas, segundo o Instituto Sócio Ambiental.

Atualmente conhece-se a existência de dois grandes troncos lingüísticos, o Tupi e o Macro-Jê, e 36 famílias lingüísticas.

Apenas nove línguas indígenas têm acima de cinco mil falantes:

Estes quatro últimos contam com mais de 30 mil indivíduos, destas cerca de 110 línguas tem menos de 400 falantes em cada uma.

[editar] Outros países

Centenas de línguas faladas na Sibéria e Alaska também estão em extinção

Mais de metade de todas as línguas existentes no mundo estão condenadas à extinção até o final deste século.

Os linguistas crêem que entre 3.400 e 6.120 línguas podem desaparecer antes de 2100, o que supera a conhecida estatística de uma língua extinta a cada duas semanas.

Atualmente existem 6.912 idiomas no mundo.

[editar] Razões do desaparecimento

Uma das razões para o desaparecimento é que a metade de todas as línguas é falada por comunidades pequenas, com menos de 2500 habitantes por idioma, segundo dados do Worldwatch Institute, uma organização privada que estuda as tendências culturais em todo o mundo.

E, de acordo com a Unesco, para passar de uma geração a outra, uma língua precisa ser falada por pelo menos 100 mil nativos.

Guerras, genocídios, desastres naturais, a difusão de línguas dominantes como o chinês e o russo, assim como as proibições oficiais de se falar uma língua, também contribuem para a extinção de um idioma.

Um exemplo, um terremoto devastador na Índia matou 30 mil kutchi. Hoje sobram apenas 770 mil pessoas que falam esta língua. "De certa forma, o processo de desaparecimento de uma língua é semelhante à de um animal", comenta Payal Sampat, investigador do Worldwatch.

As perspectivas para os idiomas udihe, eyak e arikapu, falados na Siberia, Alaska e no Brasil, respectivamente, são as piores possíveis. Apenas cem pessoas falam o udihe, seis se comunicam em arikapu e somente uma fala o eyak, segundo o instituto Worldwatch.

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