Malásia

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Malaysia
Federação da Malásia
Bandeira da Malásia
Brasão das armas
Bandeira Brasão de armas
Lema: "Bersekutu Bertambah Mutu"
"A unidade é a força"
Hino nacional: Negaraku
"Meu país"
Gentílico: malaio; malásio

Localização  Malásia

Localização da Malásia no mundo.
Capital Kuala Lumpur
Cidade mais populosa Kuala Lumpur
Língua oficial Malaio e inglês
Governo Monarquia eletiva constitucional
Democracia parlamentarista
 - Rei (Yang di-Pertuan Agong) Abdul Halim
 - Primeiro-ministro Najib Tun Razak
 - Vice-primeiro-ministro Muhyiddin Yassin
Independência do Reino Unido 
 - Federação Malaia 31 de agosto de 1957[1]  
 - Federação (com Sabá, Sarawak e Singapuraa ) 16 de setembro de 1963[2]  
 - Expulsão de Singapura 9 de Agosto de 1965 
Área  
 - Total 329.847 km² (66.º)
 - Água (%) 0,3
População  
 - Estimativa de fevereiro de 2008 27.730.000[3] hab. (43.º)
 - Censo 2000 24.821.286 hab. 
 - Densidade 83 hab./km² (110.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2014
 - Total US$ 746,821 bilhões*[4]  
 - Per capita US$ 24 520[4]  
PIB (nominal) Estimativa de 2014
 - Total US$ 336,913 bilhões*[4]  
 - Per capita US$ 11 062[4]  
IDH (2013) 0,773 (62.º) – elevado[5]
Gini (2002) 46,1
Moeda Ringgit (MYR)
Fuso horário MST (UTC+8)
 - Verão (DST) (UTC+8)
Cód. ISO MYS
Cód. Internet .my
Cód. telef. +60
Website governamental www.malaysia.gov.my

Mapa  Malásia

a  Singapura se tornou um país independente em 9 de agosto de 1965.[6]

A Malásia (em inglês: e malaio: Malaysia) é um país do Sudeste Asiático que compreende dois territórios distintos: a parte sul da península Malaia e ilhas adjacentes, e uma seção do norte da ilha de Bornéu. A península da Malásia confina a norte com a Tailândia, a leste com o mar da China Meridional, e a sul e a oeste com o estreito de Malaca, fazendo fronteiras marítimas com a Indonésia, a leste, sul e oeste, com Singapura a sul e com o Vietname a nordeste. A Malásia Insular limita a oeste e a norte com o mar da China Meridional, a norte com o Brunei, a leste com o mar de Sulu e a sul com a Indonésia, fazendo fronteira marítima com as Filipinas a norte e a leste. A capital do país é Kuala Lumpur.

A nação tem suas origens no Reino malaio presente na área, que, a partir do século XVIII, tornou-se sujeito ao Império Britânico. Os primeiros territórios britânicos eram conhecidos como os Estabelecimentos dos Estreitos, cuja criação foi seguida pelos reinos malaios se tornando protetorados britânicos. Os territórios na península da Malásia foram unificados pela primeira vez como a União Malaia em 1946, sendo reestruturada como a Federação Malaia em 1948, e alcançando a independência em 31 de agosto de 1957. A federação uniu-se com o Norte de Bornéu, Sarawak e Singapura em 16 de setembro de 1963, para dar ao novo país o nome de Malásia. Menos de dois anos depois, em 1965, Singapura foi expulso da federação.

O país é multiétnico e multicultural, o que desempenha um grande papel na política. A constituição declara o islamismo como a religião oficial, ao mesmo tempo em protege a liberdade de religião. A Malásia é uma monarquia eletiva constitucional federal e seu sistema de governo é muito semelhante ao modelo do Sistema Westminster e o sistema legal é baseado na common law. O chefe de Estado é o rei, conhecido como o Yang di-Pertuan Agong. Ele é um monarca eleito entre os governantes hereditários dos nove estados malaios a cada cinco anos. O chefe de governo é o primeiro-ministro.

