F-35 Lightning II

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F-35 Lightning II
Descrição
Fabricante Lockheed Martin
Northrop Grumman
BAE Systems
Primeiro voo 15 de dezembro de 2006
Entrada em serviço 2015
Missão Multi-role[1]
Tripulação 1[2]
Dimensões
Comprimento (Varia entre os modelos) m
Envergadura (Varia entre os modelos) m
Altura (Varia entre os modelos) m
Propulsão
Motores Um Pratt & Whitney F135 ou General Electric Rolls-Royce Fighter Engine Team (FET) F136[3]
Performance
Velocidade máxima ~1930[3] km/h (Mach 1,6)
Teto máximo ~15 000 [2] m

F-35 A Lightning II ou F-35 Joint Strike Fighter [4] é um programa que visa a produção de três aeronaves stealth[nota 1] [5] multi-role fighters supersônicas, que fora desenvolvido para satisfazer as necessidades de uma transformação na nova geração de armamento dos governos dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Holanda, Austrália, Canadá, Itália, Dinamarca, Noruega, Turquia e de outros compradores, como Israel.[1]

O F-35 foi concebido como projeto de três caças de 5ª geração, CTOL F-35A JSF, STOVL F-35B JSF, CV F-35C JSF, de relativo baixo custo, para a Marinha, Força aérea e Marines dos Estados Unidos, pois englobar três aeronaves em um mesmo projeto atenuou os elevados custos de desenvolvimento comparado aos três separados. No entanto, devido a sucessivos problemas de desenvolvimento, o objetivo de baixo custo não foi atingido.

As principais armas são transportadas em compartimentos internos, para um elevado grau de discrição. Mas armas adicionais podem ser transportadas externamente, em missões em que a furtividade não é necessária.[6]

Programa JSF[editar | editar código-fonte]

O programa JSF é uma consequência da desaceleração da procura de aviões tácticos no pós-Guerra Fria, aumentando o número de aviões inespecíficos, ou seja, multifuncionais.

Nesta perspectiva e com o objectivo de substituir diversos modelos de aviões tácticos da Marinha e da Força aérea, por um que fosse capaz de sobreviver no campo de batalha do século 21. Os programas de desenvolvimento de novos caças, em andamento na Marinha e na Força Aérea dos E.U.A. uniram-se em um único programa que foi denominado JSF - caça de ataque conjunto (Joint Strike Fighter).[7]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A 16 de novembro de 1996 o Departamento de Defesa dos E.U.A. anuncia que a Boeing e a Lockheed Martin são os escolhidos, para competir na fase de concepção e desenvolvimento (CDP), com a Pratt and Whitney a fornecer apoio na propulsão. Boeing e Lockheed, recebem um contrato para a construção de dois Protótipos que em voos de teste, competirão para demonstrar os respectivos conceitos para as três variantes do programa. Em outubro de 2002 o Departamento de Defesa selecionou o projeto da Lockheed como vencedor da competição, que entra de imediato na fase de desenvolvimento e demonstração (SDD). A Lockheed para a aeronave, a Pratt and Whitney para o motor do avião, recebem contratos como principais empreiteiros para a fase de produção. A General Electric também recebe fundos para a continuação dos seus esforços técnicos no desenvolvimento de um motor alternativo.

O F-35A, F-35B e F-35C têm previsto atingir capacidade operacional (IOC) em março de 2013, março de 2012 e setembro de 2014, respectivamente, de notar que o F-35B será operacionalmente capaz um ano mais cedo que o F-35A.[11]

Projeto[editar | editar código-fonte]

Question book.svg
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O F-35 é especifico e especialmente projetado para dar resposta à substituição dos modelos:

Uma das maiores dificuldades deste projeto era desenvolver uma plataforma que conseguisse suportar quatro aeronaves com funções distintas, sendo que uma delas fosse capaz de descolagens curtas e aterragem verticais (STOVL), e voar a velocidades supersónicas. De fato, o F-35B será o primeiro caça supersônico com características STOVL a entrar em serviço operacional, (o primeiro foi o russo Yakolev Yak-141, desenvolvido no início dos anos 90, porém ele foi cancelado.).

