Ferroviário Atlético Clube (Fortaleza)

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Ferroviário
Ferroviario escudo.jpg
Nome Ferroviário Atlético Clube
Alcunhas Tubarão da Barra
Peixe
Ferrão
Ferrim
Erreveceano
Tricolário
Torcedor/Adepto Coral
Mascote Tubarão
Fundação 9 de maio de 1933 (81 anos)
Estádio Elzir Cabral
Capacidade 4 200 pessoas [1]
Localização Brasão de Fortaleza.svg Fortaleza, Ceará CE, Brasil Brasil
Mando de jogo em Arena Castelão [2]
Capacidade (mando) 58 704 pessoas [3]
Presidente Brasil Edmílson Alves Júnior
Treinador Brasil Washington Luiz
Patrocinador Ceará Governo do Estado do Ceará
Ceará Prefeitura de Fortaleza
Brasil Indaiá
Ceará Forró Sacode [4]
Material esportivo Brasil Siker
Competição Ceará Campeonato Cearense
Ceará 2014 9º Colocado (rebaixado)
Ceará 2013 8º Colocado
Ceará 2012 9º Colocado
Ranking nacional 214º lugar, 59 pontos
Website www.ferroviario.com.br/
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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Ferroviário Atlético Clube é um clube de futebol da cidade de Fortaleza, Ceará. Fundado por operários ferroviários em 1933, o time é símbolo da democratização do futebol nacional e precursor do profissionalismo no futebol cearense.

O Ferrão, como é conhecido, é um dos três grandes clubes do estado. Sua torcida é conhecida pela simpatia e lealdade ao Tubarão da Barra. Entre suas torcidas organizadas se destacam a torcida Falange Coral e a Ultras Resistência Coral.

Seu uniforme principal é camisa branca com duas faixas horizontais (vermelha e preta) na altura do peito, calção branco e meias brancas. Seu mascote é um tubarão. Seu estádio, Vila Olímpica Elzir Cabral, tem capacidade para 4.200 pessoas.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Em 1933, a Rede de Viação Cearense (RVC) começou a fazer serviços extraordinários no turno da noite, para consertar locomotivas, carros e vagões na oficina do Urubu. Os operários mais jovens que moravam longe dali, escolheram o futebol como passatempo entre os dois turnos da alienante jornada de trabalho. Formaram então dois times com os nomes das plantas que foram retiradas na preparação do campo de futebol: "matapasto" e "jurubeba". Da junção dos dois times formou-se o time "Ferroviário" que disputou várias partidas amistosas pela periferia operária até que, em 9 de maio, com a ajuda do funcionário da RVC, Valdemar Caracas, foi fundado oficialmente o Ferroviário Atlético Clube.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

De acordo com o estatuto do clube, o símbolo do Tricolor da Estrada de Ferro é formado por um triângulo isósceles branco, invertido, com base maior elevada por um retângulo com altura igual à metade da lateral do referido triângulo. Dentro dessa parte alongada encontra-se outro retângulo, de cor preta, com as iniciais FAC em branco. No interior do triângulo uma faixa branca de largura igual a um quarto da lateral menor com dois triângulos escalenos, um vermelho à esquerda e outro preto, à direita.

As duas estrelas douradas, introduzidas no escudo, representam a conquista do Bicampeonato Cearense em 1994 e 1995.

Mascote[editar | editar código-fonte]

Mascote do Ferroviário - O Tubarão da Barra

O Mascote do Ferroviário Atlético Clube é o Tubarão, chamado por sua torcida de Tubarão da Barra. A "Barra" mencionada é a Barra do Ceará, um dos bairros mais conhecidos de Fortaleza.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

O uniforme titular é composto de camisa branca com três faixas horizontais à altura do peito sendo a primeira vermelha seguidas pela branca e pela preta. As faixas vermelha e preta devem ter cinco centímetros de largura e a branca deve ter largura igual a 2,5 centímetros. O escudo cobre inteiramente as faixas.

