Flávio Paiva

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Flávio Paiva[1] (20/3/1959) é um jornalista, escritor e compositor cearense, natural de Independência. Atualmente mora em Fortaleza com a família.

Foi colunista do jornal Diário do Nordeste [2] de 2005 a 2013 e hoje escreve às quartas-feiras no jornal O POVO.[3]

Para crianças escreveu e compôs, Flor de maravilha – vinte histórias e vinte músicas (2004), Benedito Bacurau – o pássaro que não nasceu de um ovo (2005), A festa do Saci (2007), Titico achou um anzol, aventura com aves e animais da caatinga (2007), Fortaleza – de dunas andantes a cidade banhada de sol (2005), todos editados pela Cortez Editora[4] , e também Se você fosse um Saci (2012) e Aventuras de Sol e Mar (2013), ambos editados pelo Armazém da Cultura[5] . É também autor do livro-cd infantojuvenil A casa do meu melhor amigo (2010), da Cortez Editora.[6]

Para adultos tem escrito livros nas áreas de cultura, cidadania, gestão compartilhada, mobilização social e infância, dentre os quais: Como braços de equilibristas (Edições UFC, 2001), Mobilização social no Ceará (Edições Demócrito Rocha, 2002), Anel de barbante – ensaios de cultura e cidadania (Omni Editora, 2005), Os cinco elementos da gestão compartilhada (Qualitymark Editora, 2001) e Eu era assim – Infância Cultura e Consumismo (Cortez Editora, 2009).

O autor participa também de ensaios em coletâneas, a exemplo da Rumos Brasil da Música: pensamentos e reflexões (Itaú Cultural, 2006), ONGs no Brasil – perfil de um mundo em mudança (Fundação Konrad Adenauer/Abong, 2003), Ceará de corpo e alma – um olhar contemporâneo sobre a Terra da Luz (Relume Dumará, 2002), Guia Cultural Brasileiro (Editora SESC SP, 2010) e Na trilha do disco – relatos sobre a indústria fonográfica no Brasil (E-Paper, 2010).

Como coordenador editorial e organizador publicou Terra Feita de Gente – Uma História de Emancipação Social no Ceará (Raiz e Antena, 2003) e Parece que foi amanhã – as ideias que levaram ao futuro o empresário, patriarca e cidadão José Macêdo (Omni, 2009).

Flávio Paiva tem participado intensamente de ações culturais e de cidadania, a exemplo da sua atuação como: conselheiro do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador – Cetra; Membro efetivo do Grupo de Cultura e Identidade, do Planejamento Estratégico da Região Metropolitana de Fortaleza – Planefor; Coordenador do Fórum pelo Fortalecimento da Música Plural Brasileira; Integrante do grupo de formulação e articulação do Pacto de Cooperação do Ceará; Membro-fundador e consultor de Comunicação e Cultura do Instituto Equatorial de Cultura Contemporânea; Conselheiro eleito do Movimento Pró-Mudanças, membro da Sociedade dos Observadores de Saci – Sosaci, e conselheiro do Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana.

Por seu trabalho como jornalista, escritor e ativista cultural, Flávio Paiva tem recebido várias premiações e manifestações de reconhecimento público, tais como: o Título de Cidadão de Fortaleza – Câmara Municipal de Fortaleza; a Medalha Capistrano de Abreu, instituída por ocasião do sesquicentenário de nascimento do célebre historiador brasileiro, nascido no Ceará – Prefeitura Municipal de Maranguape; a menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos – Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e Anistia Internacional; a Comenda do Dia da Cultura e da Ciência – Fundação de Cultura, Esporte e Turismo, Funcet/Prefeitura Municipal de Fortaleza; e a condecoração do Conservatório Alberto Nepomuceno por seu trabalho musical dirigido à criança. Em 2010, entrou para a lista da Revista Fale! f, de Fortaleza, como um dos 30 cearenses mais influentes.[7]

Referências