Malásia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Federação da Malásia)
Ir para: navegação, pesquisa
Malaysia
Bandeira da Malásia
Brasão das armas
Bandeira Brasão de armas
Lema: "Bersekutu Bertambah Mutu"
"A unidade é a força"
Hino nacional: Negaraku
"Meu país"
Gentílico: malaio; malásio; malasiano; malaico

Localização  Malásia

Localização da Malásia no mundo.
Capital Kuala Lumpur
Cidade mais populosa Kuala Lumpur
Língua oficial Malaio e inglês
Governo Monarquia eletiva constitucional
Democracia parlamentarista
 - Rei (Yang di-Pertuan Agong) Abdul Halim
 - Primeiro-ministro Najib Tun Razak
 - Vice-primeiro-ministro Muhyiddin Yassin
Independência do Reino Unido 
 - Federação Malaia 31 de agosto de 1957[1]  
 - Federação (com Sabá, Sarawak e Singapuraa ) 16 de setembro de 1963[2]  
 - Expulsão de Singapura 9 de Agosto de 1965 
Área  
 - Total 329 847 km² (66.º)
 - Água (%) 0,3
População  
 - Estimativa de 2010 28 334 135[3] hab. (43.º)
 - Censo 2000 24 821 286 hab. 
 - Densidade 83 hab./km² (110.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2014
 - Total US$ 746,821 bilhões*[4]  
 - Per capita US$ 24 520[4]  
PIB (nominal) Estimativa de 2014
 - Total US$ 336,913 bilhões*[4]  
 - Per capita US$ 11 062[4]  
IDH (2013) 0,773 (62.º) – elevado[5]
Gini (2002) 46,1
Moeda Ringgit (MYR)
Fuso horário MST (UTC+8)
 - Verão (DST) (UTC+8)
Cód. ISO MYS
Cód. Internet .my
Cód. telef. +60
Website governamental www.malaysia.gov.my

Mapa  Malásia

a  Singapura se tornou um país independente em 9 de agosto de 1965.[6]

A Malásia (em inglês: e malaio: Malaysia) é um país do Sudeste Asiático que compreende dois territórios distintos: a parte sul da península Malaia e ilhas adjacentes, e uma seção do norte da ilha de Bornéu. A península da Malásia confina a norte com a Tailândia, a leste com o mar da China Meridional, e a sul e a oeste com o estreito de Malaca, fazendo fronteiras marítimas com a Indonésia, a leste, sul e oeste, com Singapura a sul e com o Vietname a nordeste. A Malásia Insular limita a oeste e a norte com o mar da China Meridional, a norte com o Brunei, a leste com o mar de Sulu e a sul com a Indonésia, fazendo fronteira marítima com as Filipinas a norte e a leste. A capital do país é Kuala Lumpur, sendo Putrajaia a sede do governo federal.

A nação tem suas origens no reino malaio presente na área, que, a partir do século XVIII, tornou-se sujeito ao Império Britânico. Os primeiros territórios britânicos eram conhecidos como os Estabelecimentos dos Estreitos, cuja criação foi seguida pelos reinos malaios se tornando protetorados britânicos. Os territórios na península da Malásia foram unificados pela primeira vez como a União Malaia em 1946, sendo reestruturada como a Federação Malaia em 1948, e alcançando a independência em 31 de agosto de 1957. A federação uniu-se com o Norte de Bornéu, Sarawak e Singapura em 16 de setembro de 1963, para dar ao novo país o nome de Malásia. Menos de dois anos depois, em 1965, Singapura foi expulsa da federação.

O país é multiétnico e multicultural, o que desempenha um grande papel na política. A constituição declara o islamismo como a religião oficial, ao mesmo tempo em protege a liberdade de religião. A Malásia é uma monarquia eletiva constitucional federal e seu sistema de governo é muito semelhante ao modelo do Sistema Westminster e o sistema legal é baseado na common law. O chefe de Estado é o rei, conhecido como o Yang di-Pertuan Agong. Ele é um monarca eleito entre os governantes hereditários dos nove estados malaios a cada cinco anos. O chefe de governo é o primeiro-ministro.

Desde a independência, a Malásia teve um dos melhores registros econômicos na Ásia, com uma economia crescendo em média 6,5% ao ano. A economia tem sido tradicionalmente alimentada por seus recursos naturais, mas está em expansão nos setores de ciência, turismo, comércio e turismo médico. Hoje, a Malásia tem uma economia de mercado recém-industrializada, ficando em terceiro lugar no Sudeste Asiático e sendo a 29.ª maior economia no mundo. É membro fundador da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), da Cúpula do Leste Asiático e da Organização para a Cooperação Islâmica, e tornou-se membro da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, da Comunidade de Nações e do Movimento Não Alinhado.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome Malásia é uma combinação da palavra "malaio" e do sufixo greco-latino "-σία/-sia".[7] A palavra melayu, do idioma malaio, pode derivar das palavras em tâmil malai e ur, que significam "montanha" e "cidade, terra", respectivamente.[8] [9] [10] Malayadvipa era a palavra usada por comerciantes indianos antigos para se referir à península malaia.[11] [12] [13] [14] [15] Além dessa hipóteses, a palavra melayu (ou mlayu) pode ter sido usada no antigo malaio/javanês para se referir a "acelerar ou correr de forma constante". Este termo foi criado para descrever a forte correnteza do rio Melayu, em Sumatra.[16] O nome foi mais tarde, possivelmente, adotado pelo Reino Melayu, que existiu no século VII em Samatra.[17]

História[editar | editar código-fonte]

Primeiros povos[editar | editar código-fonte]

Evidências de habitação humana moderna na região da atual Malásia remontam há 40 mil anos.[18] Acredita-se que os primeiros habitantes da Malásia Peninsular tenham sido os negritos.[19] Os comerciantes e colonos da Índia e da China chegaram no século I, estabelecendo portos e cidades costeiras nos séculos II e III. A presença deles resultou em uma forte influência das culturas indiana e chinesa sobre as culturas locais e os povos da Península Malaia começaram a praticar religiões como o hinduísmo e o budismo. Inscrições em sânscrito surgem nos séculos IV ou V.[20] O reino de Langkasuka surgiu por volta do século II, no norte da Península Malaia e durou até por volta do século XV.[21] [22] Entre os séculos VII e XIII, grande parte do sul da Península Malaia era parte do Império Srivijaya. Após a queda de Srivijaya, o império Majapahit teve influência sobre a maior parte da península e do arquipélago malaio.[23] O islamismo começou a se espalhar entre os malaios no século XIV.[24] No início do século XV, Parameswara, um príncipe do antigo império Srivijaya, fundou o Sultanato de Malaca, geralmente considerado o primeiro Estado independente na área da península. A cidade de Malaca foi um importante centro comercial durante este período, atraindo o comércio de toda a região.[25]

Colonização europeia[editar | editar código-fonte]

Representação artística do ataque português contra Malaca liderado por Afonso de Albuquerque em 1511. O evento marcou o início do domínio europeu do Arquipélago Malaio

Em 1511, Malaca foi conquistada pelo Império Português,[24] após o que foi tomado pelos neerlandeses em 1641. Em 1786, o Império Britânico estabeleceu-se na Malásia, quando o sultão de Kedah arrendou Penang para a Companhia Britânica das Índias Orientais. Os britânicos obtiveram a cidade de Singapura em 1819[26] e, em 1824, assumiram o controle de Malaca após o Tratado Anglo-Neerlandês. Em 1826, os britânicos controlavam diretamente Penang, Malaca, Singapura e a ilha de Labuan, que eles estabeleceram como a colônia da coroa dos Estabelecimentos dos Estreitos. Por volta do século XX, os estados de Pahang, Selangor, Perak e Negeri Sembilan, conhecidos em conjunto como Estados Federados Malaios, tinham residentes britânicos nomeados para aconselhar os governantes locais, a quem os governantes eram obrigados a submeter-se por conta de um tratado.[27] Os restantes cinco estados da península, conhecidos como Estados Malaios Não-Federados, embora não estivessem diretamente sob o domínio britânico, também aceitaram conselheiros britânicos por volta da virada do século XX. O desenvolvimento na península e no Bornéu era geralmente separado até o século XIX. Sob a administração britânica a imigração de chineses e indianos para servir como trabalhadores foi encorajada.[28] A área atual de Sabah ficou sob controle britânico como Bornéu do Norte, quando tanto o sultão de Brunei como o sultão de Sulu transferiram seus respectivos direitos territoriais de propriedade, entre 1877 e 1878.[29] Em 1842, Sarawak foi cedida pelo sultão de Brunei a James Brooke, cujos sucessores a governaram como "rajás brancos" sobre um reino independente até 1946, quando então tornou-se uma colônia da coroa.[30]

Independência[editar | editar código-fonte]

O Edifício Sultão Abdul Samad, que foi construído durante a administração britânica, agora é o local das comemorações anuais do Dia da Malásia.

