Northrop F-5E Tiger II

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F-5 Freedom Fighter/Tiger II
CF-116 CF-116 F-5E Frente
Northrop.f-5e.tiger.2.ff2006.arp.jpg
Número de aparelhos ~3806
Empresa Northrop
País de origem Estados Unidos
Introdução 1964
Função Interceptor
Estatus Ativo
Custo 4,2 milhões de reais
Brasil possui 47 aparelhos funcionais.
Concorrentes MIG 21, IAI Kfir
Variantes F-20 Tigershark, T-38 Talon, X-29, IAMI Azarakhsh

O Northrop F-5E Tiger é um caça tático de defesa aérea e ataque ao solo. O F-5E (versão mais potente do F-5A Freedom Fighter) tornou-se um dos aviões mais operados no mundo. A variante original F-5A foi testada em combate no Vietnã, no Programa Skoshi Tiger. O F-5E é extremamente manobrável e rápido, constituindo-se um excelente avião para combates aéreos.

A FAB (Força Aérea Brasileira) modernizou seus F-5E/F que passaram para o padrão F-5E/FM. O motor e célula dos aviões permaneceram os mesmos, mas a sua aviônica (HUD, radar e painel de controle) foram extremamente modificados.

Na comemoração de 30 anos de serviço da aeronave na Força Aérea Brasileira, um exemplar recebeu uma pintura comemorativa especial, representando um tigre.

Atualmente, onze F-5 modelos E e F estão sendo modernizados pela Embraer para a FAB (Força Aérea Brasileira), aviões estes adquiridos da Real Força Aérea da Jordânia.[carece de fontes?]

F-5E

História[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento do F-5 começou em 1954, quando uma equipe da Northrop excursionou pelos menores países da OTAN e da SEATO para examinar as necessidades de defesa desses países. Dos estudos resultantes dessas visitas, a companhia identificou uma nítida necessidade de um aparelho multifuncional de baixo custo, que materializou-se como o caça leve N-156F. A USAF não se interessou inicialmente pela proposta, já que não precisava de um caça leve. No entanto, precisava sim de um novo treinador para substituir o Lockheed T-33 e, em junho de 1956, a USAF anunciou que iria adquirir a versão de treinamento T-38 Talon, que entrou em serviço em março de 1961.

Construção[editar | editar código-fonte]

A Northrop decidiu seguir com o programa do F-5 como um projeto privado, em julho de 1959, o avião realizava seu primeiro voo. Três anos após o Departamento de Defesa escolheu o F-5 para o Military Assistance Program (MAP). Aliados dos Estados Unidos que procuravam um caça de custo módico começaram a ser atraídos pelo pequeno e ágil avião.

Em 25 de abril de 1962, o Departamento de Defesa Americano anunciou que o N-156F havia sido escolhido para o Programa de Assistência Militar (MAP). Os aliados dos americanos na OTAN e SEATO poderiam agora adquirir um avião supersônico de qualidade com preços razoáveis.

O surgimento do Tigre[editar | editar código-fonte]

F-5 e seu ala

Em 9 de agosto de 1962 foi dada à aeronave a designação oficial de F-5A Freedom Fighter. Otimizado para missões de ataque ao solo, o F-5A tinha apenas uma limitada capacidade ar-ar e não era equipado com um radar de controle de fogo (FCR). O F-5B era a versão biplace do modelo "A", para missões de treinamento e ataque. Apesar de todos os F-5A de produção terem sido designado para o MAP, em outubro de 1965 a USAF "pegou emprestado" 12 F-5A dos estoques do MAP e os mandou para o Vietnã com a 4503º Ala de Caças Táticos (4503º TFW) para testes operacionais. Foi dado ao programa o nome código Skoshi Tiger ("Pequeno" Tigre), e foi durante essas operações que o F-5 foi apelidado de Tiger (Tigre).

Com o início da guerra do Vietnã, as perdas do F-4 Phantom foram muito superiores ao esperado. Nisso, a USAF encomendou 200 F-5A . Embora fosse o mais leve, menos sofisticado e quase sem armamento, suas baixas eram menores que a dos outros aviões em uso ( F-4 Phantom e o F-105 Thunderchief), pois era menos atingido uma vez que sua manobrabilidade permitia escapar ao fogo antiaéreo.

