Lista de personagens de O Senhor dos Anéis

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Esta é uma lista de personagens de O Senhor dos Anéis e obras relacionadas, tais como O Hobbit, O Silmarillion, entre outras, escritas por J. R. R. Tolkien, ambientadas no universo ficcional da Terra Média.

Índice

Adamanta Chubb[editar | editar código-fonte]

A esposa de Gerontius, o famoso Velho Tûk, Adamanta Chubb era a mãe de doze crianças, durante um período não inferior a trinta anos. Aqueles doze filhos deram origem a muitos ramos da família Tûk, e Bilbo, Frodo, Merry e Pippin poderiam todos traçar sua ascendência até Adamanta através de linhas diferentes. Dois de seus filhos se tornariam Thain do Condado: Isengrim, o mais velho, e Isumbras. Dois outros deixaram o Condado em aventuras misteriosas: estes foram Hildifons e Isengar (Isengar foi o mais jovem dos doze filhos de Adamanta).

Aegnor[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Aegnor foi o filho de Finarfin e Eärwen, também irmão de Finrod, Angrod, Orodreth e Galadriel.

Aegnor foi morto na Dagor Bragollach. Famoso por ter sido o único elfo citado a amar uma humana, Andreth. Não é contado muito sobre ele antes de aparecer em Endor após a travessia de Helcaraxë. Angrod e Aegnor eram muito amigos de Fingolfin.

Anárion[editar | editar código-fonte]

Segundo filho de Elendil, sobrevivente do naufrágio de Númenor, quando juntamente com seu pai, seu irmão Isildur, e alguns dos Fiéis Numenoreanos, foram à Terra-Média e lá viveram, onde fundaram Gondor, ao sul, e Arnor, ao norte. Morreu na Guerra contra Sauron na Última Aliança, quando levou uma pedrada na cabeça vinda dum orc enquanto durava o sítio à Barad-dûr.

Angrod[editar | editar código-fonte]

Nas histórias de J.R.R. Tolkien sobre a Terra-Média, Angrod foi um filho de Finarfin e um senhor dos Noldor.

Angrod era o imão mais velho de Galadriel e Aegnor, e o irmão mais novo de Finrod Felagund. Ele se uniu aos exilados na Terra-Média, onde, juntamente com Aegnor, ele protegeu as terras altas de Dorthonion contra Morgoth. Aegnor e Angrod foram mortos na Dagor Bragollach.

Sua esposa foi uma senhora elfa chamada Eldalótë. Seu filho foi Orodreth, que escapou para Nargothrond quando seu pai foi morto. Angrod foi o avô de Gil-galad, filho de Orodreth.

Seu nome era a forma Sindarin para seu nome Quenya Angaráto, que significa "Nobre de Ferro". Esta era uma referência à suas mãos de grande força.

Outras versões[editar | editar código-fonte]

Na versão publicada do Silmarillion, Orodreth é mostrado como um irmão de Angrod, seguindo versões incompletas da história. Esta foi uma decisão de Christopher Tolkien, que posteriormente ele admitiu ter sido um erro.

Aragorn[editar | editar código-fonte]

Arahad I[editar | editar código-fonte]

Arahad I, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o sétimo líder dos dúnedain, pai de Aragost e filho de Araglas. Durante seu reinado, a paz que já durava 400 anos chegou ao fim. Orcs, que há muito tempo passaram a ocupar fortalezas nas Montanhas Sombrias, começaram a bloquear os acessos à Eriador. Foi nesse período que Celebrían, esposa de Elrond, fora capturada.

Arahad I foi antepassado de Aragorn e descendente de Isildur. Morreu em 2523 da Terceira Era tendo reinado por 68 anos.

Arantar[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Arantar foi o quinto rei de Arnor, pai de Tarcil e filho de Eldacar. Tornou-se rei em 435 da Terceira Era e governou Arnor por 80 anos. Deixou o trono para o filho em 515 da Terceira Era.

Foi durante seu reinado que Gondor, ao sul, fora atacada pelos orientais pela primeira vez.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Eldacar Tarcil

Aranuir[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Aranuir foi um antepassado de Aragorn e um descendente de Isildur. Neto de Aranarth, filho de Arahael e pai de Aravir.

Aranuir foi o terceiro líder dos dúnedain. Reinou por 70 anos, a partir de 2177 da Terceira Era e morreu e 2247 Terceira Era.

Araphant[editar | editar código-fonte]

Araphant, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo quarto rei de Arthedain, filho de Araval e pai de Arvedui.

Foi no reinado de Araphant que os reinos de Arthedain e Gondor perceberam que um único poder e uma única vontade estavam, de vários pontos diferentes, dirigindo ataques aos sobreviventes de Númenor. Apesar disso, nenhum dos reinos pôde enviar auxílio ao outro, pois foram atacados simultaneamente.

Araphant morreu em 1964 da Terceira Era, deixando um reino com forças reduzidas para seu herdeiro Arvedui.

Araphor[editar | editar código-fonte]

Araphor, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o nono rei de Arthedain, pai de Argeleb II e filho de Arveleg I. Tornou-se rei em 1409 da Terceira Era, quando Angmar atacou destruindo a torre de Amon Sûl e matando seu pai Arveleg I que lhe passou o trono de Arthedain, embora Araphor ainda não fosse adulto ele era muito valente. Com a ajuda de Círdan, expulsou o inimigo de Fornost e das Colinas do Norte.

Após este período, parece que não houve grandes guerras contra Arthedain, mas Araphor governava agora um povo que beirou a extinção e precisava começar uma reconstrução. Araphor tombou em 1589 da Terceira Era tendo reinado Arthedain por 180 anos.

Arathorn I[editar | editar código-fonte]

No mundo ficcional de Tolkien, Arathorn I foi o décimo segundo líder dos Dúnedain. Como seus antepassados, ele foi criado por Elrond em Valfenda enquanto seu pai, Arassuil, vivia nos ermos.

Arathorn se tornou o líder dos Dúnedain em 2784, com a morte de seu pai.

Durante seu período de líder, poucos eventos aconteceram em seus domínios, uma vez que os Dúnedain e os outros povos de Eriador se recuperavam do Longo Inverno.

Porém, ao sul de suas fronteiras, grandes eventos ocorreram: o Rei Anão Thrór foi morto por Azog, um Orc de Moria. De 2793 a 2799 foi travada a Guerra entre anões e orcs na região das Montanhas Sombrias, pois os anões de todas as Sete Casas se reuniram para vingar Thrór, o Herdeiro de Durin.

Depois de terminada a guerra, em 2799, com a Batalha de Nanduhirion, Eriador ficou fora do perigo dos orcs por muitos anos, o que significa que os Guardiões do Norte tiveram um período relativamente seguro, a não ser pelos combates ocasionais com orcs refugiados. A maior parte dos orcs fugiu para o sul, para Rohan, tentando estabalecer-se nas Montanhas brancas.

Arathorn morreu em 2848 quando foi atacado por lobos, tendo então tomado seu cargo seu filho Argonui.

Arathorn II[editar | editar código-fonte]

Arathorn II, na mitologia de Tolkien, é o herdeiro do trono da casa de Isildur, mas não chega a reclamar seus direitos, pois tem vergonha de seus antepassados. Foi um dos líderes dos Dúnedain, os guardiões do norte, sucedendo seu pai Arador. Casou-se com Gilraen, a bela. Teve um único filho, que viria a ser Aragorn II, um dos principais personagens da Guerra do Anel. Morreu em 2933 da Terceira Era, aos sessenta anos, pouco depois de ter levado uma flechada no olho em uma batalha contra os orcs.

Araval[editar | editar código-fonte]

Araval, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo terceiro rei de Arthedain, pai de Araphant e filho de Arveleg II. O Senhor dos Anéis não relata sobre os feitos de Araval, entretanto a obra The History of Middle-earth conta que ele era um diplomata e guerreiro que fez uma aliança com os elfos de Imladris e de Lindon e que a partir dessa aliança Araval obteve uma importante vitória sobre Angmar. Ele ainda tentou recolonizar Cardolan, mas seus planos foram frustrados por seres maléficos que para lá foram enviados dois séculos antes.

Araval pereceu em 1891 da Terceira Era. Sua labuta vitoriosa não evitou que Arthedain fosse destruída nos dias de seu neto Arvedui.

Aravir[editar | editar código-fonte]

No universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Aravir foi pai de Aragorn I e filho de Aranuir, sendo assim portanto um antepassado de Aragorn II Elessar e um descendente de Isildur.

Aravir foi o quarto líder dos dúnedain. Governou por 72 anos, desde 2247 da Terceira Era até 2319 da Terceira Era quando morreu.

Aredhel[editar | editar código-fonte]

Aredhel é uma personagem fictícia criada por J.R.R. Tolkien dentro da obra O Silmarillion. Aredhel pertence ao povo dos Elfos, da estirpe dos Noldor. Seu nome significa "Nobre Mulher Élfica", é também conhecido por Ar-Feiniel, A Dama Branca dos Noldor.

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Aredhel é filha de Fingolfin e irmã de Fingon e Turgon. Quando chegou na Terra-Média Aredhel foi morar com Turgon, e quando este construiu Gondolin, ela foi lá morar com ele.

Passados duzentos anos Aredhel (que possuía um espírito forte e rebelde) se cansou das muralhas e da cidade fortificada e pediu a seu irmão permissão para sair. De inicio Turgon foi contra, mas depois acabou cedendo e Aredhel saiu de Gondolin.

Aredhel viajou por muitas terras, chegando por fim as fronteiras de Doriath, onde sua entrada não foi permitida (Thingol ainda estava muito ressentido com os Noldor nessa época). Viajou então para o norte, onde se perdeu de seus companheiros e após algumas curtas "aventuras" acabou se perdendo na floresta de Nan Elmoth.