Já o uniforme reserva é composto alternadamente por faixas vermelhas, brancas, pretas e novamente brancas, todas verticais. Na altura do coração encontra-se o escudo do clube.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Elzir Cabral
Elzir Cabral 2.jpg
Nome Vila Olímpica Elzir Cabral
Características
Local Fortaleza, CE
Capacidade 2.700 pessoas
  1. CNEF da CBF (PDF) (em português) Site Oficial da CBF. Visitado em 09/03/12.
  2. Ferroviário assina contrato para mandar seus jogos apenas na Arena Castelão
  3. Castelão - Fortaleza FIFA. Visitado em 17 de junho de 2013.
  4. Banda de forró amplia patrocínio ao Ferroviário e estampa sua marca na frente do uniforme do time
[1]
Construção
Inauguração
Data 19 de Março de 1989
Partida inaugural Ferroviário 6 x 0 Guarani de Juazeiro
Primeiro gol Cacau
Outras informações
Proprietário Ferroviário Atlético Clube
Mandante Ferroviário Atlético Clube

O Ferroviário possui a Vila Olímpica Elzir Cabral, que é a sede e o estádio do clube, localizada na Barra do Ceará, um dos mais tradicionais bairros operários da cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. Sua inauguração aconteceu no dia 19 de Março de 1989 na partida entre Ferroviário e Guarani de Juazeiro, placar de 6x0 para o tubarão da barra

Futebol[editar | editar código-fonte]

Década de 30 : Do Matapasto e do jurubeba surgia o Ferroviário[editar | editar código-fonte]

Da união de duas equipes de operários da estrada de Ferro, surgiu o Ferroviário Atlético Clube. No ano de 1937 disputa a Série B do cearense e com sua conquista, assegura a vaga do estadual seguinete. Em seu primeiro estadual com os grandes do futebol local o Ferrão fica na nona colocação no total de dezesseis equipes na competição. Em 1939, avança mais um pouco alcançado a quinta colocação de sete equipes que disputaram o cetame.

Década de 40: O primeiro estadual[editar | editar código-fonte]

A década de 40, começa com o tubarão da barra, alcançando o vice-campeonato, perdendo para o Tramways Sport Club que tinha o apoio da empresa de energia do estado. No ano seguinte fica na quarta colocação, participando da estreia do Estádio Presidente Vargas, em 1942 mais um vice-campeonato, em 1943 ocupa a terceira colocação geral do estadual, no ano seguinte repete a colocação do estadual. No ano de 1945 o Ferrão entra disposto pela briga do campeonato daquele ano, disputando ponto a ponto com a equipe dos príncipes, que tentavam um inédito tricampeonato para equipe cintanegrina, final da história : Ferrão campeão cearense pela primeira vez.

Em 1946 perde o bicampeonato para o Fortaleza, no ano seguinte, ambas equipes disputaram mais uma vez a final, no primeiro jogo: vitória do Fortaleza por 4x1, n segundo empate de 3x3 só que com contestação dos corais, pois um atleta ser expulso por reclamação. Em 1948 fica na quarta colocação, em 1949 mais um vice-campeonato.

Década de 50 : Dois títulos e altos e baixos no estadual[editar | editar código-fonte]

Em 1950 o Ferrão conquista mais um estadual com três pontos na frente do Fortaleza, em 1951 mais um vice-campeonato, em 1952 retorna ao trilhos da conquista com mais um campeonato, em 1953 mais um vice-campeonato, no ano seguinte um quarta colocação. Em 1955 mais um vice-campeonato pros corais, no ano seguinte uma péssima sétima colocação no certame com oito equipes, em1957 uma quarta colocação, tendo Pacoti como artilheiro do estadual com 24 gols. Em 1958 ocupa a terceira colocação tendo Zé de Melo como artilheiro com 21 gols e quarto colocado em 1959.

