Farah Jorge Farah
Farah Jorge Farah (São Paulo, 1949) é um ex-cirurgião plástico brasileiro de ascendência libanesa, formalmente acusado e condenado em primeira instância[1] por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e não dar chance de defesa à vítima) e ocultação e destruição de cadáver. O crime, cometido no dia 24 de janeiro de 2003, com requintes de crueldade, foi praticado contra sua amante Maria do Carmo Alves, na época com 46 anos. A fim de dificultar a identificação do cadáver, Farah removeu cirurgicamente as peles faciais, das mãos e pés da vítima antes de esquartejar e despojar os restos da mulher em sacos de lixo que foram guardados no carro. Seu exame psicológico realizado através do Teste de Rorschach o considerou como um não psicopata e a psiquiatra que realizou o teste o classificou como "descontroladinho".[2]
Por 4 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal concedeu no dia 29 de maio de 2007 um Habeas Corpus (HC 89238) para libertá-lo e aguardará a decisão final da justiça em liberdade.[3] Atualmente é aluno da Universidade Federal de São Paulo e Universidade Paulista.[4]
Referências
- ↑ Aiuri Rebello (18 de abril de 2008). Ex-médico condenado a 13 anos de prisão O Globo Online. Página visitada em 18 de abril de 2008.
- ↑ O Globo. "Psiquiatra diz que médico que esquartejou a cliente era descontroladinho". . (página da notícia visitada em 18/11/2009)
- ↑ STF concede Habeas Corpus a Jorge Farah Juristas.com.br (30 de maio de 2007). Página visitada em 18 de abril de 2008.
- ↑ Portal G1. "17/04/2010 08h07 - Atualizado em 17/04/2010 08h30 Condenado por matar e esquartejar paciente enfrenta hostilidade na USP". . (página da notícia visitada em 17/04/2010)