Nessa floresta conheceu Eöl, o Elfo Escuro, que se denominava rei dessas terras. Eöl a tomou como esposa, e Aredhel viveu muitos anos com ele. Dessa união nasceu Maeglin. Quando Maeglin começou a crescer Aredhel sentiu vontade de retornar a Gondolin e rever seu irmão. Em certa ocasião que Eöl estava fora, Aredhel fugiu com seu filho até o reino de Gondolin. Eöl os seguiu e chegando nas fronteiras do reino foi pego por guardas da cidade e levado a presença de Turgon. Esse o julgou pelo "crime" de ter desposado uma senhora dos Noldor sem a permissão de seu pai ou seus parentes. Eöl não aceitou a punição e tentou matar Maeglin com um dardo envenenado. Aredhel salvou a vida de seu filho se atirando na frente do projétil, mas isso causou sua morte. Eöl foi prontamente condenado a morte e atirado das muralhas de Gondolin.

A Casa de Fingolfin[editar | editar código-fonte]

 
Finwë
 
Indis
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fingolfin
 
Anairë
 
Finarfin
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fingon
 
 
Aredhel
 
Eöl
 
Argon
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Maeglin
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Turgon
 
Elenwë
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Idril
 
 
 
 
 
 
 
 

Argeleb I[editar | editar código-fonte]

Argeleb I, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o sétimo rei de Arthedain, pai de Arveleg I e filho de Malvegil. Tornou-se rei em 1349 da Terceira Era.

Nos seus dias os reis de Fornost passaram a reivindicar o poder sobre toda Arnor, o que não foi aceito. Argeleb, diante da aliança de Angmar e Rhudaur, fortificou as Colinas do Vento.

Foi morto em combate contra Angmar e Rhudaur, em 1356 da Terceira Era. Governou Arthedain por somente 7 anos.

Argeleb II[editar | editar código-fonte]

Argeleb, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo rei de Arthedain, pai de Arvegil e filho de Araphor. Tornou-se rei em 1589 da Terceira Era.

Durante seu reinado, a peste chegou a Eriador. Em 1601 da Terceira Era Argeleb II concedeu permissão para os Hobbits se estabelecerem nas terras além do rio Baranduin, possibilitando a formação do Condado.

Faleceu em 1670 da Terceira Era, tendo governado Arthedain por 81 anos.

Arien[editar | editar código-fonte]

Arien
Personagem da Terra Média
Raça Ainur
Divisão Maia
Outros Nomes Espirito de fogo
Data de Nascimento Depois da criação de Arda
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion (1977)
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Arien, na obra de J. R. R. Tolkien era uma Maia e se ofereceu para conduzir a nave do Sol. Não tinha medo do calor de Laurelin e seus olhos eram muito brilhantes, de modo que nem os elfos podiam sustentar o olhar por muito tempo. Era mais poderosa do que o Timoneiro da Lua, Tilion, e Melkor jamais conseguiu atraí-la para o seu lado. Não é dito n'O Silmarillion de quem ela é criada, mas manuscritos abandonados, no entanto, Tolkien afirma que Arien era uma Maia de Varda. Sabe-se também que regava com o orvalho de Laurelin as flores de Vána na época das Árvores.

Arvedui[editar | editar código-fonte]

Nas obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Arvedui foi o 15° e último rei de Arthedain e filho de Araphant. Chegou a reivindicar o trono de Gondor, que aconselhado por Pelendur, rejeitou. Em 1974 da Terceira Era, o poder de Angmar cresceu e dominou Fornost. Arvedui e sua guarda fugiram para o extremo norte e esconderam-se em túneis outrora usado por anões. Depois deparou-se com os lossoth, que lhe ofereceram comida. Círdan, ao saber da localização de Arvedui, enviou um navio para resgatá-lo. Mas, apesar da previsão e aviso dos lossoth de que Arvedui não devia embarcar, ele se foi e naufragou. Com ele naufragaram os palantíri de Annúminas e de Amon Súl.

Pereceu em 1975 da Terceira Era e com o fim de sua vida deixou de haver um rei no norte, até que Elessar reivindicasse o trono e reunisse Arnor e Gondor.

Arveleg I[editar | editar código-fonte]

Arveleg I, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o oitavo rei de Arthedain, pai de Araphor e filho de Argeleb I. Tornou-se rei em 1356 da Terceira Era. Após a morte de seu pai ele rechaçou as forças de Angmar e Rhudaur de suas terrras com o auxílio de Lindon e Valfenda e durante 50 anos Arthedain junto a Cardolan mantiveram a fronteira no Topo do Vento, Grande Estrada Leste e baixo Fontegrís.

Governou Arthedain por 53 anos e pereceu em 1409 da Terceira Era após uma defesa mal sucedida no Topo do Vento contra um ataque maciço de Angmar e Rhudaur.

Arwen Undómiel[editar | editar código-fonte]

Azaghâl[editar | editar código-fonte]

Azog[editar | editar código-fonte]

Azog
Personagem da Terra Média
Raça Orcs
Divisão Goblins de Moria
Tiítulos Rei dos Duendes de Moria
Outros Nomes Azog o profanador, O Orc pálido
Data de Nascimento Data desconhecida
Data de Falecimento 2799 da Terceira Era
Primeira aparição
em Livro
O Hobbit
Primeira aparição
em Filme
The Hobbit: An Unexpected Journey
Intérprete Manu Bennett
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Azog é um personagem fictício da obra O Hobbit de J. R. R. Tolkien. Azog foi o Orc líder de Mória durante mais de 300 anos. É citado uma única vez por Gandalf no livro Hobbit: "Seu avô Thror foi morto, você se lembra, nas minas de Moria por Azog, o Orc." [1]

Durante seu reinado (que coompreendeu os anos de 2480 até 2799 da Terceira Era) Azog matou o líder dos anões Thrór quando este entrou em Mória e escreveu com fogo AZOG em sua testa. O anão Nár, que o acompanhava, retornou e contou a noticia a Thráin, Filho de Thrór.

Tal feito levou a grande guerra entre Anões e Orcs, concluída com a batalha de Azanulbizar (ou Nanduhirion na língua élfica), no ano 2799 nos Portões Leste de Mória. Nessa batalha morreram muitos Anões e Orcs, e ela só acabou quando o jovem Dáin II, Pé-de-Ferro matou Azog na entrada de Mória.

O filho de Azog, Bolg foi quem liderou os orcs na batalha dos cinco exércitos.

Balin[editar | editar código-fonte]

O anão Balin, senhor de Moria.

Balin foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo de Carvalho e de Bilbo Bolseiro na Demanda de Erebor. Ele era filho de Fundin e irmão mais velho de Dwalin. Muitos anos após a destruição de Smaug, Balin liderou uma expedição para recolonizar Khazad-dûm, tendo encontrado e reivindicado o Machado de Durin e o elmo, mas, embora a colônia houvesse começado bem, Balin foi morto passados apenas alguns anos, em 5 de novembro de 2994, no início de um ataque de orcs que a destruiu. Quase 26 anos depois seu túmulo foi descoberto pela Sociedade do Anel.

Bifur[editar | editar código-fonte]

Bifur era um dos doze companheiros de Thorin e Bilbo na história contada em O Hobbit. Era primo de Bofur e Bombur, e não era descendente de Durin. Gostava de geléia de framboesa e torta de maçã, usava um capuz amarelo e tocava clarineta. Lutou contra os Trolls antes de ser pego e ajudou na tentativa de resgatar Bilbo. Não se machucou tanto na jornada quanto seus outros companheiros e, junto com Bombur, foi quase morto por Smaug.

Bofur[editar | editar código-fonte]

Bombur[editar | editar código-fonte]

Borin[editar | editar código-fonte]

Borin foi um anão da linhagem de Durin, o segundo filho do rei Náin II. Ele foi antecessor de Balin e Gimli amigo dos elfos da Company of the Ring.

Barahir[editar | editar código-fonte]

Dentro do universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Barahir ("Senhor da Torre" em Sindarin) era filho de Bregor, marido de Emeldir e pai de Beren. Durante a Dagor Bragollach, Barahir salvou a vida de Finrod que lhe deu o anel de Barahir e prometeu ajudar a Primeira Casa dos Edain, onde Barahir era senhor. Após a batalha, Barahir retornou a Dorthonion e lutou numa guerrilha contra as forças de Morgoth. Seu grupo, que estava sempre se reduzindo, tinha refúgio em Aeluin e Barahir foi morto lá ao ser traído por Gorlim.

Barbárvore[editar | editar código-fonte]

Barbárvore e os Hobbits. Ilustração de Tom Loback

Na fantasia criada por Tolkien, Barbárvore é o nome em westron traduzido do élfico (sindarin), e do inglês Treebeard, o mais velho dos ents da Floresta de Fangorn.

Linha do Tempo[editar | editar código-fonte]

Por ser o primeiro dos ents Barbárvore parcipou ativa e passivamente de muitos dos grandes eventos da Terra-média.

Primeira Era[editar | editar código-fonte]

Durante a Primeira Era Barbárvore liderou um grupo de ents que atacou e caçou os Anões que roubaram a Silmaril e assassinaram Thingol em Menegroth, no coração da terra de Doriath.

Após esse feito Barbárvore previu a destruição de Beleriand e liderou seu povo em uma grande migração para as florestas do Sul, tendo por fim chegado a terra ao sul das Montanhas Cinzentas conhecida posteriormente como A Floresta de Fangorn e depois somente por Fangorn.

Terceira Era[editar | editar código-fonte]

Durante a Segunda Era não há relatos de nenhum grande feito dos Ents ou de Barbárvore, mas durante o final da Terceira Era o papel de Barbárvore foi fundamental para a decisão da Guerra do Anel.

Após contemplar em relativo silêncio a destruição provocada por Saruman em sua floresta Barbárvore se encontra com dois Hobbits, Meriadoc Brandebuque e Peregrin Tûk. Os relatos desses dois Hobbits o convencem a iniciar um Entebate e convocar os Ents para a guerra contra Isengard, a fortaleza de Saruman.

Os Ents iniciam então o ataque a Isengard e depois de destruirem tudo, exceto o pináculo de Orthanc onde ficou preso Saruman e seu servo Grima, Barbárvore tomou Isengard como um território sob seu comando.

