Final Fantasy IX

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo.
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Editor: considere colocar o mês e o ano da marcação. Isso pode ser feito automaticamente, substituindo esta predefinição por {{subst:rec}}
Emblem-scales.svg
Este artigo ou seção possui trechos que não respeitam o princípio da imparcialidade.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-la mais imparcial.
Final Fantasy IX
Desenvolvedora Square Company, Ltd.1
Publicadora(s) Square Eletronic Arts L.L.C.
Projetista Hironobu Sakaguchi
Compositor(es) Nobuo Uematsu
Plataforma(s) PlayStation1
Série Final Fantasy
Data(s) de lançamento
  • JP 7 de julho de 2000
  • EU 16 de fevereiro de 2001
Gênero(s) RPG1
Modos de jogo Single-player
Classificação Permitido para todas as idades i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 13 anos i ESRB (América do Norte)
Inadequado para menores de 15 anos i OFLCA (Austrália)
Permitido para maiores de 11 anos, especialmente a faixa de 11-14 anos ELSPA (Reino Unido)
Mídia 4 CD-ROMs
Controles Dual Shock
Idioma Japonês
Traduções Inglês, Espanhol, Alemão, Francês e Italiano
Portal Portal  • Página do projeto WikiProjeto Entretenimento

Final Fantasy IX (ファイナルファンタジーIX - Fainaru Fantajī Nain, em japonês) é um RPG desenvolvido pela Squaresoft (atual Square-Enix) e lançado em 2000 para o console Playstation.

A última edição de Final Fantasy para o primeiro videogame da Sony resgata as características que marcaram o passado da série: o ambiente medieval e enredo fantasioso.2

No geral, a produção recebeu análises muito positivas por parte da imprensa especializada e foi um sucesso de vendas, com mais de 5.3 milhões de unidades vendidas até 31 março de 2003.3

Índice

Desenvolvimento [editar]

O nono capítulo da série passou muito perto de não receber a numeração oficial.4 Estava, inicialmente, planejado como um Final Fantasy paralelo à cronologia principal, em virtude de os dois últimos episódios lançados serem em ambientes tecnológicos e mais realistas.4 Por isso, a Square tinha medo de que o jogo fosse "estranhado" pelo público — muito diferente daquele das gerações 8 e 16-bits - e não fizesse o mesmo sucesso de Final Fantasy VII e Final Fantasy VIII. Entretanto, Final Fantasy IX era um desejo de Hironobu Sakaguchi, criador da série, que queria homenagear os fãs de longa data com uma produção ambientada em um ambiente medieval e fantasioso (como Final Fantasy IV), além de realizar o desejo de ver um jogo no estilo old school.5

Final Fantasy IX correu o risco de não ser finalizado por necessitar de muitos recursos técnicos e humanos. Como fator agravante, a Square estava gastando fortunas com o desenvolvimento de motores de jogos para os jogos do futuro Playstation 2, como Final Fantasy X e do filme Final Fantasy: The Spirits Within.6 A produção começou durante o desenvolvimento do oitavo episódio,7 entretanto ganhou fôlego após o lançamento do predecessor. O título chegou às lojas cerca de um ano depois.

História [editar]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

A primeira cena mostra um pequeno barco em meio a uma terrível tempestade. Os ocupantes possuem dificuldade em se agarrar à embarcação em consequência das fortes ondas e ventos. Quando os rostos dos ocupantes—uma garotinha e sua provável mãe -- são revelados, a jovem princesa Garnet Til Alexandros XVII acorda do misterioso sonho. Belíssima em seu vestido branco, ela se prepara para a festa de seu aniversário de 16 anos, a ocorrer no castelo do reino de Alexandria. Enquanto isso, a gigantesca airship Prima Vista aproxima-se da capital do reino. Ela transporta o grupo de atores Tantalus, responsáveis pela peça de teatro "I Want to be Your Canary", a preferida do povo alexandrino e que será encenada na festa da princesa, reservada à Família Real e um seleto grupo de nobres. Mas nada que impeça os pobres de darem uma bisbilhotada a partir dos telhados!

