Exército Suíço

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Soldados suiços.

A Suíça não possui forças armadas regulares em grande número. A sua defesa está baseada no princípio da milícia, sendo que todos os cidadãos do sexo masculino, entre os 20 e os 42 anos estão obrigados à prestação de serviço militar. Anteriormente, esse período era dos 20 aos 55, mas em meados dos anos noventa, a Suíça procedeu a profundas reformas estruturais no campo da defesa.

Existe um pequeno núcleo de cerca de mil elementos que são militares de carreira, a quem incumbe o treino dos milicianos e os comandos de escalão superior. Esses são os únicos militares de carreira que a Suíça possui. Todos os demais cidadãos aptos, recebem um treino inicial de cerca de dezoito a vinte e uma semanas, consoante se destinem a unidades de combate ou de apoio , após o que ficam obrigados à prestação de um determinado número de semanas por ano (três a quatro) . As forças armadas compreendem dois ramos, Força Aérea (criada como ramo independente em 1936) e o exército. Sendo um país interior não possui marinha, embora tenha um conjunto de cerca de uma dezena de barcos patrulha, que actuam nos lagos nacionais, muitas vezes designados por graça como a «marinha Suíça», mas na verdade operados por pessoal do exército.

Cada cidadão válido, depois do treino inicial, fica responsável pelo equipamento individual, da farda à arma, que guarda em casa. A Suíça, em caso de guerra prevê mobilizar 220.000 homens em quarenta e oito horas (eram 650.000, antes das reformas de 95, sendo 400.000 após e com a nova redução de 2004, são pouco mais de duzentos mil presentemente). A sua defesa, está baseada num conjunto de fortificações que protegem este pequeno país montanhoso. As reformas dos anos noventa, iniciadas por volta de 1995 e que se concluíram já em 2003, com mais algumas alterações em 2004, no que à dimensão das forças diz respeito, visaram modernizar a força, dotando-a de menos pessoal e meios, mas melhor treinados e mais bem equipados.

A Suíça já encarou a possibilidade de dispor de engenhos nucleares, entre os anos 50 e 70, colhendo tal matéria opiniões favoráveis por parte do alto comando, mas afastou tal possibilidade por motivos políticos. Este modelo de serviço militar tem sofrido contestação por parte da população nos últimos anos.