Desde a independência, a Malásia teve um dos melhores registros econômicos na Ásia, com uma economia crescendo em média 6,5% ao ano. A economia tem sido tradicionalmente alimentada por seus recursos naturais, mas está em expansão nos setores de ciência, turismo, comércio e turismo médico. Hoje, a Malásia tem uma economia de mercado recém-industrializada, ficando em terceiro lugar no Sudeste Asiático e sendo a 29ª maior economia no mundo. É membro fundador da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), da Cúpula do Leste Asiático e da Organização para a Cooperação Islâmica, e tornou-se membro da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, da Comunidade das Nações e do Movimento Não Alinhado.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome Malásia é uma combinação da palavra "malaio" e do sufixo latino/grego "-sia/-σία".[7] A palavra melayu, do idioma malaio, pode derivar das palavras em tâmil malai e ur, que significam "montanha" e "cidade, terra", respectivamente.[8] [9] [10] Malayadvipa era a palavra usada por comerciantes indianos antigos para se referir à península malaia.[11] [12] [13] [14] [15] Além dessa hipóteses, a palavra melayu (ou mlayu) pode ter sido usada no antigo malaio/javanês para se referir a "acelerar ou correr de forma constante". Este termo foi criado para descrever a forte correnteza do rio Melayu, em Sumatra.[16] O nome foi mais tarde, possivelmente, adotado pelo Reino Melayu, que existiu no século VII em Sumatra.[17]

História[editar | editar código-fonte]

Malaca foi uma colônia de Portugal a partir de 1511. Depois foi conquistada pela Holanda em 1641. Malaca foi tomada pelo Reino Unido em 1795. A Malásia desde 1824 foi uma colônia do Reino Unido, e, entre 1942 e 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi ocupada pelo Japão. Em 1948 os britânicos formaram a Federação Malaia, que conseguiu a sua independência em 1957.

A Malásia foi formada em 1963 quando as colônias britânicas de Sabah, Sarawak e Singapura entraram para a federação. Os primeiros anos do país foram marcados por esforços da Indonésia controlar a Malásia, reivindicações de Sabah pelas Filipinas e pela secessão de Singapura da federação em 1965. Nove dos 13 estados da Malásia têm um sultão ou um chefe de Estado hereditário; os restantes quatro têm governadores nomeados pelo rei. Em 1969 os conflitos raciais entre chineses e malaios levaram a tumultos e os partidos malaios perderam votos nas eleições que se seguiram. Continuam a existir restrições às liberdades individuais como a proibição de discussão em público. Apesar das consideráveis diferenças étnicas, a Malásia tem progredido com a criação da unidade nacional.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Campos de chá na Malásia.

A Malásia é um país localizado no sudeste asiático e é dividido basicamente em 2 grandes porções de terra, separadas pelo Mar do Sul da China. Uma é continental, limitada, ao norte, pela Tailândia e a sul por Singapura e a outra é insular, basicamente na ilha de Bornéu, tendo fronteiras com a Indonésia a leste e sul e com Brunei a norte.

O clima da Malásia é quente e úmido e caracterizado, como muitos países do sudeste asiático, por monções, ventos tropicais que se alternam durante as estações do ano.

O relevo malaio é formado de planícies e regiões montanhosas. Dois dos picos mais altos do sudeste asiático estão localizados na Malásia. Magníficas cavernas e cachoeiras podem ser encontradas nas suas montanhas. A rede hidrográfica não é muito densa, não possuindo, assim, nenhum rio de grande importância.

Aproximadamente 4/5 da vegetação do país é caracterizado por florestas tropicais. A Malásia apresenta um dos ecossistemas mais complexos e ricos do mundo: são 15,000 espécies de plantas e árvores, 600 espécies da pássaros e 210 espécies de mamíferos. O governo investiu uma grande quantia para impedir a devastação das florestas do país.

Biodiversidade[editar | editar código-fonte]

Flor da espécie Rafflesia arnoldii, a maior do mundo, que pode atingir 106 cm de diâmetro e pesar até 11 kg.[18]

A Malásia assinou a Convenção sobre Diversidade Biológica, no Rio de Janeiro, em 12 de junho de 1993 e tornou-se uma parte da convenção em 24 de junho de 1994.[19] O país posteriormente produziu uma Estratégia de Biodiversidade e Plano de Ação Nacional, que foi recebida pela convenção em 16 de abril de 1998.[20] o país é considerado megadiverso, com um elevado número de espécies e altos níveis de endemismo.[21] Estima-se que o território da Malásia contenha 20% das espécies animais do planeta.[22] Os altos níveis de endemismo são encontrados nas diversas florestas das montanhas de Bornéu, onde as espécies são isoladas uma da outra por uma floresta de várzea.[23]

