Eutidemo

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Eutidemo (em grego antigo: ἀνάμνησις Euthydemos) escrito por volta de 384 a.C., é um diálogo de Platão que satiriza o que Platão apresenta como falácias lógicas dos sofistas[1] e manipulação dos discurso.[2] é um diálogo aporético, ou seja, onde não se chega a um consenso.[3]

No Eutidemo, Platão "transcreve" como o sofista Eutidemo se empenha em provar que o pai de Sócrates não é o pai de Sócrates.[4] Sócrates observa que os bens reconhecidos pelos mortais se transformam em males se administrados por imprudentes.[5]

Referências

  1. Sprague, R. K. (trans. and ed.), "Introduction" in Plato: Euthydemus (Hackett Publishing, 1993), p.vii.
  2. Letícia de Andrade Pires, Ieda Bandeira Castro e Margaret Marchiori Bakos (organizadoras); Leticia de Andrade Pires. Origens do ensino. EDIPUCRS. p. 27. ISBN 978-85-7430-166-2.
  3. GOLDSCHMIDT, Victor. Diálogos de Platão (Os). LOYOLA. p. 72. ISBN 978-85-15-02161-1.
  4. Miguel Spinelli (1998). Filósofos pré-socráticos: primeiros mestres da filosofia e da ciência grega. EDIPUCRS. p. 333. ISBN 978-85-7430-007-8.
  5. Aldo Dinucci. Introdução ao Manual de Epicteto. Lulu.com. pp. 7–. ISBN 978-85-7822-207-9.
  • ¤ Não é da autoria de Platão segundo a maioria dos estudiosos
  • † Não é geralmente aceito pelos estudiosos
  • ‡ Somente trechos têm a autoria comprovada.