Na Segunda Guerra Mundial, o exército do Império do Japão invadiu e ocupou Malaya, Bornéu do Norte, Sarawak e Singapura por mais de três anos. Durante este período, tensões étnicas foram levantadas e o nacionalismo cresceu.[31] O apoio popular para a independência aumentou após Malaya ser reconquistada pelas Forças Aliadas.[32] Os planos britânicos no pós-guerra de unir a administração de Malaya sob uma única colônia da coroa chamada de União Malaia teve forte oposição dos malaios, que se opunham ao enfraquecimento dos governantes locais e à concessão de cidadania para chineses. A União Malaia, criada em 1946 e que consistia de todas as possessões britânicas na península malaia, com excepção de Singapura, foi rapidamente dissolvida e substituída pela Federação da Malásia, que restaurou a autonomia dos governantes dos estados malaios sob domínio britânico.[33] Durante esta época, os rebeldes, em sua maioria chineses, sob a liderança do Partido Comunista da Malásia, começaram operações de guerrilha destinadas a expulsar os britânicos de Malaya. O levante malaio ocorreu entre 1948 e 1960 e envolveu uma campanha anti-insurgência por tropas da Commonwealth na Malásia.[34] Após isto, um plano foi posto em prática para criar uma federação malaia com as colônias da coroa do Bornéu do Norte (que aderiu como Sabah), Sarawak e Singapura. A data proposta para a criação da federação foi 31 agosto de 1963, no entanto a data foi adiada para 16 de setembro de 1963 devido à oposição de Sukarno, da Indonésia, e do Partido Povos Unidos de Sarawak.[35]

A federação trouxe um aumento das tensões, incluindo um conflito com a Indonésia, a saída de Singapura da federação em 1965,[36] [37] além de conflitos étnicos que culminaram nos distúrbios raciais de 13 de maio de 1969.[38] Depois dos tumultos, a controversa "Nova Política Econômica" foi lançada pelo primeiro-ministro Tun Abdul Razak com o objetivo de aumentar a parcela da economia realizada pelos bumiputera, termo usado para os malaios étnicos.[39] Durante o governo do primeiro-ministro Mahathir bin Mohamad, houve um período de rápido crescimento econômico e urbanização no início da década de 1980. A economia deixou de ser baseada na agricultura para ter como base a manufatura e a indústria. Vários megaprojetos foram concluídos, como as Petronas Towers, a Autoestrada Norte-Sul, o Super Corredor Multimídia e a nova capital administrativa federal de Putrajaya.[40] No entanto, no final de 1990 a crise financeira asiática quase causou o colapso da moeda local e dos mercados de ações e imobiliário.[41]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Monte Kinabalu, em Bornéu, o ponto mais alto do país

A Malásia é o 67.º maior país por área territorial total, com uma área de 329 847 quilômetros quadrados. A nação malaia tem fronteiras terrestres com a Tailândia a oeste e com a Indonésia e Brunei a leste.[42] O país está ligado com Singapura por uma ponte. O país também tem fronteiras marítimas com o Vietnã[43] e as Filipinas.[44] As fronteiras terrestres são definidas em grande parte por características geológicas, tais como os rios Perlis e Golok e o Canal Pagalayan, enquanto algumas das fronteiras marítimas ainda estão em disputa.[42] Brunei forma o que é quase um enclave no território da Malásia,[45] sendo que o estado de Sarawak divide o pequeno país em duas partes. A Malásia é o único país com território no continente asiático e no arquipélago malaio.[46] Tanjung Piai, localizado no sul do estado de Johor, é o extremo sul da Ásia continental.[47] O Estreito de Malaca, situado entre Samatra e a península da Malásia, é uma das vias mais importantes no comércio global, por onde passa 40% do comércio do mundo.[48]

Os pináculos de calcário no Monte Api, parte do Parque Nacional Gunung Mulu

As duas partes da Malásia, separadas uma da outra pelo Mar da China Meridional, compartilham uma paisagem bastante semelhante, visto que tanto a Malásia Peninsular quanto a Malásia Oriental apresentam planícies costeiras que no interior transformam-se em colinas e montanhas.[42] A região peninsular contém 40% do território do país[46] e se estende por 740 km de norte a sul, sendo que sua largura máxima é de 322 km.[49] A península malaia está dividida entre as suas costas leste e oeste pelas Montanhas Titiwangsa,[50] que chegam a uma altitude de 2 183 metros no Monte Korbu[51] e são parte de uma série de cadeias de montanhas que funcionam abaixo do centro da península.[46] Estas montanhas são muito arborizadas[52] e, principalmente, compostas de granito e outras rochas ígneas, muitas das quais foram corroídas, criando uma paisagem cárstica.[46] A cordilheira é a origem de alguns dos sistemas de rios da península.[52] As planícies costeiras que rodeiam a península alcançam uma largura máxima de 50 km e o litoral da península tem 1 931 km de extensão, embora portos estejam disponíveis apenas no lado ocidental.[49]

A Malásia Oriental, na ilha de Bornéu, tem um litoral de 2 607 km.[42] Ela é dividida entre regiões costeiras, montanhas e vales, com um interior montanhoso.[46] A Cordilheira Crocker estende-se para o norte a partir de Sarawak,[46] na divisão com o estado de Sabah. É a localização do Monte Kinabalu, que tem 4 095 metros de altura[53] [54] e é a montanha mais alta na Malásia. O Monte Kinabalu é protegido pelo Parque Nacional de Kinabalu, um Patrimônio Mundial da UNESCO.[55] As maiores cadeias de montanhas formam a fronteira entre a Malásia e a Indonésia. Em Sarawak estão as cavernas Mulu, o maior sistema de cavernas do mundo.[46]

Biodiversidade[editar | editar código-fonte]

Flor da espécie Rafflesia arnoldii, a maior do mundo, que pode atingir 106 cm de diâmetro e pesar até 11 kg.[56]

A Malásia assinou a Convenção sobre Diversidade Biológica, no Rio de Janeiro, em 12 de junho de 1993 e tornou-se uma parte da convenção em 24 de junho de 1994.[57] O país posteriormente produziu uma Estratégia de Biodiversidade e Plano de Ação Nacional, que foi recebida pela convenção em 16 de abril de 1998.[58]

O país é considerado megadiverso, com um elevado número de espécies e altos níveis de endemismo.[59] Estima-se que o território da Malásia contenha 20% das espécies animais do planeta.[60] Os altos níveis de endemismo são encontrados nas diversas florestas das montanhas de Bornéu, onde as espécies são isoladas uma da outra por uma floresta de várzea.[46]

Existem cerca de 210 espécies de mamíferos,[61] além de mais de 620 espécies de aves na península da Malásia,[60] sendo que muitas são endêmicas das montanhas da região. Um grande número de espécies de aves endêmicas também são encontradas em Bornéu.[46] A biodiversidade do país abrange também 250 espécies de répteis, 150 espécies de cobras,[62] 80 espécies de lagartos,[61] 150 espécies de rãs[61] e milhares de espécies de insetos.[61]

A zona econômica exclusiva da Malásia é 1,5 vezes maior do que a sua área em terra[63] e algumas de suas águas estão no Triângulo de Coral, um local de grande biodiversidade.[64] As águas em torno da ilha de Sipadan são as mais biodiversas.[60] Na Malásia Oriental, o Mar de Sulu é o lar de vários tipos de seres vivos, com cerca de 600 espécies de corais e 1200 espécies de peixes.[65] A biodiversidade única das cavernas do país atrai ecoturistas de todo o mundo.[66] Cerca de dois terços da Malásia estão cobertos por florestas[49] e estima-se que algumas existam há cerca de 130 milhões de anos.[61] As florestas são dominadas por plantas da família Dipterocarpaceae.[67] Existem cerca de 14 500 espécies de plantas com flores e árvores.[61]

Clima[editar | editar código-fonte]

Em torno das duas metades da Malásia há várias ilhas, sendo a maior Banggi.[68] O clima local é equatorial e caracteriza-se pelas monções anuais sudoeste (abril a outubro) e nordeste (outubro a fevereiro).[49] A temperatura é moderada pela presença dos oceanos ao redor. A umidade é geralmente alta e a precipitação média anual é de 250 cm. Os climas da península e da parte oriental diferem, sendo que o clima na península é diretamente afetado pelo vento do continente, ao contrário do clima mais marítimo do Oriente. Os climas locais podem ser dividido em três regiões: montanhas, planícies e costeiro. A mudança climática é susceptível de afetar os níveis do mar e as chuvas, aumentando os riscos de inundação e levando a secas.[49]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Kuala Lumpur, capital e maior cidade do país.
Densidade populacional no território do país.

Segundo o censo 2010, a população da Malásia era de 28 334 135 habitantes,[3] o que classifica o país como 42.º mais populoso do mundo. A população malaia é composta por muitos grupos étnicos. Em 2010, os cidadãos malaios, dos quais 67,4% eram bumiputera, compunham 91,8% da população.[69] De acordo com a definição constitucional, os malaios são muçulmanos que praticam os costumes e a cultura malaia. Eles desempenham um papel dominante politicamente.[70] O estatuto de bumiputera também é concedido a certos povos indígenas não malaios, como tais, khmers, chames e os nativos de Sabah e Sarawak. Os bumiputera não malaios constituem mais de metade da população de Sarawak e mais de dois terços da população da Sabah.[42] Existem também grupos aborígenes em muito menor número na península, onde são conhecidos coletivamente como Orang Asli.[71] As leis sobre a quem pode ser atribuído o estatuto bumiputera variam entre os estados malaios.[72]

Outras minorias que não têm o estatuto bumiputera compõem uma grande quantidade da população. Cerca de 24,6 por cento da população é de ascendência chinesa, enquanto que os de ascendência indiana compreendem a 7,3 por cento da população.[69] Os chineses têm sido historicamente dominantes na comunidade de negócios e do comércio do país e formam parte significativa da população de Penang. Os imigrantes da Índia, a maioria deles tâmeis, começaram a chegar na Malásia no início do século XIX.[73] [74] A cidadania malaia não é concedida automaticamente para os nascidos na Malásia, mas é concedida a uma criança nascida de dois pais malaios que estiverem fora da Malásia. A dupla nacionalidade não é permitida.[75] A cidadania nos estados de Sabah e Sarawak, em Bornéu, são distintas da cidadania na península da Malásia para fins de imigração. Para cada cidadão é emitido um cartão de identidade com um chip inteligente biométrico, conhecido como MyKad, a partir dos 12 anos de idade e que a pessoa deve manter por toda a vida.[76]

A taxa de mortalidade infantil em 2009 foi de 6 óbitos por mil nascimentos e a expectativa de vida ao nascer em 2009 era de 75 anos.[77] Com o objetivo de desenvolver a Malásia como um destino de turismo médico, 5 por cento do orçamento do governo investido em desenvolvimento do setor social é gasto em assistência médica.[78] A população do país está concentrada na península da Malásia,[79] onde 20 milhões dos cerca de 28 milhões de malaios vivem.[24] Cerca de 70 por cento da população é urbana.[42] Kuala Lumpur é a capital[42] e a maior cidade da Malásia,[80] assim como o seu principal centro comercial e financeiro.[81] Putrajaya, uma cidade planejada e construída a partir de 1999, é a sede do governo,[82] visto que muitos ramos do executivo e do judiciário do governo federal se mudaram para lá para aliviar o congestionamento crescente dentro de Kuala Lumpur.[83] Devido ao aumento nas indústrias de trabalho intensivo,[84] estima-se que o país tenha mais de 3 milhões de trabalhadores migrantes; ou cerca de 10 por cento da população.[85] Uma ONG com sede em Sabah estima que das 3 milhões de pessoas que compõem a população de Sabah, 2 milhões são imigrantes ilegais.[86] A Malásia abriga uma população de refugiados e requerentes de asilo que somam aproximadamente 171,5 mil pessoas. Dessa população, cerca de 79 mil são de Myanmar, 72,4 mil das Filipinas e 17,7 mil da Indonésia.[87]

