Ficção científica libertária

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Ficção científica libertária é um sub-gênero de ficção científica que foca na política e ordem social a partir da filosofia libertária, com ênfase no individualismo e Estado limitado e, as vezes até na ausência de governo1 .

Como uma categoria, a ficção libertária é não usual, pois a maioria dos autores de auto-intitulam apenas como autores de ficção científica. A identificação entre libertarianismo e ficção científica é muito forte nos Estados Unidos que o Libertarian Party possui representantes nas convenções de ficção científica. O partido teve, inclusive, o autor L. Neil Smith concorrendo nas primárias como candidato a Presidente dos Estados Unidos em 20002 , mas perdeu para Harry Browne.

Como um gênero, cresceu nas décadas de 1930 e 1940, através de revistas. Os escritos visavam criticar regimes como o fascismo e comunismo. Romances como o 1984 de George Orwell influenciaram a especulação sobre sociedades ou grupos em oposição a governos totalitários.

O livro de Ayn Rand, Atlas Shrugged, é uma forte influência com uma atitude antissocialista e uma ética individualista3 .

De maior relevância para a ficção científica é o livro The Moon Is a Harsh Mistress de Robert A. Heinlein, que conquistou leitores não-libertários. Uma premiação para ficção científica libertária, o Prometheus Award, é dada todo ano. Alguns vencedores são identificados como libertários, como L. Neil Smith, Victor Koman e Brad Linaweaver, enquanto outros não, por exemplo, Terry Pratchett e Charles Stross.

Exemplos[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]