Os requisitos são complexos e exigentes. Deve possuir uma alta taxa de sobrevivência e letalidade em combate, capaz de operar em ambientes austeros, de fácil e reduzida manutenção com baixos custos e ao mesmo tempo acessível de adquirir.

Motores[editar | editar código-fonte]

O motor F-135, fabricado pela Pratt & Whitney e o F-136, fabricado pela Fighter Engine Team um consórcio composto pela General Electric e Rolls-Royce, são os motores que as aeronaves F-35 podem utilizar. Os motores utilizam partes comuns e são intercambiáveis.[12] [13]

Um motor adicional, cujo desenvolvimento e produção está a cargo da Rolls-Royce, é presente na versão STOVL para habilitar o Lift System.

O sistema de propulsão dos F-35 é o mais potente dentre os turbofans [2] .

F-135[editar | editar código-fonte]

F-35B Joint Strike Fighter (thrust vectoring nozzle and lift fan).PNG

O F-135 é uma evolução do bem sucedido F-119 que propulsiona o F-22 Raptor (mas não está habilitado para supercruise, como o F-119) acumulando já mais de 1 milhão de horas de voo em apoio da entrada em serviço operacional prevista para 2012. Utiliza um ventilador de três estágios, um compressor de seis fases, um combustor anular, uma turbina de alta pressão de estágio único e uma turbina de baixa pressão de 2 estágios. O primeiro teste para a versão convencional do F-35 aconteceu em outubro de 2003, em 10 de abril de 2004 aconteceu o primeiro teste para a versão STVOL. [14] [15]

F-136[editar | editar código-fonte]

desenho da turbina de elevação (lift-fan) do F-35B

General Electric e Rolls-Royce são a equipa construtora do F-136, que se encontra em pré fase de desenvolvimento e demonstração, um ano de atraso em relação ao seu concorrente, trata-se de um desenvolvimento a partir de motores previstos para anteriores programas. O motor consiste num ventilador de três estágios, uma turbina de baixa pressão com três estágios, compressor com três estágios e uma turbina de alta pressão com um único estágio. O primeiro teste para a versão CTOL ocorreu em 22 de julho de 2004, e o primeiro teste para a versão STOVL em 10 de Fevereiro de 2010.[15]

Desde 2002, ano em que começou o programa de desenvolvimento do motor F-135 que têm havido aumento de custos. No ano fiscal de 2002 era esperado um custo global de desenvolvimento, no valor de US$ 4.8 mil milhões. Em 2008 o responsável pelo programa do F-35 anunciou que os custos tinham crescido para um valor equivalente a US$ 6.7 mil milhões um aumento de cerca de 38%.[15]

Reciprocamente, no programa concorrente F-136 os custos têm se mantido estáveis desde o início, não indiciando qualquer aumento. Contudo desde que no ano fiscal de 2005 recebeu a verba de 2.5 mil milhões, nunca mais recebeu fundos do orçamento de estado para desenvolvimento. No entanto e desde então o congresso tem assegurado anualmente fundos para a continuação do desenvolvimento, bem como para não defraudar as expectativas dos parceiros internacionais[15] [16] [17]

Custos do Programa JSF[editar | editar código-fonte]

Em 31 de Dezembro de2007 o total estimado de custos de aquisição do programa F-35, foi de aproximadamente US$ 250 bilhões, incluindo cerca de US$ 47,1 bilhões em custos de investigação e desenvolvimento, cerca de US$ 198.4 bilhões em custos de aquisição, e aproximadamente US$ 4.96 bilhões em custos de construção militar. Desde 2002 o total estimado dos custos de aquisição, aumentou aproximadamente US$ 100 bilhões, devido principalmente à extensão por um ano da fase de desenvolvimento e demonstração (SDD), atraso de um ano no início dos contratos, passando do ano fiscal de 2006, para o ano fiscal de 2007, fazendo com que os custos da derrapagem financeira se refletissem no desempenho do desenvolvimento do programa F-35. Nestes valores não estão incluídos os custos de aquisição, referentes às várias centenas de aviões que serão comprados pelos restantes parceiros internacionais do programa.

