Eva Wilma

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Eva Wilma
Nome completo Eva Wilma Riefle
Nascimento 14 de dezembro de 1933 (80 anos)
São Paulo, SP
Ocupação atriz
Cônjuge John Herbert (1955 - 1976)
Carlos Zara (1979 - 2002)
Outros prêmios
  • Troféu Imprensa:
  • 1964 - Como Destaque Feminino do seriado Alô doçura;
  • 1966 - Como Melhor Atriz Revelação pela Novela O amor tem cara de mulher;
  • 1973 - Como Melhor Atriz pela Novela Mulheres de areia (*);
  • 1975 - Como Melhor Atriz pela Novela A viagem;
  • 1997 - Como Melhor Atriz pela Novela A indomada.

(*) A ganhadora foi Regina Duarte pelo seu trabalho em Carinhoso. Ao receber o prêmio das mãos de Silvio Santos, no programa ao vivo que ainda era na TV Globo, todavia, Regina Duarte não o aceitou como seu e disse que passaria para a verdadeira merecedora, Eva Wilma.

Recebeu o prêmio APCA em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth / Raquel na Novela Mulheres de Areia;
  • 1975 - Melhor Atriz por Dinah Veloso na Novela A Viagem;
  • 1997 - Melhor Atriz por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na Novela A Indomada.

Recebeu o Troféu Roquette Pinto em:

  • 1958 - Melhor Atriz por Alô Doçura
  • 1964 - Melhor Atriz por Prisioneiros de um Sonho
  • 1966 - Melhor Atriz por O Amor Tem Cara de Mulher
  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o prêmio Contigo! em:

  • 1996 - Melhor Atriz Coadjuvante por Zuleica na Novela História de amor
  • 1997 - Melhor Participação Especial pela telenovela O Rei do Gado
  • 1997 - Melhor Atriz e Melhor Vilã por Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque na telenovela A Indomada

Recebeu o prêmio Revista - melhores do ano em:

  • 1975 - Melhor Atriz por Dinah na telenovela A Viagem

Recebeu o prêmio Troféu O Repórter em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth e Raquel Mulheres de Areia
  • 1976 - Melhor Atriz por Sônia O Julgamento

Recebeu o Prêmio Troféu IN em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de Areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o Prêmio Helena Silveira em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Ruth e Raquel de Mulheres de Areia

Recebeu o Prêmio Adolpho Bloch em:

  • 1977 - Melhor Atriz por O Julgamento

Recebeu o Troféu APDL em:

  • 1973 - Melhor Atriz pela novela Mulheres de Areia
  • 1975 - Melhor Atriz pela novela A Viagem

Recebeu o Troféu Egas Muniz em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de Areia
  • Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Contigo/Ilusão em 1976
  • Recebeu o prêmio Os Melhores do Ano da Revista Sétimo Céu em 1975 e 1976
  • Recebeu o prêmio de Melhor Atriz 1973 TUPI - Placa de Bronze

Recebeu o Prêmio Plá Carlos Imperial:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia
  • 1976 - Melhor Atriz por A Viagem

Recebeu o Prêmio Pop de TV em:

  • 1969 - Melhor Atriz por Confissões de Penélope
  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de Areia
  • 1975 - Melhor Atriz por A viagem

Recebeu o Prêmio Assis Chateaubriand

  • 1960 - por Alô doçura
  • 1966 - por O amor Tem cara de mulher
  • 1971 - por Meu pé de laranja lima
  • 1973 - por Mulheres de areia
  • 1974 - por A barba azul
  • 1975 - por A viagem
  • 1978 - por O direito de nascer

Em 1974, Eva Wilma e Cleyde Yácones foram as vencedoras.

Recebeu o Prêmio Qualidade Profissional

  • 1997 - Atriz do ano por A indomada (televisão)
  • 2000 - Pelo Conjunto da Obra (teatro,cinema e televisão)
  • 2007 - Atriz do ano por O Manifesto (teatro)

Recebeu a Medalha Presidente Médici

  • 1973 - Melhor Atriz de Telenovelas Brasileiras

Recebeu o Prêmio APCL Internacinal em:

  • 1973 - Melhor Atriz por Mulheres de areia

Recebeu os Prêmios AP-Show cinco vezes:

  • 1973 - por Mulheres de Areia
  • 1974 - por A Barba Azul
  • 1975 - por A Viagem
  • 1977 - por O Jugamento
  • 1979 - por O Direito de Nascer

Recebeu o Troféu Paulo Barbosa 1976

  • Melhor Atriz pela sua atuação em O Julgamento

Recebeu o Troféu APIPE:

  • 1984 - por Transas e Caretas

Recebeu o Prêmio Sharp de Teatro 1994

  • 1994 - Melhor Atriz por 'Queridinha Mamãe'

Recebeu o Prêmio Shell de Teatro 1994 e 1995

  • 1994 - Melhor atriz por 'Queridianha Mamãe'
  • 1995 - Melhor atriz por 'Queridinha Mamãe'
  • 2013 - Prêmio Especial 60 Anos de Contribuição Artística.