Década de 60: A quebra do jejum de títulos[editar | editar código-fonte]

Em 1960 o Ferrão fica na segunda colocação perdendo o estadual para o Fortaleza, em 1961 e 1962 fica na quinta colocação, 1963 fica com o vice-campeonato, em [[1964], 1965 e 1966 repete a quinta colocação. Em 1967 conquista um vice-campeonato, em 1968 vence mais um estadual quebrando um longo jejum de títulos desde 1952, em 1969 fica na terceira colocação.

Década de 70: O começo da década com título e mais outro jejum[editar | editar código-fonte]

O Começo da década , vem com mais uma conquista coral com o título de [[1970], perde a hegemonia em 1971 ficando na terceira colocação, em 1972 fica na quinta colocação, no triênio: 1973, 1974 e 1975, o Ferrão fica na terceira colocação do cearense, em 1976 a equipe coral ocupou a quinto lugar, em 1977 e 1978 a terceira colocação, colocando fim ao jejum de títulos somente em 1979 evitando o penta do Ceará ainda tendo Paulo Cesar como artilheiro com 29 gols.

Década de 80 : O Fim do Jejum em 1988[editar | editar código-fonte]

A década começa perdendo a hegemonia pro Ceará na final de 1980, 1981 e 1982 e 1983 para o Fortaleza. Em 1984 tem um queda ficando em oitavo lugar de dez que disputaram. Em 1985 , 1986 e 1987 ocupa a terceira colocação do estadual, sendo que em [[1985] tem o artilheiro do estadual Luizinho das Arábias com 24 gols. Em 1988 quebra o jejum de 9 anos com o gol de Marcelo Veiga de pênalti contra o Fortaleza, no ano seguinte perde o estadual para o Ceará.

Década de 90 :O Ciclo gordo do Tubarão com o Bicampeonato =[editar | editar código-fonte]

A década começa com o Ferrão ocupando a parte debaixo da tabela ficando na sétima colocação em 1990, em 1991 soube pra quarta colocação e em 1992 cai pra sexto geral. Em 1993 fica com a quarta colocação, fazendo a base para o time bicampeão que viria em [[1994] e em 1995, Batistinha artilheiro no primeiro estadual com 20 gols e Robério no outro com 26 gols, perde o tricampeonato em 1996 para o Ceará, em 1997 fica na terceira colocação, no ano seguinte ganha um turno mais perde de novo mais uma final para o Ceará. Em 1999 cai pro sétimo lugar geral.

Década de 2000 : A década em branco[editar | editar código-fonte]

Em 2000 o Ferrão tem uma péssima campanha no estadual com a oitava colocação, em 2001 sobe pra sexto geral, quinto em 2002 e vai pra final com o Fortaleza em 2003 perdendo o título, em 2004 fica mais uma vez na parte debaixo da tabela na sétima colocação, no ano seguinte sobe para terceira colocação, quarta em 2006, repete a quinta colocação em 2007 e em 2008, soube pra terceira em 2009.

Década de 2010 : A queda[editar | editar código-fonte]

O começo da década de 2010 mantém a quinta colocação que vem na média acontecendo longe das finais, no ano seguinte escapa do rebaixamento na última rodada do estadual, em [[[2012]] soube um pouco pra nona colocação não correndo o risco de queda, vindo a cair no ano de 2014.

O Clube das temporadas[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua história o Ferroviário ganhou a alcunha de Clube das Temporadas porque quase sempre derrotava as equipes expressivas do futebol nacional pelo país.

