Filhos de Ilúvatar

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Os Filhos de Ilúvatar ou Filhos de Eru, no universo fictício criado por J. R. R. Tolkien, são os Elfos (também chamados de os Primogênitos) e os Homens (também chamados de os Sucessores). Ilúvatar ou Eru, na mitologia tolkeniana, é o criador do universo e seu Deus supremo.

Os Elfos, primeiros a nascer, despertados às margens do lago Cuiviénen, seriam ligados a Arda (a Terra) até seu fim, portanto, dotados de imortalidade. Os homens, que vieram depois, despertados em Hildórien, receberam de Eru o dom da mortalidade, não são ligados a Arda até seu fim, o que muitas vezes é confundido com uma punição divina. Os Anões não são contados entre os Filhos de Ilúvatar, pois não foram criados pelo próprio Ilúvatar, mas sim por Aulë, um Vala que impacientou-se com a demora para a chegada dos Filhos. Eru repreendeu Aulë, mas deixou-os viver, com a condição de despertarem após os Primogênitos. Foi concedido aos Anões o dom do livre arbítrio por Ilúvatar (não poderia ter sido concedido por Aulë, que não possui esse poder), e foram adotados entre os Seus Filhos, sendo chamados de Filhos Adotivos de Ilúvatar. Os Anões seguem o mesmo destino dos homens após a morte. Os espíritos Ainur, não são contados entre os Filhos de Ilúvatar, apesar de terem sido criados por Seu pensamento.

Ver também[editar | editar código-fonte]