Essência floral

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Essência floral ou elixir floral é a denominação convencional para um preparado natural, geralmente elaborado a partir de flores maduras, plantas ou ainda arbustos ao qual se agrega brandy ou álcool natural como conservante. O resultado é uma solução hidroalcoólica diluída que não possui princípios ativos e que por este motivo não apresenta nenhum efeito fisiológico, biológico ou orgânico. Os preparados normalmente se administram via oral e não apresentam toxicidade para as doses habituais.

Objetivo da essência floral[editar | editar código-fonte]

É uma terapia criada nos anos de 1928 a 1936, pelo Dr. Edward Bach, médico homeopata, bacteriologista e imunologista.

A terapia floral pretende contribuir para o equilíbrio das emoções do paciente. Ou seja, procura diminuir ou eliminar o stress, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações que uma pessoa esteja sofrendo.

História[editar | editar código-fonte]

Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra. Com dezessete anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire. Nesta época ele não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis. Com vinte anos entrou na Universidade de Birmingham.

Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.

Hemorragia[editar | editar código-fonte]

No ano de 1917 foi rejeitado para servir na Primeira Guerra Mundial, provavelmente por sua saúde frágil. Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como assistente clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919). Trabalhou incansavelmente mesmo não se sentindo bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917. Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.

No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite. Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltou a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir. Em pouco tempo estava totalmente recuperado.

Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo exclusivo para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.

Foi nesta situação que conheceu a doutrina e os princípios de Hahnemann, através do seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes, que curava valorizando os sintomas mentais em detrimento com os físicos.

Nosódios de Bach[editar | editar código-fonte]

Em 1926, publicou com C.E. Wheeler o "Cronic Disease. A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.

Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram supostamente encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu depois que foi a uma festa e ficou em um canto observando as pessoas quando aí teve um insight. Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.

Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.

No entanto, foi encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do jornal médico homeopático "Homeopathic World", que lhe tinha colocado esse seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.

No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em 27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com cinquenta anos de idade) em sua casa em Mont Vernon, na Grã-Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.

Filosofia do Dr. Edward Bach[editar | editar código-fonte]

Para o Dr. Edward Bach, deve ser tratada a personalidade da pessoa e não a doença. A doença seria o resultado do conflito da alma (Eu Superior - a parte mais perfeita do Ser) e da personalidade (Eu Inferior - o que nós somos, no nosso dia a dia). Ele dizia: "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".

Doenças e sua cura[editar | editar código-fonte]

Dr. Edward Bach entendeu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, ignorância, instabilidade mental, cobiça e gula.

Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: paz, esperança, alegria, fé, certeza, sabedoria e amor.

E o seu conceito de saúde seria: harmonia, integração, individualidade e integridade.

O importante seria que a alma e a personalidade estivessem em perfeita sintonia através do equilíbrio emocional. As essências florais de Bach tratariam a pessoa e não a doença; a causa e não o seu efeito.

Essências florais no mundo de hoje[editar | editar código-fonte]

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo. Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo. Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, e tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas para tratar dos desequilíbrios emocionais. Há registros de que no século XVI Paracelso já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes. No entanto, a utilização de essências florais ultradiluídas foi introduzida por Bach.[carece de fontes?]

Nos anos 1930, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho.[carece de fontes?]

Em 1996, a The Dr. Edward Bach Foundation, da Inglaterra, promoveu o Primeiro Curso Internacional de Terapia Floral no Brasil com o objetivo de divulgar as essências Florais de Bach e de formar practitioners (terapeutas florais reconhecidos e avalizados pela Fundação Bach).

Ao longo das últimas décadas, dezenas de sistemas florais foram sendo desenvolvidos em várias partes do mundo, cada um com suas peculiaridades determinadas pelas flores de cada região. Um dos primeiros sistemas que surgiram na década de 1980 foram os Florais da Califórnia, desenvolvido nos Estados Unidos. Posteriormente surgiram os Florais do Sistema Bush, na Austrália. Hoje, dentro de um mesmo país, há vários sistemas cada um utilizando um grupo de flores regionais, embora não seja incomum encontrar flores semelhantes entre os sistemas.

As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos Estados Unidos[carece de fontes?], onde remédios homeopáticos são considerados complementos alimentares. Do mesmo modo, no Brasil as essências florais, que surgiram nos anos 1980 e se intensificaram nos anos 1990, não são consideradas medicamentos, drogas ou insumos farmacêuticos. Essa classificação exime esses preparados de apresentarem comprovações de eficácia em tratamentos ou de submissão ao regime de vigilância sanitária, mas também não permite que sejam apresentadas indicações terapêuticas, com finalidades preventivas ou curativas.[1]

Composição e a preparação[editar | editar código-fonte]

As Essências Florais de Bach Original. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres.