Entretanto, os Tantalus não passam de ladrões disfarçados com o intuito de sequestrar a princesa. A ordem partiu, por mais incrível que pareça, do Regente Cid, chefe do Estado de Lindblum, o mais desenvolvido de todo o Mist Continent. O governante estranha as recentes movimentações do exército alexandrino, indicando a proximidade de uma guerra, por isso, ele acredita no depoimento da sobrinha para descobrir alguma pista do que está ocorrendo. O que os Tantalus e a Guarda Real nem desconfiam é que a própria princesa está tentando fugir do castelo! Ela espera a desatenção de todos, durante a execução da peça, para entrar clandestinamente em Prima Vista e conseguir falar com o seu tio a respeito dos acontecimentos mais recentes. Mas a tarefa não será nada fácil, pois a princesa é super vigiada pelos guardas e imprevistos podem acontecer...8

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Personagens [editar]

Gráficos [editar]

O jogo continuou seguindo o estilo de seus predecessores: fundos pré-renderizados (tecnologia 2D) para as cidades e calabouços; e gráficos tridimensionais para personagens, mundo de exploração e cenário das batalhas.9

As personagens, por exemplo, estão com uma movimentação mais natural e, ao contrário dos modelos estáticos de anteriormente, pode-se perceber a respiração das mesmas. O trabalho de character design ficou a cargo de Yoshitaka Amano.10 Outros problemas, que apareceram em Final Fantasy VIII, tais como a má definição dos cenários à distância (as casas apagadas de Dollet); impactos e invasões de efeitos e cenários (magias dos GFs atravessando paredes e personagens); pobreza dos efeitos especiais (os quadrados mágicos que saíam quando se evocava uma magia); e falhas de produção (o céu mal pintado na terceira batalha contra o chefe final) são muito mais difíceis de serem encontrados no título. Ao contrário, houve uma atenção muito maior contra essas "pequenas falhas", de modo a dar ao jogo um toque de luxo no acabamento. Os efeitos especiais, sobretudo das magias, estão belíssimos, com destaque para as poderosas Holy e Flare.

As cidades e calabouços possuem fundos pré-renderizados que utilizam o recurso de Full Motion Video (FMV), isto é, os cenários são compostos de filmes os quais passam em looping na tela, proporcionando uma maior riqueza de detalhes e efeitos especiais com qualidade de pequenas animações em Computação Gráfica (CG). Essa união de tecnologias caiu muito bem em uma aventura que confia no clima de fantasia para cativar o jogador. A cidade de Burmecia, por exemplo, passa uma realista sensação de ambiente molhado pela chuva e iluminado pelos raios, assim como a névoa de Memoria confunde-se com o cenário.9

Som [editar]

Trilha sonora [editar]

A trilha sonora foi composta exclusivamente por Nobuo Uematsu e, segundo o próprio, em entrevistas, é seu melhor trabalho na série. As músicas possuem melodias clássicas para adaptarem-se ao ambiente nostálgico do jogo. O compositor passeou por castelos alemães em busca de inspiração para músicas medievais. As melodias não são inteiramente rústicas, fazendo uso de instrumentos modernos e composições arranjadas dos episódios anteriores. Uematsu estima ter criado 160 peças para o jogo, das quais 140 foram utilizadas no produto final.11

As músicas dividiram a opinião do público. Muitos não apreciaram o estilo old school e deram preferência a poucas canções mais modernas. Em muitos reviews, o quesito "Som" foi o pior avaliado, com predominância da nota 7, ou seja, boa, mas nada excepcional. Entretanto, não se pode esquecer que o gosto musical varia muito de acordo com o ouvinte. Um fato curioso aconteceu no portal IGN: na análise do jogo, em 2000, a parte musical foi criticada;9 porém um artigo de 2006 teceu elogios a mesma, que foi eleita pelo editor como a quinta melhor da série.12

Final Fantasy IX possui uma seleção de músicas memoráveis, entre elas "Crystal World", "Vamo Alla Flamenco", "Skies of Alexandria", "Not Alone", "Immoral Melody", "Iifa, the Ancient Tree of Life" e "Melodies of Life", música tema do jogo,13 interpretada pela cantora japonesa Emiko Shiratori e tida como a favorita de Uematsu, em toda a sua carreira.11

Efeitos sonoros [editar]

Os efeitos sonoros foram desenvolvidos com muita criatividade, a partir de diversos instrumentos caseiros e da ajuda de programas computacionais. Percebe-se, também, uma maior atenção com os detalhes.

Além disso, os efeitos das magias estão muito menos artificiais: uma magia elétrica lembra, de fato, som de eletricidade; e mesmo os feitiços surreais estão mais audíveis. Outros efeitos, como o de cachoeiras, névoa, explosões, do abrir de portas e tutorial estão mais diversos e realistas. Os sons do menu foram tão bem aceitos que alguns foram reutilizados em Final Fantasy X.

Jogabilidade [editar]

Nas cidades e calabouços, o jogador tem liberdade para conversar com NPCs (Non-Player Characters) e explorar o local a procura de itens e dinheiro escondidos; quando são encontrados, aparece uma balão com o ícone (!) sobre a cabeça da personagem. Há, também, minigames, como o jogo de cartas "Tetra Master" e o "Chocobo Quest".

Uma batalha contra Gizamaluke em Final Fantasy IX.