Cidades mais populosas[editar | editar código-fonte]

Religiões[editar | editar código-fonte]

Religião na Malásia (2010)
Islamismo
  
61,3%
Budismo
  
19,8%
Cristianismo
  
9,2%
Hinduísmo
  
6,3%
Confucionismo, taoismo
e outras religiões chinesas
  
1,3%
Nenhuma/Sem dados
  
3,2%

A Constituição da Malásia garante a liberdade de religião, ao mesmo tempo que declara o islamismo a religião oficial.[89] De acordo com o Recenseamento da População e Habitação de 2010, etnia e crenças religiosas estão altamente correlacionados. Aproximadamente 61,3% da população é adepta do islamismo, 19,8% pratica o budismo, seguida do cristianismo (9,2%), do hinduísmo (6,3%) e do confucionismo, taoísmo e outras religiões tradicionais chinesas, com 1,3%. Cerca de 0,7% da população declararam não ter nenhuma filiação religiosa e 1,4% restante praticam outras religiões ou não responderam qualquer informação.[90] A escola de jurisprudência do islamismo sunita de Shafi é o ramo dominante do islamismo na Malásia.[91]

Ainda conforme a constituição malaia, nesta está definido estritamente o que é um "cidadão malaio", considerando-se aqueles que são muçulmanos, falam o idioma malaio regularmente, praticam costumes malaios e vivem ou têm antepassados ​​de Brunei, Malásia e Singapura.[92]

Mesquita Sultão Salahuddin Abdul Aziz em Shah Alam.

As estatísticas do censo de 2010 indicam que 83,6% da população de origem chinesa que vive no país identifica-se como budista, com um número significativo de adeptos também do taoísmo (3,4%) e cristianismo (11,1%), juntamente com pequenas populações muçulmanas hui em algumas áreas, como Penang. A maioria da população de origem indiana residente na nação segue o hinduísmo (86,2%), com uma minoria significativa identificando-se como cristãos (6,0%) ou muçulmanos (4,1%). O cristianismo é a religião predominante da comunidade não malaia (46,5%), com um adicional de 40,4% se identificando como muçulmanos.[90]

Os muçulmanos são obrigados a seguir as decisões dos tribunais Syariah em questões relacionadas com a sua religião. A competência dos tribunais Syariah se limita aos muçulmanos em questões como casamento, herança, divórcio, apostasia, conversão religiosa, custódia, entre outros. Não há outras infracções criminais ou civis sob a jurisdição dos tribunais da Syariah, que têm uma hierarquia semelhante aos tribunais civis. Apesar de serem os tribunais supremos da terra, os tribunais civis não interferem em assuntos relacionados com práticas islâmicas.[93]

Línguas[editar | editar código-fonte]

A língua oficial da Malásia é o malaio.[94] A terminologia, de acordo com a política do governo, é Bahasa da Malásia (literalmente "língua malasiana")[95] mas a legislação continua a referir-se à língua oficial como Bahasa Melayu (literalmente "língua malaia").[96] Historicamente, o inglês era a língua administrativa de facto, com o malaio tornando-se a língua predominante após os motins raciais de 1969.[97]

Distribuição dos idiomas falados no território malaio.

O inglês continua a ser uma segunda língua ativa, com seu uso permitido para determinados fins oficiais nos termos da Lei Nacional de Línguas, de 1967[98] , e serve como meio de instrução para a matemática e as ciências em todas as escolas públicas.[99] O inglês na Malásia é amplamente utilizado na área dos negócios, juntamente com o Manglish, que é uma forma coloquial do inglês com o malaio, com influências do chinês e do tâmil. O governo desencoraja o uso do malaio não padrão, mas não tem poder para emitir compostos ou multas para aqueles que fazem o uso impróprio do malaio em suas propagandas.[100]

Muitos outros idiomas são falados na Malásia, que contém dialetos de 137 línguas vivas.[101] A Península Malaia contém dialetos de 41 dessas línguas.[102] As tribos nativas da Malásia Oriental têm seus próprios idiomas que estão relacionados com os seus costumes culturais. O iban é a principal língua tribal em Sarawak, enquanto o dusunic e kadazan são faladas pelos nativos em Sabá.[103] Entre os chineses residentes no país, predominam dialetos chineses das províncias do sul da China, sendo estes o cantonês, o mandarim, o hokkien, o hakka, o hainan e o fuzhou. O tâmil é usado predominantemente pelos tâmeis, que formam a maioria dos indianos que vivem na Malásia. Outras línguas do sul da Ásia também são faladas na Malásia, como o tailandês. Um pequeno número de malaios têm ascendência caucasiana e falam línguas crioulas, como o malaccan, de base portuguesa, e o chavacano, baseado no espanhol.[104] [105]

Governo e política[editar | editar código-fonte]

A Malásia é uma monarquia eletiva constitucional federal. O sistema de governo é modelado a partir do sistema parlamentar de Westminster, um legado do domínio colonial britânico.[106] O chefe de Estado é o Yang di-Pertuan Agong, comumente referido como o rei. O rei é eleito para um mandato de cinco anos por entre os nove governantes hereditários dos estados malaios; os outros quatro estados, que têm governadores titulares, não participam da seleção. Por acordo informal o cargo é alternado sistematicamente entre os nove[106] e tem sido mantido por Abdul Halim de Kedah desde dezembro de 2011.[106] O papel do rei tem sido em grande parte cerimonial desde mudanças na constituição de 1994.[107]

O poder legislativo é dividido entre os legislativos federais e estaduais. O parlamento federal bicameral consiste na câmara baixa, a Câmara dos Representantes, e a câmara alta, o Senado.[108] O 222 representantes da Câmara dos Representantes são eleitos para um mandato máximo de cinco anos a partir de círculos uninominais. Todos os 70 senadores mantêm mandatos de três anos; 26 são eleitos pelas 13 assembleias estaduais e os restantes 44 são nomeados pelo rei, após recomendação do primeiro-ministro.[24] O parlamento segue um sistema multipartidário e desde a independência da Malásia tem sido governada por uma coalizão multipartidária conhecida como Barisan Nasional (Frente Nacional).[24]

Cada estado tem uma assembleia legislativa unicameral, cujos membros são eleitos por círculos eleitorais uninominais. Os governos estaduais são liderados pelos ministros-chefes,[24] que são membros da assembleia estadual do partido majoritário na instituição. Em cada um dos estados com um governante hereditário, o ministro-chefe normalmente precisa ser um malaio, nomeado pelo governador, mediante recomendação do primeiro-ministro.[109] As eleições parlamentares são realizadas pelo menos uma vez a cada cinco anos.[24] Os eleitores a partir de 21 anos de idade podem votar nos membros da Câmara dos Deputados e, na maioria dos estados, para a câmara legislativa do estado. O voto não é obrigatório.[110] Exceto para as eleições estaduais em Sarawak, por convenção as eleições estaduais são realizadas simultaneamente com a eleição federal.[111]

O poder executivo é exercido pelo Conselho de Ministros, liderado pelo primeiro-ministro, que deve ser um membro da Câmara dos Representantes e que, na opinião do rei, comanda uma maioria no parlamento. O gabinete é escolhido a partir de membros de ambas as casas do parlamento.[24] O primeiro-ministro é o chefe de gabinete e o chefe de governo.[111] O atual incumbente, Najib Razak, nomeado em 2009, é o sexto primeiro-ministro do país.[112]

Relações internacionais[editar | editar código-fonte]

Najib Razak com Vladimir Putin durante a cúpula da APEC na Rússia, em 2012.

Um membro fundador da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN)[113] e da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI),[114] o país participa de várias organizações internacionais, como as Nações Unidas,[115] a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC),[116] o D-8[117] e o Movimento dos Países Não Alinhados (MNA).[118] O governo malaio presidiu a ASEAN, a OIC e a NAM no passado. Uma ex-colônia britânica, é também um membro da Commonwealth.[119] A cidade de Kuala Lumpur foi o local da primeira Cúpula do Leste Asiático em 2005.[120]

A política externa da Malásia é oficialmente baseada no princípio da neutralidade e em manter relações pacíficas com todos os países, independentemente de seu sistema político.[121] O governo atribui uma alta prioridade para a segurança e a estabilidade do Sudeste Asiático[120] e procura desenvolver relações com os outros países da região. Historicamente, o governo tem tentado retratar a Malásia como uma nação islâmica progressista,[121] enquanto reforça as relações com outros Estados islâmicos.[120] Um forte princípio da política da Malásia é a soberania nacional e o direito de um país para controlar seus assuntos internos.[111]

A política em relação a disputas territoriais por parte do governo segue o pragmatismo, resolvendo o governo disputas em uma série de maneiras, tais como levar o caso ao Tribunal Internacional de Justiça.[122] As Ilhas Spratly são disputadas por muitos estados na área e a totalidade do Mar da China Meridional é reivindicada pela China. No entanto, ao contrário de seus vizinhos Vietnã e Filipinas, a Malásia tem evitado qualquer conflito com o governo chinês.[123] Em 2009, Brunei e Malásia anunciaram o fim de suas respectivas reivindicações territoriais e resolveram as questões relacionadas com as suas fronteiras marítimas.[124] As Filipinas têm uma reivindicação pendente na parte oriental de Sabah. O aterramento marítimo feito pela cidade-Estado de Singapura tem causado tensões e disputas de fronteiras marítimas com a Indonésia.[125]

Forças armadas[editar | editar código-fonte]

As Forças Armadas da Malásia têm três ramos: a Marinha Real da Malásia, o Exército da Malásia e a Força Aérea Real da Malásia. No país não há serviço militar obrigatório e a idade exigida para o serviço militar voluntário é de 18 anos. Os militares usam 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) malaio e empregam 1,23% da mão-de-obra local. Atualmente, a Malásia está passando por um grande programa para expandir e modernizar todos os três ramos das suas forças armadas.[126]

Os Cinco Acordos de Força de Defesa são uma iniciativa regional de segurança que está em vigor há quase 40 anos. Trata-se de exercícios militares conjuntos realizados entre os militares de Malásia, Singapura, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido.[127] Os exercícios conjuntos foram feitos com Brunei,[128] Indonésia[129] e Estados Unidos.[130] Malásia, Filipinas e Tailândia fizeram um acordo para sediar exercícios das forças de segurança conjuntos para garantir a sua fronteira marítima e enfrentar questões como a imigração ilegal e o contrabando.[131] [132] Há temores de que a agitação nas áreas muçulmanas de Mindanau, Filipinas[133] e sul da Tailândia possam se espalhar para a Malásia.[134]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