Enquanto os cavaleiros de Rohan lutavam em frente aos portões de Minas Tirith, na grande batalha da terceira era, os Ents novamente liderados por Barbárvore atacaram um grande exército de Mordor que atravessou o Anduin para atacar Rohan.

Quarta Era[editar | editar código-fonte]

Não existem relatos dos Ents durante a Quarta Era, acredita-se que todos acabaram se cansando de sua interminavel busca pelas Entesposas e acabaram deixando esse mundo ou virando definitivamente árvores inanimadas. A única pista sobre o destino de Barbárvore e dos outros Ents é a previsão feita durante uma conversa entre Barbárvore e Galadriel no fim da Terceira Era que dizia que quando Arda mudasse novamente e os mares se alterassem os dois se encontrariam novamente em Tasarinan. Não se sabe se isso realmente ocorreu em algum período distante da Quarta Era ou se ainda está por vir tal acontecimento.

Idade[editar | editar código-fonte]

Os Ents foram criados por Ilúvatar logo depois de Aulë criar os Anões, em resposta a os pensamentos de Yavanna que estava temendo por suas florestas cairem sob os machados dos povos de Arda. Não se sabe se os Ents também foram colocados em um sono profundo para esperar o Primeiro Povo (os Elfos) acordar ou se os Ents já caminhavam no mundo desde antes do despertar dos Elfos. A lógica nos diz que eles foram postos para dormir, pois em vários trechos do Silmarillion é dito que Ilúvatar queria que os Elfos fossem os primeiros a caminhar na terra depois dos Ainur. Então se Barbárvore acordou junto do primeiro dos elfos ele tem por volta de 11344 anos na data do aniversário de 111 anos de Bilbo, no ano 3001 da Terceira Era do Sol. Isso é apenas uma especulação, pois não há relatos de quando os Ents (ou os anões) despertaram.

Bard (o Hobbit)[editar | editar código-fonte]

Bard
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Tiítulos Rei da Dale
Outros Nomes o arqueiro
Arma Arco e flecha
Data de Falecimento 2977 da Terceira Era
Primeira aparição
em Livro
O Hobbit
Primeira aparição
em Filme
The Hobbit: The Desolation of Smaug
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Bard, o arqueiro, ou simplesmente Bard é um personagem fictício presente no livro O Hobbit de J. R. R. Tolkien. Trata-se do habilidoso arqueiro que mata o temido dragão Smaug ao final da história. Bard foi baseado no herói Beowulf, o qual possuía uma força sobre-humana.

Era conhecido por dizer coisas ruins, mas acaba salvando a Cidade do Lago do terrível dragão. Após isso, teve participação na Batalha dos Cinco Exércitos e retomou à cidade de seu antepassado Girion, a cidade de Valle.

Beren[editar | editar código-fonte]

Beren (também conhecido como Beren Erchamion, "o Maneta" e Beren Camlost, "o Mão Vazia"), é um personagem fictício na mitologia de J. R. R. Tolkien. Ele aparece em O Silmarillion e, por seus muitos feitos de bravura e seu amor por Lúthien Tinúviel, foi o único homem mortal a retornar da morte.

Biografia[editar | editar código-fonte]

A Batalha das Chamas Repentinas aconteceu durante a juventude de Beren, trazendo a ruína de seu reino. Daí em diante, Beren viveu com seu pai e dez leais seguidores nos planaltos de Dorthonion, em Tarn Aeluin, ficando conhecidos por diversos atos de bravura que frustraram a Morgoth, senhor de Angband. Após a derrota dos Proscritos de Dorthonion, Beren, tendo vingado o assassinato de seu pai, Barahir, leva uma vida solitária de exilado, sendo auxiliado por animais, até conquistar tamanha reputação por seus feitos de coragem que a recompensa imposta por Morgoth sobre sua cabeça fosse tão grande quanto a da cabeça de Fingon, alto rei dos Noldor. Beren também recuperou o Anel de Barahir, um presente dado a seu pai por Finrod Felagund como símbolo de sua amizade a Barahir e todos os seus descentes, por este ter salvo a vida de Finrod durante a Dragor Bragollach. Beren foi forçado a fugir da sua terra natal quando Sauron e Draugluin (o primeiro dos lobisomens) corromperam Dorthonion completamente. Por um truque do destino, Beren penetra a barreira intransponível do Cinturão de Melian, entrando em Doriath, onde ele conhece e se apaixona por Lúthien, princesa dos Sindarin e filha de Thingol e Melian.

Thingol recusa-se terminantemente a conceder a Beren a mão de Lúthien em casamento, só permitindo a união caso Beren recuperasse uma das Silmarils da Coroa de Ferro de Morgoth. A tarefa tinha a intenção de ser impossível de realizar, mas Beren e Lúthien, com o auxílio de Finrod e Huan (os quais morreram defendendo Beren), enfrentaram diversos perigos, chegando mesmo a derrotar Sauron (maior tenente de Morgoth na época), até atingirem Angband e ficarem frente a Morgoth. Beren consegue roubar uma das Silmarils quando Lúthien, com seu canto, faz com que o Senhor das Trevas adormeça. Beren tenta retirar mais uma jóia da coroa, mas a ponta de sua adaga, Angrist, se quebra e corta Morgoth. Enquanto eles tentam escapar de Angband, Carcharoth, o grande lobo criado e alimentado pela mão do próprio Morgoth, os ataca. Beren ergue a Silmaril, esperando que a luz da jóia afugente o monstro, mas Carcharoth devora a mão de Beren juntamente com a pedra (daí o nome de Beren Erchamion, o Maneta) e foge furiosamente através de Doriath. Lúthien e Beren são resgatados pelas Águias de Manwë. Eles retornam aos salões de Thingol, onde Beren diz estar escondendo a Silmaril em sua mão. Quando mostra ao rei seu braço decepado, Thingol se comove e Beren toma parte na caçada a Carcharoth, na qual o cão é morto e a Silmaril recuperada. A missão é cumprida, mas Beren fica mortalmente ferido.

O amor de Lúthien por Beren era tão grande que, ao saber de sua morte, ela se deita e morre de sua própria vontade. Seu espírito chega aos Salões de Mandos, onde ela canta até comover o Vala. Beren e Lúthien recebem permissão de retornar para a Terra Média, sob a condição de que ambos morreriam como humanos mortais, partindo para além dos muros de Arda e dentro do desconhecido. Assim Beren e Lúthien viveram novamente e residiram em Tol Galen, no meio do rio Adurant em Ossiriand, afastados dos outros mortais. Beren envolveu-se nos acontecimentos da Primeira Era apenas mais uma vez, para derrotar um grupo de anões que haviam destruído Doriath e roubado Nauglamír, o colar em que a Silmaril havia sido engastada.

Lúthien deu a Beren um filho, Dior, herdeiro de Thingol, considerado uma das mais belas criaturas que já viveu, pois em suas veias corria o sangue de Elfos, Homens e Maiar. Através de seus descendentes, o sangue de Beren e Lúthien foi preservado entre os Eldar e Edain.

O Túmulo de Tolkien[editar | editar código-fonte]

Edith e J. R. R. Tolkien descansam em Wolvercote Cemetery, North Oxford. Sua lápide traz as inscrições "Lúthien" para Edith, e "Beren" para Tolkien.

Túmulo de J. R. R. Tolkien e Edith Tolkien

Bergil[editar | editar código-fonte]

No universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Bergil é um homem, filho de Beregond de Gondor.

Apesar de ser apenas um menino na época da Guerra do Anel ele se recusou a deixar a cidade de Minas Tirith e ir para as montanhas junto com as mulheres e crianças antes do ataque dos exércitos de Mordor a cidade. Ele acompanhou Pippin quando esse último chegou a Minas Tirith.

Bilbo Bolseiro[editar | editar código-fonte]

Boromir[editar | editar código-fonte]

Brytta[editar | editar código-fonte]

Brytta, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo primeiro rei de Rohan, pai de Walda e filho de Fréaláf. Seu povo o chamava de Léofa e o amava muito. Nasceu em 2752 da Terceira Era e tornou-se rei em 2798 da Terceira Era, aos 46 anos. Era generoso e ajudava os necessitados. Teve problemas com orcs, que foram expulsos do norte.

Quando Brytta morreu, pensava-se que todos os orcs haviam sido expulsos, mas não tinha sido bem assim. Brytta morreu em 2842 da Terceira Era, aos 90 anos de idade, tendo sido rei por 44 anos.

Celeborn[editar | editar código-fonte]

Nas obras de ficção de J. R. R. Tolkien Celeborn é senhor de Lórien e marido de Lady Galadriel. É um dos Elfos mais antigos na Terceira Era, tendo nascido possivelmente em Doriath durante a Primeira Era de Arda. Seu nome é pronunciado Keleborn, e deriva do prefixo Sindarin Keleb, prata.

Adaptação[editar | editar código-fonte]

É interpretado por Marton Csokas na trilogia cinematográfica The Lord of the Rings, dirigida por Peter Jackson.

Carcharoth[editar | editar código-fonte]

Era um dos filhotes da raça de Draugluin. Carcharoth sempre foi alimentado pela mão de Morgoth com carne viva. Acabou crescendo rápido até não conseguir se enfiar em nenhuma cova, mas ficava sempre deitado, enorme e faminto, aos pés de Morgoth. Ali as fogueiras e as agonias do inferno nele se impregnaram, e ele acabou sendo tomado por um espírito devorador, atormentado, terrível e forte. E quando chegaram rumores sobre latidos de Huan perto de Angband, ele foi ordenado por Morgoth a ficar insone diante dos portões.

Celebrían[editar | editar código-fonte]

Celebrían, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi a única filha de Galadriel e Celeborn. Celebrían se tornou esposa de Elrond no ano 109 da Terceira Era, posteriormente Celebrían teve uma filha e dois filhos, a filha foi batizada de Arwen e os outros dois filhos eram gêmeos e foram batizados Elladan e Elrohir.

No ano de 2509 da Terceira Era Celebrían caíu numa emboscada dos orcs nas Montanhas Nebulosas, sofrendo um ferimento envenenado. Foi salva por seus filhos e Elrond conseguiu curá-la, mas a partir daí perdeu o interesse pela Terra-Média e partiu para Aman no ano seguinte.

