Forças armadas do Chile

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As forças armadas do Chile são dependentes do Ministério da Defesa e formadas pelo exército, marinha e força aérea.

Em tempos de paz a administração é realizada pelo ministro da defesa e em caso de guerra o presidente assume o Comando Supremo das Forças Armadas (Artigo 32 Nº 18 da constituição do Chile).[1]

Estrutura[editar | editar código-fonte]

Exército[editar | editar código-fonte]

O atual comandante-em-chefe é o general Óscar Izurieta Ferrer. Os 55.000 militares estão organizados em seis divisões mais uma brigada aérea. Atualmente o exército opera carros de combate Leopard 1V e está passando por um processo de modernização, no qual serão comprados 136 Leopard 2A4 em um acordo com a Alemanha.

Marinha[editar | editar código-fonte]

O almirante Rodolfo Codina Díaz é o atual comandante da marinha chilena. Das 66 embarcações, oito são grandes navios de guerra. A marinha tem seus próprios aviões de transporte e patrulha, não possui aviões de combate e nem bombardeiros, mas dispõe de helicópteros de guerra. Também opera quatro submarinos.

Força aérea[editar | editar código-fonte]

O Gen. Ricardo Ortega Perrier comanda a força aérea chilena, suas unidades estão distribuídas em cinco brigadas com bases em Iquique, Antofagasta, Santiago, Puerto Montt, Punta Arenas e também na Ilha do Rei George, Antártica.

Despesas militares[editar | editar código-fonte]

As despesas militares chilenas representaram cerca de 3.9% do PIB em 2005.[2] Por lei, os três segmentos das forças armadas recebem 10% do lucro das vendas de cobre.[3]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]