A Malásia é uma federação de 13 estados e três territórios federais. Estes são divididos entre duas regiões, com 11 estados e dois territórios federais na Malásia Peninsular e os outros dois estados e um território federal, na Malásia Oriental. Cada estado é dividido em distritos, que são então divididas em mukim. Em Sabah e Sarawak os distritos são agrupados em divisões.[135]

A governança dos estados é dividida entre o os governos federal e estadual, com diferentes poderes reservados para cada um deles, sendo que o governo federal tem administração direta dos territórios federais.[136] A administração de nível inferior é realizada pelas autoridades locais, que incluem conselhos de cidades, conselhos distritais e conselhos municipais, embora órgãos estatutários autônomos possam ser criadas pelos governos federal e estadual para lidar com determinadas tarefas.[137] Há 144 autoridades locais, que consistem em 11 prefeituras, 33 câmaras municipais e 97 conselhos distritais.[138]

Os 13 estados são baseados em reinos malaios históricos e 9 dos 11 estados peninsulares, conhecidos como os estados malaios, conservam as suas famílias reais. O rei é eleito pelos e entre os nove governadores para um mandato de cinco anos.[24] Este rei nomeia governadores cumprindo um mandato de quatro anos para os estados sem monarquias, após consultas com o ministro-chefe daquele estado. Cada estado tem uma legislatura unicameral conhecida como a Assembleia Legislativa Estadual, além de sua própria constituição escrita.[139] Sabah e Sarawak têm consideravelmente mais autonomia do que os outros estados, principalmente com políticas distintas de imigração e um estatuto de residência original.[140] [141] [142]

Economia[editar | editar código-fonte]

As Petronas Towers, em Kuala Lumpur, as maiores torres gêmeas do mundo, são a sede da companhia nacional de petróleo, a Petronas.

A Malásia é uma economia de mercado relativamente aberta, orientada pelo Estado e recentemente industrializada.[143] [144] O Estado desempenha um papel importante, mas em declínio, ao guiar a atividade econômica através de planos macroeconômicos. A Malásia teve um dos melhores desempenhos econômicos da Ásia, visto que seu PIB cresceu em média 6,5 por cento ao ano entre 1957 e 2005.[24] Em 2014, o PIB (PPC) foi de cerca de 746,821 bilhões* de dólares, a terceira maior economia da ASEAN e a 28.ª maior do mundo.[145] Viktor Shvets, o diretor-gerente do Credit Suisse, disse que "a Malásia tem todos os ingredientes certos para se tornar uma nação desenvolvida".[146]

O comércio internacional, facilitado pela rota marítima adjacente ao estreito de Malaca, e a manufatura são os setores-chave da economia.[147] [148] [149] A Malásia é um país exportador de recursos naturais e agrícolas e o petróleo é um grande produto de exportação.[24] O país tem sido o maior produtor de estanho,[150] borracha e óleo de palma do mundo. A manufatura tem uma grande influência na economia do país,[151] embora a estrutura econômica da Malásia tenha afastado esse tipo de atividade econômica.[152]

O país tornou-se um centro do sistema bancário islâmico e é o país com o maior número de trabalhadores do sexo feminino na indústria.[153] Os serviços baseados no conhecimento também estão se expandindo.[152] Para criar uma capacidade autossuficiente para o desenvolvimento nacional, a Malásia privatizou algumas das suas instalações militares na década de 1970. A privatização criou a indústria de defesa, que em 1999 passou a ser administrada pelo Conselho de Defesa da Indústria da Malásia. O governo continua a promover este setor e a sua competitividade, comercializando ativamente na indústria de defesa.[154]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Praia na ilha de Sipadan.

Em um esforço para diversificar a economia e torná-la menos dependente das exportações, o governo tem pressionado para aumentar o setor de turismo no país. Como resultado, o turismo tornou-se a terceira maior fonte de divisas da Malásia, embora seja ameaçado pelos efeitos negativos do crescimento da economia industrial, como grandes quantidades de poluição do ar e da água, juntamente com o desmatamento que afetam as atividades turísticas.[155]

O setor do turismo esteve sob alguma pressão em 2014, quando a transportadora nacional Malaysia Airlines teve um de seus aviões desaparecido em março, enquanto outro foi derrubado por um míssil sobre a Ucrânia em julho, o que resultou na morte de um total de 537 passageiros e tripulantes. O estado da companhia aérea, que tinha sido rentável por três anos, levou o governo em agosto de 2014 a nacionalizar a empresa, ao comprar os 30% que ainda não possuía.[156]

Entre 2013 e 2014, o país foi classificado como um dos melhores lugares para se aposentar no mundo, na terceira posição no Índice de Aposentadoria Global. Isso, em parte, foi o resultado do programa "Malásia, Minha Segunda Casa", criado para permitir que estrangeiros vivam no país com um visto de longa duração para até 10 anos.[157]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Estação Kuala Lumpur Sentral, a maior do Sudeste Asiático.

A infraestrutura da Malásia é uma das mais desenvolvidas da Ásia.[158] A sua rede de telecomunicações é a segunda maior do Sudeste Asiático, atrás apenas de Singapura, com 4,7 milhões de assinantes de telefonia fixa e mais de 30 milhões de assinantes de celulares.[159] [160] A país tem sete portos internacionais, sendo o principal o Porto de Klang. Há 200 parques industriais, juntamente com parques especializados, como o Parque Tecnológico Malásia e Parque de Alta Tecnologia Kulim.[161] A água doce está disponível para mais de 95 por cento da população. Durante o período colonial, o desenvolvimento estava concentrado principalmente em cidades economicamente poderosas. Embora as áreas rurais tenham sido foco de grande desenvolvimento, elas ainda ficam atrás de áreas como a costa oeste da península da Malásia.[162] A rede de telecomunicações, embora forte em áreas urbanas, é menos disponível para a população rural.[159]

A rede de estradas malaia cobre 144,403 km e inclui 1 821 km de autoestradas.[42] A maior rodovia do país, a Via Expresso Norte-Sul, estende-se por 800 km entre a fronteira com a Tailândia e Singapura. No orçamento de 2015, o governo anunciou um montante de 8,3 bilhões* de dólares para a implementação do projeto Rodovia Pan-Bornéo, que visa atualizar e ampliar todas as estradas da região, trazendo o padrão de autoestradas da Malásia Peninsular.[163] [164]

O Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur é o principal e mais movimentado aeroporto internacional do país.

A Malásia tem 118 aeroportos, dos quais 38 são pavimentados. A companhia aérea oficial do país é a Malaysia Airlines, que presta serviço aéreo internacional e doméstico ao lado de duas outras operadoras. O sistema ferroviário é estatal e abrange um total de 1 849 km.[42] Sistemas de veículos leves sobre trilhos elevados, relativamente baratos, são usado em algumas cidades, como Kuala Lumpur.[165] A Asean Rail Express é um serviço ferroviário que liga Kuala Lumpur à cidade de Bangkok e destina-se a eventualmente se estender a partir de Singapura para a China.[158]

Tradicionalmente, a produção de energia na Malásia tem sido baseada em petróleo e gás natural.[166] O país tem 13 GW de capacidade de geração elétrica.[167] No entanto, tem apenas 33 anos de reservas de gás natural e 19 anos de reservas de petróleo, enquanto a demanda por energia é crescente. Em resposta, o governo está expandindo o uso de energias renováveis.[166] Dezesseis por cento da geração de eletricidade é hidrelétrica, sendo os 84% restantes térmica.[167] A indústria de petróleo e gás é dominada pela estatal Petronas,[168] enquanto o setor de energia como um todo é regulado pela Comissão de Energia da Malásia, uma comissão estatutária que regula a energia na península e Sabah, nos termos da Lei da Comissão de Energia Elétrica de 2001.[169]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Apresentação de joget, uma dança típica do país.

A Malásia tem uma sociedade multiétnica, multicultural e multilíngue. A cultura original da área resultou de tribos nativas que habitavam o território junto com os malaios. Influência substancial existe das culturas chinesa e indiana, que remonta a quando o comércio exterior começou na região. Outras influências culturais incluem a persa, a árabe e a britânica. Devido à estrutura do governo, juntamente com a teoria do contrato social, tem havido assimilação cultural mínima das minorias étnicas.[170]

Em 1971, o governo criou uma "Política Nacional de Cultura", que define a cultura da Malásia. Ele afirmou que a cultura do país deve basear-se na cultura dos povos nativos da Malásia, que podem incorporar elementos adequados de outras culturas e que o islamismo deve desempenhar um papel nela.[171] Ele também promoveu a língua malaia acima das outras.[172] Esta intervenção do governo na cultura tem causado ressentimento entre os não malaios que sentem que a sua liberdade cultural foi diminuída. Associações chinesas e indianas apresentaram memorandos para o governo, acusando-o de formular uma política de cultura antidemocrática.[171]

Existem algumas disputas culturais entre a Malásia e os países vizinhos, principalmente com a Indonésia. Os dois países têm uma herança cultural semelhante, compartilhando muitas tradições. No entanto, disputas têm surgido sobre temas que vão desde pratos culinários até ao hino nacional da Malásia. Fortes sentimentos existem na Indonésia sobre a proteção de seu patrimônio nacional.[173] Os governos da Malásia e da Indonésia se reuniram-se para aliviar algumas das tensões resultantes das sobreposições em cultura.[174] Estes sentimentos não são tão fortes na Malásia, onde a maioria reconhece que muitos valores culturais são compartilhados.[173]

Belas Artes[editar | editar código-fonte]

Artesão malaio utilizando a técnica do batik. O batik é geralmente usado em estampas florais e com coloração clara.

