Fleshlight

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Variedades de Fleshlights: orifício discreto, lábios, vulva e ânus.

Fleshlight é uma marca de brinquedos sexuais destinada ao sexo masculino. Ela é concebida e comercializada pela Interactive Life Forms (ILF).[1] Seu nome vem de "flesh", carne em inglês, em relação ao material utilizado em sua parte interna, e "light", luz, em relação à caixa de plástico que abriga a luva masturbadora interna e que é formada de modo a parecer com uma lanterna de grandes dimensões. A parte interna dos produtos replicam os orifícios: vulva, o ânus, os lábios e um orifício mais discreto e com uma pequena abertura. As Luvas Masturbadoras internas são comercializadas em cor de carne (rosada) ou gelo e sob diversas texturas internas.

A Fleshlight foi projetada por Steve Shubin.[2] Em 1998, lhe foi concedida a patente da invenção que, na época, foi usada como "dispositivo para coleta de sêmen".[3] Esta invenção também foi projetada para ser uma alternativa segura do sexo real, considerando as DSTs, a gravidez e o celibato involuntário.[4]

Prática[editar | editar código-fonte]

O homem introduz o pênis nas aberturas do brinquedo a fim de estimular o prazer sexual com as reproduções dos lábios, ânus e vulva. Trata-se de uma prática alternativa ou complementar a masturbação.

Material[editar | editar código-fonte]

Certas fontes indicam que a Fleshlight é feita de material comestível e de grau médico, de polímeros livres de ftalato.[5] Segundo o site da Fleshlight, a inserção não é feita de plástico, látex ou silicone. E afirma que o material é "um segredo da empresa coberta por uma série de patentes nos EUA",[6] enquanto de acordo com a patente pública o material é um gel elastômero formado a partir de uma mistura que consiste em aproximadamente 90-94% de plastificante e 5-9% de copolímero e outras substâncias como o estireno e o estileno. Devido a composição química do material, sua utilização é apenas adequada com lubrificantes íntimos à base de água, uma vez que os lubrificantes à base de óleo ou sabão podem danificar permanentemente o tecido do brinquedo.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos:

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Bussel, Rachel Kramer (21 de setembro, 2006). Boys' Toys. The Village Voice.
  2. Lynn, Regina (15 de fevereiro, 2008). Unexpected Sources Drive Progress of Sex Tech. Wired.
  3. U.S. Patent 5,782,818 e U.S. Patent 5,807,360
  4. Fleshlight Buyer's Guide.
  5. [1] Elastômeros indicados por Greenpeace como uma alternativa segura aos polímeros tóxicos.[2]
  6. Fleshlight Product Questions
  7. a b XBIZ Award Winners, XBIZ, Fevereiro, 2011

Ligações externas[editar | editar código-fonte]