A sua manipulação obedece aos rígidos padrões determinados por este Centro. O floral é composto de água mineral, brandy de uvas (conhaque) e essências Florais de Bach Originais - de uma a seis essências no mesmo frasco - podendo chegar, raras vezes, a oito essências).

O brandy (envasado em tonéis de carvalho) serve de conservante para a solução: isto significa, aproximadamente, menos de meia gota de álcool para cada dose tomada. Outro conservante muito usado (quando a pessoa não pode e/ou não quer tomar essências florais com brandy de uvas) é o vinagre de maçã natural.

Estágios da preparação das essências florais[editar | editar código-fonte]

  1. Preparação da essência mãe (Não se deve utilizar o termo tintura, porque este somente se aplica ao preparo de fitoterápicos. A essência mãe dos florais não contém princípios ativos como a tintura mãe da fitoterapia)
  2. Preparação do Frasco de Estoque (kit das essências florais)
  3. Preparação do Frasco Diluído

Preparação da essência mãe[editar | editar código-fonte]

Colheita das flores[editar | editar código-fonte]
  1. Utilizadas as mesmas plantas que o Dr. Bach usaria na Inglaterra.
  2. As flores são colhidas por volta das oito horas da manhã.
  3. São flores de várias árvores do mesmo tipo.
  4. Usa-se uma folha para colher a flor (para não ter contacto com as mãos).
  5. Após a colheita, usa-se o método solar ou de fervura para a extração da essência mãe.
Método solar[editar | editar código-fonte]

Vinte espécies de flores que florescem na primavera e verão são preparadas por método solar: Agrimony, Centaury, Cerato, Chicory, Clematis, Gentian, Gorse, Heather, Impatiens, Mimulus, Oak, Olive, Rock Rose, Scleranthus, Wild Oat, Vervain, Vine, Water Violet, White Chestnut e Rock Water (água pura de nascente).

As flores são colocadas numa cuba de cristal; coloca-se água da fonte até encobri-las; a cuba deve ficar próxima à planta e o sol deve incidir direto sobre as mesmas durante aproximadamente 3 horas. O dia tem que estar totalmente claro, sem nenhuma nuvem, pois o sol não pode ser coberto em nenhum momento.

Método de fervura[editar | editar código-fonte]

São preparados através do método de fervura, os brotos de árvores, arbustos, plantas e flores de dezoito espécies de flores que florecem no outono e inverno: Cherry Plum, Elm, Aspen, Beech, Chestnut Bud, Hornbeam, Larch, Walnut, Star of Bethlehem, Holly, Crab Apple, Willow, Pine, Mustard, Red Chestnut, Honeysuckle, Sweet Chestnut, Wild Rose.

As flores são colocadas numa panela de inox, vidro ou de ágata e, depois, são cobertas com água da fonte e fervidas por trinta minutos. Apaga-se o fogo e deixa-se esfriar perto da planta.

Em ambos os casos, após esses procedimentos, a água é coada e colocada numa garrafa com 50% de brandy de uvas e 50% da solução coada. Está feita a essência mãe.

Preparação do frasco de estoque[editar | editar código-fonte]

A preparação consiste na adição de brandy de uvas (equivalente a duzentas e quarenta partes iguais à da tintura mãe), dando origem aos chamados frascos de estoque, com validade de cinco anos.

Preparação do frasco diluído[editar | editar código-fonte]

O frasco diluído contém 70% de água mineral, 30% de brandy de uvas (conhaque envasado em tonéis de carvalho) em estações quentes, e 80% de água mineral, 20% de brandy de uvas (conhaque envasado em tonéis de carvalho) em estações mais amenas, e duas gotas do frasco de estoque de cada essência floral para 30ml e quatro gotas para 60ml (no caso do rescue remedy são necessárias quatro gotas). Pode-se utilizar o vinagre de maçã natural a 15% na solução com água mineral para pacientes com intolerância ao álcool ou pacientes com diabetes. Há também outro conservante, muito utilizado para crianças, a glicerina, que deverá ser usada a 5% na solução de água. O frasco pode ser de 30ml ou 60ml, de vidro esterilizado, de cor âmbar com bulbo de látex e cânula de vidro.

OBS: quando utilizar o conservante de glicerina, é recomendado fazer a fórmula de 30ml.

Há usuários que tomam, a partir deste este frasco, a diluição de quatro a sete gotas, quatro vezes ao dia; na Inglaterra, é comum diluir antes e apenas 2 gotas num copo com água e tomar durante o dia.