Clima[editar | editar código-fonte]

Em torno das duas metades da Malásia há várias ilhas, sendo a maior Banggi.[24] O clima local é equatorial e caracteriza-se pelas monções anuais sudoeste (abril a outubro) e nordeste (outubro a fevereiro).[25] A temperatura é moderada pela presença dos oceanos ao redor. A umidade é geralmente alta e a precipitação média anual é de 250 cm. Os climas da Península e da parte Oriente diferem, sendo que clima na península é diretamente afetado pelo vento do continente, ao contrário do clima mais marítima do Oriente. Os climas locais podem ser dividido em três regiões: montanhas, planícies e costeiro. A mudança climática é susceptível de afetar os níveis do mar e as chuvas, aumentando os riscos de inundação e levando a secas.[25]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Kuala Lumpur, capital e maior cidade do país.
Densidade populacional no território do país

A Malásia é uma sociedade multicultural, com malaios, chineses e indianos a compartilhar o país. Os malaios são a maior comunidade, atingindo 60% da população. Falam malaio (Bahasa Melayu) e são em grande parte responsáveis pela orientação política do país. Os chineses formam cerca de um quarto da população. Falam os dialetos hokkien/fukien, cantonês, hakka e teochew e têm uma história de domínio dos negócios do país. Os indianos formam cerca de 10% da população. São na maioria tamiles e telagus hindus do sul da Índia, falando tamil, telugu, malayalam e algum hindi, e vivem principalmente nas grandes cidades da costa ocidental da península. Também existe uma comunidade sikh de razoável tamanho. O resto da população é composta por eurasiáticos, cambojanos, vietnamitas e tribos indígenas. A maioria dos eurasiáticos é cristã. Os eurasiáticos, de ascendência mestiça, portuguesa e malaia, falam um crioulo de base portuguesa chamado Papia Kristang. Outros eurasiáticos, de ascendência mestiça, malaia e espanhola, descendentes de emigrantes vindos das Filipinas, que vivem principalmente em Sabah, falam o único crioulo de base castelhana asiático, o Chavacano. Os cambojanos e os vietnamitas são principalmente budistas (os cambojanos da escola Theravada e os vietnamitas da escola Mahayana). O malaio é a língua oficial do país, mas o inglês é muito falado.

A maior tribo indígena em número são os Iban de Sarawak, cujo número sobe a mais de 600 000. Os Iban que ainda vivem em aldeias tradicionais na selva vivem em casas longas ao longo dos rios Rajang e Lupar e dos seus afluentes. Os Bidayuh (170 000) estão concentrados na parte sudoeste de Sarawak. A maior tribo indígena de Sabah é a dos Kadazan. São principalmente agricultores de subsistência cristãos. Os Orang Asli (140 000), ou povos aborígenes, incluem várias comunidades étnicas diferentes que vivem na Malásia Peninsular. Tradicionalmente caçadores-recoletores e agricultores nómadas, muitos foram sedentarizados e parcialmente absorvidos pela Malásia moderna. Apesar disso, continuam a ser o grupo mais pobre do país.

Cidades mais populosas[editar | editar código-fonte]

Religiões[editar | editar código-fonte]

A Constituição da Malásia garante a liberdade de religião, ao mesmo tempo que declara o Islã a religião do Estado.[27] De acordo com o Recenseamento da População e Habitação de 2010, etnia e crenças religiosas estão altamente correlacionados. Aproximadamente 61,3% da população é adepta do islamismo, 19,8% pratica o budismo, seguida do cristianismo (9,2%), do hinduísmo (6,3%) e do confucionismo, taoísmo e outras religiões tradicionais chinesas, com 1,3%. Cerca de 0,7% da população declararam não ter nenhuma filiação religiosa e 1,4% restante praticam outras religiões ou não responderam qualquer informação.[28] A escola de jurisprudência do islamismo sunita de Shafi é o ramo dominante do islamismo na Malásia.[29]

