Eugênio Machado Souto
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Nota: Se procura por outras acepções de Geninho, veja Geninho.
Eugênio Machado Souto, mais conhecido como Geninho (Ribeirão Preto, 15 de maio de 1948), é um treinador e ex-futebolista que atuava como goleiro. Atualmente, está sem clube.
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[editar] Carreira
[editar] Como jogador
Como todo garoto ele gostava de futebol. Começou nas divisões de base do Botafogo-RP em 1963, e com dezessete anos já era goleiro titular. Na época o treinador era Rubens Minelli.
Atuando como goleiro profissional de 1966 até 1984, passou por várias equipes do interior paulista (Francana, São Bento, Paulista de Jundiaí), Caxias, Vitória e Novo Hamburgo.
Em setembro de 1984, com trinta e seis anos de idade, jogando como goleiro titular do Novo Hamburgo, recebeu o convite para ser o treinador. Aceitou, porque já era hora de parar de jogar e iniciar uma nova carreira.
[editar] Como treinador
Em 2001, conquistou do título do Campeonato Brasileiro, pelo Atlético Paranaense. Neste clube, comandou a equipe por 47 jogos, obtendo 26 vitórias, 12 empates e 9 derrotas, com o aproveitamento de 63,8%[1].
No ano de 2002 é contratado pelo Atlético Mineiro, tendo feito uma campanha regular que fez o time chegar às oitavas-de-final do Campeonato Brasileiro, onde o time perdeu para o Corinthians.
Em 2003, confirma a renovação com o Atlético. Entretanto, atraído por questões salariais, Geninho rescinde com o time mineiro e assina com o Corinthians, que demonstrou interesse devido ao bom retrospecto nos anos anteriores. No clube, o treinador obtém o Campeonato Paulista daquele ano. No decorrer do ano, o técnico é demitido por maus resultados no Campeonato Brasileiro.
Em 2004, o técnico vai para o Vasco da Gama, tendo uma passagem muito aquém do esperado. Após este momento ruim de sua carreira, Geninho vai treinar o Al-Ahli, da Arábia Saudita, clube que permaneceu entre 2004 e 2005.
Após estas passagens, o paulista é contratado para treinar o Goiás. Conseguiu a terceira colocação no Brasileirão de 2005, após uma boa campanha na primeira fase da Libertadores de 2006, o título goiano desta temporada e o reconhecimento definitivo no cenário nacional.
Em maio de 2006, voltou ao Corinthians depois de três anos, com a missão de treinar o time. Porém foi demitido após fiasco de 11 partidas (8 derrotas, 1 empate e 2 vitórias), e deixando o clube como o último colocado do Campeonato Brasileiro, correndo sérios riscos de rebaixamento.
Voltou ao cenário nacional quando foi contratado pelo Sport, em junho de 2007. Com uma campanha regular, de altos e baixos, perdeu a chance na última rodada de levar o time à Copa Sul-americana.
No começo de 2008, foi recontratado pelo Atlético Mineiro para treinar a equipe no ano de seu centenário. Porém, a perda do Campeonato Mineiro por um placar vexatório de 5 a 0 para o maior rival, o Cruzeiro, e a desclassificação na Copa do Brasil ante o Botafogo o levaram a pedir demissão.
Por coincidência, viria a assumir o próprio Botafogo, duas semanas depois, com a eliminação do time carioca nas semifinais da mesma competição.[2] Geninho havia sido trazido para substituir Cuca, em 31 de maio. Essa passagem do treinador pelo time alvi-negro durou apenas seis jogos; destes, três foram derrotas, um empate e duas vitórias.[3] Em um mês e dez dias, ele acabou saindo do clube, por um acordo comum entre as partes.[4] O seu último jogo como técnico do Botafogo foi na derrota por 5 a 2 para o Vitória, no Estádio Barradão.
Em 4 de setembro de 2008, Geninho acertou com o Atlético Paranaense.[5] Essa foi a segunda passagem no treinador pelo clube curitibano.
Em 7 de junho de 2009, após a goleada que o Atlético Paranaense sofreu para o Atlético Mineiro (4 a 0), Geninho pede demissão e deixa, segundo ele sem nenhuma mágoa, o Atlético-PR.[6]
Em 13 de julho, foi contratado pelo Náutico, que havia ficado sem técnico por conta da saída de Márcio Bittencourt, após a goleada sofrida diante do Palmeiras. Depois de não evitar o rebaixamento do Náutico para a Série B, deixou o comando do Timbu.
