FIBRE (Future Internet testbeds / experimentation between BRazil and Europe)

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FIBRE é um projeto de pesquisa financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Comissão Europeia no âmbito do Programa de Cooperação FP7, objetivo FP7-ICT-2011-EU-Brazil Research and Development. O objetivo principal do projeto é a concepção, implementação e validação de uma instalação compartilhada para pesquisa em Internet do Futuro (FI), permitindo que a pesquisa experimental em infra-estrutura de rede e aplicações distribuídas.


FIBRE - Future Internet testbeds/experimentation between Brazil and Europe[editar | editar código-fonte]

Contribuindo para a inserção do Brasil, e da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), nas discussões globais sobre Internet do Futuro, o projeto FIBRE foi criado para projetar, implementar e validar uma infraestrutura compartilhada para realizar pesquisa experimental em IF, para atender o uso conjunto por pesquisadores europeus e brasileiros. FIBRE foi um dos projetos selecionados pela primeira Chamada Coordenada Brasil- União Europeia em TICs. Iniciado em outubro de 2011 e com duração de 30 meses, o projeto conta com a participação de quinze instituições, sendo 9 no Brasil, incluindo a RNP, 5 na Europa e 1 na Austrália.

O FIBRE propõe realizar as seguintes atividades para alcançar estas metas:

  • desenvolvimento e operação de um novo ambiente de experimentação (testbed) no Brasil, incluindo a instalação de equipamentos de apoio à experimentação em diversas tecnologias de rede, tanto de tecnologia fixa como sem fio. Desenho e implementação de um arcabouço de controle (CMF - Control and Monitoring Framework) para automatizar o uso e a operação do testbed.
  • federação das instalações experimentais brasileiras com testbeds europeus (e.g. OFELIA, OneLab e NITOS), tanto no nível de conectividade física quanto no nível do arcabouço de controle, para apoiar o aprovisionamento para um experimento de uma fração dos recursos de rede, de computadores, de armazenamento e de outros dispositivos disponíveis nos testbeds instaladas nas duas regiões.
  • implementação de aplicações piloto de utilidade pública para demonstrar o potencial do testbed FIBRE.

As instituições brasileiras que participam do FIBRE têm um grande desafio pela frente: montar um ambiente de experimentação que integre os recursos disponíveis em cada instituição. Uma vez construído, esse testbed brasileiro será conectado aos testbeds europeus já existentes, dando origem à infraestrutura de experimentação conjunta que interligará Brasil e Europa.

Para alcançar essa meta, cada um dos parceiros brasileiros abrigará um nó, ou “ilha de experimentação”, do testbed. Este nó terá um núcleo comum de comutadores habilitados para OpenFlow, conjuntamente com seu(s) controlador(es), bem como um cluster de servidores de computação e armazenamento e outro conjunto de nós sem fio programáveis, ambos apropriadamente virtualizados.

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