Eugênio Machado Souto

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Geninho
Informações pessoais
Nome completo Eugênio Machado Souto
Data de nasc. 15 de maio de 1948 (63 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto, Brasil
Altura 1,88 m
Apelido Geninho
Informações atuais
Clube atual Sem clube
Posição Treinador (ex-Goleiro)
Clubes de juventude
19631966 Brasil Botafogo-SP
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19661973
19741976
19761980
1980
1981
1982
19831984
Brasil Botafogo-SP
Brasil Francana
Brasil São Bento
Brasil Paulista
Brasil Caxias
Brasil Vitória
Brasil Novo Hamburgo
Times que treinou
Anos Clubes Jogos
1984
1985
1986
19861987
19881989
1990
1991
1991
1992
1993
1993
1994
1994
1995
1995
1996
1997
1997
1998
1998
1999
1999
2000
2000
2001
20012002
2002
2003
2004
2004-2005
20052006
2006
2006-2007
2007
2008
2008
20082009
2009
2010
20102011
2011
2011
Brasil Novo Hamburgo
Brasil Francana
Brasil Botafogo-SP
Brasil Santos
Portugal Vitória de Guimarães
Brasil Sãocarlense
Brasil Botafogo-SP
Brasil Portuguesa Santista
Brasil Santos
Brasil Botafogo-SP
Arábia Saudita Al-Shabab
Brasil União São João
Brasil Vitória
Brasil Ponte Preta
Brasil Vitória
Brasil Juventude
Brasil Guarani
Brasil Bahia
Brasil Matonense
Brasil Vitória
Brasil União São João
Brasil Juventude
Brasil Ituano
Brasil Paraná
Brasil Santos
Brasil Atlético-PR
Brasil Atlético-MG
Brasil Corinthians
Brasil Vasco da Gama
Arábia Saudita Al-Ahli
Brasil Goiás
Brasil Corinthians
Brasil Goiás
Brasil Sport
Brasil Atlético-MG
Brasil Botafogo
Brasil Atlético-PR
Brasil Náutico
Brasil Atlético-GO
Brasil Sport
Brasil Atlético-PR
Brasil Vitória

Eugênio Machado Souto, mais conhecido como Geninho (Ribeirão Preto, 15 de maio de 1948), é um treinador e ex-futebolista que atuava como goleiro. Atualmente, está sem clube.

Índice

[editar] Carreira

[editar] Como jogador

Como todo garoto ele gostava de futebol. Começou nas divisões de base do Botafogo-RP em 1963, e com dezessete anos já era goleiro titular. Na época o treinador era Rubens Minelli.

Atuando como goleiro profissional de 1966 até 1984, passou por várias equipes do interior paulista (Francana, São Bento, Paulista de Jundiaí), Caxias, Vitória e Novo Hamburgo.

Em setembro de 1984, com trinta e seis anos de idade, jogando como goleiro titular do Novo Hamburgo, recebeu o convite para ser o treinador. Aceitou, porque já era hora de parar de jogar e iniciar uma nova carreira.

[editar] Como treinador

Em 2001, conquistou do título do Campeonato Brasileiro, pelo Atlético Paranaense. Neste clube, comandou a equipe por 47 jogos, obtendo 26 vitórias, 12 empates e 9 derrotas, com o aproveitamento de 63,8%[1].

No ano de 2002 é contratado pelo Atlético Mineiro, tendo feito uma campanha regular que fez o time chegar às oitavas-de-final do Campeonato Brasileiro, onde o time perdeu para o Corinthians.

Em 2003, confirma a renovação com o Atlético. Entretanto, atraído por questões salariais, Geninho rescinde com o time mineiro e assina com o Corinthians, que demonstrou interesse devido ao bom retrospecto nos anos anteriores. No clube, o treinador obtém o Campeonato Paulista daquele ano. No decorrer do ano, o técnico é demitido por maus resultados no Campeonato Brasileiro.

Em 2004, o técnico vai para o Vasco da Gama, tendo uma passagem muito aquém do esperado. Após este momento ruim de sua carreira, Geninho vai treinar o Al-Ahli, da Arábia Saudita, clube que permaneceu entre 2004 e 2005.

Após estas passagens, o paulista é contratado para treinar o Goiás. Conseguiu a terceira colocação no Brasileirão de 2005, após uma boa campanha na primeira fase da Libertadores de 2006, o título goiano desta temporada e o reconhecimento definitivo no cenário nacional.