Mesquita Sultão Salahuddin Abdul Aziz em Shah Alam

Ainda conforme a constituição malaia, nesta está definido estritamente o que é um "cidadão malaio", considerando-se aqueles que são muçulmanos, falam o idioma malaio regularmente, praticam costumes malaios e viveu ou tem antepassados ​​de Brunei, Malásia e Singapura.[30] As estatísticas do Censo de 2010 indicam que 83,6% da população de origem chinesa que vive no país identificam-se como budistas, com um número significativo de adeptos também do taoísmo (3,4%) e cristianismo (11,1%), juntamente com pequenas populações Hui-muçulmanos em algumas áreas, como Penang. A maioria da população de origem indiana residente na nação segue o hinduísmo (86,2%), com uma minoria significativa identificando-se como cristãos (6,0%) ou muçulmanos (4,1%). O cristianismo é a religião predominante da comunidade não-malaia (46,5%), com um adicional de 40,4% se identificando como muçulmanos.[28]

Os muçulmanos são obrigados a seguir as decisões dos tribunais Syariah em questões relacionadas com a sua religião. A competência dos tribunais Syariah se limita aos muçulmanos em questões como casamento, herança, divórcio, apostasia, conversão religiosa, custódia, entre outros. Não há outras infracções criminais ou civis sob a jurisdição dos tribunais da Syariah, que têm uma hierarquia semelhante aos tribunais civis. Apesar de ser os tribunais supremos da terra, os tribunais civis não interferem em assuntos relacionados com práticas islâmicas.[31]

Línguas[editar | editar código-fonte]

A língua oficial da Malásia é o malaio.[32] A terminologia, de acordo com a política do governo, é Bahasa da Malásia (literalmente "língua malasiana")[33] mas a legislação continua a referir-se à língua oficial como Bahasa Melayu (literalmente "língua malaia").[34] Historicamente, o inglês era a língua administrativa de facto, com o malaio tornando-se a língua predominante após os motins raciais de 1969.[35]

Distribuição dos idiomas falados no território malaio

O inglês continua a ser uma segunda língua ativa, com seu uso permitido para determinados fins oficiais nos termos da Lei Nacional de Línguas, de 1967[36] , e serve como meio de instrução para a matemática e as ciências em todas as escolas públicas.[37] O inglês na Malásia é amplamente utilizado na área dos negócios, juntamente com o Manglish, que é uma forma coloquial do inglês com o malaio, com influências do chinês e tâmil. O governo desencoraja o uso do malaio não-padrão, mas não tem poder para emitir compostos ou multas para aqueles que fazem o uso imprópria do malaio em suas propagandas.[38]

Muitos outros idiomas são falados na Malásia, que contém dialetos de 137 línguas vivas.[39] A Península Malaia contém dialetos de 41 dessas línguas.[40] As tribos nativas da Malásia Oriental têm seus próprios idiomas que estão relacionados com os seus costumes culturais. O iban é a principal língua tribal em Sarawak, enquanto o dusunic e kadazan são faladas pelos nativos em Sabá.[41] Entre os chineses residentes no país, predominam dialetos chineses das províncias do sul da China, sendo estes o cantonês, mandarim, hokkien, hakka, hainan e fuzhou. O tâmil é usado predominantemente pelos tâmeis, que formam a maioria dos indianos que vivem na Malásia. Outras línguas do sul da Ásia também são faladas na Malásia, como o tailandês. Um pequeno número de malaios têm ascendência caucasiana e falam línguas crioulas, como o malaccan, de base portuguesa, e o chavacano, baseado no espanhol.[42] [43]

Governo e política[editar | editar código-fonte]

A Malásia é uma monarquia eletiva constitucional federal. O sistema de governo é modelado a partir do que do sistema parlamentar de Westminster, um legado de domínio colonial britânico.[44] O chefe de Estado é o Yang di-Pertuan Agong, comumente referido como o Rei. O Rei é eleito para um mandato de cinco anos por entre os nove governantes hereditários dos estados malaios; os outros quatro estados, que têm governadores titulares, não participam da seleção. Por acordo informal o cargo é alternado sistematicamente entre os nove[44] e tem sido mantido por Abdul Halim de Kedah desde dezembro de 2011.[44] O papel do Rei tem sido em grande parte cerimonial desde mudanças na constituição de 1994.[45]