O Tigre mostrava as suas garras para o sucesso.

F-5BR[editar | editar código-fonte]

É uma grande modernização brasileira, onde o caça foi totalmente reconstruido. Com essa modernização, seu tempo de ação foi aumentado em 20 anos.

Upgrade[editar | editar código-fonte]

A USAF necessitava adicionar algumas capacidades ao F-5A para lhe dar mais capacidade de combate aéreo, em especial para enfrentar o MiG-21 soviético, que era enviado em grandes quantidades aos aliados de Moscou. Em Novembro de 1970, a Northrop apresentou um desenho à USAF, que permitiria realizar missões de superioridade aérea e enfrentar os MiG-21. Uma versão avançada do F-5, que seria conhecido como F-5E Tiger II. Uma encomenda de 325 aviões foi colocada, e os primeiros foram entregues em 1972. Mas só foram aceitos em serviço em 1973, e a versão biplace, F-5F, só surgiu em 1975.

Sucesso de vendas mundiais[editar | editar código-fonte]

Grandes encomendas para a Força Aérea do Vietnã se seguiram. A produção por outras empresas também, tais como Canadair (Canadá), CASA (Espanha), FFA (Suíça), Hanjin (Coréia do Sul) e AIDC (Taiwan).

Fácil de voar e pilotar, com baixo custo de aquisição, operação e manutenção, aliados à sua performance excepcional, fizeram do F-5 um novo padrão de referência. Além disso, possuía peças de reposição acessíveis e de fácil aquisição. Quando todo o resto falhava, o F-5 estava disponível. Quando da Guerra Irã-Iraque (entre 1980 e 1988), os F-14 iranianos, sem peças de reposição e pilotos treinados, eram usados como radares aéreos, para iluminar alvos aos F-5, únicos caças que permaneciam operacionais.

Modernização mundial[editar | editar código-fonte]

Interessante de que de todos os projetos realizados pela Northrop, o F-5 foi o avião menos badalado, e é certamente o que obteve maior êxito mundial, comparado aos fiascos posteriores. A empresa Northrop Grumman fabrica até hoje peças estruturais e componentes para o avião, facilitando a manutenção dos aviões. Vários programas de modernização dos F-5E/F têm sido desenvolvidos no mundo, como o F5 Tiger III da Força Aérea Chilena. A modernização dos painéis é fundamental nos tempos modernos. Aviões de ponta como o norte-americano F/A-18 Super Hornet e o francês Dassault Rafale possuem painéis eletrónicos de última geração, no qual o piloto pode utilizar comandos vocais para maior facilidade e maior interação.

Utilização nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

A USAF opera os T-38 como treinador avançado. Mais de 68 mil pilotos da Força Aérea Americana treinaram no legendário T-38, o primeiro treinador supersônico do mundo. Pilotos da OTAN também treinam nos T-38 dos Estados Unidos. A NASA também realiza treino de seus astronautas no T-38.

O Tigre no Brasil[editar | editar código-fonte]

Três F-5 em formação

No Brasil, a história do F-5 iniciou na prática em março de 1975, porém, ele esteve cotado para equipar a FAB desde 1965, em sua versão F-5A/B. Em 1967, ele foi novamente cogitado, desta vez como vetor do projeto SISDACTA. A preferência era para o F-4 Phantom, mas este foi vetado pelos americanos, que em contrapartida ofereceram o F-5C (versão proposta pela Northrop com melhorias baseadas no relatório de avaliação feito no Vietnã).

O impasse norte-americano favoreceu os franceses, tendo a FAB adquirido 16 Dassault Mirage III. Numa nova disputa internacional, realizada a partir de 1971 para substituir os AT-33A, na qual participaram o Fiat G-91, MB-326K, Harrier Mk-50, Jaguar GR1 e A-4F, saiu vencedor o caça da Northrop, agora em sua versão F-5E. Começava a longa história de sucesso do Tiger II na FAB, que continua até hoje e ainda deve durar até 2018.