Em maio de 2006, voltou ao Corinthians depois de três anos, com a missão de treinar o time. Porém foi demitido após fiasco de 11 partidas (8 derrotas, 1 empate e 2 vitórias), e deixando o clube como o último colocado do Campeonato Brasileiro, correndo sérios riscos de rebaixamento.

Voltou ao cenário nacional quando foi contratado pelo Sport, em junho de 2007. Com uma campanha regular, de altos e baixos, perdeu a chance na última rodada de levar o time à Copa Sul-americana.

No começo de 2008, foi recontratado pelo Atlético Mineiro para treinar a equipe no ano de seu centenário. Porém, a perda do Campeonato Mineiro por um placar vexatório de 5 a 0 para o maior rival, o Cruzeiro, e a desclassificação na Copa do Brasil ante o Botafogo o levaram a pedir demissão.

Por coincidência, viria a assumir o próprio Botafogo, duas semanas depois, com a eliminação do time carioca nas semifinais da mesma competição.[2] Geninho havia sido trazido para substituir Cuca, em 31 de maio. Essa passagem do treinador pelo time alvi-negro durou apenas seis jogos; destes, três foram derrotas, um empate e duas vitórias.[3] Em um mês e dez dias, ele acabou saindo do clube, por um acordo comum entre as partes.[4] O seu último jogo como técnico do Botafogo foi na derrota por 5 a 2 para o Vitória, no Estádio Barradão.

Em 4 de setembro de 2008, Geninho acertou com o Atlético Paranaense.[5] Essa foi a segunda passagem no treinador pelo clube curitibano.

Em 7 de junho de 2009, após a goleada que o Atlético Paranaense sofreu para o Atlético Mineiro (4 a 0), Geninho pede demissão e deixa, segundo ele sem nenhuma mágoa, o Atlético-PR.[6]

Em 13 de julho, foi contratado pelo Náutico, que havia ficado sem técnico por conta da saída de Márcio Bittencourt, após a goleada sofrida diante do Palmeiras. Depois de não evitar o rebaixamento do Náutico para a Série B, deixou o comando do Timbu.

No dia 20 de fevereiro de 2010, assume o comando do Atlético Goianiense para a temporada. Acabou sendo campeão goiano, e, depois de muitas derrotas seguidas e apenas uma vitória no Campeonato Brasileiro, pediu demissão.

Depois da saída de Toninho Cerezo do comando técnico do Sport, Geninho certou seu retorno ao clube pernambucano, onde ficou até fevereiro de 2011.

Em fevereiro de 2011, retorna ao Atlético Paranaense após o fracasso de Sérgio Soares e do auxiliar Leandro Niehues no comando do clube. Após apenas dez jogos, e mesmo com um aproveitamento de pontos de mais de 80%, é demitido do comando do clube em 04 de abril de 2011.[7]

Em 19 de maio de 2011, acerta seu retorno ao Vitória, clube que já havia treinado na década de 1990.[8] Foi demitido no fim de julho, após uma sequência de maus resultados.

[editar] Títulos

[editar] Como treinador

Santos
Vitória de Guimarães
Sãocarlense
Al-Shabab
Paraná Clube
  • Brasil Copa João Havelange - Módulo Amarelo: 2000
Atlético Paranaense
Corinthians
Vasco da Gama
Goiás
Atlético MG
  • Minas Gerais Taça Classico dos 200 anos: 2008
Atlético Goianiense

Referências

[editar] Ligações externas

Precedido por
Fito Neves
Joãozinho
Celso Roth
Antônio Lopes
Técnico do Vitória
1994
1995
1998
2011
Sucedido por
Péricles Chamusca
Hélio dos Anjos
Ricardo Gomes
Ricardo Silva
Precedido por
Mário Sérgio
Mário Sérgio
Sérgio Soares
Técnico do Atlético Paranaense
2001-2002
2008-2009
2011
Sucedido por
Valdir Espinosa
Waldemar Lemos
Adílson Batista
Precedido por
Mauro Galvão
Técnico do Vasco da Gama
2004
Sucedido por
Joel Santana
Precedido por
Giba
Toninho Cerezo
Técnico do Sport
2007
2010-2011
Sucedido por
Nelsinho Batista
Hélio dos Anjos
Precedido por
Cuca
Técnico do Botafogo
2008
Sucedido por
Ney Franco
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