Celebrimbor[editar | editar código-fonte]

Celebrimbor
Personagem da Terra Média
Raça Elfo
Divisão Ñoldor, Elfos de Eregion (Gwaith-i-Mirdain)
Família Casa de Fëanor
Tiítulos Príncipe dos Noldor,
Senhor de Eregion,
Chefe de Gwaith-i-Mirdain
Outros Nomes Telperinquar
Data de Nascimento  ? Ano das três arvores
Data de Falecimento 1697 da Segunda Era
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Na história criada por J. R. R. Tolkien, Celebrimbor era filho de Curufin, neto de Fëanor, que levou alguns elfos consigo para sua cidade chamada Eregion, onde tem um papel importante na fabricação dos Anéis de Poder.

Foi um grande elfo a sua maneira peculiar, criando muitas coisas belas e admiráves, como vassalo da Rainha Galadriel e do Rei Celeborn, de Eregion - em algumas versões ele seria rei, em outras teria dado um golpe de estado mais tarde. Foi o criador dos aneis de poder, colocando nos três aneis dos elfos toda a sua genialidade e a sua vontade de curar os erros do mundo. Não era despido de bravura, tendo frustrado Sauron sobre a localização dos três aneis, além de tentar detê-lo.

Além dessa obra, Celebrimbor teria sido o artesão que criou a segunda Elessar, dando-a a Galadriel, a quem amava, apesar do amor desta por Celeborn das árvores.

Celebrindor[editar | editar código-fonte]

Celebrindor, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o quinto rei de Arthedain, pai de Malvegil e filho de Celepharn. Seu reinado foi marcado por relativa paz, e ele foi o último rei a não conhecer o mal de Angmar, que se estabeleceria ao longo do reinado de seu filho.

Celebrindor morreu em 1272 da Terceira Era, tendo governado Arthedain por 81 anos.

Celegorm[editar | editar código-fonte]

Na história criada por Tolkien, no Silmarillion, Celegorm foi o terceiro filho de Fëanor. Sendo o mais ambicioso dos outros seis irmãos, seguiu à risca o Juramento de seu pai com grande labor, e isso o levau a destruição. Em Valinor, se tornou um grande caçador e amigo de Oromë, um dos Valar. De Oromë, Celegorm ganhou sabedoria para entender a língua dos pássaros e outros diversos animais. Ganhou um presente chamado Huan, o grande caçador, um cachorro de grande porte que poderia carregar alguém nas costas com facilidade, que acabou se tornando seu escudeiro. Celegorm era muito amigo de sua prima Aredhel, filha de seu tio Fingolfin (meio-irmão de Fëanor). Após a escuridão de Valinor, proveniente das Silmarils roubadas por Melkor (Morgoth após esse ato), Celegorm jurou no pátio de Tirion juntamente com seus irmãos e a maioria dos Noldor que iria à Terra-Média recuperar as jóias criadas por seu pai, que estava enfurecido, sendo assim conhecida como o Juramento de Fëanor. Assim, marchou juntamente com os noldor de Valinor à Terra-Média. A fé de Huan o acompanhou neste exílio.

Celepharn[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien , Celepharn foi o quarto rei de Arthedain, pai de Celebrindor e filho de Mallor. Tornou-se rei em 1110 da Terceira Era. Durante seu reinado os Cascalvas chegaram a Eriador.

Celepharn governou Arthedain por 81 anos e pereceu em 1191 da Terceira Era.

Círdan[editar | editar código-fonte]

Elfo que viveu em Beleriand outrora, e que era guardião de Lindon durante sua longa morada na Terra-Média. Manteve guardado o Anel de Fogo, o Narya, um dos três élficos. No início da Terceira Era, o deu a Gandalf, o Mago. Em toda a obra de Tolkien, Círdan é o único elfo descrito com barbas e com sinais de velhice.

Cirion[editar | editar código-fonte]

Foi o décimo segundo regente governante de Gondor, que concedeu Calenardhon aos Rohirrim após a Batalha do Campo de Celebrant no ano 2510 da Terceira Era.

Curufin[editar | editar código-fonte]

No Silmarillion, é o quinto filho de Fëanor, e mais unido com seu irmão pouco mais velho chamado Celegorm.

Denethor II[editar | editar código-fonte]

Denethor II
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Gondorianos
Família Casa de Húrin
Tiítulos Regente de Gondor
Outros Nomes Senhor de Gondor,
Senhor de Minas Tirith
Data de Nascimento 2930 da Terceira Era
Data de Falecimento 3019 da Terceira Era
Primeira aparição
em Livro
O Retorno do Rei (1955)
Primeira aparição
em Filme
The Lord of the Rings: The Return of the King
Intérprete John Noble
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


No universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Denethor II foi regente de Gondor, filho de Ecthelion II. Desposou-se de Finduilas, a filha de Adrahil de Dol Amroth. Juntos tiverem dois filhos: Boromir e Faramir.

Denethor não escondia que gostava mais de Boromir, o filho mais velho, do que de Faramir, já que este era muito apegado a Gandalf, o Mago. Sabe-se que por algum tempo Denethor II fez uso do Palantír através do qual Sauron começou a afetar a sua força de vontade. A morte de Boromir, seu filho mais velho e a suposta morte de Faramir o levaram à loucura, então ele se queimou até a morte com o Palantír nas mãos durante o Cerco de Gondor. Após sua morte seu filho Faramir o sucedeu como regente.

Dáin I[editar | editar código-fonte]

Dáin I, o filho de Náin II, foi o último Rei dos povos unidos de Durin sob Dáin I, atacado por dragões em suas minas em Ered Mithrin, ele sobreviveu, foi morto por um dragão de gelo em 2589 da Terceira Era e foi sucedido por seu filho Thrór, que estabeleceu o reino de Erebor, e Grór, que detinha regra nas Colinas de Ferro.

Dáin Pé-de-Ferro[editar | editar código-fonte]

Dáin Pé-de-Ferro, ou simplesmente Dáin é um dos anões de O Hobbit. Dáln é filho de Nain e neto de Grór. Ele era um descendente de Grór, que por sua vez era filho mais novo de Dáin I, e era senhor dos anões das Colinas de Ferro em Wilderland. Seguiu seu pai, Nain, em seu trono depois que Nain foi morto pelo Grão-Orc Azog durante a batalha de Nanduhirion, o conflito final na guerra dos anões e de Orcs. E Azog foi morto pelo próprio Dáin. Era um anão muito novo naquele tempo, e era conscedido de pés magníficos. Dáin que sózinho visualizou nos portões de Moria, que seria impossível para os anões retornarem naquele momento. Dáin era primo em segundo grau de Thorin Escudo-de-Carvalho, e respondendo ao seu chamado foi ajudar o primo a recuperar Erebor e seu tesouro. Dáin reuniu centenas de anões, mas chegou a tempo apenas para a "Batalha dos Cinco Exércitos", com é contado em "O Hobbit". Após a morte de Thorin, Dáin se tornou um bom Rei sob a Montanha e Rei dos Povos de Durin. Dáin foi morto durante a "Guerra do Anel" em 3019 T.A., defendendo o Rei de Dale antes das portas de Erebor. Era, na época, um anão extremamente velho mas longe de estar fraco. Era ainda o maior guerreiro-anão, um descendente direto de Durin e essa marca estava entranhada em sua carne e também em seu machado. Depois da guerra seu trono foi bem ocupado por seu filho, Thorin III Elmo-de-Ferro.

Dis[editar | editar código-fonte]

A anã Dís.

Nascimento 2760 da Terceira Era. Foi anã de Erebor, filha de Thráin II, irmã de Thorin Escudo-de-carvalho e Frerin. Foi mãe de Fili e Kili.

Dori[editar | editar código-fonte]

É um personagem fictício da obra O Hobbit de J. R. R. Tolkien. Dori foi um dos doze anões companheiros de Thorin Escudo-de-Carvalho e de Bilbo Baggins na aventura por Erebor cujo objectivo é destruir Smaug, o Dourado e assim reaver o tesouro que este havia acumulado no seu covil. Na história, Dori ajuda inúmeras vezes Bilbo e chegou a salvar-lhe a vida em algumas ocasiões: carregou Bilbo nos túneis das Montanhas Nebulosas; quando fugiam dos Wargs e todos subiram às árvores, Dori desceu, arriscando-se para ajudar Bilbo. Thorin descreve este Anão como o mais forte da companhia.

Durin I, o Imortal[editar | editar código-fonte]

Durin II[editar | editar código-fonte]

Durin III[editar | editar código-fonte]

Durin IV[editar | editar código-fonte]

Durin V[editar | editar código-fonte]

Durin VI[editar | editar código-fonte]

Durin VII, o Último[editar | editar código-fonte]

Dwalin[editar | editar código-fonte]

Eärnur[editar | editar código-fonte]

Eärnur é um personagem fictício da obra de J.R.R.Tolkien. Foi o trigésimo terceiro e último Rei de Gondor (até o início do reinado de Aragorn). Nasceu no ano 1928 da Terceira Era e assumiu o trono após a morte de seu pai Eärnil II. Após seu desaparecimento iniciou-se o tempo dos Regentes de Gondor.

Eärnur foi um grande general, cuja maior vitória foi na Batalha de Fornost contra Angmar, que foi destruída. Nunca se casou, preferindo agir "mais como um campeão que um capitão ou rei".

Ao assumir o trono de Gondor, travara algumas batalhas contra as hordas do Witchking, o qual o dasfio para uma luta 1 contra 1 , Eärnur mesmo muito orgulhoso de suas habilidades marciais, recusara devido a duvidas e conselhos de outros. Mas a teimosia matou o gato. Eärnur junto com uma pequena comitiva cavalgou para os portões Minas Morgul para o desafio, estes nunca mais foram vistos , rumores contam q foram capturados vivos e levados as piores torturas na Torre de Morgul.