As compras[editar | editar código-fonte]

F-5 e um Phantom juntos

A FAB recebeu 6 F-5B (FAB 4800 a 4805), 4 F-5F (FAB 4806 a 4809) e 58 F-5E (FAB 4820 a 4877) que foram adquiridos em dois lotes distintos. O primeiro lote em 1973, direto da fábrica (06 F-5B + 36 F-5E), ao valor de US$ 115 milhões e o segundo lote, em 1988, ex-USAF (04 F-5F e 22 F-5E), ao custo total de US$ 13,1 milhões. As primeiras aeronaves da "Operação Tigre", como ficou conhecido o translado do primeiro lote, foram entregues a partir de 28 de fevereiro de 1975 em Palmdale. Eram 3 F-5B, que chegaram ao Brasil no dia 06 de março do mesmo ano, sendo seguidos de outros 3 F-5B em 13 de maio. Em 12 de junho de 1975, chegavam os primeiros 4 F-5E à BAGL, dando início a uma ponte aérea que só terminaria em 12 de fevereiro do ano seguinte, totalizando 36 aeronaves.

Em 1985, depois de muito procurar, chegou-se a um acordo com o governo Reagan, que aceitou negociar 4 F-5F e 22 F-5E, que sairiam das fileiras da USAF, a um custo de US$ 13,1 milhões, uma bagatela. Por volta de Setembro de 2006, especulava-se a aquisição de 9 aeronaves F-5E Tiger II, usadas da Arábia Saudita, sendo 6 F-5E e 3 F-5F. Esta compra, entretanto, não foi adiante, vindo a Força Aérea Brasileira a adquirir um lote de aeronaves pertencentes à Real Força Aérea da Jordânia. No total foram compradas 11 aeronaves, sendo 8 F-5E monoplaces e 3 F-5F biplaces. As primeiras aeronaves vindas da Jordânia chegaram no Brasil em 19 agosto de 2008 e foram enviadas ao Parque de Material da Aeronáutica de São Paulo (PAMA-SP). Todas os F-5 ex-Jordânia deverão ser convertidos para o padrão F-5EM e F-5FM.

Esquadrões de F-5E/F[editar | editar código-fonte]

Unidade Sediada na Base Aérea de Manaus (BAMN)

  • 1º/4º GAV Esquadrão Pacau

Unidade Sediada na Base Aérea de Canoas (BACO)

  • 1º/14º GAV Esquadrão Pampa

Unidades Sediadas na Base de Santa Cruz (BASC)

  • 1º/1º GAV Esquadrão Jambock
  • 2º/1º GAV Esquadrão Pif-Paf

F-5EM - O tigre Brasileiro[editar | editar código-fonte]

O F5BR (F5M) é uma versão brasileira modernizada do caça F-5 Tiger II empregada na Força Aérea Brasileira. O projeto F5BR (posteriormente chamado de F5M) foi realizado pela Embraer, na sua Unidade de Gavião Peixoto, na cidade homônima, interior do estado de São Paulo, e pela AEL Sistemas, subsidiária da israelense Elbit, a pedido da FAB em 2000 e teve custo de US$ 285 milhões. A junção destas duas empresas deu origem à Harpia, que em 2011 foi integrada à nova unidade criada pela Embraer, a Embraer Defesa e Segurança. O projeto consistiu na aplicação de aviônicos de última geração, atualização dos sistemas de navegação, armamentos e auto-defesa, inclusive com equipamentos recentes de contra-medidas eletrônicas. A modernização destes caças foi uma alternativa ao Projeto FX original do governo Brasileiro a fim de conseguir um sistema de defesa aérea efetivo na segurança aérea brasileira.

Ela inclui a última tecnologia disponível, com a capacidade técnica de ambas empresas para desenvolver a solução certa para os cenários operacional e orçamentário da Força Aérea Brasileira. São aproximadamente 60 caças F-5E/F que foram atualizados entre 2001 e 2013 e irão assegurar a sua vida operacional por mais 15 anos. Até março de 2008, 23 aeronaves haviam sido modernizadas.[1] Entre 2008 e 2011, mais 23 unidades foram entregues à FAB e entre 2011 e 2013 foram mais 11 unidades modernizadas, além de um simulador de voo entregues à FAB.[2]

No início de 2011, foi criada a Embraer Defesa e Segurança, unidade da Embraer também sediada em Gavião Peixoto, que ficou responsável pela modernização, além dos F5, também de outros modelos da frota da FAB como o AMX e o ALX (Super Tucano).