No ano fiscal de 2009 o programa recebeu um total de US$ 44 bilhões, distribuídos por, pesquisa e desenvolvimento US$ 37 bilhões, custos de aquisição US$ 6.9 bilhões e US$ 150 milhões para construção militar .[18]

Comparativa entre o preço por unidade do F-35A/B/C e o preço final dos modelos que vão ser substituídos, comparativo também com o primeiro caça-bombardeiro furtivo o F-117 Nighthawk.[19]

F-35C three-view.PNG
Modelo Preço Final
A-10 → US$ 14M
F-16A/D → US$ 28M
F-117A → US$ 73M
AV-8B → US$ 42M
F-18A/D → US$ 54M
F-35A → US$ 74M
F-35B/C → US$ 97M

Os valores apresentados são em milhões e os valores dos três modelos do F-35 são estimativas assumidas no orçamento do ano fiscal de 2008.[19]

Aumento de Custos[editar | editar código-fonte]

Comparação entre a estimativa de custos prevista para o ano fiscal de 2011 e o custo estimado originalmente em 2001 para o desenvolvimento do projecto e respectivos atrasos no seu cronograma. Referência comparativa também com os anos de 2007 e 2008 [20]

Outubro de 2001 Março de 2007 Dezembro 2008 Orçamento de 2011 (verba requerida)
Total dos custos de desenvolvimento US$ 34.4 mil milhões US$ 44.8 mil milhões US$ 46.2 mil milhões US$ 49.3 mil milhões
Data para completar o desenvolvimento Abril 2012 Outubro 2013 Outubro 2014 Abril 2016

Participação Internacional[editar | editar código-fonte]

Um F-35 durante um voou de teste, em 2011.

Os Estados Unidos, Reino Unido, Itália, Holanda, Canadá, Turquia, Austrália, Noruega e Dinamarca são as nove nações que formam a parceria para o desenvolvimento e construção do F-35. Adicionalmente Israel e Singapura foram admitidos no (SDD) esforço de Desenvolvimento e Demonstração, com o estatuto de (SCP) Participante de Segurança Cooperativa.[21] [22] Existem três níveis de participação internacional, que refletem na generalidade, o nível de empenhamento financeiro no programa, a quantidade e qualidade da transferência tecnológica, que companhias nacionais podem ser convidadas a participar no projeto e finalmente quais os países que podem obter a construção de aeronaves.

Encomendas[editar | editar código-fonte]

Quantidade Versão Previsão
de entrada em serviço
Comentários
 Austrália: 100 F-35A 2014
 Canadá: 65[23] F-35A 2017
 Dinamarca: F-35A 2020 Intenção de adquirir 48 unidades [24] .
 Estados Unidos:
Força Aérea dos Estados Unidos
US Navy
US Marine Corps

1 763
340
340

F-35A
F-35C
F-35B

2013
2015
2012
 Israel: 25 +50 em opção
 Itália:
Força Aérea
Marinha

109
22

F-35A
F-35B

2014
2014
 Noruega: 48 F-35A 2015
 Países Baixos: F-35A 2016 Intenção de adquirir 85 unidade [24] .
 Reino Unido: 50[25] F-35B 2015 Encomenda original de 138 unidades reduzida para 50
 Turquia: 116 F-35A 2014

Aeronaves[editar | editar código-fonte]

  • F-35A CTOL - Descolagem e aterragem convencional

Este caça de 5ª geração de operação convencional, furtivo, supersónico e habilitado para uma variedade de missões, possui uma capacidade extraordinária de aceleração e execução de manobras certificada até 9 G. O enorme poder de processamento instalado aliado a sensores eficazes, tornam o F-35 um potente colector e transmissor de dados numa vasta rede de informações. É assim uma excelente e indispensável ferramenta na defesa da soberania.[26]

