From Russia, with Love (livro)

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From Russia, with Love
FromRussiaLivroCapa1.jpg
Capa da primeira edição britânica.
Autor (es) Ian Fleming
Idioma Inglês
País  Reino Unido
Género Espionagem
Série James Bond
Arte de capa Richard Chopping
Editora Jonathan Cape
Formato Impresso
Lançamento 8 de abril de 1957
Páginas 253
Cronologia
Último
Último
Diamonds Are Forever
Dr. No
Próximo
Próximo

From Russia, with Love é o quinto romance da sére James Bond de Ian Fleming, publicado pela primeira vez em 8 de abril de 1957 pela editora Jonathan Cape no Reino Unido. Como os quatro primeiros romances, From Russia, with Love foi bem recebido pela crítica. A história foi escrita na propriedade Goldeneye de Fleming na Jamaica no início de 1956. Na época em que o livro foi publicado, o autor estava incerto sobre escrever outro romance de Bond ou não.

A história se centra em um plano da SMERSH, a agência de contraespionagem da União Soviética, para assassinar Bond de forma a colocá-lo na infâmia junto com sua agência, o Serviço Secreto Britânico. Como isca, os russos usam uma bela funcionária de decodificação e um Spektor, uma máquina decodificadora soviética. Grande parte da ação se passa na cidade de Istambul e no Expresso do Oriente.

As vendas do romance foram auxiliadas por uma campanha publicitária que mostrava o Primeiro-Ministro Britânico Sir Anthony Eden em visita a propriedade Goldeneye de Fleming, e pela publicação em 1961 de um artigo na revista LIFE em que o Presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy listava From Russia, with Love como um de seus livros favoritos. Até o momento, o romance já foi adaptado para outras mídias em quatro ocasiões: uma serialização no jornal Daily Express no mesmo ano de publicação, uma tira em quadrinhos diária por Henry Gammidge e John McLusky no mesmo jornal em 1960, um filme para o cinema em 1963 e uma peça de rádio em 2012.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

SMERSH, a agência de contraespionagem da União Soviética, planeja cometer um grande ato terrorista. Para isso, ela mira seu alvo no agente britânico James Bond. Bond foi listado pelo estado soviético como um inimigo, em parte por seu envolvimento nas mortes de Le Chiffre, Sr. Big e Hugo Drax, e um "mandato de morte" foi emitido para ele. Sua morte é planejada para fazer parte de um grande escândalo sexual, que correrá o mundo por meses e destruirá sua reputação junto com a do Serviço Secreto Britânico. O assassino de Bond será o carrasco da SMERSH Red Grant, um psicopata cujos instintos homicidas coincidem com a lua cheia. Kronsteen, o planejador mestre da SMERSH, e a Coronel Rosa Klebb, chefe de Operações e Execuções, elaboram a operação. Eles convencem uma jovem funcionária de decodificação, a Cabo Tatiana Romanova, a fingir sua deserção de seu posto em Istambul, afirmando ter se apaixonado por Bond depois de ter visto sua fotografia em um arquivo. Como um incentivo adicional, Romanova dará aos britânicos uma Spektor, um aparelho de decodificação russo muito desejado pelo MI6. Entretanto, ela não é informada de todos os detalhes do plano.[1]

A oferta do Spektor é enviada e recebida pelo MI6 em Londres, supostamente vinda de Romanova, e contém a condição de que Bond venha pegá-la junto com a máquina em Istambul. O MI6 desconfia da história de Romanova, porém a oferta de um Spektor é muito grande para ser ignorada, e o chefe de Bond, M, ordena que ele viaje para a Turquia para encontrá-la. Bond conhece e rapidamente faz amizade com Darko Kerim, chefe da estação britânica de inteligência na Turquia. Kerim leva Bond para comer com alguns ciganos, e eles testemunham uma luta brutal entre duas mulheres, interrompida por um ataque realizado por agentes soviéticos. Em retaliação, Bond ajuda Kerim assassinar um importante agente búlgaro.[1]