Recebeu o Prêmio Governador do Estado/SP

  • 1955 - Melhor Atriz de Teatro por ' Uma Mulher e Três Palhaços'
  • 1966 - Melhor Atriz de Teatro por ' Black-Out'
  • 1988 - Melhor Atriz de Teatro por ' Quando o Coração Frorece'

Recebeu o Prêmio Molière por

  • 1994 - Melhor Atriz de Teatro por 'Queridinha Mamãe'

Recebeu o Prêmio Globo de TV em:

  • 1981 - Melhor Atriz por Laura de Ciranda de pedra;
  • 1986 - Melhor Atriz por Maura de Roda de fogo;
  • 1997 - Melhor Atriz por Altiva de A indomada.

Recebeu o Prêmio Faz Diferença de Teatro

  • 2004 - Melhor Atriz por "Primeira Pessoa"

Recebeu uma homenagem em Cuba em 1966 pela atuação em O amor tem cara de mulher da TV Tupi; uma homenagem especial pela atuação no filme A Ilha no Festival de Berlim; e no Festival de Veneza foi destaque pelo júri popular.

Página oficial
IMDb: (inglês)

Eva Wilma Riefle (São Paulo, 14 de dezembro de 1933) é uma atriz brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Eva Wilma é descendente de alemães, ucranianos judeus[1] e argentinos. Seu pai se chamava Otto Riefle Jr e era um metalúrgico alemão da região da Floresta Negra, em Pforzheim, perto de Stuttgart, no sul da Alemanha. Ele veio para o Brasil, mais precisamente para a cidade do Rio de Janeiro, em 1929, aos 19 anos, para trabalhar numa firma de metalurgia.[2]

A mãe de Eva Wilma, Luísa Carp, nasceu em Buenos Aires. Era filha de judeus ucranianos da cidade de Kiev que imigraram para a Argentina. Os pais de Eva se conheceram na cidade de São Paulo, quando o pai de Eva foi transferido para a capital paulista, e a mãe, após ter morado em Kiev com os pais por muitos anos, veio ao Brasil.[2]

Lembra-se da difícil infância: Por pouco seu pai não foi preso, pois na época prendiam muitos alemães e por isso, seu pai ficou sem poder trabalhar e voltou para a Alemanha, depois da Segunda Guerra Mundial. Ao voltar ao Brasil, foi diagnosticado com o Mal de Parkinson. A mãe de Eva cuidou do marido até 1980, quando deu um golpe na família e fugiu com tudo. Debilitado com a doença, o pai de Eva morreu 5 anos depois, em 1985.[2]

Estudou nos tradicionais colégios da capital paulista: Colégio Elvira Brandão, Colégio Ofélia Fonseca e Colégio Rio Branco. Conta que sua turma era só de meninas e achou estranho ter que se habituar a aulas mistas, ou seja, com meninos e meninas juntos na mesma sala.[2]

Sempre gostou muito do mundo artístico e manteve aulas particulares de canto, piano e violão com a mestra musical Inezita Barroso.[2]

Foi casada com o ator John Herbert de 1955 até 1976, com quem teve dois filhos: Vivien Riefle Buckup, nascida em 1956 e John Herbert Riefle Buckup, nascido em 1958. Seu segundo casamento com o também ator Carlos Zara durou 23 anos. Não teve filhos do segundo casamento e ficou viúva por duas vezes.[2]

Tem dois netos, filhos de Vivian: Miguel e Mateus Buckup Caldas.[3]

Vida profissional[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreia como bailarina clássica aos 14 anos. Passou a dar aulas de balé com uma amiga nessa idade e ganhou aulas de patinação no gelo e foi contratada pela empresa para participar do Holliday On Ice, um dos maiores festivais de patinação no gelo do mundo, mas foi proibida por seus pais e entrou em uma forte depressão por meses, já que um dos seus sonhos era seguir carreira artística além do balé.