  • F-35B STOVL - Descolagem curta e aterragem vertical

Cada vez mais se colocam novos desafios de segurança, que exigem uma ampla distribuição de forças, capacitadas para intervir numa variedade alargada de cenários. A capacidade STOVL habilita o F-35B para operar numa multiplicidade de locais, como navios, estradas e bases aéreas rústicas. A operação STVOL tornou-se possível devido à utilização do sistema de propulsão patenteado "shaft-driven LiftFan", que em termos simplificados é a vectorização do fluxo de impulso através de eixos e ventoinhas, para partes distintas da aeronave. Esta abordagem supera muitos dos desafios de temperatura, velocidade e potência, colocados aquando da utilização de sistemas de elevação directa. Os principais utilizadores são os Fuzileiros Norte-Americanos, a Força Aérea e Marinha do Reino Unido e a Marinha Italiana.[26]

  • F-35C CV - versão para uso em Porta-Aviões

É o primeiro avião furtivo e optimizado para uso naval ao serviço da Marinha Americana. Asas e superfícies de controlo maiores e a adição de ailerons na ponta das asas, proporcionam ao piloto do F-35C uma maior estabilidade e precisão na fase final de aproximação ao porta-aviões. O F-35C possui ainda, uma estrutura interna e trem de aterragem reforçados, compatíveis com as forças exercidas durante os lançamentos por catapulta e aterragem usando cabos de retenção.[26]

Especificações Comparativas[15] [editar | editar código-fonte]

F-35A
F-35B
F-35C
CTOL-Descolagem e Aterragem Convencional STOVL-Descolagem Curta e Aterragem Vertical CV-Versão para Porta-Aviões
Primeiro voo X-35A Outubro 2000 X-35B Junho 2001 X-35C Dezembro 2000
Tripulação 1 Piloto 1 Piloto 1 Piloto
Comprimento 15,4 m 15,4 m 15,5 m
Largura 10,7 m 10,7 m 13,1 m /9,1 m c/ asas dobradas
Altura 4,6 m 4,6 m 4,7 m
Área asas 42,7 m² 42,7 m² 57,6 m²
Peso vazio 9,980 kg 10,660 kg 10,885 kg
Máximo à descolagem 22,680 kg 22,680 kg 22,680 kg
Combustível interno 8,390 kg 6,045 kg 8,900 kg
Carga máxima 5,895 kg 4,990 kg 7,710 kg
Carga máxima vs. avião substituído 1.4 X 2.0 X 1.3 X
Avião Substituído F-16 AV-8B Harrier II F/A-18
Velocidade máx. em altitude Mach 1.5 / Mach 1.8+ Mach 1.5 / Mach 1.8+ Mach 1.5 / Mach 1.8+
Alcance 2,000 km 3,000 km
Alcance só Combustível Interno 2,220 km 1,660 km 2,600 km
Raio de Combate 1,090 km 833 km 1,111 km
Alcance vs. avião Substituído 2.5 X 1.8 X 2.0 X
Limite carga G 9.0 G 7.0 G 7.5 G
Missões / Dia 3 breves/2 sustentadas 4 breves/3 sustentadas 3 breves/2 sustentadas
Canhão one 25-mm GAU-12 one 25-mm GAU-12 externo one 25-mm GAU-12 externo
Quantidade Munições 180 tiros 220 tiros 220 tiros

Armamento[editar | editar código-fonte]

O armamento usado pelo F-35 resulta da combinação de vários vectores que podem ser transportados internamente, para o que estão disponíveis dois porões, ou externamente onde existem quatro pontos de sustentação sob as asas, asas essas que possuem mais dois pontos de sustentação ligeiros e apenas dedicados a mísseis ar-ar (AIM). O armamento é comum às três versões, quase na sua totalidade e pode ser combinado da seguinte forma:

F35ctolstores.jpg

Interno[15] [editar | editar código-fonte]

  • 2x AIM-120C AMRAAM ou
  • 2x AIM-132 ASRAAM e
Protótipo AA1
  • 2x AGM-154 JSOW ou (excepto F35B)
  • 2x Brimstone ou
  • 2x GBU-12 Paveway LGB ou
  • 2x GBU-31/32/38 JDAM ou
  • 8x GBU-39 SDB ou
  • 2x CBU-87/89 CBU ou
  • 2x CBU-103/104/105 WCMD