Bond devidamente se encontra com Romanova e os dois planejam sua fuga da Turquia com o Spektor. Ele e Kerim acreditam na história da moça e, oportunamente, os três embarcam no Expresso do Oriente com o Spektor. Bond e Kerim descobrem três agentes do soviéticos viajando disfarçados no trem. Kerim usa subornos e astúcia para tirar dois dos agentes da viagem, porém ele é mais tarde encontrado morto em sua cabine com o corpo do terceiro agente, ambos mortos por Grant. Em Trieste, um outro agente do MI6, "Capitão Nash", embarca no trem e Bond presume ser um enviado de M para ajudá-lo na proteção da máquina pelo resto do trajeto. Romanova suspeita de Nash, porém Bond lhe assegura que o homem é de sua agência. Depois de um jantar, em que Nash drogou Romanova, Bond acorda com uma arma apontada para sua cabeça e Nash revelando ser seu assassino, Grant. Ao invés de matá-lo imediatamente, Grant revela o plano da SMERSH, incluindo os detalhes de que ele deve atirar em Bond no coração e que o Spektor está armado para explodir assim que for examinado. Enquanto Grant fala, Bond escorrega sua caixa de cigarros metálica entre as páginas da revista que está segurando até seu coração para párar a bala. Depois de Grant atirar, Bond finge estar mortalmente ferido, e quanto Grant vai olhá-lo mais de perto, ele o ataca: Grant é morto, enquanto Bond e Romanova escapam.[1]

Mais tarde, em Paris, depois de entregar Romanova e o Spektor para seus superiores, Bond encontra Klebb. Ela é capturada porém consegue ferir Bond com uma adaga envenenada escondida em seu sapato; a história termina com Bond lutando por ar caído no chão.[1]

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Personagens e temas[editar | editar código-fonte]

Um dos aspectos do pano de fundo do romance também é um de seus temas principais: a Guerra Fria. O acadêmico Jeremy Black salienta que From Russia, with Love foi escrito e publicado em uma época em que as tensões entre o Leste e o Oeste estavam crescendo e que a percepção do público estava alta.[2] O ano de 1956 viu a descoberta de um túnel anglo-americano para Berlim Leste com o objetivo de interceptar comunicações soviéticas, e um levante popular na Hungria "brutalmente reprimido" pelas forças comunistas.[2]

Como em Casino Royale, o conceito da perda de poder e influência do Reino Unido também está presente em From Russia, with Love.[3] Com o Império Britânico em declínio, o jornalista William Cook observa que "Bond alcovitava a auto-imagem cada vez mais insegura e inflada do Reino Unido, nos lisonjeando com a fantasia que Britannia ainda poderia dar um soco forte".[4] Em From Russia, with Love, isso é manisfestado nas conversas entre Bond e Darko Kerim quando o primeiro admite que na Inglaterra "nós não mais mostramos os dentes – apenas gengivas".[3] [5]

Seguindo a partir do desenvolvimento do personagem de Bond nos quatro romances anteiores, Fleming adiciona mais história em From Russia, with Love à sua vida pessoal, principalmente sobre sua vida em casa e seus hábitos, com a introdução de Bond na história o mostrando em um café da manhã com sua governanta, May.[6] O autor Raymond Benson vê aspectos de insegurança entrando na mente de Bond com a vida "fácil" que ele está levando no começo do livro, como também o medo que ele sente quando seu voo para Istanbul sofre grande turbulência de uma tempestade.[6] Benson também acredita que outros personagens do romance foram bem desenvolvidos, com o Chefe da Estação T, Darko Kerim, sendo "um dos personagens mais coloridos de Fleming".[7] O autor Charlie Higson acha que Red Grant é "um vilão bem moderno: o psicopata implacável e sem remorsos com os olhos frios de um 'homem afogado'".[8]

Criação[editar | editar código-fonte]

Uma máquina Enigma, a base para a máquina de decodificação soviética Spektor.