O F5BR é considerado um caça de 4ª geração (os outros F5 são tidos como de 3ª), tem aviônicos e sistemas totalmente novos (os mesmos do A-29), o caça também opera os misseis nacionais MAA-1 Piranha, o trem de pouso também foi otimizado dando ao F5BR a capacidade de pousar em pistas em mal estado de conservação. O caça também tem o sistema REVO de reabastecimento em pleno voo.

A operação aérea Cruzex é realizada no Brasil a cada dois anos com a participação de forças aéreas sul americanas e da França. Nos exercícios de 2002 e 2004, era nítida a distância entre a FAB e a Armée de l'Air. Na CRUZEX 2006, o avanço conseguido pelo F-5M devido as modificações eletrônicas, surpreendeu a própria FAB e todas as forças aéreas convidadas. O avião agora possui seu sistema totalmente digital, e a FAB implantou mísseis BVR [3] Derby de origem israelense. Essas modificações mostraram no exercício militar a nova cara da FAB, ou seja, uma força que finalmente chegou a era digital e que introduz uma série de novos conceitos em operação, embora ainda esteja muito aquém do poderio aeronáutico apresentado por norte-americanos, russos, franceses e ingleses. A integração da aeronave Embraer EMB-145 AEW&C e o "novo" F-5 demonstrou ser letal, igualando ou vencendo o sistema equivalente da Força Aérea Francesa no exercício. O EMB-145 AEW&C possui um poderoso radar instalado, orientando os caças F-5 com seus mísseis.

Antigo Cockpit do Tigre. O cockpit do novo F-5Br é muito superior
Cockpit do novo F-5Br
Lateral
Frontal
Turbina
Dentro

Tecnologia de 4a Geração - A cabine totalmente provida de displays proporciona baixo esforço para o piloto e foi projetada para todas as condições de tempo, dia e noite, encontradas em todos os teatros de operação. Oferece dispositivo de manche e manete de potência combinados (HOTAS), dois computadores de alto desempenho e um sistema integrado de navegação INS/GPS.

Três MFDs (Mostradores Multifuncionais) - em cores e leitura HUD (mostrador projetado à frente/painel de controle à frente) levam ao que melhor existe em interface homem-máquina. Todos os sistemas e iluminação do F-5BR foram projetados para missões noturnas. Um vídeo VHS-C grava todos os dados pertinentes de dados e áudio para reprodução em voo ou no solo.

A tecnologia de 4ª geração permite que o F-5BR inclua HMD (mostrador montado no capacete), link para dados, Sistema de Planejamento de Missão, AACMI (Instrumentação Autônoma para Simulação e Avaliação de Manobras de Combate) e capacidade para treinamento virtual de voo.

Um avançado radar multi-modo - para medição de distância Ar-Ar, Ar-Terra e Ar-Mar, busca, rastreamento, rastreamento com varredura e combate aéreo será instalado no F-5BR, proporcionando condições de precisão, eficácia e auto-defesa. Permitirá rápida e efetiva operação do F-5BR.

Desempenho - O avião mantém as mesmas características operacionais comprovadas em combate dos F-5E/F que já estão em operação no Brasil, porém extremamente melhoradas e aperfeiçoadas por meio dos novos sistemas incluídos na solução Embraer-Elbit.

Sistemas de armamentos - O avião terá boa quantidade de armamentos convencionais e/ou inteligentes usados nos caças de nova geração, compatíveis com mísseis Além de Alcance Visual (BVR), bombas guiadas a laser, mísseis balísticos etc., e sensores para missões diurnas/noturnas sob qualquer tempo.

O F-5BR será compatibilizado com o armamento padrão da FAB existente no inventário, como o míssil ar-ar de pequeno alcance MAA-1, míssil ar-ar de médio alcance Derby, míssil Anti-radiação MAR-1, bem como bombas ("burras" e "inteligentes") e pods.

