Eutífron

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Eutífron (em grego antigo: Εὐθύφρων Euthuphrōn) é um dos primeiros diálogos de Platão,[1] datando de cerca de 399 a.C.. Ele apresenta o filósofo grego Socrates e Eutifro, conhecido como sendo um esperto religioso. Eles tentam estabelecer uma definição para piedade sem chegarem a um consenso, ou seja, trata-se de um diálogo aporético.[2]

Cenário[editar | editar código-fonte]

Sócrates conta que encontrou Eutífron no pórtico do Archon Basileus[3] onde foi à justiça para acusar o próprio pai por assassinato e expressa surpresa com isso e quer saber porque um filho faria acusações contra o próprio pai.[4]

Referências

  1. NERI, Demétrio. Filosofia moral. Edicoes Loyola. p. 64. ISBN 978-85-15-02826-9.
  2. CLÉVERSON MINIKOVSKY. HERACLITO VERSUS PARMENIDES. biblioteca24horas. p. 39. ISBN 978-85-7893-226-8.
  3. Amor scientiae: festschrift em homenagem a Reinholdo Aloysio Ullmann. EDIPUCRS. 2002. p. 696. ISBN 978-85-7430-331-4.
  4. Yi Yang; Donna West-Strum (2013). Os Elementos da Filosofia Moral - 7ed. p. 175. ISBN 978-85-8055-233-1.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ALLEN, R.E. Plato's "Euthyphro" and the Earlier Theory of Forms. Londres, 1970. ISBN 0710067283.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


  • ¤ Não é da autoria de Platão segundo a maioria dos estudiosos
  • † Não é geralmente aceito pelos estudiosos
  • ‡ Somente trechos têm a autoria comprovada.