Força eletrofraca

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Teoria quântica de campos
Feynmann Diagram Gluon Radiation.svg
(Diagramas de Feynman)
Histórica

Na física, a teoria eletrofraca apresenta uma descrição unificada de duas das quatro forças fundamentais da natureza: eletromagnetismo e a força nuclear fraca. Embora estas duas forças apareçam muito diferente às energias baixas do dia a dia, a teoria modela-as como dois diferentes aspectos de uma mesma força. Acima da energia de unificação, na ordem de 10² GeV, elas convergem dentro de uma simples força eletrofraca.

Matematicamente, a unificação é feita na grupo de gauge SU(2) × U(1). Os bósons gauge são correspondentes os do fóton para o eletromagnetismo e bósons W e Z da força fraca. No Modelo Padrão, os bósons gauge fraco obtém sua massa de uma quebra de simetria espontânea da simetria eletrofraca de SU(2) × U(1)Y to U(1)em, causada pelo mecanismo de Higgs. O sobre-escrito é usado para indicar que estes são duas copias diferentes de U(1); o gerador de U(1)em é dado por Q = Y/2 + I3, onde Y é o gerador de U(1)Y (chamado de hipercarga), e I3 é um dos SU(2) gerados (um componente de iso-spin). A distinção entre o eletromagnetismo e a força eletrofraca surge porque existe uma combinação linear (não trivial) de Y e I3 que elimina o bóson de Higgs (isto é uma eige-estado de Y e I3, tal que seus coeficiente devam ser −I3 e Y): U(1)em é definira o grupo gerado pela combinação linear, e não e quebrado porque não interage com o Higgs.

Pela suas contribuições para unificação das interações fracas e eletromagnética entre as partículas elementares, Sheldon Glashow, Abdus Salam, e Steven Weinberg foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física em 1979.

Ver também[editar | editar código-fonte]