No jogo Lord of the Rings online ,descobre-se que Eärnur, é Morderith - Falso Rei de Angmar , um Spectro servo do Witchking of Angmar, que tem como planos dominar as terras do Norte de Eregion em nome de Sauron (um conto muito interessante para quem é fã do jogo e leu os livros de Tolkien) . Estas crônicas aconteceram pouco antes da comitiva do anel partir de Valfenda, e tem como Heróis alguns dos Dunedain da Companhia Cinzenta q aconpanharam Aragorn em sua jornada ao trono de Gondor.

Ecthelion[editar | editar código-fonte]

Ecthelion, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o senhor élfico de Gondolin. Ecthelion participou da Nirnaeth Arnoediad como capitão do exército de Gondolin ao lado de Glorfindel.

Ecthelion foi apresentado à Tuor quando este chegou até os portões da cidade oculta. Por ordem dele, soaram os clarins que ecoaram pelas colinas anunciando a chegada de Tuor. Levou assim ele até a presença de Turgon, rei de Gondolin.

Quando a cidade foi sitiada pelas tropas inimigas, foi relatado em A Queda de Gondolin sobre o combate entre Ecthelion e Gothmog, Senhor dos Balrogs, na própria praça do rei, no qual ambos morreram lutando.

Ecthelion também foi um regente em Minas Tirith. Foi pai de Denethor

Eldacar[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Eldacar foi o quarto rei de Arnor, pai de Arantar e filho de Valandil. Tornou-se rei em 249 da Terceira Era e pereceu em 339 da Terceira Era tendo governado Arnor por 90 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Valandil Arantar

Eldarion[editar | editar código-fonte]

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Este artigo não cita fontes fiáveis e independentes. (desde Maio de 2013). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
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Eldarion Telcontar é um personagem de fictício filho de Arwen Undómiel e Elessar Telcontar (Aragorn), bisneto de Galadriel e Celeborn e neto de Elrond, o Meio-Elfo. Não se sabe muito sobre o reinado de Eldarion, provavelmente levou Gondor a uma era de prosperidade e paz assim como seu pai, embora também possa ter enfrentado problemas contra os sulistas, e remanescentes orcs de Sauron, teve um filho chamado Gildarion.

Elendil[editar | editar código-fonte]

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Nas obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Elendil, o Alto, foi rei dos homens depois da queda de Númenor.

Elendil, e seus filhos, Isildur e Anárion, fundaram o Reino do Norte em Arnor, e o Reino do Sul em Gondor, sobre a foz do rio Anduin.

Juntamente com Gil-Galad, rei dos elfos, e com seus filhos, Isildur e Anárion formou a Última Aliança para lutar contra as forças de Sauron em Mordor. Na batalha foi morto pelo próprio Sauron que estava a usar o Um Anel.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Amandil Isildur

Elendur[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Elendur foi o nono rei de Arnor, pai de Eärendur e filho de Valandur. Recebeu o mesmo nome que o primogênito de Isildur.

Elendur tornou-se rei em 652 da Terceira Era e morreu em 777 da Terceira era, tendo governado Arnor por 125 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Valandur Eärendur

Elfhild[editar | editar código-fonte]

Elfhild é uma personagem do universo fictício da Terra-média criado por J.R.R. Tolkien na mitologia de O Senhor dos Anéis. Foi casada com Théoden, rei de Rohan e mãe de Théodred, seu único filho. Morreu durante o parto do filho em 2978 TE.

Caranthir[editar | editar código-fonte]

Caranthir
Personagem da Terra Média
Raça Elfos
Divisão Povo de Noldor
Família Casa de Fëanor
Outros Nomes o moreno,
Morifinwë,
Carnistir
Data de Nascimento Em Valinor, ano desconhecido da Primeira Era
Data de Falecimento 506 da Primeira Era
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Caranthir chamado de o moreno, é um personagem fictício de J. R. R. Tolkien.

Devido a seus cabelos escuros, ele era o terceiro filho do grande noldo Fëanor, segundo Alto Rei dos Noldor, e criador das Silmarils.

Tinha uma personalidade explosiva, muitas vezes causando problemas para seu irmão, Maedhros, bem mais astuto, entre os Fëanoreanos e as outras casas reais noldorin. Teve um grande principado em Thargelion, e tinha sua casa as margens do Lago Helevorn. Apesar de seu jeito pouco cordial, teve amizade com os anões de Nogrod e Belegost, e a estrada dos naugrin passava por suas terras, o que trouxe grande riqueza a ele.

Árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

 
Finwë
 
Míriel
 
Mahtan
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fëanor
 
 
 
Nerdanel
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Maedhros
 
 
Celegorm
 
 
Curufin
 
 
Amras
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Maglor
 
Caranthir
 
 
Amrod
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Celebrimbor
 
 
 
 

Elfwine (Tolkien)[editar | editar código-fonte]

Elfwine, O Belo é um dos reis de Rohan. Filho de Éomer, de Rohan e Lothíriel, de Dol Amroth. Após a morte de seu pai, ele tornou-se rei.

Elladan e Elrohir[editar | editar código-fonte]

Elladan e Elrohir são Elfos do universo ficional criado por Tolkien. São os filhos de Elrond e Celebrían, irmãos de Arwen.

Eles nasceram na Terceira Era no ano de 130 e são os irmãos mais velhos de Arwen. Nunca foi dito especificamente na obra de Tolkien que os irmãos são gêmeos, mas há muitos fatos que nos fazem crer nessa hipótese. Primeiro, eles são descritos como pelo autor como sendo muito parecidos entre eles, cabelos negros e olhos acinzentados. Segundo, nasceram no mesmo ano, o que seria acontecer no caso de não serem gêmeos, pois os elfos normalmente espaçam 10 anos (no mínimo) entre um filho e outro.

Elladan e Elrohir acompanharam durante muito tempo os Guardiões do Norte (Dúnedain), ajudando-os em suas tarefas e missões. No final da Terceira Era contribuíram na Guerra do Anel com a queda de Sauron pois ajudaram Aragorn em sua jornada pelas Sendas dos Mortos e depois no ataque aos Corsários de Umbar que atacavam a Baía de Belfalas do reino de Gondor. Embarcaram então (junto Aragorn, Legolas, Gimli, os Dúnedain e uma grande tropa) nos navios dos Corsários e subiram o Anduin para combater na Batalha dos Campos do Pelennor.

Como todos os Meio-Elfos os irmãos tiveram de escolher a qual raça pertenceriam. Não se sabe ao certo se escolheram a imortalidade dos elfos ou a mortalidade dos homens, mas foi dito que os irmãos permaneceram em Valfenda durante um tempo após a partida de seu pai, Elrond. Se eles pereceram na Terra-média ou se construiram um barco e partiram para Valinor não é dito em lugar algum.

Elrond[editar | editar código-fonte]

Elrond
Personagem da Terra Média
Raça Meio-Elfos
Tiítulos Senhor de Valfenda
Guardião de Vilya
Arma Vilya, o Anel do Ar
Primeira aparição
em Livro
O Hobbit
Primeira aparição
em Filme
O Senhor dos Anéis, A Sociedade do Anel (Em 2001)
Intérprete Hugo Weaving
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Elrond, ou Elrond Peredhil dentro do universo de fantasia criado pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien, é um meio-elfo, senhor de Valfenda (ou Imladris) e guardião de Vilya, um dos três anéis do poder entregues à raça élfica (que inicialmente foi confiado ao rei dos elfos Noldor, Gil-galad). Considerado sábio e poderoso, aparece em boa parte da obra ficcional de Tolkien, nos livros O Hobbit (1937), O Senhor dos Anéis (1954), O Silmarillion (1977) e Contos Inacabados (1980). É pai de Arwen e marido de Celebrían.

Características do personagem[editar | editar código-fonte]

Filho de Eärendil (um meio-elfo de ascendência Noldo) e Elwing (também pertencente a linhagem do meio-elfos de ascendência Sindar), é irmão gêmeo de Elros. No final da Primeira Era foi dado aos irmãos pelos Valar o direito a escolher o destino de qual raça (humana ou élfica) desejavam compartilhar. Elrond escolheu compartilhar o destino dos Primogênitos e permanecer nos Círculos de Arda até o Dia do Juízo. Permaneceu na Terra-média onde ficou até o fim da Terceira Era; É senhor absoluto de Valfenda, e guardião de Vilya, o Anel do Ar, um dos três anéis citados no verso do anel, que havia recebido de Gil-galad. Chamado Mestre Elrond e de Elrond Meio-elfo.

Elrond significa "Abóboda de Estrelas". O termo "Peredhil" é utilizado para se referir a Elrond e seu irmão Elros. Na série de livros "History of Middle Earh" (HoME) esse termo significa "elfo da caverna" e teria sido dado aos filhos de Eärendil após terem sido capturados pelos Filhos de Fëanor, mas Maglor sentiu pena deles e os libertou. Quando eles foram resgatados, teriam sido achados brincando em uma caverna em baixo de uma cachoeira, daí o seu nome. Segundo o que é contado em O Senhor dos Anéis esse termo significa "meio-elfos", por ser uma obra publicada com a revisão do próprio Tolkien essa é a versão mais aceita.

É dito que com a ajuda de Gandalf e de Vilya provocou a enchente do Rio Bruinen, afastando temporariamente o perigo representado pelos Nazgûl para proteger o Portador do Anel.

Foi Mestre Elrond também quem fundou Imladris (ou Rivendell, ou Valfenda, como é chamada em O senhor dos anéis), após a invasão de Sauron a Eriador no meio da Segunda Era. Depois da derrota de Sauron pelo rei numenoriano Tar-Minastir, Elrond permaneceu em Imladris, sendo esta umas das fortalezas do reino de Gil-galad, onde ele prosperou com a ajuda do poder de Vilya.

Elrond participou de muitos acontecimentos da Segunda e Terceira Eras da Terra-média; ele foi arauto de Gil-galad e marchou com Elendil para a Guerra da Última Aliança, e foi um dos membros do Conselho Branco. No tempo do Conselho de Elrond em 3018 da Terceira Era, já fazia 6.500 anos que ele estava na Terra-média.