Em janeiro de 1956, Ian Fleming viajou para sua propriedade Goldeneye na Jamaica para escrever From Russia, with Love, retornando para Londres em março do mesmo ano com um manuscrito.[9] Ele tinha 228 páginas e eventualmente foi bastante alterado por Fleming, com um número significativo de reescritas.[10] Em uma das reescritas estava o destino de Bond no final do romance; Fleming havia ficado desencantado com seus livros,[11] e em abril de 1956 decidiu alterar o final para fazer com que Klebb envenenasse Bond, permitindo que ele terminasse a série com a morte do personagem se assim desejasse.[12]

A viagem que Fleming fez a Istambul em 1955 para cobrir uma conferência da Interpol para o The Sunday Times foi a fonte de muitas informações do pano de fundo do romance.[13] Em Istanbul, Fleming conheceu Nazim Kalkavan, um turco que havia estudado na Universidade de Oxford, que se tornou a base para o personagem Darko Kerim;[14] Fleming anotou muito de suas converças com Kalkavan em um caderno, que ele então transcreveu para o romance.[13] Enquanto estava na cidade, ele escreveu um relato sobre Pogrom de Istambul que foi publicado no The Sunday Times em 11 de setembro de 1955.[15]

Outros elementos do enredo vieram de pessoas que Fleming conhecia ou que ele havia ouvido falar: Red Grant, o nome de um guia pluvial jamaicano descrito como "um gigante, alegre e volúvel com aspecto de vilão", foi usado para o assassino teuto-irlandês,[16] [17] enquanto que Rosa Klebb foi parcialmente baseada na Coronel Rybkin da inteligência soviética.[18] A máquina Spektor usada como isca para Bond não era um dispositivo da Guerra Fria, porém tinha suas raízes na máquina Enigma da Segunda Guerra Mundial, que Fleming tentou obter durante seu tempo na Divisão de Iinteligência Naval.[19]

O uso do Expresso do Oriente como dispositivo de enredo veio de duas fontes: Fleming retornou da conferência de 1955 no trem, mas achou a experiência monótona porque não havia um vagão restaurante.[20] [21] Fleming também conhecia a história de Eugene Karp e sua jornada no Expresso do Oriente: Karp era um adido da marinha norte-americana e um agente de inteligência baseado em Budapeste que, em fevereiro de 1950, embarcou no trem de Budapeste para Paris carregando vários documentos obtidos por agentes norte-americanos no Bloco do Leste. Assassinos soviéticos o estavam esperando no trem. O condutor foi drogado e o corpo de Karp foi encontrado pouco depois em um túnel ao sul de Salzburgo.[22]

Lançamento e repercussão[editar | editar código-fonte]

Pessoalmente, eu acho que From Russia, with Love foi, em muitos aspectos, meu melhor livro, mas o melhor é que cada um desses livros parece ser o favorito com uma ou outra seção do público, e nenhum até agora foi completamente definido.

Ian Fleming[19]

From Russia, with Love foi lançado em 8 de abril de 1957 no Reino Unido como uma edição em capa dura pela editora Jonathan Cape.[23] A edição norte-americana foi publicada algumas semanas depois.[24] Em agosto de 1956, Fleming encomendou uma ilustração de capa com Richard Chopping, baseada em seus próprios desenhos; a capa resultante venceu vários prêmios.[24] [25] Depois que Diamonds Are Forever foi publicado, o autor recebeu uma carta de Geoffrey Boothroyd, entusiasta de Bond e especialista em armas, criticando a escolha de Fleming para a arma de Bond: suas sugestões vieram muito tarde para serem incluidas em From Russia, with Love, porém uma das armas de Boothroyd – um revólver .38 Smith & Wesson com cano curto modificada com um pedaço da guarda do gatilho removida – foi usada como modelo para a arte de Chopping.[26] Fleming mais tarde agradeceu Boothroyd pelas sugestões ao nomear o personagem Major Boothroyd, o armeiro de Dr. No, em sua homenagem.[27]

Em 1956, o Primeiro-Ministro Sir Anthony Eden visitou a propriedade Goldeneye de Fleming na Jamaica para se recuperar de uma recaída em sua saúde. Esse vento atraiu muito a atenção da mídia britânica,[27] e a publicação de From Russia, with Love foi acompanhada por uma campanha promocional que capitalizava a partir dessa exposição.[28]