A Posologia, a conservação, a validade e as suas contraindicações[editar | editar código-fonte]

O efeito da essência não depende da quantidade de gotas tomadas a cada vez, mas da frequência de vezes tomadas ao dia; assim, alguns profissionais recomendam tomar quatro gotas quatro vezes ao dia (ao acordar, antes do almoço, pelas 17 horas e antes de dormir), podendo-se aumentar ou diminuir a dosagem conforme a necessidade ou indicação do profissional responsável. No entanto, alguns profissionais afirmam que se pode tomar o remédio na hora que se lembrar (caso esqueça de tomá-lo no momento indicado), mas que não devem tomar doses acumulativas (por ex.: oito gotas por vez).

O uso pode ser sublingual (debaixo da língua) para uma absorção mais rápida. De vez em quando, pode bater o frasco contra a palma da mão (mais ou menos dez vezes) antes de usá-lo. Para se obter o efeito pleno, as gotas devem conservar-se na boca por um momento antes de engoli-las. É preciso tomar cuidado para não deixar o conta-gotas entrar em contato com a língua, pois as enzimas digestivas podem transferir-se da língua para a mistura no frasco. Isto afetaria o gosto, se bem que não afetaria a eficácia do remédio.

Manter o frasco bem fechado e o remédio longe do calor, luz, umidade e aromas. Deixar longe de radiações e aparelhos elétricos (TV, equipamento de som, celular, computador, ar condicionado, etc).

Por ser um produto natural e devido às condições climáticas de países com clima mais quente, a validade do floral é, geralmente, de trinta dias (ver data de validade no rótulo). Em países de clima mais frio, a validade pode chegar até noventa dias.

As essências florais podem ser administradas juntamente com os remédios homeopáticos, alopáticos e fitoterápicos, desde que não haja contraindicação específica. Os preparados com conhaque, por exemplo, não devem ser utilizados, por alcoólatras ou por portadores de doenças do fígado. Nestes casos, as essências podem ser preparadas com vinagre de maçã natural.

Críticas contra as essências florais[editar | editar código-fonte]

As essências florais não são reconhecidas pela comunidade médica internacional como uma forma de tratamento médico convencional, e nem os seus cursos ministram esta matéria.

A utilização dos mesmos extratos após sofridas ultradiluições semelhantes às praticadas pela homeopatia, eventualmente eliminam todo o princípio ativo que compõe estes extratos, sobrando assim apenas o solvente, que no caso dos Florais de Bach são geralmente o conhaque ou o vinagre de maçã.

Nenhum estudo científico convencional, até ao momento, demonstrou com exactidão que as essências florais apresentassem qualquer eficácia além da esperada pelo efeito placebo. A análise dos poucos estudos realizados sobre a questão[2] demonstra que os poucos que apresentaram resultados positivos apresentavam falhas metodológicas sérias, como a ausência de grupo controle e vieses de seleção, não servindo portanto como evidências científicas favoráveis à terapia. Estudos metodologicamente adequados, comparando essências florais com placebo[3] [4] [5] não encontraram qualquer diferença em eficácia.

Argumentos a favor das essências florais[editar | editar código-fonte]

Muito se diz sobre os Florais, porém, para quem não conhece, pode confundir-se no que toca à região de atuação do Floral. Supostamente, os Florais atuam numa região muito pouco explorada pela ciência, o Emocional.[carece de fontes?] Os seus defensores argumentam que um remédio antidepressivo, por exemplo, não age na causa da depressão e sim nos sintomas que a depressão produz.[carece de fontes?]

Defensores dos florais argumentam que remédios curam doenças físicas, enquanto que os florais restabelecem os arranjos emocionais.

O Floral age em pontos como na origem emocional do medo, na origem emocional da ansiedade, na origem emocional da insegurança entre outros desarranjos emocionais.[carece de fontes?]

Doenças físicas, em sua maioria, têm sua origem no emocional.[carece de fontes?]

Existem diversos estudos científicos sobre a eficácia dos florais, como por exemplo o artigo científico "Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach em camundongos através de modelos farmacológicos específicos" da Revista Brasileira de Farmacognosia, 2006, vol.16, n.3 [6] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Literatura brasileira[editar | editar código-fonte]

