Língua Negra de Mordor

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A Língua Negra de Mordor é um idioma artificial criado por J.R.R.Tolkien para Mordor, um reino fictício de sua obra, O Senhor dos Anéis. De acordo com o mito, Sauron, senhor de Mordor, criou a Língua Negra, para ser falada por todos os servos de seu reino, substituindo vários dialetos dos Orcs e outros idiomas de seus servos. Tolkien descreve a língua como tendo duas formas, a antiga e mais "pura", falada por Sauron e por seus soldados mais importantes como os Nazgûl e a mais simples, usadas pelos soldados de baixo escalão.

História[editar | editar código-fonte]

A Língua Negra foi baseada provavelmente no Valarin, a língua dos Valar e Maiar (sendo o próprio Sauron dessa última divisão). Pode ser que ela tenha elementos do Quenya, o Alto-élfico.

Tendo criado a Língua Negra para ser desagradável, J.R.R.Tolkien não gostava de escrever usando-a (de acordo com o escritor, ele certa vez recebeu de um fã um cálice com a inscrição do Um Anel em Língua Negra, e, considerando o cálice desagradável, usava-o como cinzeiro). Como resultado, a Fala Negra é uma das línguas mais fragmentadas das histórias do professor Tolkien. As forças do bem recusam-se a pronunciá-la em voz alta, já que ela atrai o Olho de Sauron. Diferentemente do Élfico, não há poemas e canções escritas nessa língua, à exceção da Inscrição do Um Anel.

Exemplos do Idioma Negro[editar | editar código-fonte]

O único exemplo dado por Tolkien na pura Língua Negra é a inscrição do Um Anel:

Ash nazg durbatulûk, ash nazg gimbatul,
ash nazg thrakatulûk, agh burzum-ishi krimpatul.

Ou, traduzido:

Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer, e na Escuridão aprisioná-los.

Outros exemplos incluem palavras encontradas nos apêndices de O Senhor dos Anéis ou no decorrer do texto de As Duas Torres

Usos no filme[editar | editar código-fonte]

A inscrição do Anel e sua tradução mostram ser a Língua Negra extremamente aglutinante. Para o filme O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel, o linguista encarregado, David Salo, usou o pouco que se sabe sobre a língua para criar o suficiente para ser usado no filme, que é geralmente chamada pelos Tolkienistas de Neo-Fala Negra. Duas frases foram criadas para o filme: Gu kibum kelkum-ishi, burzum-ishi. Akha-gum-ishi ashi gurum., ou "Não há vida no frio, na escuridão. Aqui, no vazio, só há morte."

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]