O autor Raymond Benson analisou o estilo de escrita de Fleming e identificou aquilo que ele descreveu como "Varredura Fleming", um elemento de estilo que varre o leitor de um capítulo para o outro com "ganchos" ao final dos capítulos para aumentar a tensão e colocar o leitor no próximo.[29] Benson achou que a "Varredura Fleming impulsiona o enredo" de From Russia, with Love e, apesar de ser o mais longo de todos os romances de Fleming, "a Varredura o faz parecer muito menor".[30]

A serialização da história em 1957 no Daily Express impulsionou os vendas do livro,[31] apesar do maior salto em vendas ter ocorrido quatro anos depois. Em um artigo publicado pela revista LIFE em 17 de março de 1961, o Presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy listou From Russia, with Love como um de seus dez livros favoritos.[32] Essa honra, e a publicidade que veio junto, levou a um surto de vendas que fez de Fleming o autor policial mais vendido nos Estados Unidos.[33] [34]

Críticas[editar | editar código-fonte]

From Russia, with Love foi amplamente bem recebido pela crítica. Julian Symons, do The Times Literary Supplement, considerou que era a "história mais excitante e mais brilhante" de Fleming, que o autor "traz o suspense de acordo com as necessidades emocionais modernas", e que Bond "é o Mike Hammer intelectual: um matador com um olho aguçado e um fraco no coração por uma mulher".[35] O crítico do The Times não foi tão persuadido pela história, sugerindo que "o retesamento geral e a brutalidade da história deixam o leitor pairando inquietamente entre fato e ficção".[36] Apesar da resenha ter comparado Fleming de forma pouco lisonjeira ao autor policial das décadas de 1930 e 1940, Peter Cheyney, ela concluiu que From Russia, with Love era "emocionante o bastante em seu gênero".[36]

O crítico do The Observer, Maurice Richardson, achou que From Russia, with Love era um "plano estupendo para enganar ... Bond, nosso agente de luxo", e perguntou "Será esse o fim de Bond?".[23] O Oxford Mail declarou que "Ian Fleming está em um gênero por si mesmo",[19] enquanto que o The Sunday Times opinou que "se um psiquiatra e um redator completamente eficiente se unissem para produzir um personagem ficcional que seria a subconsciência da ambição masculina na metade do século, o resultado inevitavelmente seria James Bond".[19]

Escrevendo para o The New York Times, Anthony Boucher – descrito pelo biógrafo de Fleming, John Pearson, como "um homem completamente anti-Bond e anti-Fleming"[37] – foi condenatório em sua crítica, dizendo que From Russia, with Love era o "livro mais longo e mais pobre" de Fleming.[38] Boucher escreveu que o romance continha "como sempre, um sadismo sexual com um verniz de alfabetização, porém sem as ocasionais peças brilhantes".[38] O crítico do New York Herald Tribune, inversamente, escreveu que o "Sr. Fleming é um intenso observador e profundamente letrado que consegue transformar um cliché em uma bolsa de seda com astuta alquimia".[19] Robert R. Kirsch, escrevendo para o Los Angeles Times, também descordou de Boucher, dizendo que "o romance de espionagem foi modernizado por um praticante soberbo de uma arte quase perdida: Ian Fleming".[39] Na opinião de Kirsch, From Russia, with Love "tem tudo do tradicional mais a maioria dos refinamentos modernos na arte sinistra da espionagem".[39]

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Serialização (1957)

From Russia, with Love foi serializado no jornal Daily Express a partir do dia 1 de abril de 1957;[40] foi o primeiro romance de Bond que o jornal adaptou de tal maneira.[31]

Tira em quadrinhos (1960)

Em 1960, o romance de Fleming foi também adaptado em uma tira em quadrinhos no Daily Express, sindacada no resto do mundo. A adaptação ocorreu entre 3 de fevereiro e 21 de maio de 1960,[41] sendo escrita por Henry Gammidge e ilustrada por John McLusky.[42] A tira em quadrinhos de From Russia, with Love foi reimpressa em 2005 pela Titan Books na antologia Dr. No, que também incluia Diamonds Are Forever e Casino Royale.[43]