A arte tradicional da Malásia foi centrada principalmente nas áreas de tecelagem e ourivesaria.[175] Esta arte varia em cada região, de cestas artesanais em áreas rurais, para a prataria, presente nos tribunais malaios. Obras de arte comuns incluem elementos ornamentais, tais como o kris e artefatos produzidos com noz de areca, além de tecidos como o batik e o songket. Indígenas do leste do país são conhecidos por suas máscaras de madeira.[46] Cada grupo étnico tem artes distintas umas das outras, com pouca sobreposição entre elas. No entanto, a arte malaia mostra alguma influência do norte da Índia, devido à influência histórica daquela sobre a região.[176]

A música tradicional e as artes cênicas do país parecem ter se originado na região de Kelantan-Pattani, com influências da Índia, da China, da Tailândia e da Indonésia. A música é baseada em torno de instrumentos de percussão,[176] o mais importante dos quais é o gendang (tambor).[177] Há pelo menos 14 tipos de tambores tradicionais.[177] Os tambores e outros instrumentos de percussão tradicional são, muitas vezes, feitos de materiais naturais.[177] A música é tradicionalmente usada para contar histórias, celebrando eventos (como o ciclo de vida) e ocasiões, como uma colheita.[176] Foi usado também como uma forma de comunicação de longa distância.[177] A região de Kelantan também deu origem a um dos símbolos nacionais da arte da Malásia: O Wau bulan.[178] no leste da Malásia, ferramentas musicais como o gongo, agung e kulintang são comumente usados como conjuntos musicais, usados em cerimônias, como funerais e casamentos.[179] Estes conjuntos são também comuns em regiões vizinhas, como o Mindanau, nas Filipinas, Kalimantan, na Indonésia, e em Brunei.[179]

Wau bulan, oriundo de Kelantan, é uma das belas-artes da Malásia.[178]

O país tem uma forte tradição oral, que existe desde antes da chegada da escrita, e é mantida até hoje. Cada um dos sultanatos malaios criaram a sua própria tradição literária, influenciado por histórias orais pré-existentes e pelas histórias que vieram com o Islã.[180] A primeira literatura malaia estava centrada no roteiro árabe. A mais antiga escrita malaia conhecida foi encontrada na pedra Terengganu, em 1303.[46] As literaturas chinesa e indiana tornaram-se comuns, com o aumento no número de falantes de idiomas destes países na Malásia, e passaram a ser produzidos localmente obras com base em linguagens dessas áreas, a partir do século XIX.[180] O inglês tornou-se também uma língua literária comum.[46] Em 1971, o governo tomou a etapa de definição da literatura de línguas diferentes. Literatura escrita em malaio passou a ser chamada de "a literatura nacional da Malásia"; literatura em línguas regionais designou-se de "literatura regional", enquanto que a literatura em outros idiomas (chinês, inglês e tailandês, por exemplo) foi chamado de "literatura secional".[172] A poesia malaia é altamente desenvolvida, e usa muitas formas. A forma Hikayat é a mais popular, e o pantun se espalhou a partir do malaio para outras línguas.[180]

Culinária[editar | editar código-fonte]

A culinária da Malásia reflete a composição multi-étnica de sua população.[181] Muitas culturas do interior do país e de regiões vizinhas têm influenciado fortemente a gastronomia. Grande parte da influência vem das culinárias chinesa, indiana, tailandesa, javanesa e das culturas de Samatra,[46] em grande parte devido ao país ser parte da antiga rota das especiarias.[182] A culinária é muito semelhante à de Singapura e Brunei,[61] e também tem semelhança com a culinária filipina.[46] As diferentes regiões do país têm pratos variado,[61] e, muitas vezes, determinados pratos típicos são diferentes dos pratos originais.[74]

Mídia[editar | editar código-fonte]

Os principais jornais da Malásia são de propriedade dos partidos do governo e políticos da coalizão governista,[183] [184] embora alguns dos principais partidos da oposição também têm os seus próprios periódicos, que são vendidos abertamente ao lado de jornais regulares.[183] Existe uma divisão entre os meios de comunicação nas duas metades do país. Acredita-se que a mídia peninsular dê baixa prioridade às notícias do Oriente, e muitas vezes trata os estados orientais como colônias da península.[185] Os meios de comunicação têm sido responsabilizados por aumentar a tensão entre a Indonésia e Malásia, dando aos malaios uma má imagem dos indonésios.[186] O país tem jornais nos idiomas malaios, inglês, chinês e tâmil.[185]

A liberdade de imprensa é limitada, com inúmeras restrições aos direitos de publicação e divulgação de informações.[187] Em 2007, uma agência do governo emitiu uma diretriz para todas as emissoras de televisão privadas e estações de rádio, que se abstenham da transmissão de discursos feitos por líderes da oposição,[188] um movimento condenado por políticos do Partido da Ação Democrática.[189] No entanto, os tablóides são independentes do controle do governo, e se caracterizam como a imprensa mais livre na Malásia.[185] Algumas leis, como o estatuto que rege a publicação e o uso de máquinas de impressão, em vigor desde 1984, foram citados como um dos meios de cerceamento da liberdade de expressão.[190]

Feriados[editar | editar código-fonte]

O templo Kek Lok Si em Penang, o maior do Sudeste Asiático, iluminado durante as celebrações do ano-novo lunar.

Um notável número de feriados e festas podem ser encontrados no calendário malaio ao longo do ano. Alguns são de caráter federal e outros são adotados apenas por alguns estados. Alguns festivais são promovidos por determinados grupos étnicos ou religiosos, e o principal feriado de cada grupo principal foi declarado como feriado público. O feriado nacional de maior destaque é o Hari Merdeka (Dia da Independência) em 31 de agosto, em comemoração à independência da Federação da Malásia, em 1957.[46] Em 16 de setembro, posteriormente, comemora-se a federação, ocorrida em 1963.[191] Outros feriados nacionais notáveis são o Dia do Trabalhador (1 de maio) e o aniversário do rei (primeira semana de junho).[46]

Feriados muçulmanos são proeminentes, já que o Islã é a religião do Estado. Entre estes, destacam-se o Hari Raya Puasa (também chamado Hari Raya Aidilfitri, a forma malaia de referir-se ao Eid al-Fitr), Hari Raya Haji (também chamado Hari Raya Aidiladha, a tradução de Eid ul-Adha) e Maulidur Rasul (aniversário do profeta).[46] Chineses-malaios celebram festivais como o ano-novo chinês e outros relacionados a crenças tradicionais chinesas. Religiosos hindus no país comemoram o Deepavali, o festival das luzes,[192] enquanto o Thaipusam é um rito religioso onde peregrinos de todo o país se dirigem para as caves Batu.[193] A comunidade cristã da Malásia celebra a maioria dos feriados comemorados pelos cristãos em outros lugares, mais notavelmente o Natal e a Páscoa.[46] Povos do leste malaio também comemoram um festival da colheita conhecido como Gawai Dayak.[194] Apesar de a maioria dos festivais serem identificados como pertencentes a um grupo étnico ou religioso em particular, as celebrações são universais. Em um costume conhecido como "casa aberta", malaios participam das comemorações dos outros, muitas vezes, visitando as casas daqueles que se identificam com o festival.[161]

Esportes[editar | editar código-fonte]

Os esportes mais populares na Malásia são o futebol, o badminton, o hóquei em campo, os lawn bowls, o tênis, o squash, as artes marciais, o hipismo e o iatismo.[161] O futebol é o esporte mais praticado e o país está atualmente estudando a possibilidade de licitação como um anfitrião para a Copa do Mundo FIFA de 2034.[195] [196] Jogos de badminton atraem milhares de espectadores, e desde 1948, a Malásia tem sido um dos quatro países que detêm a Thomas Cup, o troféu de badminton.[197] A Federação da Malásia de Lawn Bowls foi registrada em 1997.[198] O squash foi trazido para o país por membros do exército britânico, com a primeira competição sendo realizada em 1939.[199] A Associação de Squash da Malásia foi criada em 25 de junho de 1972.[200] A Malásia propôs um campeonato de futebol no Sudeste Asiático.[201] A seleção masculina de hóquei em campo é tida como a 13.ª melhor do mundo desde junho de 2014.[202] O país sediou a Copa do Mundo de Hóquei Masculino, hospedado no Estádio Merdeka, em Kuala Lumpur.[203] O país também tem o seu próprio circuito de Fórmula 1, o Circuito Internacional de Sepang. Ele percorre 310 408 quilômetros e realizou seu primeiro grande prêmio em 1999.[204]

A Federação do Conselho Olímpico da Malásia foi formada em 1953 e recebeu o reconhecimento do Comitê Olímpico Internacional (COI) em 1954. Ela participou pela primeira vez nos Jogos Olímpicos de Verão de 1956, em Melbourne, na Austrália. A federação foi rebatizada para Conselho Olímpico da Malásia em 1964 e participou de todos os Jogos Olímpicos (exceto um) desde a sua criação. O maior número de atletas já enviados para os Jogos Olímpicos foi de 57 para os Jogos Olímpicos de Verão de 1972, em Munique, Alemanha.[205] Os atletas malaios ganharam um total de seis medalhas olímpicas, cinco no badminton e uma na plataforma de 10 metros.[206] O país compete nos Jogos da Commonwealth desde 1950 como "Malaya" e, a partir de 1966, como "Malásia", além disso a cidade de Kuala Lumpur sediou os jogos de 1998.[207] [208]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  • Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em inglês, cujo título é «Malaysia».