Sistemas de Auto-Defesa - Contra-medidas eletrônicas (ECM) testadas em combate, mais Receptor de Aviso de Radar (RWR) estão disponíveis. Baixa Assinatura ao Radar e assinatura infra-vermelha reduzidas garantem baixa suscetibilidade de detecção do avião.

Logística - Os programas de manutenção baseados nas condições dos aviões são baseados em equipamentos e componentes de última geração. Um Equipamento de Função BIT permite localização de falhas e sistema de diagnóstico que leva a reparações rápidas, garantindo elevada confiabilidade de voo.

Países que utilizam o "Tigre"[editar | editar código-fonte]

 Áustria

Força Aérea Austríaca: a título de empréstimo da Suíça - todas as aeronaves entregues e substituídas por Eurofighters

 Bahrein

Força Aérea do Barein: recebeu oito F-5E e dois F-5FS entre 1985 e 1987[4] .[necessário verificar]

Botswana

Força Aérea de Botsuana: adquiriu 10 CF-5A e 3 CF-5Ds atualizado do Canadá em 1996. Outros dois CF-5Ds foram comprados em 2000[5] .[necessário verificar]

 Brasil

Força Aérea Brasileira: Opera 57 F-5E/F (51 "E" e 6 "F").[6]

 Chile

Força Aérea do Chile: adquiriu 15 F-5Es 3 e F-5FS na década de 1970, sendo estes atualizados para o padrão III em 1993. Em 1995, complementou sua frota com 10 F-5E e 2 F-5FS provenientes de Honduras [7] . Dezesseis F-5E Tiger III seriam substituídos em 2009 por 16 F-16 MLU T5.[8] [onde?][quando?][necessário verificar]

 Etiópia

Força Aérea da Etiópia

Honduras

Força Aérea de Honduras

Indonésia

Força Aérea da Indonésia: Todos os 16 F-5E foram reformados desde 2005, mas estão na reserva em caso de uso futuro.

 Irã

Força Aérea da República Islâmica do Irã: 60 ou 75 F-5E e F operacionais; 140 inicialmente entregues. Um número desconhecido de caças HESA Saeqeh e HESA Azarakhsh derivados do F-5.

Jordânia

Força Aérea Real da Jordânia

 Quênia

Força Aérea do Quênia: Em julho de 2008, foi relatado que o Quênia iria gastar 1,5 bilhão para comprar 15 F-5, sendo 13 F-5E e 2 F-5F da Força Aérea da Jordânia[9] (incluindo treinamento e peças de reposição). Eles serão adicionados ou, eventualmente, substituir o F-5 da frota atual.[10] [ligação inativa]

 México

Força Aérea Mexicana: Opera oito F-5E e dois F-5F.[11]

 Marrocos

Força Aérea Real Marroquina: Opera 33F-5A/B, 9 F-5E/F e 24 F-5T III atualizados.

 Noruega

Força Aérea Real Norueguesa

Paquistão

Força Aérea Paquistanesa: a título de empréstimo da Força Aérea Real da Jordânia durante um conflito contra a Índia.

Paraguai

Força Aérea Paraguaia: Em 1996, Taiwan anunciou a doação de 10 F-5E e 2 F-5F da FAP. A doação nunca se concretizou porque o governo paraguaio à época teria preferido, por sua vez, mais helicópteros Bell UH-1H. Taiwan doou 10 UH-1H, entre 1996 e 2003.

Taiwan

Força Aérea da República da China: Primeiramente recebeu os F-5A e B em 1965. De 1973 a 1986, Taiwan produziu 308 F-5E e F sob licença. Mais tarde, produziu lotes no estilo do F-20, com nariz achatado e alargado.[12] .[ligação inativa]

Arábia Saudita

Força Aérea Real Saudita: Possui 110 F-5E/F retirados do serviço ativo cumprindo o papel de treinadores, alguns esquadrões como #10, com base em Taif, serão substituídos pelo Eurofighter Typhoon.

 Singapura

Força Aérea da República de Singapura

 Coreia do Sul

Força Aérea da República da Coreia

 Espanha

Força Aérea Espanhola, como treinadores avançados.