O poder legislativo é dividido entre os legislativos federais e estaduais. O parlamento federal bicameral consiste na câmara baixa, a Câmara dos Representantes, e a câmara alta, o Senado.[46] O 222 representantes da Câmara dos Representantes são eleitos para um mandato máximo de cinco anos a partir de círculos uninominais. Todos os 70 senadores manté mandatos de três anos; 26 são eleitos pelas 13 assembleias estaduais e os restantes 44 são nomeados pelo rei, após recomendação do primeiro-ministro.[47] O parlamento segue um sistema multipartidário e desde a independência da Malásia tem sido governada por uma coalizão multipartidária conhecida como Barisan Nasional (Frente Nacional).[47]

Cada estado tem uma assembleia legislativa unicameral, cujos membros são eleitos por círculos eleitorais uninominais. Os governos estaduais são liderados pelos Ministros=Chefe,[47] que são membros da assembleia estadual do partido majoritário na instituição. Em cada um dos estados com um governante hereditário, o Ministro-Chefe normalmente precisa ser um malaio, nomeado pelo governador, mediante recomendação do primeiro-ministro.[48] As eleições parlamentares são realizadas pelo menos uma vez a cada cinco anos.[47] Os eleitores a partir de 21 anos de idade podem votar nos membros da Câmara dos Deputados e, na maioria dos estados, para a câmara legislativa do estado. O voto não é obrigatório.[49] Exceto para as eleições estaduais em Sarawak, por convenção as eleições estaduais são realizadas simultaneamente com a eleição federal.[50]

O poder executivo é exercido pelo Conselho de Ministros, liderado pelo primeiro-ministro, que deve ser um membro da Câmara dos Representantes e que, na opinião do Rei, comanda uma maioria no parlamento. O gabinete é escolhido a partir de membros de ambas as casas do parlamento.[47] O primeiro-ministro é o chefe de gabinete e o chefe de governo.[50] O atual incumbente, Najib Razak, nomeado em 2009, é o sexto primeiro-ministro do país.[51]

Relações internacionais[editar | editar código-fonte]

Najib Razak com Vladimir Putin durante a cúpula da APEC na Rússia, em 2012

Um membro fundador da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN)[52] e da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI),[53] o país participa de várias organizações internacionais, como as Nações Unidas,[54] a Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (APEC),[55] o D-8[56] e o Movimento dos Países Não-Alinhados (MNA).[57] O governo malaio presidiu a ASEAN, a OIC e a NAM no passado. Uma ex-colônia britânica, é também um membro da Commonwealth.[58] A cidade de Kuala Lumpur foi o local da primeira Cúpula do Leste Asiático em 2005.[59]

A política externa da Malásia é oficialmente baseada no princípio da neutralidade e em manter relações pacíficas com todos os países, independentemente de seu sistema político.[60] O governo atribui uma alta prioridade para a segurança e a estabilidade do Sudeste Asiático[59] e procura desenvolver relações com os outros países da região. Historicamente, o governo tem tentado retratar a Malásia como uma nação islâmica progressista,[60] enquanto reforça as relações com outros Estados islâmicos.[59] Um forte princípio da política da Malásia é a soberania nacional eo direito de um país para controlar seus assuntos internos.[50]

A política em relação a disputas territoriais por parte do governo segue o pragmatismo, sendo que o governo resolver disputas em uma série de maneiras, tais como levar o caso ao Tribunal Internacional de Justiça.[61] As Ilhas Spratly são disputadas por muitos estados na área e a totalidade do Mar da China Meridional é reivindicada pela China. No entanto, ao contrário de seus vizinhos Vietnã e Filipinas, a Malásia tem evitado qualquer conflito com o governo chinês.[62] Em 2009, Brunei e Malásia anunciaram o fim de suas respectivas reivindicações territoriais e resolveram as questões relacionadas com as suas fronteiras marítimas.[63] As Filipinas têm uma reivindicação pendente na parte oriental de Sabah. O aterramento marítimo feito pela cidade-Estado de Singapura tem causado tensões e disputas de fronteiras marítimas com a Indonésia.[64]

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

A Malásia é um território federal dividido em treze estados e três territórios federais, separados em duas regiões distintas, a Malásia Peninsular e a Malásia Oriental, ao norte da ilha de Bornéu.

Singapura já fora um estado da Malásia, de sua fundação, em 16 de setembro de 1963 até 9 de agosto de 1965, data da separação destas, fazendo com que Singapura se tornasse um país.