  • Os Remédios Florais do Dr. Bach incluindo "Cura-te a Ti Mesmo" Dr. Edward Bach - Editora Pensamento
  • Manual Ilustrado dos Remédios Florais do Dr. Bach - Philip M. Chancellor - Editora Pensamento
  • A Terapia Floral - Escritos selecionados de Edward Bach: sua filosofia, pesquisas, remédios, vida e obra Org. Dina Venâncio - Editora Ground
  • Rescue Florais Bach - Para Alívio Imediato - Gregory Wlamis - Editora Roka
  • Os Remédios Florais do Dr. Bach - Passo a Passo - Judy Howard - Editora Pensamento
  • Crescendo com as Essências Florais de Bach - Judy Howard - Editora Aquariana
  • Terapia Floral do Dr. Bach Teoria e Prática - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • A Terapia Original com as Essências Florais de Bach - Um Guia para Médicos e Terapêutas, dentro dos Conceitos Originais do Dr. Bach - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Experiências Com a Terapia Floral do Dr. Bach - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Florais de Bach - Imagens para Harmonização, Centramento e Meditação - Mechthild Scheffer - Editora Pensamento
  • Remédios Florais de Bach para Animais - Helen Graham e Gregory Vlamis - Editora Pensamento, 144 páginas
  • Afirmações para os Florais de Bach - Hugh Mac Pherson - Editora Aquariana
  • As Qualidades Positivas dos Florais de Bach - Hugh Mac Pherson - Editora Aquariana.
  • Padrões de Energia Vital (Bach) - Hugh Mac Mac Pherson - Editora Aquariana
  • Um Guia para os Remédios Florais do Dr. Bach - Julian Barnard - Editora Pensamento
  • As Qualidades Positivas dos Florais de Bach - Julian Barnard - Editora Aquariana
  • Padrões de Energia Vital - Uma releitura da vida e obra do Dr. Edward Bach e sua descoberta dos remédios florais - Julian Barnard - Editora Aquariana
  • Dicionário dos Remédios Florais do Dr. Bach - T. W. Hyne Jones - Editora Pensamento
  • Repertório dos Remédios Florais de Dr. Bach - F. J. Wheeler - Editora Pensamento
  • Matéria Médica e Terapia Floral do Dr. Bach - Dr. Eduardo Lambert - Editora Pensamento
  • Os Estados Afetivos e os Remédios Florais do Dr. Bach - Dr. Eduardo Lambert - Editora Pensamento
  • Participando da Vida com os Florais de Bach - Uma Visão Mitológica e Prática - Dra. Carmen Monari - Editora Roca
  • O Despertar da Alma com os Florais de Bach - Dra. Carmen Monari - Editora Roca
  • Florais de Bach e a Virtude de Ser Mulher - Dra. Lúcia de Bartolo - Editora Gente
  • Florais - Vivendo os Passos do Dr. Bach - Dra. Lúcia de Bartolo Medicina Floral do Dr. Bach, A Pastorino, M. L.
  • A Medicina Floral do Dr. Bach - Pastorino, M. L.
  • Florais de Bach, Novos Processos Técnicos e Clínicos - Claudia Stern - Editora Pensamento
  • O Poder dos Florais no Trabalho - Gustavo G. Boog; Magdalena Turák Boog - Makron Books
  • Florais: Uma Alternativa Saudável - Maria Julia P. da Silva; Olympia M. P. Vieira Gimenes - Editora Gente
  • Poder dos Florais de Bach - Jessica Bear e Wagner Belluco
  • Os Florais do Dr. Bach - As Flores e os Remédios - Antonieta Barreira Cravo - Hemus Livraria e Editora
  • Os Florais de Bach e as Síndromes do Feminino - Maria Duques - Editora Rosa dos Tempos
  • Florais de Bach - Helion Povoa Filho - Editora Imago
  • Magia dos Florais do Dr. Edward Bach: Guia Completo para Prescrições - Cristina Bolleta - Editora Master Book
  • Remédios Florais do Doutor Bach - Cláudio Roitman - Editora Andrei
  • A Cura Pelas Flores - Aluízio José Rosa Monteiro Jr. - Editora Ibrasa

Literatura internacional[editar | editar código-fonte]

  • The Twelve Healears and Other Remedies - Edward Bach
  • Heal Thyself - Edward Bach
  • The Bach Fower Remedies - Illustrations and Preparations - Nora Weeks; Victor Bullen - The C. W. Daniel Company Limited
  • The Bach Flower Remedies - Step by Step - Judy Howard
  • Questions and Answers - John Ramsell
  • Bach Flower Remedies for Women - Judy Howard
  • Growing up with Bach Flower Remedies - Judy Howard
  • Bach Flower Remedies for Men - Stefan Ball

Referências

  1. ANVISA, ofício MS/SVS/GABIN nº 479/98
  2. Ernst E. "Flower remedies": a systematic review of the clinical evidence. Wien Klin Wochenschr. 2002; 114(23-24):963-6
  3. Pintov S; Hochman M; Livne A; Heyman E; Lahat E. Bach flower remedies used for attention deficit hyperactivity disorder in children--a prospective double blind controlled study. Eur J Paediatr Neurol. 2005; 9(6):395-8
  4. Monvoisin R Bach flower remedies: a critic of the pseudoscientific, pseudomedicinal concepts and philosophical postures inducted by Dr Bach theory. Ann Pharm Fr. 2005; 63(6):416-28
  5. Walach H; Rilling C; Engelke U Efficacy of Bach-flower remedies in test anxiety: a double-blind, placebo-controlled, randomized trial with partial crossover. J Anxiety Disord. 2001; 15(4):359-66
  6. Scielo