Desses jogos, um dos mais importantes deu-se contra o Fluminense, que tinha sagrado-se Super Campeão Carioca de 1946. Na temporada de amistosos pelo Norte-Nordeste, o clube das Laranjeiras massacrou equipes em Pernambuco, Bahia, Paraíba, Maranhão e Pará. Em terras cearenses, o Fluminense aplicou goleadas de 5 a 0 no Fortaleza e 5 a 1 no Ceará. No dia 1º de janeiro de 1949, um grande público compareceu ao Estádio Presidente Vargas esperando mais uma goleada do time carioca, dessa vez sobre a equipe coral. Mas todos foram surpreendidos por uma exibição de gala do Ferroviário. Com um gol de Manuel de Ferro aos 28 minutos do primeiro tempo e outro gol de Zuzinha aos 22 do segundo, o time dos operários da estrada de ferro derrotara o todo poderoso Fluminense por 2 a 0.

Alguns resultados expressivos obtidos pelo Ferroviário foram:

  • Ferroviário 4 x 2 Bahia Bahia, em 1941
  • Ferroviário 2 x 1 Santa Cruz Pernambuco, em 1942
  • Ferroviário 1 x 0 Olaria Rio de Janeiro, em 1955
  • Ferroviário 2 x 1 Paysandu Pará, em 1955
  • Ferroviário 7 x 2 Bahia Bahia, em 2006

Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

O Ferroviário já participou por 6 vezes da Série A do Campeonato Brasileiro, sendo a última delas em 1984, quando terminou em 33º. Seu melhor resultado foi o 27º lugar em 1981.

Na Série B, já esteve por 8 vezes, sendo a última delas em 1991, onde ficou em 44º, enquanto que o melhor resultado foi um 6º lugar em 1971.

Já na Série C, disputou a competição por 12 vezes, sendo um dos clubes mais importantes desta divisão do futebol brasileiro. É o clube que mais balançou as redes adversárias, e um dos clubes que tem o maior somatório de pontos ao longo da história na Série C. Suas melhores classificações foram o 6º lugar de 1997 e o 5º de 2006, ano este em que ascenderam à Série B, 4 clubes, 3 dos quais chegaram a Série A nos anos seguintes (Vitória e Ipatinga em 2008, e Grêmio Barueri em 2009), além do Criciúma, o campeão da competição, único time que o Ferrão não conseguiu vencer naquele ano. Dentre os vários jogos históricos daquela campanha, pode-se citar o massacre sobre o Bahia por 7 a 2 no PV, quando somente no primeiro tempo o Ferrão já vencia por 5 x 0.

Temporada 2015[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
' Brasil Caíque
' Brasil Eduardo
' Brasil Fernando Júnior
' Brasil Murillo
Defensores
Jogador Pos.
' Brasil Anderson Borges Z
' Brasil Cleylton Z
' Brasil Fábio Souza Z
' Brasil Marcelo Z
' Brasil Valdo Z
' Brasil Éverton LD
' Brasil Lucas LD
' Brasil Tinga LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
' Brasil Chico V
' Brasil Fernando Abade V
' Brasil Fernando Santos V
' Brasil Lima V
' Brasil Márcio V
' Brasil Ralf V
' Brasil Vagno Pereira V
' Brasil Adílton M
' Brasil Sami M
' Brasil Geilson M
' Brasil Haron M
' Brasil Henrique M
' Brasil Juninho Botelho M
' Brasil Kleyton M
' Brasil Leandro M
' Brasil Maico Motta M
Atacantes
Jogador
' Brasil Bruno
' Brasil Luisinho
' Brasil Pedro
' Brasil Romário
' Brasil Ted
' Brasil Iarley
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Julinho Camargo T

Ídolos no Futebol[editar | editar código-fonte]

