Exército do Ar Francês

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BA117 Paris, sede da Força Aérea Francesa

A Força Aérea da França (em francês: Armée de l'Air, literalmente Exército do Ar) é o ramo aéreo das Forças Armadas da França. Foi criada em 1909 como o Service Aéronautique, um componente do Exército Francês, e em seguida tornou-se um ramo independente, em 1933. A Força Aérea da França opera 780 aeronaves,[1] [2] tornando-se a quarta maior força aérea em termos de aeronaves na OTAN, e a segunda maior na União Europeia após a Royal Air Force do Reino Unido.

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro uso de um roundel na aviação militar foi durante a Primeira Guerra Mundial pela Força Aérea Francesa. Consistia de um desenho azul-branco-vermelho que espelhava o cocar tradicional francês. O projeto roundel foi adotado por seus aliados, os Royal Flying Corps britânicos, pois a Bandeira do Reino Unido era muito semelhante com a Cruz Alemã, usada pela Luftstreitkräfte.
O Rafale, de fabricação francesa, o principal caça multi-função da força aérea do país.

A Armée de l'Air é amplamente considerada como a força aérea mais antiga do mundo profissionalmente. Os franceses se interessaram ativamente no desenvolvimento da força aérea a partir de 1909 e tiveram os primeiros pilotos de caça da Primeira Guerra Mundial. Durante o período entreguerras, no entanto, particularmente na década de 1930, a qualidade caiu depois que a Luftwaffe esmagou os franceses durante a Batalha da França.

Na era pós-Segunda Guerra Mundial, os franceses fizeram um esforço, bem sucedido, para desenvolver uma indústria aeronáutica nacional. A Dassault Aviation abriu o caminho com os projetos "asa-delta", que formaram a base para a série de caças Mirage. O Mirage demonstrou suas habilidades na Guerra dos Seis Dias e na Guerra do Golfo, tornando-se um dos caças mais populares de sua época, com uma grande quantidade de vendas. A Força Aérea Francesa participou de várias longas guerras coloniais na África e na Indochina após a Segunda Guerra Mundial, e continua a empregar o seu poder aéreo em missões de paz na África. Durante a década de 1960, a França adotou uma política de armamentos nucleares, para dissuadir agressões Soviéticas. O Dassault Mirage IV, o principal bombardeiro estratégico francês, foi concebido para atacar posições soviéticas como parte da tríade nuclear francesa.

Atualmente, a Força Aérea Francesa está em expansão e substituição do seu inventário de aeronaves. Os franceses estão aguardando o avião de transporte militar Airbus A400M, que ainda está em fase de desenvolvimento, e a integração do novo caça multi-missão Dassault Rafale, cujo primeiro esquadrão de 20 aeronaves tornou-se operacional em 2006, em Saint-Dizier.

Geral[editar | editar código-fonte]

A organização do ALA é baseada no total controle das operações aéreas e na flexibilidade de execução, ambos na paz ou na guerra.

Futuro[editar | editar código-fonte]

Como muitas organizações de defesas modernas, o Exército do Ar está reogarnizando seus comandos e unidades. O projeto dessa reestruturação é chamado de "Air 2010", que é o ano que em a transição termina. Os principais objetivos desse projeto são simplificar a estrutura de comando, reagrupar todos as funções militares e civis, racionalizar e otimizar todas as unidades da força aérea.

A solução para alcançar esses alvos parece estar colocando a organização entre 5 maiores comandos, ao invés dos anteriores 13, e também separando muitas unidades e comandos.

Fotos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "World Air Forces 2010" Page 17, 31 July 2011. Flight Global
  2. Official website of French Air Force, 07 July 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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