Referências

  1. O Reino Unido Database Lei Estatuto: Federação da Lei de Independência Malásia 1957 (c. 60)
  2. Tratado das Nações Unidas Nr.10760: Acordo relativo à Malásia (pdf) Tratado Coleção das Nações Unidas Nações Unidas (julho 1963). Visitado em 2010-07-29.
  3. a b Population Distribution and Basic Demographic Characteristics (em inglês) p. 82. Department of Statistics, Malaysia. Visitado em 4 de outubro de 2011.
  4. a b c d Fundo Monetário Internacional (FMI): World Economic Outlook Database (Outubro de 2014). Visitado em 29 de outubro de 2014.
  5. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Human Development Report 2014 (em inglês) (24 de julho de 2014). Visitado em 2 de agosto de 2014.
  6. Nações Unidas, os Estados-Membros
  7. Room, Adrian. Placenames of the World: Origins and Meanings of the Names for Over 5000 Natural Features, Countries, Capitals, Territories, Cities and Historic Sites. [S.l.]: McFarland & Company, 2004. p. 221. ISBN 978-0-7864-1814-5.
  8. Weightman, Barbara A.. In: John Wiley and Sons. Dragons and Tigers: A Geography of South, East, and Southeast Asia (em inglês). [S.l.: s.n.]. p. 449. ISBN 978-1-118-13998-1.
  9. Tiwary, Shanker Shiv. In: Anmol Publications Pvt. Ltd. Encyclopaedia Of Southeast Asia And Its Tribes (Set Of 3 Vols.) (em inglês). [S.l.: s.n.], 2009. p. 37. ISBN 978-81-261-3837-1.
  10. Kumar Suresh Singh. In: Anthropological Survey of India. People of India (em inglês). [S.l.: s.n.], 2003. p. 981. vol. 26. ISBN 978-81-85938-98-1.
  11. Govind Chandra Pande. In: Munshiram Manoharlal. India's Interaction with Southeast Asia: History of Science, Philosophy and Culture in Indian Civilization, Vol. 1, Part 3 (em inglês). [S.l.: s.n.], 2005. p. 266. ISBN 978-81-87586-24-1.
  12. Lallanji Gopal. In: Motilal Banarsidass. The economic life of northern India: c. A.D. 700–1200 (em inglês). [S.l.: s.n.], 2000. p. 139. ISBN 978-81-208-0302-2.
  13. D. C. Ahir. In: Sri Satguru Publications. A Panorama of Indian Buddhism: Selections from the Maha Bodhi journal, 1892–1992 (em inglês). [S.l.: s.n.], 1995. p. 612. ISBN 81-7030-462-8.
  14. Radhakamal Mukerjee. In: Coronet Books Inc. The culture and art of India (em inglês). [S.l.: s.n.], 1984. p. 212. ISBN 978-81-215-0114-9.
  15. Himansu Bhusan Sarkar. In: Punthi Pustak. Some contributions of India to the ancient civilisation of Indonesia and Malaysia. [S.l.: s.n.], 1970. p. 8.
  16. Abdul Rashid, Melebek; Amat Juhari, Moain (2006), Sejarah Bahasa Melayu ("History of the Malay Language"), Utusan Publications & Distributors, pp. 9–10, ISBN 967-61-1809-5 
  17. Milner, Anthony (2010), The Malays (The Peoples of South-East Asia and the Pacific), Wiley-Blackwell, pp. 18–19, ISBN 978-1-4443-3903-1 
  18. Stephanie Holme (13 de fevereiro de 2012). Getaway to romance in Malaysia stuff.co.nz. Visitado em 6 de janeiro de 2014.
  19. Fix, Alan G.. (Junho de 1995). "Malayan Paleosociology: Implications for Patterns of Genetic Variation among the Orang Asli" (em inglês). American Anthropologist, New Series 97 (2): 313–323. DOI:10.1525/aa.1995.97.2.02a00090.
  20. Mühlhäusler, Peter. In: Walter de Gruyer & Co. Atlas of languages of intercultural communication in the Pacific, Asia and the Americas (em inglês). [S.l.: s.n.]. p. 695. ISBN 978-3-11-013417-9.
  21. Suarez, Thomas. In: Periplus Editions (HK) Ltd. Early Mapping of Southeast Asia (em inglês). [S.l.: s.n.], 1999. 46–47 pp. ISBN 962-593-470-7.
  22. Federation of Malaya Independence Act 1957 (c. 60)e The UK Statute Law Database (31 de julho de 1957). Visitado em 6 de novembro de 2010.
  23. S. Suporno. (1979). "Perceptions of the Past" 4 p. 180. Singapura: Heinemann Books for the Asian Studies Association of Australia.
  24. a b c d e f g h i j k Malaysia United States State Department (14 de julho de 2010). Visitado em 14 de setembro de 2010.
  25. Kent, Jonathan. (3 de março de 2005). "Chinese diaspora: Malaysia" (em inglês). Visitado em 21 de setembro de 2010.
  26. Luscombe, Stephen. The Map Room: South East Asia: Malaya (em inglês). Visitado em 18 de setembro de 2010.
  27. The Encyclopædia Britannica : a dictionary of arts, sciences, literature and general information (em inglês). Visitado em 17 de outubro de 2010.
  28. Kuar, Amarjit. International Migration and Governance in Malaysia: Policy and Performance (em inglês) University of New England. Visitado em 20 de dezembro de 2011.
  29. J. M. Gullick. In: Taylor & Francis. Malaysia and Its Neighbours, The World studies series. [S.l.: s.n.], 1967. 148–149 pp. ISBN 978-0-7100-4141-8. Visitado em 16 de junho de 2013.
  30. Luscombe, Stephen. The Map Room: South East Asia: North Borneo (em inglês). Visitado em 1 de julho de 2011.
  31. Hock, David Koh Wee. Legacies of World War II in South and East Asia (em inglês). [S.l.]: Institute of Southeast Asian Studies, Singapore, 2007. p. 48. ISBN 978-981-230-457-5.
  32. Mahathir Mohamad. (31 de maio de 1999). "Our Region, Ourselves". Time magazine. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  33. (19 de maio de 1952) "MALAYA: Token Citizenship" (em inglês). Time magazine. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  34. The Malayan Emergency: 1948–1960 (em inglês) Australian Government Department of Veteran Affairs. Visitado em 1 de julho de 2011.
  35. (6 de setembro de 1963) "Malaysia: Tunku Yes, Sukarno No". Time magazine. Visitado em 17 de outubro de 2010.
  36. Proclamation on Singapore (em inglês) Singapore Attorney-General. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  37. (27 de agosto de 1965) "Malaysia: The Art of Dispelling Anxiety" (em inglês). Time magazine. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  38. (23 de maio de 1969) "Race War in Malaysia" (em inglês). Time magazine. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  39. Jomo Kwame Sundaram (1 de setembro de 2004). The New Economic Policy and Interethnic Relations in Malaysia (em inglês) UNRISD. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  40. Spaeth, Anthony. (9 de dezembro de 1996). "Bound for Glory" (em inglês). Time magazine. Visitado em 20 de agosto de 2011.
  41. Lee Poh Ping. Malaysia Ten Years After The Asian Financial Crisis (em inglês) Thammasat University. Visitado em 25 de julho de 2011.
  42. a b c d e f g h i Malaysia (em inglês) CIA. Visitado em 27 de março de 2014.
  43. To Reduce Conflicts, Indonesia and Malaysia Should Meet Intensively (em inglês) Universitas Gadjah Mada. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  44. Prescott, John Robert Victor. Undelimited maritime boundaries of the Asian Rim in the Pacific Ocean (em inglês). [S.l.]: International Boundaries Research Unit, 2001. p. 53. ISBN 1-897643-43-8.
  45. Brunei (em inglês) CIA. Visitado em 13 de setembro de 2011.
  46. a b c d e f g h i j k l m n o p q r World and Its Peoples: Malaysia, Philippines, Singapore, and Brunei (em inglês). [S.l.]: Marshall Cavendish Corporation, 2008. 1160, 1166–1192, 1218–1222 pp. ISBN 978-0-7614-7642-9.
  47. Leow Cheah Wei. (3 de julho de 2007). "Travel Times" (em inglês). New Straits Times. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  48. Schuman, Michael. (22 de abril de 2009). "Waterway To the World – Summer Journey" (em inglês). Time magazine. Visitado em 16 de agosto de 2011.
  49. a b c d e Saw, Swee-Hock. The population of Peninsular Malaysia (em inglês). [S.l.: s.n.], 2007. 1–2 pp. ISBN 978-981-230-730-9.
  50. Stevens, Alan M.. Kamus Lengkap Indonesia Inggris (em inglês). [S.l.]: Ohio University Press, 2004. p. 89. ISBN 979-433-387-5.
  51. Ooi Keat Gin, Gin. The A to Z of Malaysia (em inglês). [S.l.]: Rowman & Littlefield, 2010. p. lxxxii. ISBN 9780810876415. Visitado em 23 de abril de 2014.
  52. a b Main Range (mountains, Malaysia) (em inglês) Encyclopædia Britannica. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  53. Richmond, Simon. Malaysia, Singapore & Brunei (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet, 2010. p. 366. ISBN 978-1-74104-887-2.
  54. Thiessen, Tamara. Borneo: Sabah - Brunei - Sarawak (em inglês). [S.l.]: Bradt Travel Guides, 2012. p. 192. ISBN 9781841623900. Visitado em 23 de abril de 2014.
  55. Mount Kinabalu – revered abode of the dead (em inglês) Ecology Asia. Visitado em 17 de setembro de 2010.
  56. Revista Mundo EstranhoQual é a maior flor do mundo?. Visitado em 9 de fevereiro de 2014.
  57. List of Parties (em inglês). Visitado em 9 de dezembro de 2012.
  58. Malaysia's National Policy on Biological Diversity (em inglês). Visitado em 15 de outubro de 2013.
  59. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) Australian Government Department of the Environment, Water, Heritage and the Arts (2001). Visitado em 24 de janeiro de 2009.
  60. a b c Alexander, James. Malaysia Brunei & Singapore (em inglês). [S.l.]: New Holland Publishers, 2006. 46–50 pp. ISBN 1-86011-309-5.
  61. a b c d e f g h Richmond, Simon. Malaysia, Singapore and Brunei (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet, 2010. 74–75, 78–82 pp. ISBN 1-74104-887-7.
  62. Richmond, Simon. Malaysia, Singapore and Brunei (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet, 2007. 63–64 pp. ISBN 1-74059-708-7.
  63. De Young, Cassandra. Review of the state of world marine capture fisheries management: Indian Ocean (em inglês). [S.l.]: Food and Agriculture Organization of the United Nations, 2006. p. 143. ISBN 92-5-105499-1.
  64. Coral Triangle (em inglês) WWF. Visitado em 14 de setembro de 2010.
  65. (12 de julho de 2010) "Saving the gardeners of the ocean" (em inglês). Inquirer Global Nation. Visitado em 20 de dezembro de 2010.
  66. Species diversity and food-web complexity in the caves of Malaysia (em inglês) Ambient Science, 2014 Vol 1(2).
  67. The Malaysian Rainforest (em inglês) WWF Malaysia. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  68. T. Daw. (Abril de 2004). "Reef Fish Aggregations in Sabah, East Malaysia" 5 p. 17. Society for the Conservation of Reef Fish Aggregations.