Sendo bailarina, logo passou a fazer parte do São Paulo Ballet, de Maria Oleneva. Em 1953 apresentou-se no Teatro Municipal de São Paulo, apesar de a primeira vez que se apresentou nesse teatro tinha 9 anos. Em 1953 sua apresentação foi juntamente com o corpo de balé do IV Centenário de São Paulo. No 3º mês de apresentação com o corpo de balé começou a aparecer chances para atuar como atriz. O produtor e diretor do TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), José Renato, chamou-a para formar a primeira turma de teatro de arena, onde atuou com grandes astros e estrelas na época nos espetáculos, Judas em Sábado de Aleluia, Uma Mulher e Três Palhaços, depois, teve grande repercussão ao fazer trabalhos como Boeing-Boeing, O Santo Inquérito, A Megera Domada e Black-Out, peça produzida e dirigida por John Herbert. Fez Um Bonde Chamado Desejo, Pulzt, Esperando Godot, dirigiu Os Rapazes da Banda, depois participou de Quando o Coração Floresce, Queridinha Mamãe, pela qual recebeu o Molière de Melhor Atriz e O Manifesto.

Em 1952, o diretor italiano Luciano Salce convidou-a para fazer um participação como figurante no filme Uma Pulga na Balança na Companhia Cinematográfica Vera Cruz, simultaneamente, participou do documentário do IV Centenário de São Paulo Se a Cidade Cantasse do diretor Tito Banini. Protagonizou dois filmes ao lado de Procópio Ferreira: O Homem dos Papagaios e A Sogra, ambos do diretor Armando Couto, e o drama de José Carlos Burle, O Craque. Foi a estrela da cinebiografia do cantor Francisco Alves:Chico Viola Não Morreu, de Roman Vanoly Barreto, em co-produção com a Atlântida e Sonefilme da Argentina. Volta a trabalhar com José Carlos Burle em uma comédia, O Cantor e o Milionário. Atuou no policial Cidade Ameaçada de Roberto Faria, na aventura A Ilha de Walter Hugo Khouri e no suspense O Quinto Poder de Alberto Pieralisi. Começa a trabalhar em coproduções estrangeiras,A Moça do Quarto 13 do americano Richard Cunha, simultaneamente, trabalha em filmes sob os olhos do alemão Horst Hachler como Noites Quentes em Copacabana e Convite ao Pecado. Premiada no Brasil e exterior, Eva Wilma, participa do filme São Paulo S/A do diretor Luiz Sérgio Person, onde interpreta Luciana, a jovem esposa ambiciosa de um alto funcionário da indústria paulista em busca de ascensão social. Depois, ela participa de comédias como A Arte de Viver Bem, episódio 1: A Inconveniência de Ser esposa, baseada na peça homônima de Silveira Sampaio, sob direção de Fernando de Barros, da co-produção Brasil-México,Juegos Peligrosos, episódio 2: Divertimento do diretor mexicano Luiz Algoriza e Cada Um Dá O Que Tem, episódio 2: Cartão de Crédito, sob direção de John Herbert. De Ricardo Bandeira faz uma pequena participação no filme religioso O Menino Arco-Íris (A Vida de Jesus Cristo). Representa a abnegada mãe de um jogador de futebol em Asa Branca, um sonho brasileiro do diretor Djalma Limongi Batista, e o Feliz Ano Velho de Roberto Gervitz.

Na televisão Eva Wilma estreou em 1953, quando Cassiano Gabus Mendes convidou-a para atuar no seriado Namorados de São Paulo, ao lado de Mário Sérgio. Posteriormente, Gabus Mendes mudou o título da série para Alô, Doçura, e esta foi protagonizada por Eva Wilma e John Herbert durante dez anos. O seriado entrou para o Guiness Book como o mais longo do país e, Eva Wilma, recebeu o Troféu Imprensa 1964 como Destaque do ano.

John Herbert e Eva Wilma formaram o principal casal da televisão brasileira dos anos 50 e 60; depois do sucesso em Alô Doçura eles trabalharam na Record, protagonizando duas novelas: Comédia Carioca e Prisioneiro de um Sonho, de Roberto Faria. O casal retornou à TV Tupi e fez trabalhos importantes como A de Amor e Confissões de Penélope; Eva Wilma comoveu os telespectadores como a meiga Ana Maria de Ana Maria Meu Amor, fez Fatalidade e a vilã Jane de Angústia de Amar, novela baseada no filme O Que Aconteceu a Baby Jane?. Recebeu reconhecimento internacional ao trabalhar em O Amor Tem Cara de Mulher, de Cassiano Gabus Mentes, e recebeu o Troféu Imprensa de atriz revelação em 1966. Também atuou em Nenhum Homem é Deus, de Lauro César Muniz.

Nos década de 1970 tornou-se ao lado de Carlos Zara um dos principais pares românticos da televisão brasileira; juntos trabalharam em novelas de grande sucesso, teleteatros e especiais. Zara foi o diretor de teledramaturgia da TV Tupi até 1977. Atuou em novelas importantes como Meu Pé de Laranja Lima, na qual interpretou uma mulher amarga, Jandira, e a sonhadora Gabriela em Nossa Filha Gabriela, ambas de Ivani Ribeiro. Em A Revolta dos Anjos, da psicóloga Carmem Silva, interpretou a prudente Silvia.

