Fibrilhação ventricular

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Fibrilhação (português europeu) ou Fibrilação (português brasileiro) Ventricular (FV), determinada inicialmente por Carl Ludwig(1816-1895), é uma situação patológica caracterizada por traçado irregular, de amplitude variada e ondas grosseiras. É responsável por 90% das paradas cardiorrespiratórias em ambiente extra-hospitalar [carece de fontes?]. Seu tratamento é efetuada com o uso do desfibrilador.

Descrição[editar | editar código-fonte]

A fibrilação ventricular é um tipo de arritmia cardíaca. Acontece quando não existe sincronicidade na contração das fibras musculares cardíacas (miocárdio) dos ventrículos. Desta maneira não existe uma contração efetiva, levando a uma conseqüente parada cardiorrespiratória e circulatória. A não existência da circulação do sangue impede a chegada de oxigênio e nutrientes ao miocárdio e a retirada do gás carbônico e produtos de metabolismo formados, diminuindo rapidamente a capacidade de contração cardíaca. Este círculo vicioso, se não revertido por tratamento imediato, leva à morte do organismo.

A contracção do coração implica a sincronização entre contracção de aurículas e, posteriormente, de ventrículos. Desta forma, o estímulo das fibras musculares na aurícula tem que chegar ao ventrículo, percorrendo um caminho ao longo de sucessivas fibras musculares cardíacas.

A fibrilhação ocorre devido a uma situação patológica em que a progressão do estímulo proveniente da aurícula não chega a entrar no ventrículo, formando como que um ciclo dentro da própria aurícula. Isto faz com que a aurícula contraia constantemente, sem haver contracção do ventrículo.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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