Um dos elfos mais poderosos da Terra-média, Elrond nasceu nos Portos de Sirion no ano de 525 da Primeira Era, com a morte de Gil-Galad na Última Aliança, o título de rei do noldor na Terra Média passou para Elrond, sendo o último descendente da casa de Fingolfin na ocasião. Elrond nunca exerceu tal título, escolhendo liderar seu povo como sábio e conselheiro.

Em 29 de Setembro do ano 3021 da Terceira Era, ele partiu para sempre da Terra-média, logo após a Guerra do Anel, dando início a Quarta Era de Arda.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elros[editar | editar código-fonte]

Elros ou Tar-Minyatur, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o primeiro rei de Númenor. Nasceu 58 anos antes do início da Segunda Era e tornou-se rei em 32 da Segunda Era. Elros morreu em 442 da Segunda Era com 500 anos de idade, tendo governado Númenor por 410 anos.

Elros era filho de Eärendil e Elwing, e irmão de Elrond. Foi criado por Maglor, e no final da Primeira Era foi imposta aos Meio-Elfos uma escolha. Ou eles deveriam pertencer as famílias dos Homens e se tornar mortais, ou escolher a família dos Elfos e se tornarem imortais. Eärendil e Elrond escolheram pertencer ao povo Élfico, e Elros optou pela inclusão entre os homens mortais. Elros também foi pai de Vardamir, que o sucedeu no trono de Númenor.

Éomer[editar | editar código-fonte]

Éomer
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Descendente distante dos Númenor, membro dos Rohirrim
Tiítulos Éadig (epíteto que significa "Blessed"),
Terceiro Marechal da Terra dos Cavaleiros,
Rei de Rohan
Arma Guthwine (espada)
Primeira aparição
em Livro
As Duas Torres (1954)
Primeira aparição
em Filme
The Lord of the Rings: The Two Towers (2002)
Intérprete Karl Urban
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Éomer é uma personagem fictício da obra O Senhor dos Anéis criado pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Durante o final da Terceira Era Éomer foi o 18° rei de Rohan. Foi também um dos filhos de Éomund de Eastfold e de Théodwyn, irmã do rei Théoden. Também irmão de Éowyn e grande amigo e companheiro de batalha de Théodred. Ele tornou-se terceiro marechal da Terra dos Cavaleiros, e com a morte de Théodred, ele acabou se tornando o mais alto líder militar dos Rohirrim.

Éomer liderou a luta dos Rohirrim no Abismo de Helm, e após a morte do rei Théoden nos Campos de Pelennor foi nomeado rei sobre toda a Terra dos Cavaleiros. Se casou com Lothíriel, a filha de Imrahil de Dol Amroth, e tiveram um filho, Elfwine.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Eönwë[editar | editar código-fonte]

Eönwë
Personagem da Terra Média
Raça Ainur
Divisão Maiar
Tiítulos Arauto de Manwë, chefe dos Maiar
Data de Nascimento Depois da criação de Arda
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Eönwë é um personagem fictício da obra O Silmarillion, criado por J. R. R. Tolkien. Era um ainur, o porta-estandarte e arauto de Manwë, e chefe dos Maiar juntamente com Ilmarë. É dito que Eönwë era "O melhor em armamentos em Arda". significando que era o melhor com armas, mas não necessariamente o mais poderoso.

Quando Eärendil alcançou as praias de Aman, foi Eönwë que primeiramente o cumprimentou.

Quando Manwë decidiu atender aos seus pedidos, Eönwë foi mandado à Terra-média para lutar na Guerra da Ira, liderando os Vanyar.

Quando Morgoth foi derrotado, Eönwë pegou as duas Silmarils remanescentes e as guardou para segurança. Os últimos dois filhos de Fëanor as pegaram e fugiram.

Em antigos projetos do legendário, Eönwë, então chamado de Fiönwë, seria filho de Manwë, mas como os planos dos Filhos dos Valar desapareceram n'O Silmarillion ele se tornou o arauto de Manwë.

"Salve, Eärendil, dos marinheiros o mais famoso, o esperado que chega sem ser percebido, o desejado que chega depois da última esperança! Salve, Eärendil, portador da luz anterior ao Sol e à Lua! Esplendor dos Filhos da Terra, estrela nas trevas, jóia no pôr-do-sol, radiante na manhã!"
 
O Silmarillion.

Eorl[editar | editar código-fonte]

Eorl
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Rohirrim
Família Case de Eorl
Tiítulos Rei de Rohan
Data de Nascimento 2485 da Terceira Era
Data de Falecimento 2545 da Terceira Era
Primeira aparição
em Livro
Contos Inacabados de Númenor e da Terra Média
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Dentro das obras de fantasia criadas por J. R. R. Tolkien, Eorl foi Senhor dos Éothéod e o primeiro rei de Rohan. Nasceu em 2485 da Terceira Era. Em 2510, atendendo aos pedidos de ajuda de Cirion de Gondor, Eorl e seus cavaleiros derrotaram um exército de Balchoth na Batalha dos Campos de Celebrant. Mais tarde, em 2545, Eorl foi morto em batalha pelos Orientais em Wold.

De uma forma geral, Eorl foi um grande guerreiro e cavaleiro. Seu cavalo, Felaróf, foi o primeiro dos Mearas. Eorl também era conhecido como "o Jovem" por ter sucedido seu pai Léod ainda em sua juventude e por manter seu cabelo loiro durante toda a sua vida.

Éowyn[editar | editar código-fonte]

Estë[editar | editar código-fonte]

Estë, a Suave, é uma Valië, "a curadora de feridas e do cansaço". Seu nome significa Descanso. "Cinzentos são seus trajes, e descanso o seu dom". É esposa de Irmo, e mora com ele nos jardins de Lórien em Valinor. Dorme de dia na ilha no Lago Lorellin. À criação das Duas Árvores suplicou para que Varda impusesse um tempo em que o mundo teria penumbra, para que se descansasse e para que ficassem as estrelas visíveis.

Trecho de "O Silmarillion"[editar | editar código-fonte]

“Estë, a Suave (é) curadora de ferimentos e da fadiga. Cinzento são seus trajes, e o repouso é seu dom. Ela não se movimenta de dia, mas dorme numa ilha no lago sombreado de árvores de Lórellin.”

Informação Resumida e Adicional[editar | editar código-fonte]

  • Nome: Estë, a Suave
  • Parentesco: mulher de Irmo
  • Divisão: Valië
  • Cargos: é a curadora dos ferimentos e da fadiga, em seus jardins vão aqueles que procuram repouso
  • Maia a seu serviço: Melian

Exército dos Mortos[editar | editar código-fonte]

O Exército dos Mortos é formado pelo antigo povo guerreiro que residia nas Montanhas Brancas, os Eredrim ou Povo de Erech, no período da guerra da Ultima Aliança de Isildur e Gil-Galad contra Sauron. Os Eredrim juraram lealdade a Isildur, mas quando Gondor necessitou de sua ajuda, eles os abandonaram. Assim Isildur lançou sobre eles uma maldição e disse que enquanto os Eredrim não responderem o chamado de Gondor nunca descansarão em paz.

Fruta d'Ouro[editar | editar código-fonte]

É esposa de Tom Bombadil. A "Filha do Rio" é, como o nome sugere, a Ninfa das Águas, na Floresta Velha próxima ao Condado, onde passam-se partes das aventuras de O Senhor dos Anéis. Já se questionou se Fruta d'Ouro é realmente uma elfa, ou mulher mortal. Alguns acreditam que Fruta d'Ouro é na verdade Yavanna, a Provedora de Frutos, a segunda mais poderosa das Valier. Outros dizem que ela é um espírito da floresta que, assim como Tom Bombadil, só foi colocada para representar as florestas inglesas que à época eram intensamente destruídas. Fruta d'Ouro também poderia ser uma Maia, espírito com menos poder que os Valar e que os servem.

Seu nome em inglês, Goldberry, pode ter vindo do Sindarin Golodh-bereth, que significa "Flor Rainha". Sua primeira aparição é num livro de poemas de Tolkien intitulado As Aventuras de Tom Bombadil. O primeiro poema conta a história de sua "captura" por Tom.

Maldição de Isildur[editar | editar código-fonte]

- Então, que me ouça Romach. - Ele rugiu - Se o Oeste provar ser mais poderoso que seu Mestre Negro, que esta maldição que eu lhe deito se estenda como uma névoa sobre seu povo: que os Eredrim nunca venham a descansar até que seu juramento seja cumprido. Pois agora predigo que esta guerra durará por anos sem conta, e vocês serão chamados, uma vez mais, antes do fim. Os Eredrim nunca crescerão e não prosperarão, mas serão um povo a se encolher, até que a última de suas crianças enfraqueça e passe nas sombras, ultrajadas por todos os povos honrados. Então estes vales estarão devastados e estéreis, e até mesmo os nomes e ações de seus habitantes serão esquecidos. Que nem sequer a morte os desobrigue de seu juramento. Pois que não acharão descanso, e suas sombras vagarão por lugares profundos sob terra. E assim permanecerão, para que em um tempo futuro vocês encontrem um modo de cumprir o Juramento. Esta maldição eu clamo sobre vocês e sobre todos os seus descendentes até o fim dos tempos. Adeus para sempre, homens sem honra!

A Libertação do Juramento[editar | editar código-fonte]

Em o Senhor dos Áneis - O Retorno do Rei, Aragorn foi até Erech e se apresentou como Legitimo Herdeiro de Isildur, e convocou os Eredrim a cumprirem o Juramento. Assim eles ajudaram na batalha do cerco à Gondor e Aragorn os desobrigou do Juramento e os libertou da Maldição imposta por Isildur.

Faramir[editar | editar código-fonte]

Faramir
Personagem da Terra Média
Faramir
Faramir
Raça Homens
Divisão Gondor
Família Casa de Denethor
Tiítulos Príncipe de Ithilien, Capitão de Gondor
Data de Nascimento 2982 da Terceira Era do Sol
Data de Falecimento Morreu no ano 82 da Quarta Era do Sol
Primeira aparição
em Livro
O Senhor dos Anéis, As Duas Torres
Primeira aparição
em Filme
O Senhor dos Anéis, As Duas Torres
Intérprete David Wenham
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Faramir é um personagem fictício da obra de O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien. Faramir é o filho mais novo de Denethor, regente de Gondor. Irmão de Boromir, filho claramente preferido pelo Regente.