  69. a b Population Distribution and Basic Demographic Characteristic Report 2010 (Ethnic composition) (em inglês) Department of Statistics, Malaysia (2010). Visitado em 10 de outubro de 2013.
  70. Robin Brant. (4 de março de 2008). "Malaysia's lingering ethnic divide" (em inglês). BBC News. Visitado em 29 de outubro de 2013.
  71. Gomes, Alberto G.. Modernity and Malaysia: settling the Menraq forest nomads (em inglês). [S.l.]: Taylor & Francis Group, 2007. p. 10. ISBN 0-203-96075-0.
  72. (4 de novembro de 2009) "PM asked to clarify mixed-race bumiputra status" (em inglês). The Star. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  73. Baradan Kuppusamy (24 de março de 2006). Racism alive and well in Malaysia Asia Times. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  74. a b West, Barbara A.. Encyclopedia of the Peoples of Asia and Oceania, Volume 1 (em inglês). [S.l.]: Facts on File inc, 2009. p. 486. ISBN 0-8160-7109-8.
  75. Malaysia: Citizenship laws, including methods by which a person may obtain citizenship; whether dual citizenship is recognized and if so, how it is acquired; process for renouncing citizenship and related documentation; grounds for revoking citizenship (em inglês) Immigration and Refugee Board of Canada (16 de novembro de 2007). Visitado em 25 de julho de 2011.
  76. Leow Yong May. (30 de agosto de 2007). "More than just a card" (em inglês). The Star. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  77. Malaysia – Statistics (em inglês) UNICEF. Visitado em 22 de maio de 2011.
  78. Mission, Vision & Background Ministério da Saúde da Malásia (3 de julho de 2009). Visitado em 17 de setembro de 2010.
  79. Hassan, Asan Ali Golam. Growth, structural change, and regional inequality in Malaysia (em inglês). [S.l.]: Ashgate Publishing Ltd, 2004. p. 12. ISBN 0-7546-4332-8.
  80. Tourism Malaysia Corporate Website (em inglês) Tourism Malaysia. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  81. Vision & Goals of Kuala Lumpur Portal Rasmi Dewan Bandaraya Kuala Lumpur. Visitado em 18 de setembro de 2010.
  82. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) Malaysian Government. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  83. Ho, Chin Siong (2006). Putrajaya – Administrative Centre of Malaysia – Planning Concept and Implementation (em inglês). Visitado em 18 de setembro de 2010.
  84. Permatasari, Soraya. (13 de julho de 2009). "As Malaysia deports illegal workers, employers run short" (em inglês). New York Times. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  85. Kent, Jonathan. (29 de outubro de 2004). "Illegal workers leave Malaysia" (em inglês). BBC News. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  86. Quek, Kim. . "Demographic implosion in Sabah? Really?" (em inglês). Malaysiakini. Visitado em 21 de junho de 2010.
  87. World Refugee Survey 2009 (em inglês) United States Committee for Refugees and Immigrants (17 de junho de 2009). Visitado em 10 de junho de 2011.
  88. List of cities, Malaysia (2010) (PDF) Department of Statistics, Malaysia. Visitado em 28 de novembro de 2013.
  89. Malaysia - Religion (em inglês) Asian Studies Present - Windows on Asia. Visitado em 22 de outubro de 2014.
  90. a b Population Distribution and Basic Demographic Characteristics (em inglês) Department of Statistics (2010). Visitado em 22 de outubro de 2014.
  91. Chapter 1: Religious Affiliation (em inglês) Pew Research Religion & Public Life Project (9 de agosto de 2012). Visitado em 22 de outubro de 2014.
  92. World and Its Peoples: Malaysia, Philippines, Singapore, and Brunei. (em inglês) Marshall Cavendish Corporation (2008). Visitado em 22 de outubro de 2014.
  93. Mahathir, Marina (17 de agosto de 2010). Malaysia moving forward in matters of Islam and women (em inglês) Common Ground News Service. Visitado em 22 de outubro de 2014.
  94. A language of Malaysia (em inglês) Ethnologue - Languages of the world. Visitado em 24 de outubro de 2014.
  95. Mahathir regrets govt focussing too much on Bahasa (em inglês) Daily Express (2 de outubro de 2013). Visitado em 24 de outubro de 2014.
  96. Federal Constitution Judicial Appointments Commission. Visitado em 24 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 24 de abril de 2012.
  97. Andaya, Barbara Watson. A History of Malaysia (em inglês). [S.l.: s.n.], 1982. 26–28, 61, 151–152, 242–243, 254–256, 274, 278 pp. ISBN 0-333-27672-8.
  98. National Language Act 1967 (PDF) (em inglês) Governo da Malásia (2006). Visitado em 24 de outubro de 2014.
  99. Darwis, Mohd Farhan (12 de novembro de 2013). Dr Mahathir calls for Science and Maths to be taught in English, again (em inglês) The malaysian insider. Visitado em 24 de outubro de 2014.
  100. Zimmer, Benjamin (5 de outubro de 2006). MALAYSIA CRACKS DOWN ON "SALAD LANGUAGE" (em inglês) Universidade da Pensilvânia. Visitado em 24 de outubro de 2014.
  101. Ethnologue report for Malaysia (em inglês) Ethnologue. Visitado em 24 de outubro de 2014.
  102. Ethnologue report for Malaysia (Peninsular) Ethnologue. Visitado em 24 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 2010.
  103. Adelaar, Alexander. The Austronesian languages of Asia and Madagascar (em inglês). [S.l.: s.n.], 2005. 56, 397 pp. ISBN 0-7007-1286-0.
  104. (1975) "Malaysian Creole Portuguese: Asian, African or European?". Anthropological Linguistics 17 (5): 211–236.
  105. Michaelis, Susanne. Roots of Creole structures (em inglês). [S.l.: s.n.], 2008. p. 279. ISBN 978-90-272-5255-5.
  106. a b c Malaysia Information (em inglês) Federation of International Trade Associations. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  107. Tuanku Abdul Halim takes oath as 14th Yang di-Pertuan Agong (em inglês) The Star. Visitado em 13 de dezembro de 2011.
  108. Background (em inglês) Parlimen Malaysia (3 de junho de 2010). Visitado em 25 de julho de 2011.
  109. The management of secondary cities in southeast Asia (em inglês). [S.l.]: United Nations Centre for Human Settlements, 1996. p. 120. ISBN 92-1-131313-9.
  110. Malaysia (Dewan Rakyat) (em inglês) Inter-Parliamentary Union (29 de setembro de 2008).
  111. a b c Malaysia country brief (em inglês) Australian Government Department of Foreign Affairs and Trade (Fevereiro de 2014). Visitado em 22 de outubro de 2014.
  112. About Najib Razak (em inglês) 1Malaysia. Visitado em 1 de julho de 2011.
  113. Overview (em inglês) Association of Southeast Asian Nations. Visitado em 8 de novembro de 2007.
  114. Islamic Affairs (OIC) and D8 Division (em inglês) Ministério dos Assuntos Exteriores Malaio. Visitado em 12 de novembro de 2010.
  115. List of Member States (em inglês) Nações Unidas. Visitado em 8 de novembro de 2007.
  116. Member Economies Asia-Pacific Economic Cooperation. Visitado em 10 de junho de 2011.
  117. Malaysia (em inglês) Developing 8 Countries. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  118. The Non-Aligned Movement: Member States (em inglês) Non-Aligned Movement. Visitado em 5 de setembro de 2010.
  119. Member States (em inglês) Commonwealth Secretariat. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  120. a b c Malaysia Foreign Relations (em inglês) Ministério dos Assuntos Externos e Comércio da Nova Zelândia (4 de dezembro de 2008). Visitado em 18 de setembro de 2010.
  121. a b Malaysia's Foreign Policy Ministério das Relações Exteriores (Malásia). Visitado em 21 de setembro de 2010.
  122. Malaysia's policy towards its 1963–2008 territorial disputes (em inglês) Academic Journals (7 de setembro de 2009). Visitado em 1 de outubro de 2010.
  123. Camille Diola (25 de junho de 2014). Why Malaysia, unlike Philippines, keeps quiet on sea row The Philippine Star. Visitado em 25 de junho de 2014.
  124. Brunei drops all claims to Limbang (em inglês) The Brunei Times (17 de março de 2009). Visitado em 23 de agosto de 2013.
  125. Disputed – International (em inglês) CIA. Visitado em 26 de outubro de 2010.
  126. Malaysian Military statistics (em inglês) NationMaster. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  127. (26 de abril de 2010) "Australia says major military exercise underway in Malaysia" (em inglês). My Sinchew. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  128. Daniel Wood (20 de abril de 2014). Brunei, M’sia train in 11th military exercise (em inglês). Visitado em 5 de novembro de 2014.
  129. (13 de setembro de 2010) "Indonesia-Malaysia military exercises must continue – defence minister" (em inglês). ANTARA News. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  130. Malaysia, US armed forces in joint exercise (em inglês) The Star (25 de agosto de 2014). Visitado em 26 de agosto de 2014.
  131. (9 de agosto de 2010) "Malaysia, Philippines committed to enhancing border security" (em inglês). My Sinchew. Visitado em 18 de setembro de 2010.
  132. Martin Carvalho (15 de maio de 2012). Malaysia, Thailand military exercise to include other agencies, Asean members (em inglês) The Star. Visitado em 5 de novembro de 2014.
  133. Pike, John. Malaysia Intensifies Border Security Following US Warnings (em inglês) GlobalSecurity.org. Visitado em 18 de setembro de 2010.
  134. Kent, Jonathan. (28 de abril de 2004). "Malaysia ups Thai border security" (em inglês). BBC News. Visitado em 18 de setembro de 2010.
  135. Malaysia Districts (em inglês) Statoids. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  136. Federal Territories and State Governments (em inglês) Governo da Malásia. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  137. Malaysia's government procurement regime (em inglês) Ministério das Finanças da Malásia. Visitado em 19 de fevereiro de 2014.
  138. Country profile:Malaysia (em inglês) Commonwealth Local Government Forum. Visitado em 19 de fevereiro de 2014.
  139. Lim Hong Hai. Electoral Politics in Malaysia: 'Managing' Elections in a Plural Society. Visitado em 19 de fevereiro de 2014.
  140. Predefinição:Citar book