Economia[editar | editar código-fonte]

As Petronas Towers em Kuala Lumpur, as maiores torres gêmeas do mundo, são a sede da companhia nacional de petróleo, a Petronas

A Malásia é uma economia de mercado relativamente aberta, orientada pelo Estado e recentemente industrializada.[65] [66] O Estado desempenha um papel importante, mas em declínio, ao guiar a atividade econômica através de planos macroeconômicos. A Malásia teve um dos melhores desempenhos econômicos da Ásia, visto que seu PIB cresceu em média 6,5 por cento ao ano entre 1957 e 2005.[47] Em 2014, o PIB (PPC) foi de cerca de 746,821 bilhões de dólares, a terceira maior economia da ASEAN e a 28ª maior do mundo.[67] Viktor Shvets, o diretor-gerente do Credit Suisse, disse que "a Malásia tem todos os ingredientes certos para se tornar uma nação desenvolvida".[68]

O comércio internacional, facilitado pela rota marítima adjacente ao Estreito de Malaca, e a manufatura são os setores-chave da economia.[69] [70] [71] A Malásia é um país exportador de recursos naturais e agrícolas e o petróleo é um grande produto de exportação.[47] O país tem sido o maior produtor de estanho,[72] borracha e óleo de palma do mundo. A manufatura tem uma grande influência na economia do país,[73] embora a estrutura econômica da Malásia tenha afastado esse tipo de atividade econômica.[74]

O país tornou-se um centro do sistema bancário islâmico e é o país com o maior número de trabalhadores do sexo feminino na indústria.[75] Os serviços baseados no conhecimento também estão se expandindo.[74] Para criar uma capacidade autossuficiente para o desenvolvimento nacional, a Malásia privatizou algumas das suas instalações militares na década de 1970. A privatização criou a indústria de defesa, que em 1999 passou a ser administrada pelo Conselho de Defesa da Indústria Malásia. O governo continua a promover este setor e a sua competitividade, comercializando ativamente na indústria de defesa.[76]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Praia na ilha de Sipadan

Em um esforço para diversificar a economia e torná-la menos dependente das exportações, o governo tem pressionado para aumentar o setor de turismo no país. Como resultado, o turismo tornou-se a terceira maior fonte de divisas da Malásia, embora seja ameaçado pelos efeitos negativos do crescimento da economia industrial, como grandes quantidades de poluição do ar e da água, juntamente com o desmatamento que afetam as atividades turísticas.[77]

O setor de turismo esteve sob alguma pressão em 2014, quando a transportadora nacional Malaysia Airlines teve um de seus aviões desaparecido em março, enquanto outro foi derrubado por um míssil sobre a Ucrânia em julho, o que resultou na morte de um total de 537 passageiros e tripulantes. O estado da companhia aérea, que tinha sido rentável por três anos, levou o governo em agosto de 2014 a nacionalizar a empresa, ao comprar os 30% que ainda não possuía.[78]

Entre 2013 e 2014, o país foi classificado como um dos melhores lugares para se aposentar no mundo, na terceira posição no Índice de Aposentadoria Global. Isso, em parte, foi o resultado do programa "Malásia, Minha Segunda Casa", criado para permitir que estrangeiros vivam no país com um visto de longa duração para até 10 anos.[79]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Estação Kuala Lumpur Sentral, a maior do Sudeste Asiático

A infraestrutura da Malásia é uma dos mais desenvolvidas da Ásia.[80] A sua rede de telecomunicações é a segunda maior do Sudeste Asiático, atrás apenas de Singapura, com 4,7 milhões de assinantes de telefonia fixa e mais de 30 milhões de assinantes de celulares.[81] [82] A país tem sete portos internacionais, sendo a principal o Porto Klang. Há 200 parques industriais, juntamente com parques especializados, como o Parque Tecnológico Malásia e Parque de Alta Tecnologia Kulim.[83] A água doce está disponível para mais de 95 por cento da população. Durante o período colonial, o desenvolvimento estava concentrado principalmente em cidades economicamente poderosas. Embora as áreas rurais têm sido foco de grande desenvolvimento, elas ainda ficam atrás de áreas como a costa oeste da península da Malásia.[84] A rede de telecomunicações, embora forte em áreas urbanas, é menos disponível para a população rural.[81]

A rede de estradas malaia cobre 144,403 quilômetros e inclui 1.821 km de autoestradas.[85] A maior rodovia do país, a Via Expressa Norte-Sul, estende-se por 800 km entre a fronteira com a Tailândia e Singapura. No orçamento de 2015, o governo anunciou um montante de 8,23 bilhões de dólares para a implementação do projeto Rodovia Pan-Bornéo, que visa atualizar e ampliar todas as estradas da região, trazendo o padrão de autoestradas da Malásia Peninsular.[86] [87]

O Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur é o principal e mais movimentado aeroporto internacional do país.