Como os eventos da história ocorrem por todo o planeta Gaia, a locomoção para outras regiões acontece em um mapa de escala muito pequena, permitindo a viagem entre cidades a centenas de quilômetros de distância através de poucos passos. Nessa réplica, os gráficos são tridimensionais e o jogador possui controle da câmera. A fim de dar um sentido maior para esse mapa, os produtores colocaram muitas side-quests e inimigos opcionais.

As batalhas são aleatórios e no tradicional sistema de turnos. É possível controlar quatro personagens no campo de batalha. Cada um possui habilidades especificas, como Eiko e Garnet poderem invocar eidolons; Zidane roubar itens e dinheiro e Vivi usar magia negra.14 O jogo possui o Trance, similar ao Limit Break de Final Fantasy VII, em que a personagem ganha habilidades específicas por um curto período.

Existe uma grande quantidade de equipamentos e acessórios, voltando ao estilo de Final Fantasy VI, onde era possível equipar até cinco itens por personagem. A maioria fornece uma habilidade, mas é necessário conseguir uma determinada quantidade de AP (Ability Points) para aprendê-la definitivamente e, assim, equipar outros itens. Os inimigos possuem muitas habilidades e magias únicas.8

Recepção [editar]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Edge 8/10
GameSpot 8,5/10
GamePro 5/5
IGN 9,2/10
game Informer 9,75/10
Famitsu 38/40
Pontuação global
Publicação Nota média
Metacritic 94 de 100
Game Rankings 92%

Apesar das boas vendas mundiais, Final Fantasy IX não obteve o sucesso dos dois episódios anteriores, tanto no Japão quanto nos Estados Unidos. Até 31 de março de 2003, o título havia vendido em torno de 5,3 milhões de cópias, uma excelente marca para qualquer produção. Especialistas culpam três fatores como os responsáveis pelo desempenho inferior: a decadência da geração então vigente face à chegada dos consoles 128 bits; o efeito de Dragon Quest VII: Eden no Senshitachi (ドラゴンクエストVII エデンの戦士たち, Doragon Kuesuto Sebun Eden no Senshi-tachi?; em inglês, Dragon Quest VII: Warriors of Eden),7 jogo da série de RPG mais popular do Japão e que foi lançado alguns meses antes; e a própria campanha de marketing da Square, a qual foi propositalmente inferior a dos antecessores, já que nunca foi intenção da empresa tornar o jogo uma produção legítima da série.7

O jogo foi eleito como o 24ª melhor de todos os tempos pelos leitores da revista japonesa Famitsu.15 Por parte dos utilizadores do site GameFAQs, conseguiu uma pontuação média de 94% no sítio Metacritic, a mais alta pontuação que um jogo da série Final Fantasy recebeu.16

Críticas [editar]

Os comentários para o jogo foram muito positivos em todo o mundo, com destaque para os gráficos, a direção de arte, a escrita da história (respeitando elementos de norma culta), o trabalho de tradução e o carisma das personagens.

O sítio GameSpot notou que a curva de aprendizado é muito pequena e o sistema de batalhas é um dos mais simples da série. Entretanto, isso não significa um defeito, pois muitos problemas bobos do gênero foram suprimidos; e elaborar uma boa estratégia é importante para alcançar os objetivos. Cada personagem possui habilidades únicas, dificultando o desenvolvimento de um super poderoso. O editor classifica as batalhas como muito táticas e com maior interação entre personagens e inimigos.

No entanto, o portal IGN não gostou da repetição e do ritmo longo das batalhas. Já o sítio RPGFan achou o sistema de Trance ineficaz: como a barra de acúmulo cresce muito lentamente e de forma imprevisível, as personagens, muitas vezes, atingem o ponto máximo pouco antes de o inimigo morrer.17 Pior quando isso ocorre em uma batalha extremamente simples, e o jogador não pode contar com o recurso na luta contra algum chefe.

Sobre as personagens, o IGN alegou que a profundidade de os seus traços poderiam ser encontrados em outros jogos da série, no entanto eles apresentavam uma aparência envolvente e simpática. Também, observou que o sistema Active Time Event (o qual possibilita acompanhar eventos que estão ocorrendo com outras personagens ao mesmo tempo, mas em regiões diferentes) contribui para a compreensão da história e das transformações ocorridas na personalidade dos protagonistas. A aparência super deformed dos modelos contém animações detalhadas e dá um toque de humor à aventura. Outros elogios foram para os fundos pré-renderizados, os quais, além de muito definidos e detalhados, possuíam uma concepção artística soberba; o trabalho de animação (desde os inimigos às cenas em CG); e a interatividade entre as personagens.9