Externo[15] [editar | editar código-fonte]

  • AGM-65 Maverick
  • AGM-88 HARM
  • AGM-158 JASSM
  • Storm Shadow
  • GBU-10 de dezembro de 2016/24 LGB
  • GBU-31 JDAM
  • Mk 82/83/84 GP
  • CBU-99/100 Rockeye II

- Em suportes dedicados:

  • 2x AIM-9X Sidewinder ou
  • 2x AIM-120B/C AMRAAM
F-35 weapon layout.jpg

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. designed to produce a very weak radar return, "a stealthy airplane". Relativo a algo que têm uma assinatura radar muito fraca, um avião furtivo.

Referências

  1. a b Título não preenchido, favor adicionar.
  2. a b c Título não preenchido, favor adicionar.
  3. a b Título não preenchido, favor adicionar.
  4. Título não preenchido, favor adicionar.
  5. Dicionário online - Merriam-Webster. Página visitada em Agosto 2010.
  6. Dep. Defesa dos EUA| Relatório de Seleção e Aquisição do F_35/Selected Acquisition Report (SAR)[for] F-35 (JSF) | Congresso dos EUA| Dezembro 2007|página 4|
  7. História do programa JSF.
  8. Aviation Week & Space Technology - Ed Phillips. Página visitada em 26 Junho 2010.
  9. F-35B STOVL achieves successful first flight. 11 Junho 2008. Página visitada em 24 Junho 2010.
  10. [1] AVIATION WEEK]. 7 junho 2010. Página visitada em 24 Junho 2010.
  11. Andrew Tilghman,| “Joint Strike Fighter Timeline Moved Up,”|[2] 18 de Setembro 2009
  12. Título não preenchido, favor adicionar. U.S.GovernmentWebsite. Página visitada em 25 Junho 2010.
  13. Defense Industry Daily. Página visitada em 26 Junho 2010.
  14. Defense industry daily. Página visitada em 25 Junho 2010.
  15. a b c d e f g GlobalSecurity.org.
  16. Joint Strike Fighter (JSF) Program: Background and Issues for Congress" realizado por Jeremiah Gertler (Specialist in Military Aviation) para o "Congressional Research Service" publicado em 22 Dezembro de 2009, páginas 5,19 e 83
  17. Gabinete de contabilidade do Governo dos EUA, Highlights Page. Página visitada em 25 Junho 2010.
  18. informação retirada do relatório "F-35 Joint Strike Fighter (JSF) Program: Background and Issues for Congress" realizado por Jeremiah Gertler (Specialist in Military Aviation) para o "Congressional Research Service" publicado em 22 Dezembro de 2009, páginas 21,22 e 23
  19. a b Center for Strategic and Budgetary Assessments. Página visitada em 25 Junho 2010.
  20. Gabinete de Contabilidade do Governo dos Estados Unidos (GAO)| Relatório "JOINT STRIKE FIGHTER - Additional Costs and Delays Risk Not Meeting Warfighter Requirements on Time| Março de 2010, paginas 10 e 11
  21. Lieven Dewitte. título="Israel inks LOA to join Joint Strike Fighter program." f-16.net, 31 Julho 2003. Acedido em: 24 de Junho 2010.
  22. "Singapore Signs Letter of Intent for Joint Strike Fighter Programme." (19 de Abril 2006). Página visitada em 24 Junho 2010..
  23. Título não preenchido, favor adicionar.
  24. a b Artigo |Pays-Bas: report de lá décision sur les F-35 |Défense et Sécurité international |ISSN=1772-788X |nº49 |junho 2009 |p. 16
  25. Artigo de |Michael Smith |Navy surrenders one new aircraft carrier in budget battle |The Times |data|25|Outubro|2009 |http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article6888962.ece |acessodata=|26|Outubro|2009
  26. a b c Lockheed Martin Corporation.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Modelos similares:

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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