Francisca Senhorinha da Motta Diniz

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Francisca Senhorinha da Motta Diniz foi uma professora mineira teve papel importante na história das lutas femininas no Brasil, sendo a fundadora do jornal O Sexo Feminino, que hasteava a bandeira de educação feminina, alertando as mulheres de que o inimigo com quem lutavam era a ignorância feminina, defendida pela ciência "dos homens".

Atacava a ignorância dos seus direitos, que tornava a mulher escrava, e não companheira do homem. Defendia que a solução dos problemas brasileiros dependia exclusivamente da mulher e sua participação efetiva na sociedade.

Porém defendia a velha idéia de esferas separadas para atividades de homens e mulheres: as mais violentas e brutais deveriam ser exclusividade do homem, as demais deveriam ser aberta às mulheres. Além disso defendiam a idéia de que mulheres eram melhores cientistas, por possuírem maior paciência para estudos.

Foi o primeiro periódico a advogar pelo sufrágio feminino; com a proclamação da República, o voto foi estendido a todos o homens alfabetizados, em protesto à exclusão das mulheres o jornal passa a chamar-se O Quinze de Novembro do Sexo Feminino, trazendo uma coluna para a discussão sobre o sufrágio efetivo, não mais defendendo o voto limitado pelo qual costumava advogar.

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