Força Nacional de Segurança Pública
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Força Nacional de Segurança Pública |
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| Organização | |
| Natureza jurídica | Polícia militar |
| Dependência | Governo do Brasil Ministério da Justiça (Brasil) Secretaria Nacional de Segurança Pública |
| Chefia | Delegado Luiz Fernando Correa, secretário nacional de Segurança Pública Coronel PMERJ Luiz Antônio Ferreira, comandante |
| Número de funcionários | Variável |
| Localização | |
| Jurisdição territorial | |
| Histórico | |
| Criação | 2004 |
no entorno do Distrito Federal, no município de Luziânia
A Força Nacional de Segurança Pública ( FNSP ), criada em 2004, é um programa de cooperação de Segurança Pública brasileiro, coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), do Ministério da Justiça (MJ). É um órgão que foi criado durante a gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, idealizado pelo Ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.
Índice |
[editar] Considerações
Segundo alguns pesquisadores, sob aspectos de eficiência, eficácia e efetividade, as atuais Polícias Militares poderiam ser repensadas. Poderiam ser agrupadas em uma instituição maior e mais abrangente, dentro da concepção de uma Guarda Nacional, a exemplo das Guardas Nacionais do Chile, Espanha, Alemanha, Portugal, Argentina, Colômbia.
A necessidade residiria no fato de que suas ações são desenvolvidas apenas localmente, ou, no máximo, regionalmente, havendo uma perda do sentido de segurança em caráter nacional, uma vez que os crimes, doravante praticados em uma área, direta ou indiretamente, têm ligações com organizações ou facções de outros estados (em redes intercorrelacionadas nacionalmente, ou até mesmo transnacionalmente).
Havendo somente um "pensar local", deixa de haver um "pensar nacional", com consequentes perdas informativas e de gerenciamento de missões, apesar da existência do Serviço Nacional de Informações, coordenado pela ABIN.
Em caráter embrionário à proposta da Guarda Nacional emerge a Força Nacional de Segurança Pública, criada pelo governo federal e formada por Policiais Federais e policiais dos estados (art. 4º, § 2º do Decreto 5289 de 2004). A FNS é acionada sempre que situações de distúrbio público, originadas em qualquer ponto do território nacional, requerem sua presença. Para tanto, é necessária que exista a aquiescência do governador do estado na sua utilização.
[editar] Comando
A sua Coordenação (ou Comando) é, em 1º nível, do Secretário da SENASP, Delegado de Polícia Federal Luiz Fernando Correa; e em 2º nível e operacional direto, seu primeiro Comandante foi o Coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul Aurélio Ferreira Rodrigues. Atualmente o comandante da FNSP é Cel. PMERJ Luiz Antônio Ferreira, antes de assumir a coordenação da Força Nacional de Segurança Pública, era sub-chefe do Estado Maior da PM-RJ. Foi também comandante do Batalhão de Polícia Florestal e de Meio Ambiente, do Grupamento Especial Tático Móvel e chefe da 4ª seção do Hospital Central da Polícia Militar,atuou ainda nas superintendências do Ibama dos estados do Amapá, Rio de Janeiro e do Distrito Federal, e coordenou a Operação Macauã (Ibama-DF) nos estados do Acre, Roraima, Rondônia, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Maranhão, Tocantins e Amapá. (Fonte: www.mj.gov.br)
[editar] Treinamento
A Força Nacional formada por Policiais Federais e policiais dos estados membros[1] (art. 4º, § 2º do Decreto 5289 de 2004), indicados pelas Secretarias de Segurança de seus respectivos Estados.
A carga horária de treinamento dos agentes é de aproximadamente 100 horas de curso, e dividida em dez dias de aula. As disciplinas são: direitos humanos, controle de distúrbios civis, policiamento ostensivo, gerenciamento de crise e técnicas de tiro.
[editar] BEPE
O Batalhão Especial de Pronto Emprego é a unidade de elite da FNSP, tem sede em Luziânia, no Estado de Goiás, e em breve também terá outra unidade na cidade do Rio de Janeiro. Seu efetivo treina com unidades de elite do Brasil e exterior, está apto a ser empregado no policiamento ostensivo ou em operações policiais especiais em qualquer parte do país, foi criado pelo Ministério da Justiça com o intuito de se tornar a principal e mais bem treinada tropa policial brasileira, e poder agir em situações de emergência na segurança pública, quando os órgãos de segurança pública estaduais solicitarem intervenção federal em caráter de urgência. Urgência, que pode ser rapidamente respondida, já que seu contingente é efetivo e não desmobilizável, ficando de prontidão a atender situações críticas na segurança pública.
[editar] Atuações
A Força Nacional é acionada quando um Governador requisita auxílio federal para conter atos que atentam contra a lei e a ordem e que perigam sair do controle das forças de segurança locais.
Ela já foi utilizada no Espírito Santo e no Mato Grosso do Sul, primariamente para ajudar a conter rebeliões em presídios. O Governo Federal chegou a oferecer a presença Força Nacional ao Estado de São Paulo, durante os ataques às forças de segurança estaduais ocorridos em 2006, mas a oferta foi recusada pelo Governo do Estado paulista.
O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, logo que assumiu em 2007, devido a onda de ataques de facções criminosas, pediu auxílio da Força Nacional de Segurança Pública.
O maior contingente da tropa federal empregado, com cerca de 500 homens e 52 viaturas enviados para patrulhar 19 pontos de divisa do estado. A operação, chamada Divisa Integrada, atua sob determinação do governo do Estado fluminense.
[editar] Ver também
| Polícias Militares Estaduais Brasileiras | |||||||||||||||||||||||||||
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O atual Diretor do Departamento da Força Nacional de Segurança Pública é o Major da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, Alexandre Augusto Aragon.
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