From Russia with Love (1963)

O filme From Russia with Love foi lançado em 1963, produzido por Albert R. Broccoli e Harry Saltzman, e dirigido por Terence Young. Ele foi o segundo filme da série cinematográfica James Bond produzido pela EON Productions, estrelado por Sean Connery como Bond.[44] O filme fez alterações em relação ao romance, com os vilões principais mudando da SMERSH para a SPECTRE, uma organização terrorista ficcional.[45] No geral, entretanto, o filme foi uma adaptação bem fiel do romance, com Raymond Benson declarando que "Muitos fãs o consideram como o melhor filme de Bond simplesmente porque é próximo do material original de Fleming".[46]

Rádio (2012)

Uma peça de rádio foi adaptada do romance de Fleming por Archie Scottney, dirigida por Martin Jarvis, e estrelada por Toby Stephens como James Bond. Ela continua uma série de adaptações de rádio com Jarvis e Stephens depois de Dr. No em 2008 e Goldfinger em 2010.[47]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d Fleming, Ian. From Russia, with Love. Londres: Jonathan Cape, 1957.
  2. a b Black 2004, p. 8
  3. a b Macintyre 2008, p. 113
  4. Cook, William. (28 de junho de 2004). "Novel man". New Statesman: p. 40.
  5. Fleming & Higson 2006, p. 227
  6. a b Benson 1988, p. 106
  7. Benson 1988, p. 108
  8. Fleming & Higson 2006, p. vii
  9. Chancellor 2005, p. 101
  10. Benson 1988, p. 13
  11. Benson 1988, p. 14
  12. Lycett 1996, p. 293
  13. a b Chancellor 2005, pp. 96-97
  14. Benson 1988, p. 12
  15. Fleming, Ian. (11 de setembro de 1955). "The Great Riot of Istanbul". The Sunday Times.
  16. Lycett 1996, p. 282
  17. Macintyre 2008, p. 90
  18. Macintyre 2008, p. 93
  19. a b c d e Chancellor 2005, p. 97
  20. Benson 1988, p. 231
  21. Black 2004, p. 30
  22. Chancellor 2005, p. 96
  23. a b Richardson, Maurice. (14 de abril de 1957). "Crime Ration". The Observer: p. 16.
  24. a b Benson 1988, p. 16
  25. Lycett 1996, p. 300
  26. Chancellor 2005, p. 160
  27. a b Benson 1988, p. 15
  28. Lycett 1996, p. 313
  29. Benson 1988, p. 85
  30. Benson 1988, p. 105
  31. a b Lindner 2003, p. 16
  32. Sidey, Hugh. (17 de março de 1961). "The President's Voracious Reading Habits". LIFE 50 (11): pp. 55-60. Time Inc.. ISSN 0024-3019. Página visitada em 25 de julho de 2012.
  33. Lycett 1996, p. 383
  34. Fleming & Higson 2006, p. vi
  35. Symons, Julian. (12 de abril de 1957). "The End of the Affair". The Times Literary Supplement: p. 230.
  36. a b (11 de abril de 1957) "New Fiction". The Times: p. 13.
  37. Pearson 1967, p. 99
  38. a b Boucher, Anthony. (8 de setembro de 1957). "Criminals at Large". The New York Times: p. BR15.
  39. a b Kirsch, Robert R.. (28 de agosto de 1957). "The Book Report". Los Angeles Times: p. B5.
  40. Fleming, Ian. (1 de abril de 1957). "From Russia, with Love". Daily Express: p. 10.
  41. Fleming, Gammidge & McLusky 1988, p. 6
  42. McLusky et al. 2009, p. 5
  43. McLusky et al. 2009, p. 135
  44. Brooke, Michael. From Russia with Love (1963) BFI Screenonline.. Página visitada em 25 de julho de 2012.
  45. Barnes & Hearn 2001, p. 21
  46. Benson 1988, pp. 172-174
  47. From Russia with Love BBC Radio 4. (21 de julho de 2012). Página visitada em 25 de julho de 2012.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]