Jogador No Ferroviário Outros Clubes
Marcelo Veiga
(lateral)
Ídolo coral no final dos anos 1980, marcando inclusive o gol do título do campeonato cearense de 1988. Santos, Internacional, Portuguesa, Goiás e Bahia.
Celso Gavião
(zagueiro)
Líder do time campeão cearense de 1979. Vasco da Gama e campeão mundial em 1987 pelo Porto.
Nasa
(meio-campista)
Proveniente do futebol de Juazeiro do Norte. Bi-campeão cearense pelo Ferroviário em 94/95. Bi-Campeão da Taça Libertadores em 1998 pelo Vasco da Gama.
Lima
(meio-campista)
Proveniente do futebol do Amazonas. Considerado o Pulmão de Aço, Campeão cearense pelo Ferroviário em 94. União São João, Roma e Lokomotiv Moscou.
Jardel
(atacante)
Iniciou nas categorias de base do Ferroviário. Brilhou no time principal do Ferroviário em 1990. Regressou ao Ferrão em 2009, disputando o Campeonato Cearense. Vasco da Gama, Grêmio, Porto, Sporting, Galatasaray, Bolton Wanderers e Newell's Old Boys.
Pacoti
(atacante)
Nascido em Quixadá, começou a carreira no Ferroviário, onde sagrou-se artilheiro do campenato cearense de 1957. Sport, Vasco da Gama e Sporting.
Mirandinha
(atacante)
O primeiro jogador brasileiro a jogar no futebol inglês. Nasceu no Ferroviário, onde ainda iniciaria sua carreira como técnico. Ponte Preta, Fortaleza, Palmeiras, Corinthians e Newcastle United. Convocado também para a Seleção Brasileira.
Jorge Veras
(atacante)
Foi o grande artilheiro do Ferroviário em 1982 e 1983. Destacou-se novamente no Ferrão como técnico das categorias de base. Criciúma (maior artilheiro de todos os tempos desse clube até hoje), Fortaleza e Grêmio.
Mazinho Loyola
(atacante)
Outra cria da casa, estreou no Ferroviário em 1987 e foi campeão cearense de 1988. Finalizou sua carreira no próprio Ferrão. Fortaleza, São Paulo, Internacional e Paraná.
Mota
(atacante)
Artilheiro das equipes inferiores do Ferroviário, estreou no time principal em 1997. Campeão mineiro e brasileiro de 2003 pelo Cruzeiro. Ceará, Cruzeiro, Sporting, Seongnam Ilhwa Chunma e Pohang Steelers

Para se ter uma ideia da grande capacidade de revelar talentos do Ferroviário Atlético Clube, o Internacional, campeão da Copa Libertadores da América de 2006 e do Mundial de Clubes do mesmo ano, teve quatro jogadores que vestiram a camisa coral, sendo três deles egressos diretamente das categorias de base do Ferrão. São eles:

Jogador No Ferroviário Outros Clubes
Clemer
(goleiro)
Proveniente do futebol maranhense. Eleito o melhor goleiro do campeonato cearense de 1993 pelo Ferroviário. Remo, Portuguesa, Flamengo e Internacional. Convocado para a Seleção Brasileira.
Iarley
(meio-campista)
Categorias de base do Ferroviário. Defendeu o time principal do Ferroviário em algumas oportunidades e logo foi para a Europa. Real Madrid "B", Paysandu, Ceará, Boca Juniors, Dorados de Sinaloa, Goiás, Internacional e Corinthians.
Márcio Mossoró
(atacante)
Categorias de base do Ferroviário. Foi levado para o interior paulista pelo ex-treinador coral Edmundo Silveira. Paulista, Internacional, Marítimo (PT), Braga (PT) e Al-Ahli
Ediglê
(zagueiro)
Categorias de base do Ferroviário. Defendeu o Ferroviário e logo recebeu oferta do rival, de onde sai logo depois. Ceará, São Raimundo-AM, 15 de Novembro, Internacional, Marítimo (PT),
Portuguesa, Náutico e Linense

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Outras Conquistas[editar | editar código-fonte]

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

  • Copa do Nordeste Sub-20: 2006

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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Artilheiro do Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

O Ferroviário teve, em 1992, o artilheiro do Campeonato Brasileiro da Série C: Jorge Veras, com 9 gols marcados.

Livros sobre o Ferroviário[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre clubes brasileiros de futebol é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.