Faramir era Guardião de Ithilien e o mais importante Capitão de Gondor, seguido e amado por todo o povo. Sua coragem e sua habilidade na guerra igualavam-se, e, em certos pontos, superavam às de seu irmão Boromir. Faramir era um senhor austero e resoluto, e no entanto sábio e bondoso. Lutava por motivos superiores que simplesmente poder e glória, sendo por isso um homem que os homens da Guarda de Gondor seguiriam até o mais amargo fim.

Durante a última retirada de Osgiliath, foi ferido mortalmente. Graças a Pippin e Gandalf, foi salvo da fogueira na qual seu pai encontrou sua sina. Durante sua estadia nas Casas de Cura, foi trazido à saúde por Aragorn, e conheceu Éowyn, Senhora Branca de Rohan, com quem casou-se após o término da Guerra do Anel. Tornou-se Príncipe de Ithilien durante o reinado do Rei Elessar.

Faramir foi um dos poucos homens que resistiram plenamente ao sedutivo poder do Anel e o recusaram. "...Somos sinceros, nós, homens de Gondor. Raramente nos vangloriamos, e então confirmamos nossas palavras, ou morremos na tentativa.' 'Nem que o encontrasse, o tomaria.' 'Mesmo que fosse um homem que desejasse esse objeto, e mesmo que não soubesse direito de que se tratava quando falei, ainda honraria minhas palavras como um juramento, e me pautaria por elas..."

Fengel[editar | editar código-fonte]

Dentro do universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, Fengel é o décimo quinto rei de Rohan. Pai de Thengel e filho de Folcwine. Nasceu em 2870 da Terceira Era e reinou por 50 anos. É o quarto filho de Folcwine, mas o terceiro varão. Seus dois irmãos mais velhos, Folcred e Fastred pereceram em batalha. Fengel se preocupava demais com ouro e comida e não se dava bem com seus generais e filhos. Morreu em 2953 da Terceira Era, aos 83 anos.

Finduilas[editar | editar código-fonte]

Finduilas, dentro do universo de fantasia criado por J.R.R. Tolkien, foi uma dúnadan de Gondor, filha de Adrahil de Dol Amroth, esposa de Denethor II e mãe de Boromir e Faramir

Finduilas nasceu em 2950 da Terceira Era e faleceu em 2988. Foi uma mulher bela e gentil que sentia bastante falta do mar e da liberdade do sul, após seu casamento, e temia muito a crescente ameaça de Mordor. Ela morreu 12 anos após ter se casado com Denethor II em 2976.

Fingolfin[editar | editar código-fonte]

Fingolfin é um Elfo, filho de Finwë e Indis, irmão de Finarfin e meio-irmão de Fëanor.[2] Era pai de Fingon, Turgon, Aredhel e Argon. Foi o primeiro Rei Supremo dos Noldor depois da morte de seu pai. Segundo Tolkien, seu nome na língua Alto-élfica era Nolofinwë, que significa "Sábio Finwë", e consta que era o mais sábio e mais forte de seus irmãos.

Sua história[editar | editar código-fonte]

Quando Morgoth estava em Valinor, espalhou mentiras dizendo que Fingolfin pretendia usurpar a liderança de Finwë e a linhagem mais velha de Fëanor, e também que este pretendia exilar Finarfin e Fingolfin de Tirion. Isso gerou brigas entre eles, e, após ameaçar Fingolfin com sua espada, Fëanor foi isolado de Tirion por doze anos, indo morar com seus filhos e Finwë em Formenos. Fingolfin ficou como rei de Tirion, até o dia em que as Duas Árvores de Valinor foram envenenadas, e as Silmarilli, roubadas. Daí, sucedeu-se a Fuga dos Noldor, que chegou a um ponto onde Fëanor traiu Fingolfin, deixando-o com seu povo para morrerem em Araman, ou voltarem humilhados para Valinor. Uma grande cólera abateu-se sobre ele, e então liderou, juntamente com os seus filhos e os filhos de Finarfin, seu povo através do Helcaraxë chegando afinal à Beleriand, onde se tornou Rei Supremo dos Noldor e governou em Hithlum, morando às margens da Lagoa Mithrim. São controversas as informações sobre quanto tempo Fingolfin demorou para atravessar do Helcaraxë para a Terra-Média. Porém é dito que quando chegou e desfraldou seus estandartes, o Sol nasceu pela primeira vez.

Sua morte[editar | editar código-fonte]

Ao término da Dagor Bragollach, ao ver que os elfos foram derrotados, pensou que os Noldor não tinham mais esperança, e se encheu de ódio a Morgoth. Num ato de desespero, cavalgou a Angband e chegando lá, foi confundido com o próprio Vala Oromë, e então o exercito de Morgoth que se encontrava na entrada da fortaleza de Thangorondrim fugiu se escondendo com medo do "Deus". Fingolfin Nolofinwë desafiou o próprio Morgoth a uma luta de homem a homem, o chamando de covarde e senhor de escravos aos pés das Thangorodrim, já crendo numa inevitável derrota dos Eldar. Nesse memorável combate, até hoje lembrado com orgulho e tristeza pelos Eldar e com medo e ódio pelos servidores do escuro, três vezes caiu Fingolfin sob os golpes de Grond, o martelo de Morgoth, e três vezes ele se levantou; mas sete vezes golpeou e feriu Morgoth, até que Fingolfin caiu, devido ao cansaço e aos buracos e destroços no chão. Então, Morgoth colocou seu pé sobre o pescoço de Figolfin, e pressionou com uma força extrema. Fingolfin então, pegou sua espada Ringil, e cravou-a no pé de Morgoth. Assim morreu Fingolfin, mas diz-se que Morgoth ficou manco para sempre. Este ia jogar seu corpo para os lobos, mas foi salvo por Thorondor, que feriu Morgoth no rosto. Thorondor então o levou a seu filho, Turgon, que enterrou-o ao norte de Gondolin.

Folca[editar | editar código-fonte]

Folca, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo terceiro rei de Rohan, pai de Folcwine e filho de Walda. Nasceu em 2804 da Terceira Era e tornou-se rei em 2851 da Terceira Era, aos 47 anos de idade, substituindo seu pai que havia sido morto pelos orcs.

Folca foi um grande caçador, mas jurou não perseguir qualquer animal selvagem enquanto houvesse um orc vivo em Rohan. Quando destruiu a última fortaleza dos orcs, ele partiu para caçar o grande Javali de Everholt. Embora tivesse matado o javali, este último lhe causara ferimentos mortais. Assim morreu o rei Folca, em 2864 da Terceira Era, tendo sido rei por 13 anos.

Folcwine[editar | editar código-fonte]

Nas obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Folcwine foi filho de Folca e o décimo quarto rei de Rohan. Teve vários filhos, dos quais se destaca Fengel que tornou-se rei posteriormente.

Folcwine nasceu em 2830 da Terceira Era e tornou-se rei em 2864. Durante o seu reinado, os rohirrim recuperaram a antiga força, perdida durante o reinado de Helm. Folcwine recuperou a fronteira ocidental. Nestes dias, obteve a ajuda de Gondor.

Mais tarde, Folcwine auxiliou Turin II, o regente de Gondor, na luta contra os Haradrim. Nesta batalha morreram Folcred e Fastred, dois de seus filhos. Pela ajuda Folcwine recebeu uma grande compensação em ouro.

Folcwine morreu em 2903 Terceira Era, com 73 anos de idade e 39 de reinado.

Fréaláf[editar | editar código-fonte]

Fréaláf, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo rei de Rohan, pai de Brytta e filho de Hild, sobrinho de Helm (seu antecessor). Nasceu em 2726 da Terceira Era e tornou-se rei em 2759 da Terceira Era, aos 33 anos de idade. Fréaláf fundou a segunda linhagem de reis.

Quando o inverno rigoroso que causara problemas a seu tio recuou, Fréaláf desceu do templo da colina e, com uma pequena comitiva de homens desesperados, surpreendeu Wulf em Meduseld e o matou, reconquistando assim Edoras.

Depois que os terrapardenses foram expulsos de Isengard, Fréaláf tornou-se rei. Durante a cerimônia de coroação, Saruman aparece, trazendo presentes e elogiando a valentia dos rohirrim.

O povo de Rohan, neste período de miséria, fora dramaticamente reduzido. Fréaláf foi rei por 39 anos e morreu em 2798 da Terceira Era, com 72 anos de idade.

Frodo Bolseiro[editar | editar código-fonte]

Farin[editar | editar código-fonte]

Farinera o filho de Borin e pai de Fundin e Gróin.

Fíli[editar | editar código-fonte]

Fili foi um dos doze companheiros de Thorin e Bilbo na busca de Erebor. Ele e seu irmão Kili foram os filhos de Dís, a irmã de Thorin. Ele tinha uma capa azul, uma barba amarela e um nariz longo, o mais longo de todos os anões da companhia. Os dois irmãos foram descritos como sendo jovens em termos anões, mais jovem do que o resto, cerca de cinquenta anos. Eles também tiveram a melhor visão e por isso foram muitas vezes enviados para aferição ou pesquisa. Os irmãos são constantemente descritos como tendo sido alegres, foram apenas os dois á terem saído dos barris no Lago-Town "mais ou menos a sorrir."

Embora Fili seja descrito como sendo o mais jovem no capítulo 8 do O Hobbit, no Apêndice A do O Senhor dos Anéis sua data de nascimento é dada como 2859 da T.E, enquanto que Kili é em 2864. Ambos os irmãos caíram na Batalha dos Cinco Exércitos, defendendo seu tio, Thorin, e foram enterrados com honra.

Flói[editar | editar código-fonte]

Floi foi um dos anões que entraram Moria com Balin.Foi assassinado em 2989 por um orc arqueiro, ele havia matado um grande chefe bronzeado. Floi foi enterrado sob a grama em Espelho em Dimrill Dale.