Em 1973, Eva Wilma interpretou as gêmeas Ruth e Raquel, de Mulheres de Areia, novela de Ivani Ribeiro e sucesso nacional e internacional. Trabalhou em duas novelas de sucesso da Ivani Ribeiro, A Barba Azul e A Viagem e, depois, participou de duas novelas de Sérgio Jockymann, O Julgamento e Roda de Fogo. Fez o remake de O Direito de Nascer e chegou a participar das gravações da novela Maria Nazaré, que por problemas internos da emissora paulista nunca chegou a ser levada ao ar. [4]

Com o fim da TV Tupi em 1980, Eva Wilma foi contratada definitivamente pela Rede Globo, onde exerceu seu lado humorístico nas novelas Plumas e Paetês e Elas por Elas, fez a esquizofrênica Laura de Ciranda de Pedra, a autoritária Francisca Moura Imperial de Transas e Caretas; depois vieram a engraçada Angelina de De Quina pra Lua, a ex-militante política Maura, que sofreu os horrores da ditadura militar, em Roda de Fogo, o sucesso Sassaricando e muitas outras novelas marcantes, como Pedra sobre Pedra, Pátria Minha e A Indomada, na qual interpretou a cômica vilã Maria Altiva Pedreira Mendonça de Albuquerque. Atuou em História de Amor, em que o autor Manoel Carlos criou um personagem só para ela, e fez também grandes produções como O Rei do Gado, Esperança, Começar de Novo e Desejo Proibido. Também participou de séries de televisão, como Mulher, O Quinto dos Infernos, Os Maias, Um Só Coração, JK, Norma e Na Forma da Lei.

Seu último trabalho foi na novela Fina Estampa, como a trambiqueira Tia Íris.[5] Em 2014, volta à TV, numa participação em A Grande Família, no papel da psicanalista Laura. [6] [7]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Fotonovela
Grande Teatro Tupi

Cinema[editar | editar código-fonte]

Teatro[editar | editar código-fonte]

Homenagens especiais[editar | editar código-fonte]

Pelo conjunto da obra
  • 1970 - Troféu Tupi de Novela
  • 1973 - Troféu Tupi de Novela
  • 1974 - Troféu Tupi de Novela
  • 1975 - Troféu Tupi de Novela
  • 1976 - Menção Honrosa Revista Amiga
  • 1978 - Troféu Tupi de Novela
  • 1998/1999 - Medalha Tiradentes
  • 2000 - Prêmio Cláudia
  • 2000 - Medalha machado de Assis
  • 2000 - Menção Honrosa Revista Contigo
  • 2000 - Qualidade Profissional
  • 2003 - Jornal O Globo
  • 2004 - Jornal O Globo
  • 2004 - Menção Honrosa pelos 50 anos de carreira
  • 2004/2005 - Prêmio Pró-TV
  • 2007 - Prêmio Qualidade do Ano de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto
  • 2008 - Prêmio Personalidade de Melhor Atriz de Teatro O Manifesto
  • 2009 - Prêmio Troféu Marlin pelo Conjunto da Obra em Cinema Nacional
  • 2010- Menção Honrosa Personalidade O Ipiranga
  • 2013 - Premis Especial APCA Contribuição Artística
  • 2013 - Prêmio Shell Especial Contribuição Artística
  • 2014 - Prêmio Especial VII Festival de Teatro Ibero-Americano Festibero Contribuição Artística [9]

Cinema[editar | editar código-fonte]


Referências

  1. Religiões: conheça os famosos adeptos do judaísmo iG. Visitado em 14 de julho de 2013.
  2. a b c d e f [1] globo.
  3. [2] geneall.
  4. Nilson Xavier. Maria Nazaré - Teledramaturgia Teledramaturgia. Visitado em 26 de abril de 2014.
  5. Redação Terra (23 de abril de 2011). Eva Wilma será vilã de 'Fina Estampa', diz jornal (em português) Diversão Terra Terra Networks Brasil. Visitado em 6 de novembro de 2011.
  6. Carla Bittencourt (26 de abril de 2014). Longe da TV desde o fim de 'Fina estampa', Eva Wilma participa de 'A grande família' Extra. Visitado em 26 de abril de 2014.
  7. Redação UOL (24 de abril de 2014). Eva Wilma viverá uma psicanalista em episódio de "A Grande Família" UOL Televisão. Visitado em 26 de abril de 2014.
  8. Cinemateca Brasileira, Asa Branca : Um Sonho Brasileiro [em linha]
  9. Festibero

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


References[editar | editar código-fonte]