Sudão

Força Aérea do Sudanesa: 10 F-5E e dois F-5F foram entregues em 1978, um dos F-5F foi vendido para a Jordânia. Dois F-5s deserdaram para o Sudão a partir da Etiópia, durante a crise de Ogaden.

Suíça

Força Aérea Suíça

 Tailândia

Força Aérea Real da Tailândia: antigos F-5A/B e F-5E/F serão retirados de serviço em 2011, sendo substituídos pelo JAS-39 Gripen. Os F-5T Tiger atualizados continuarão a servir no futuro.

 Tunísia

Força Aérea da Tunísia

 Turquia

Força Aérea da Turquia: Mais de 200 F-5A/B e NF-5A/B foram comprados de vários países. Entre 40 e 50 deles foram atualizados para o padrão F-5/2000 durante a década de 2000 para servir às equipes de acrobacias aéreas "Estrelas Turcas".[13] No total, 50 NF-5A e 25 NF-5B permanecerão operacionais.[14]

 Estados Unidos
 Venezuela

Força Aérea Venezuelana

 Vietname

Força Aérea Popular do Vietnã: (vários aviões capturados). Um F-5E (nº série 73-00867) foi transferido para a União Soviética para os voos de avaliação, ou seja, contra o MiG-21bis.[15] [quem?][necessário verificar]

Iémen/Iêmen

Força Aérea do Iêmen

Operadores Primários[editar | editar código-fonte]

 Canadá

Forças Armadas Canadenses

 Grécia

Força Aérea Helênica

 Malásia

Força Aérea Real da Malásia

 Países Baixos

Força Aérea Holandesa

Filipinas

Força Aérea Filipina : recebeu em 1967 22 F-5A e 8 F-5B, que foram retirados de serviço em 2006. Dois F-5BS serão atualizados. Recebeu pelo menos 8 F-5A de Taiwan em 1988/1989.

Vietnã do Sul

Força Aérea do Vietnã

Especificações do F-5/E[editar | editar código-fonte]

F-5E/F.

Northrop F-5 Tiger II

  • Comprimento: (m) 14,45
  • Envergadura: (m) 8,15
  • Altura: (m) 4,08
  • Motores/Empuxo: 2x GE J85-GE-21B (2,265 kg)
  • Velocidade máxima: 1954 km/h(mach 1.595), segundo a Northrop
  • Peso max. decol (kg): 11,187
  • Vel. cruzeiro: 1.044 km/h
  • MMO/VMO: 1.750 km/h
  • Alcance (km): 2.470
  • Teto de Serviço: 15,590
  • Tripulação: 1 (F-5E), 2 (F-5F)
  • Armamento: dois canhões M39A2 de 20 mm, com 280 projéteis por arma, mais dois mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder nas pontas das asas e cinco pontos que podem levar até 3.170 kg de armamentos.

Notas

  1. Embraer entrega 23º jato F-5 modernizado à FAB Embraer (31 de março de 2008). Visitado em 8 de fevereiro de 2014.
  2. Embraer Defesa e Segurança modernizará 11 caças F-5 adicionais para a FAB Defesanet (14 de abril de 2011). Visitado em 8 de fevereiro de 2014.
  3. Beyond Vision Range, ou seja, mísseis com alcance além do visual
  4. Lake and Hewson 1996, p.90.
  5. "Botswana buys CF-5s"
  6. Defesa BR. "Os F-5M da FAB". defesabr.com, 2008.
  7. Lake and Hewson 1996, pp. 92–93.
  8. "Chile to increase F-16 fleet." milaviapress.com. Acessado em 9 de janeiro de 2010.
  9. Kenyan military aviation OrBat
  10. "Kenya." eastandard.net. Acessado em 9 de janeiro de 2010
  11. "Mexican military aviation." OrBat. Acessado em 9 de janeiro de 2010
  12. Baugher, Joe. "Northrop F-5E/F in Service with Taiwan." Northrop F-5, 2 January 2000. Retrieved: 7 October 2009.
  13. "Turkish Air Force." scramble.nl. Acessado em 9 de janeiro de 2010.
  14. "Turkish military aviation OrBat." milaviapress.com. Acessado em 8 de novembro de 2009.
  15. Gordon 2008, pp. 403–410.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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