Forças Armadas da Turquia

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Forças Armadas da Turquia
Türk Silahlı Kuvvetleri
País Turquia
Fundação 1920
Forças armadas Exército
Força Aérea
Marinha
Indústria
Fornecedores estrangeiros  Estados Unidos
 Alemanha
 Reino Unido
 Itália
 Coreia do Sul
 França
 Espanha
 China
 Rússia
 Israel
 Austrália
 Países Baixos
 Noruega
 Suécia

As Forças Armadas da Turquia (em turco: Türk Silahlı Kuvvetleri, ou TSK) são as forças militares da República da Turquia. Elas consistem do Exército, da Marinha (incluindo a Aviação Naval e os Fuzileiros), e da Força Aérea. A Gendarmaria e a Guarda Costeira, as quais têm o poder de aplicação da lei e funções militares, operam como componentes das forças de segurança internas em tempo de paz, e são subordinadas ao Ministério do Interior. Em tempos de guerra, estes são subordinados ao Exército e à Marinha. Hoje os militares turcos percebem-se como os guardiães da ideologia kemalista, a ideologia oficial do Estado, especialmente dos aspectos seculares do Kemalismo.

O Chefe do Estado Maior Geral está vago. O Chefe do Estado Maior Geral é o Comandante das Forças Armadas. Em tempos de guerra, ele atua como o Comandante em Chefe, em nome do Presidente, que representa o Comando Supremo Militar das Forças Armas Turcas em nome da Grande Assembleia Nacional da Turquia. Comandar as forças armadas e estabelecer as políticas e programas relacionados com a preparação para o combate de pessoal, inteligência, operações, organização, treinamento e serviços de logística são as responsabilidades do Estado Maior Geral. Além disso, também coordena as relações militares das forças armadas com os estados membros da OTAN e outras nações amigas.

Depois de se tornar um membro da OTAN em 18 de Fevereiro de 1952, a Turquia iniciou um programa de modernização abrangente para as suas Forças Armadas. No final da década de 1980, um segundo processo de reestruturação foi iniciado.

História[editar | editar código-fonte]

Conflito com o PKK[editar | editar código-fonte]

Desde o início da década de 1980, as Forças Armadas da Turquia têm estado envolvidas em uma campanha prolongada contra o PKK (em turco: Partiya Karkerên Kurdistan, em português: Partido dos Trabalhadores do Curdistão). No curso desta campanha, que envolveu freqüentes incursões em localidades vizinhas ao Iraque, muitas comunidades rurais curdas foram deslocadas em um esforço para limitar a base de apoio logístico do PKK. Essas ações resultaram, em meados da década de 1990, em mais de 3.000 aldeias curdas abandonadas pela sua população, enquanto que segundo dados oficiais, mais de 378 mil curdos haviam sido deslocados e desabrigados.[1]

Referências

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