A Malásia tem 118 aeroportos, dos quais 38 são pavimentados. A companhia aérea oficial do país é a Malaysia Airlines, que presta serviço aéreo internacional e doméstico ao lado de duas outras operadoras. O sistema ferroviário é estatal e abrange um total de 1.849 quilômetros.[85] Sistemas de veículos leves sobre trilhos elevados, relativamente baratos, são usado em algumas cidades, como Kuala Lumpur.[88] A Asean Rail Express é uma serviço ferroviário que liga Kuala Lumpur a cidade de Bangkok e destina-se a eventualmente se estender a partir de Singapura para a China.[80]

Tradicionalmente, a produção de energia na Malásia tem sido baseada em petróleo e gás natural.[89] O país tem 13 GW de capacidade de geração elétrica.[90] No entanto, tem apenas 33 anos de reservas de gás natural e 19 anos de reservas de petróleo, enquanto a demanda por energia é crescente. Em resposta, o governo está expandindo o uso de energias renováveis.[89] Dezesseis por cento da geração de eletricidade é hidrelétrica, sendo os 84% restantes térmica.[90] A indústria de petróleo e gás é dominada pela estatal Petronas,[91] enquanto o setor de energia como um todo é regulado pela Comissão de Energia da Malásia, uma comissão estatutária que regula a energia na península e Sabah, nos termos da Lei da Comissão de Energia Elétrica de 2001.[92]

Cultura[editar | editar código-fonte]

O templo Kek Lok Si em Penang, o maior do Sudeste Asiático, iluminado durante as celebrações do ano-novo lunar

A Malásia tem uma sociedade multiétnica, multicultural e multilíngue. A cultura original da área resultou de tribos nativas que habitavam o território junto com os malaios. Influência substancial existe de cultura chinesa e indiana, que remonta a quando o comércio exterior começou na região. Outras influências culturais incluem a persa, árabe e britânicas. Devido à estrutura do governo, juntamente com a teoria do contrato social, tem havido assimilação cultural mínima das minorias étnicas.[93]

Em 1971, o governo criou uma "Política Nacional de Cultura", que define a cultura da Malásia. Ele afirmou que a cultura do país deve basear-se na cultura dos povos nativos da Malásia, que podem incorporar elementos adequados de outras culturas e que o islamismo deve desempenhar um papel nela.[94] Ele também promoveu a língua malaia acima das outras.[95] Esta intervenção do governo na cultura tem causado ressentimento entre os não-malaios que sentem que a sua liberdade cultural foi diminuída. Associações chinesas e indianas apresentaram memorandos para o governo, acusando-o de formular uma política de cultura antidemocrática.[94]

Existem algumas disputas culturais entre a Malásia e os países vizinhos, principalmente a Indonésia. Os dois países têm uma herança cultural semelhante, compartilhando muitas tradições. No entanto, disputas têm surgido sobre temas que vão desde pratos culinários até o hino nacional da Malásia. Fortes sentimentos existem na Indonésia sobre a proteção de seu patrimônio nacional.[96] O governo da Malásia e o governo da Indonésia se reuniram-se para aliviar algumas das tensões resultantes das sobreposições em cultura.[97] Estes sentimentos não são tão fortes na Malásia, onde a maioria reconhece que muitos valores culturais são compartilhados.[96]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. O Reino Unido Database Lei Estatuto: Federação da Lei de Independência Malásia 1957 (c. 60)
  2. Tratado das Nações Unidas Nr.10760: Acordo relativo à Malásia (pdf) Tratado Coleção das Nações Unidas Nações Unidas (julho 1963). Visitado em 2010-07-29.
  3. Population (5-9-2008) Department of Statistics Malaysia (5 de setembro de 2008). Visitado em 2008-09-20.
  4. a b c d Fundo Monetário Internacional (FMI): World Economic Outlook Database (Outubro de 2014). Visitado em 29 de outubro de 2014.
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