Filosofia iraniana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Filosofia iraniana designa o histórico do desenvolvimento da filosofia no Irã. Também é muitas vezes chamado de Filosofia persa, embora os dois termos tenham o mesmo conjunto de raízes. São fundamentadas particulamente em raízes indo-iranianas, consideravelmente influenciadas pelas concepções da Zaratustra. Ao longo da história iraniana e devido a notáveis modificações político-sociais (como as invasões da Macedônia, a árabe e a mongol na Pérsia), um amplo espectro de escolas de pensamento desenvolveram-se em verárias visões traduzidas em perguntas filosóficos que se estendem de tradições relacionadas ao Zoroastrianismo. Logo após a invasão árabe, a filosofia iraniana ficou caracterizada por interações diferentes com sua antiga linha, com a filosofia grega e com o desenvolvimento da filosofia Islâmica.

Embora haja relações antigas entre os Vedas indianos e o Avesta iraniano, as duas famílias principais das tradições filosóficas indo-iranianas foram caracterizadas por diferenças fundamentais sobre a posição do ser humano na sociedade e a sua visão do pape, do homem no universo e em seu ambiente. A primeira carta de direitos humanos por Ciro, O Grande é largamente vista como uma reflexão sobre perguntas e pensamentos expressos por Zaratustra desenvolvidos nas escolas de pensamento do Zoroastrianismo.

Referências[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre filosofia / um filósofo é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.