No dia 20 de fevereiro de 2010, assume o comando do Atlético Goianiense para a temporada. Acabou sendo campeão goiano, e, depois de muitas derrotas seguidas e apenas uma vitória no Campeonato Brasileiro, pediu demissão.
Depois da saída de Toninho Cerezo do comando técnico do Sport, Geninho certou seu retorno ao clube pernambucano, onde ficou até fevereiro de 2011.
Em fevereiro de 2011, retorna ao Atlético Paranaense após o fracasso de Sérgio Soares e do auxiliar Leandro Niehues no comando do clube. Após apenas dez jogos, e mesmo com um aproveitamento de pontos de mais de 80%, é demitido do comando do clube em 04 de abril de 2011.[7]
Em 19 de maio de 2011, acerta seu retorno ao Vitória, clube que já havia treinado na década de 1990.[8] Foi demitido no fim de julho, após uma sequência de maus resultados.
[editar] Títulos
[editar] Como treinador
- Santos
- 1º Copa Pelé: 1986
- Jogos Abertos do Interior: 1986
- Vitória de Guimarães
Super Copa de Portugal: 1988
Taça da Amizade: 1988
Torneio Póvua de Varzim: 1988
- Sãocarlense
- Al-Shabab
Copa do Rei: 1993
Arábia Saudita 1º Copa do Príncipe: 1993
- Paraná Clube
Copa João Havelange - Módulo Amarelo: 2000
- Atlético Paranaense
- Corinthians
- Vasco da Gama
Taça Rio: 2004
- Goiás
- Atlético MG
- Atlético Goianiense
Referências
- ↑ “O campeão com mais bandidos” Portal de Notícias Gazeta do Povo - acessado em 23 de novembro de 2011
- ↑ Globoesporte.com Geninho assume o comando do Bota.
- ↑ Geninho está fora do Botafogo.
- ↑ Dirigente rejeita rótulo de demissão e diz que saída de Geninho foi um 'acordo'.
- ↑ Geninho é o novo técnico do Atlético-PR - O Globo.
- ↑ Geninho é demitido do Atlético Paranaense.
- ↑ Geninho está fora.
- ↑ Vitória confirma a contratação do técnico Geninho.
[editar] Ligações externas
| Precedido por Fito Neves Joãozinho Celso Roth Antônio Lopes |
Técnico do Vitória 1994 1995 1998 2011 |
Sucedido por Péricles Chamusca Hélio dos Anjos Ricardo Gomes Ricardo Silva |
| Precedido por Mário Sérgio Mário Sérgio Sérgio Soares |
Técnico do Atlético Paranaense 2001-2002 2008-2009 2011 |
Sucedido por Valdir Espinosa Waldemar Lemos Adílson Batista |
| Precedido por Mauro Galvão |
Técnico do Vasco da Gama 2004 |
Sucedido por Joel Santana |
| Precedido por Giba Toninho Cerezo |
Técnico do Sport 2007 2010-2011 |
Sucedido por Nelsinho Batista Hélio dos Anjos |
| Precedido por Cuca |
Técnico do Botafogo 2008 |
Sucedido por Ney Franco |
- Futebolistas de São Paulo
- Treinadores do Grêmio Esportivo Sãocarlense
- Futebolistas do Esporte Clube Vitória
- Futebolistas da Sociedade Esportiva e Recreativa Caxias do Sul
- Futebolistas do Esporte Clube São Bento
- Treinadores de futebol de São Paulo
- Treinadores do Clube Atlético Mineiro
- Treinadores do Clube Atlético Paranaense
- Treinadores do Santos Futebol Clube
- Treinadores do Fortaleza Esporte Clube
- Treinadores do Esporte Clube Vitória
- Treinadores do Esporte Clube Bahia
- Treinadores de futebol do Sport Club Corinthians Paulista
- Treinadores do Club de Regatas Vasco da Gama
- Treinadores do Goiás Esporte Clube
- Treinadores do Sport Club do Recife
- Treinadores do Guarani Futebol Clube
- Treinadores do Botafogo de Futebol e Regatas
- Treinadores do Esporte Clube Novo Hamburgo
- Naturais de Ribeirão Preto
- Futebolistas do Botafogo Futebol Clube (Ribeirão Preto)
- Treinadores do Botafogo Futebol Clube (Ribeirão Preto)