  141. Craig A. Lockard. (March 2000). "Sabah and Sarawak: The Politics of Development and Federalism. Kajian Malaysia, Special Issue. Edited by Francis Loh Kok Wah. Penang: Universiti Sains Malaysia, 1997. Pp. 236." (em inglês). Journal of Southeast Asian Studies 31 (1): 210–213. Cambridge University Press. DOI:10.1017/S0022463400016192. ISSN 1474-0680.
  142. Karen Bong and Wilfred Pilo (16 de setembro de 2011). An agreement forged and forgotten (em inglês) The Borneo Post. Visitado em 3 de julho de 2014.
  143. Boulton, WilliaM (Maio de 1997). Electronics Manufacturing in the Pacific Rim, World Technology Evaluation Center, Chapter 4: Malaysia (em inglês) The World Technology Evaluation Center, Inc. Visitado em 1 de novembro de 2010.
  144. Malaysia, A Statist Economy (em inglês) Infernalramblings. Visitado em 1 de novembro de 2010.
  145. Report for Selected Countries and Subjects (Malaysia) Fundo Monetário Internacional (FMI). Visitado em 19 de outubro de 2014.
  146. Wong Wei-Shen (7 de maio de 2012). Malaysia got what it takes to be developed nation (em inglês) The Star. Visitado em 25 de junho de 2013.
  147. The Security of The Straits of Malacca and Its Implications to The South East Asia Regional Security (em inglês) Gabinete do Primeiro-ministro da Malásia. Visitado em 21 de junho de 2010.
  148. BNM National Summary Data Page (em inglês) Bank Negara Malaysia (30 de setembro de 2003). Visitado em 29 de outubro de 2010.
  149. Schuman, Michael. (22 de abril de 2009). "How to Defeat Pirates: Success in the Strait". Time.
  150. TED Case Studies: Tin Mining In Malaysia – Present And Future (em inglês) American University. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  151. BNM National Summary Data Page (em inglês) Bank Negara Malaysia. Visitado em 27 de outubro de 2010.
  152. a b WHO Western Pacific Region – 2006 – Malaysia – Political and socioeconomic situation (em inglês) WHO. Visitado em 18 de outubro de 2010.
  153. Gooch, Liz. (Setembro de 2010). "A Path to Financial Equality in Malaysia". International Herald Tribune. The New York Times Company. Visitado em 27 de setembro de 2010.
  154. Pike, John. Malaysia Defence Industry (em inglês) Globalsecurity.org. Visitado em 24 de setembro de 2010.
  155. Heidi, Munan. Malaysia (em inglês). [S.l.]: Benchmark Books, 2001. 28, 36–37 pp. ISBN 0-7614-1351-0.
  156. "State investment firm keen to acquire Malaysia Airlines" (em inglês). Visitado em 8 de agosto de 2014.
  157. T. Avineshwaran (8 de janeiro de 2014). M'sia listed as 3rd best place to retire (em inglês) Jakarta Post. Visitado em 9 de janeiro de 2014.
  158. a b Why Malaysia Malaysia Industrial Development Authority. Visitado em 20 de agosto de 2011.
  159. a b Malaysian Telecommunications Overview (em inglês) American University. Visitado em 25 de maio de 2011.
  160. Telephones – mobile celluar (em inglês) CIA World Factbook. Visitado em 25 de maio de 2011.
  161. a b c Guidebook on Expatriate Living in Malaysia (em inglês). [S.l.]: Malaysia Industrial Development Authority. 8–9, 69 pp.
  162. Infrastructure and Rural Development in Malaysia (em inglês) Centre on Integrated Rural Development for Asia and the Pacific. Visitado em 25 de maio de 2011.
  163. Mody, Ashoka. Infrastructure strategies in East Asia: the untold story (em inglês). [S.l.]: Banco Mundial, 1997. p. 35. ISBN 0-8213-4027-1.
  164. Lim How Pim (17 de outubro de 2014). Fadillah says Pan Borneo Highway to be built under Ukas initiative (em inglês) The Borneo Post. Visitado em 19 de outubro de 2014.
  165. Richmond, Simon. Malaysia, Singapore & Brunei (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet, 2004. p. 10. ISBN 978-1-74059-357-1.
  166. a b Renewable Energy and Kyoto Protocol: Adoption in Malaysia (em inglês) Universiti Malaysia Perlis. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  167. a b National Energy Grid of Malaysia – National Electricity Transmission Grid of Malaysia (em inglês) Global Energy Network Institute (28 de junho de 2007). Visitado em 24 de setembro de 2010.
  168. Malaysia (em inglês) United States Energy Information Administration (3 de setembro de 2013). Visitado em 15 de outubro de 2013.
  169. Overview of Energy Commission (em inglês) Suruhanjaya Tenaga (Energy Commission). Visitado em 15 de outubro de 2013.
  170. R. Raghavan (1977). Ethno-racial marginality in West Malaysia: The case of the Peranakan Hindu Melaka or Malaccan Chitty community (em inglês) Bijdragen tot de Taal-, Land- en Volkenkunde 438–458 pp. Royal Netherlands Institute of Southeast Asian and Caribbean Studies. Visitado em 7 de outubro de 2010.
  171. a b Cultural Tourism Promotion and policy in Malaysia (em inglês) School of Housing, Building and Planning (22 de outubro de 1992). Visitado em 6 de novembro de 2010.
  172. a b Van der Heide, William. Malaysian cinema, Asian film: border crossings and national cultures (em inglês). [S.l.]: Amsterdam University Press, 2002. 98–99 pp. ISBN 90-5356-580-9.
  173. a b Schonhardt, Sara (3 de outubro de 2009). Indonesia cut from a different cloth (em inglês) Asia Times. Visitado em 6 de novembro de 2010.
  174. Indonesia, Malaysia agree to cool tension on cultural heritage dispute (em inglês) People Daily (17 de setembro de 2009). Visitado em 6 de novembro de 2010.
  175. George Dunford. Southeast Asia on a Shoestring (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet, 2006. 419– pp. ISBN 978-1-74104-444-7.
  176. a b c Miller, Terry E.. The Garland handbook of Southeast Asian music (em inglês). [S.l.]: Taylor and Francis Group, 2008. 223–224 pp. ISBN 0-203-93144-0.
  177. a b c d Gateway to Malay culture (em inglês). [S.l.]: Asiapac Books Ptd Ltd, 2003. p. 110. ISBN 981-229-326-4.
  178. a b Jose A. Fadul. Kites in History, in Teaching and in Therapy (em inglês). [S.l.: s.n.]. 9– pp. ISBN 978-0-557-08589-7.
  179. a b The Music of Malaysia: The Classical, Folk, and Syncretic Traditions (em inglês). [S.l.]: Ashgate Publishing Ltd, 2004. 177–187 pp. ISBN 978-0-7546-0831-8. Visitado em 1 de novembro de 2010.
  180. a b c Mohd Taib Osman. Languages and Literature (em inglês) The Encyclopedia of Malaysia. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  181. Eckhardt, Robyn. Kuala Lumpur Melaka & Penang (em inglês). [S.l.]: Lonely Planet. p. 42. ISBN 978-1-74104-485-0.
  182. Jarvis, Alice-Azania. (13 de outubro de 2010). "Far Eastern cuisine: Fancy a Malaysian? – Features, Food & Drink" (em inglês). The Independent. Visitado em 25 de novembro de 2014.
  183. a b Ahmad, Razak. (5 de fevereiro de 2010). "Malaysian media shapes battleground in Anwar trial" (em inglês). Reuters. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  184. (23 de março de 2009) "Malaysian opposition media banned" (em inglês). BBC News. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  185. a b c (9 de setembro de 2010) "The East-West divide of Malaysian media" (em inglês). Malaysian Mirror. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  186. (28 de setembro de 2010) "Comment: Anwar blames Malaysian media" (em inglês). The Jakarta Post. Visitado em 3 de novembro de 2010.
  187. Malaysia (em inglês) Freedom House (2013). Visitado em 30 de março de 2014.
  188. (29 de junho de 2007) "Opposition muzzled – here's black and white proof" (em inglês). Malaysiakini.
  189. Vikneswary, G.. (28 de junho de 2007). "TV station denies censoring opposition news" (em inglês). Malaysiakini.
  190. McAdams, Mindy. How Press Censorship Works Mindy McAdams. Visitado em 25 de maio de 2011.
  191. Yeng Ai Chun. (19 de outubro de 2009). "Malaysia Day now a public holiday, says PM" (em inglês). Visitado em 7 de maio de 2011.
  192. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) Asian Studies Center – Michigan State University. Visitado em 13 de julho de 2011.
  193. Batu Caves, Selangor (em inglês) Tourism Malaysia. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  194. Hutton, Wendy. East Malaysia and Brunei (em inglês). [S.l.]: Periplus Editions (HK) Ltd, 1997. p. 169. ISBN 962-593-180-5.
  195. Mary Assunta (2006). BAT flouts tobacco-free World Cup policy (em inglês) University of Sydney, New South Wales, Australia Tobacco Control. Visitado em 3 de outubro de 2014. doi:10.1136/tc.11.3.277.
  196. Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) The Brunei Times (16 de maio de 2013). Visitado em 15 de outubro de 2013.
  197. History of Badminton (em inglês) SportsKnowHow.com. Visitado em 11 de junho de 2011.
  198. Malaysia Lawn Bowls Federation (em inglês) 88DB.com. Visitado em 1 de outubro de 2010.
  199. John Nauright. Sports Around the World: History, Culture, and Practice (em inglês). [S.l.]: ABC-CLIO, 2012. 250– pp. ISBN 978-1-59884-300-2.
  200. History of SRAM (em inglês) Squash Racquets Association of Malaysia. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  201. (31 de julho de 2010) "Malaysia, Indonesia propose Southeast Asia football league". The Malaysian Insider. Visitado em 27 de setembro de 2010.
  202. FIH Men's World Rankings – 16 June 2014 (em inglês) International Hockey Federation (16 de junho de 2014). Visitado em 3 de julho de 2014.
  203. (27 de fevereiro de 2010) "History of Hockey World Cup" (em inglês). Times of India. Visitado em 1 de novembro de 2010.
  204. Novikov, Andrew. Formula One Grand Prix Circuits (em inglês) All Formula One Info. Visitado em 27 de setembro de 2010.
  205. Olympic Games – History (em inglês) The Olympic Council of Malaysia. Visitado em 27 de setembro de 2010.
  206. Previous Olympic Games Medal Tally (em inglês) Olympic Council of Malaysia. Visitado em 17 de outubro de 2013.
  207. Rueben Dudley (13 de setembro de 2010). Doing Malaysia proud (em inglês) The Sun Daily. Visitado em 15 de outubro de 2013.
  208. Commonwealth Games Federation, History and Tradition of Commonwealth Games, Edinburgh, Bendigo, Pune Commonwealth Youth Games 2008 (14 de agosto de 2000). Visitado em 27 de setembro de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons


Flag map of Malaysia.svg Malásia
História • Política • Subdivisões • Geografia • Economia • Demografia • Cultura • Turismo • Portal • Imagens