Contudo, os críticos reconheceram que a história é um amontoado de clichês dos antigos RPGs, com poucos toques de originalidade. Elementos repetidos, tais como um reino do mal e enigmáticos vilões são consideradas pelo RPGFan como uma tentativa de imitar os elementos dos antigos Final Fantasy's. O vilão principal, embora seja considerado pelo GameSpot como o menos ameaçador da série, é considerado pelo IGN uma mistura do comportamento e aparência dos vilões antigos. Além disso, o portal escreveu que ele é muito diferente dos que apareceram nos últimos três jogos da franquia, porém vê isso como positivo e original, pois ele possui bons motivos para suas atitudes e não age como um vilão tradicional. Por fim, o avaliador completa que ele possui um dos melhores visuais de Final Fantasy em virtude de sua atuação nas animações em CG.

No quesito "Som", as críticas não foram muito boas, com destaque para as músicas, as quais não conseguiram conquistar os ouvidos de muita gente. No entanto, muitos avaliadores não perceberam que o estilo adotado pelo compositor Nobuo Uematsu era proposital, por tratar-se de uma homenagem ao passado de Final Fantasy. Mesmo assim, algumas faixas foram consideradas "chatas" por muitos editores. Provavelmente, as críticas negativas foram uma consequência da pressa para analisar a trilha após o lançamento do jogo, pois, hoje, há muitos elogios à mesma.

O guia de estratégia também ganhou comentários indesejáveis por instigar compradores a fazer um cadastro em um sítio para obter informações, em vez de fornecê-las dentro do guia original. O livro guia estava acessível no site PlayOnline.

Referências [editar]

  1. a b c Portal IGN.com. IGN: FINAL FANTASY IX (em inglês). Arquivado do original em 14 de novembro de 2000. Página visitada em 25 de julho de 2009.
  2. FAHS, Travis. IGN PRESENTS THE HISTORY OF FINAL FANTASY (página 6) (em inglês). Arquivado do original em 26 de junho de 2009. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  3. FAHS, Travis. IGN PRESENTS THE HISTORY OF FINAL FANTASY (página 7) (em inglês). Arquivado do original em 26 de junho de 2009. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  4. a b Final Fantasy Retrospective Part XIII. GameTrailers (20/08/2007). Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  5. IGN Staff. IGN: INTERVIEW WITH HIRONOBU SAKAGUCHI (em inglês). Arquivado do original em 05 de abril de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  6. REDAÇÃO de UOL Jogos. HISTÓRIA DE FINAL FANTASY - FINAL FANTASY: THE SPIRITS WITHIN (2001) (em português). Arquivado do original em 15 de junho de 2004. Página visitada em 29 de julho de 2009.
  7. a b c REDAÇÃO de UOL Jogos. HISTÓRIA DE FINAL FANTASY - FINAL FANTASY IX (2000) (em português). Arquivado do original em 15 de junho de 2004. Página visitada em 29 de julho de 2009.
  8. a b VESTAL, Andrew. FINAL FANTASY IX REVIEW - GameSpot (em inglês). Arquivado do original em 19 de julho de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  9. a b c d SMITH, David. IGN: FINAL FANTASY IX REVIEW (em inglês). Arquivado do original em 22 de novembro de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  10. AHMED, Shahed. Q&A: FINAL FANTASY CONCEPT ARTIST YOSHITAKA AMANO (em inglês). Arquivado do original em 07 de dezembro de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  11. a b IGN Staff. IGN: THE FINAL FANTASY IX TEAM SPILLS All (em inglês). Arquivado do original em 20 de setembro de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  12. SULLIVAN, Meghan. FINAL FANTASY SOUNDTRACK COUNTDOWN (em inglês). Arquivado do original em 01 de setembro de 2006. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  13. IGN Staff. FINAL FANTASY IX "MELODIES OF LIFE" SINGLE (em inglês). Arquivado do original em 14 de agosto de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  14. FITZLOFF, Jay. GAME INFORMER ONLINE - FINAL FANTASY IX (em inglês). Arquivado do original em dezembro de 2000 (o dia não foi especificado). Página visitada em 29 de julho de 2009.
  15. EDGE Staff. JAPAN VOTES ON ALL TIME TOP 100 - EDGE ONLINE (em inglês). Arquivado do original em 03 de março de 2006. Página visitada em 28 de julho de 2009.
  16. METACRITIC.com Staff. FINAL FANTASY IX (PSX) REVIEWS AT METACRITIC.com (em inglês). Arquivado do original em data não especificada pelo editor(a). Página visitada em 28 de julho de 2009.
  17. PHOENIX, Sensei. RPGFan REVIEWS - FINAL FANTASY IX (em inglês). Arquivado do original em 12 de dezembro de 2000. Página visitada em 28 de julho de 2009.

Ligações externas [editar]