Frár[editar | editar código-fonte]

Frar foi um dos anões que entraram em Moria com Balin. morreu em 2994.

Frerin[editar | editar código-fonte]

Frerin era o segundo filho de Thráin II e o irmão mais novo de Thorin Escudo de Carvalho. Ele morreu jovem quando ingressou na Batalha de Azanulbizar, a batalha épica da Guerra dos Anões e Orcs, sob o Portão Leste de Khazad-dûm.

Frór[editar | editar código-fonte]

Fror era um anão da linha de Durin, que foi morto com seu pai Dáin I por um Dragão de Gelo em Montanhas Cinzentas. O reinado do clã do povo de Durin, depois foi transferido para Frór irmão Thrór, que fundou o reino de Erebor. No entanto, a maior parte do povo de Durin seguiu seu irmão mais novo Grór para as Colinas de Ferro.

Fundin[editar | editar código-fonte]

Fundin era o filho de Farin, irmão de Gróin e pai de Balin e de Dwalin, dois dos companheiros de Thorin Escudo de Carvalho na busca de Erebor. Fundin foi morto sob o Portão Leste de Moria na climática Batalha de Nanduhirion durante a Guerra dos Anões e Orcs. Após a batalha, todos os anões que morreram, incluindo Fundin, foram retirados de suas armaduras e armas por seus parentes, e foram queimados em piras de madeira.

Galadriel[editar | editar código-fonte]

Galadriel
Personagem da Terra Média
Frodo e Galadriel. Arte de Alan Lee
Frodo e Galadriel. Arte de Alan Lee
Raça Elfo
Divisão Noldor
Família Casa de Finarfin
Tiítulos Senhora da Floresta Dourada, Senhora de Lórien
Outros Nomes Alatáriel, Galadhriel
Arma Nenya, o Anel da Agua
Data de Nascimento Nascida em Valinor na Era das Árvores, exilou-se na Terra-média ao final da mesma Era.
Data de Falecimento Não se tem noticia da sua morte; partiu para Tol-Eressëa em 29 de setembro de 3021 da 3ª Era do Sol
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Primeira aparição
em Filme
O Senhor dos Anéis, A Sociedade do Anel
Intérprete Cate Blanchett
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Galadriel é uma personagem fictícia criada por J. R. R. Tolkien na mitologia da Terra-média. Ela aparece nas obras O Senhor dos Anéis, O Silmarillion e Contos Inacabados.

Biografia[editar | editar código-fonte]

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Galadriel é filha de Finarfin e irmã de Finrod Felagund; quando nasceu, seu pai a chamou de Artanis, mas sua mãe deu o nome de Nerwen (Donzela-homem). O nome que ela adotou foi o que seu marido lhe deu, Galadriel, que é uma tradução do nome telerin Alatáriel.

Estava entre os líderes da rebelião noldorin contra os Valar. Na Terra-média ela adquiriu muito conhecimento com Melian. Desposou Celeborn de Doriath e com ele permaneceu na Terra-média até o final da Terceira Era. Guardiã de Nenya, o Anel da Água, em Lothlórien.

Fundou o Conselho Branco. Governou junto com Celeborn o reino elfo de Lórien, um dos refúgios élficos na Terceira Era graças ao poder do Anel Nenya. Era a mais poderosa e bela entre os Elfos que restavam na Terra-Média. Depois da destruição do Um Anel, o poder do Anel Nenya se extinguiu e ela partiu da Terra-média.

Adaptações[editar | editar código-fonte]

É interpretada por Cate Blanchett na trilogia cinematográfica O Senhor dos Anéis, dirigida por Peter Jackson.

Referências na cultura popular[editar | editar código-fonte]

Quando o filme sobre O Senhor dos Anéis foi lançado, o jornalista Ian Markham-Smith, ao escrever uma reportagem sobre Cate Blanchett e não querendo ler o livro, consultou uma página da Internet e escreveu a seguinte biografia da personagem no jornal The London Sunday Times:

For the uninitiated, Galadriel is the good sister of the evil but beautiful Queen Beruthiel, who imprisons the Fellowship of the Ring in the forest of Lothlorien. In the book, Galadriel frees them from her sister's clutches.

em tradução livre:

Para os não-iniciados, Galadriel é a boa irmã da maligna porém linda Rainha Beruthiel, que prende a Irmandade do Anel na floresta de Lothlorien. No livro, Galadriel os liberta das garras de sua irmã.

O texto foi retirado de um site de paródias[3] , criado por fãs do livro como cilada para alunos preguiçosos que, em vez de ler o livro, pediam resumos do livro[4] .

Gandalf[editar | editar código-fonte]

Gil-galad[editar | editar código-fonte]

Gil-galad
Personagem da Terra Média
Raça Élfica
Divisão Noldor
Família Casa de Fingolfin
Tiítulos Rei Supremo dos Noldor
Outros Nomes Ereinion
Arma Aeglos
Data de Nascimento Nascido na Terra-média no ano 445 da 1ª Era do Sol
Data de Falecimento Morto por Sauron no ano 3441 da 2ª Era do Sol
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Primeira aparição
em Filme
The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring
Intérprete Mark Ferguson
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Gil-galad é um personagem fictício dentro do universo de fantasia criado por J. R. R. Tolkien[5] [6] , aparecendo em O Silmarillion e sendo mencionado em O Senhor dos Anéis. Ele foi o último Rei Supremo dos elfos Noldor. Gil-galad também foi o guardião inicial de Vilya, um dos anéis do poder mencionados em O Senhor dos Anéis, que posteriormente foi passado para a tutela de Elrond, senhor de Valfenda, por ocasião de sua morte.

História[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Sexto e último dos Altos Reis dos Noldor. O único filho de Fingon, Gil-galad nasceu no fim da Primeira Era, e era ainda criança no tempo da Dagor Bragollach; seu pai o mandou então para Círdan por questão de segurança quando Morgoth quebrou o Cerco de Angband durante a batalha.

Fingon estava perdido na Nirnaeth Arnoediad, mas a coroa passou para Turgon, tio de Gil-galad que reinava em Gondolin (provavelmente por causa da juventude de Gil-galad naquela época). Quando Gondolin estava perdida, Gil-galad recebeu o título de Alto Rei dos Noldor.

Ele então residiu com os Exilados (sobreviventes à queda de Gondolin) o restante da Primeira Era.

Depois da destruição de Beleriand durante a Guerra da Ira, Gil-galad fundou o reino de Lindon, localizado a noroeste da Terra-média, entre as Montanhas Azuis e o Grande Mar. Lá ele e seu povo prosperaram, até que Sauron retornou; primeiramente ele veio até Lindon sob a forma de Annatar, Senhor dos Presentes, mas Gil-galad e Elrond o rejeitaram. Logo depois o Um Anel foi forjado e logo a Guerra entre os Elfos e Sauron começou na Terra-média.

Após a queda de Númenor, Elendil e seus filhos vieram a Terra-média e formaram uma aliança com Gil-galad, "A Última Aliança de Elfos e Homens". Eles marcharam rumo a Mordor e sitiaram Sauron em sua Torre Negra.

Sauron foi derrotado, mas Gil-galad encontrou a morte durante a batalha.

Outras versões[editar | editar código-fonte]

Tolkien mudou de ideia várias vezes sobre a linhagem a que pertence Gil Galad, conforme pode ser visto nos livros da série The History of Middle-earth. Possivelmente uma das suas últimas versões colocam Gil-galad como filho de Orodreth, quer seria casado com uma donzela Sinda desconhecida, o que tornaria a explicação sobre não ter herdado a coroa do pai mais razoável: uma vez que na casa de Fingolfin o mais velho era Fingon, o mesmo herdou a coroa de seu pai, e não tendo descendência, passou a mesma a seu irmão, Turgon de Gondolin. Tendo em vista que dentre os elfos as filhas não herdavam nem transmitiam o poder, a dignidade de rei supremo passou a casa de Finarfin, o mais jovem dentre os príncipes de Tirion. Como Angrod, Aegnor, Finrod Felagund estavam mortos, e Galadriel não podia herdar a coroa, ela passou a Ereinion Gil Galad, filho de Orodreth, filho de Aegnor.

Finarfin Eärwen
Finrod Angrod Eldalótë Aegnor Galadriel
Orodreth
GIL-GALAD Finduilas

Gilraen[editar | editar código-fonte]

Gilraen é uma personagem fictícia criada por J.R.R. Tolkien dentro da mitologia de O Senhor dos Anéis.

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Na mitologia de Tolkien, era conhecida como Gilraen, a Bela. Era filha de Dírhael, um dos descendentes de Aranarth, e de Iworwen, nascida em 2907 da Terceira Era. Casou-se com Arathorn II, líder dos Dúnedain.

De sua união nasceu Aragorn II, o herói dos homens na guerra do anel. Depois da morte de seu marido, Gilraen foi morar em Valfenda, na casa de Elrond, e levou junto Aragorn.

Glorfindel[editar | editar código-fonte]

No universo de fantasia criado por J.R.R.Tolkien, Glorfindel foi um elfo de Gondolin, louro, que morreu na fuga da Queda de Gondolin, quando derrubou um Balrog do penhasco e caiu junto, salvando assim Tuor, Idril Celebrindal, Eärendil e muitos outros elfos de Gondolin.

O mesmo elfo renasceu e veio à Terra-Média onde apareceu em Valfenda, e protegeu Frodo dos Nazgûl no vau do Bruinen. Glorfindel é um dos noldor e líder da Casa da Flor Dourada, uma das doze casas nobres de Gondolin.

Gollum[editar | editar código-fonte]

Gothmog[editar | editar código-fonte]

Gothmog é um personagem fictício, da saga literária O Senhor dos Anéis. Também chamado de Senhor dos Balrogs, Gothmog era um importante líder das hostes de Morgoth.

Sua primeira aparição foi na Batalha-sob-as-Estrelas Dagor-nuin-Giliath. Neste conflito, Fëanor, perseguindo as hostes de Morgoth, foi cercado somente com uma pequena guarda às portas de Angband, então depois de uma violenta luta foi mortalmente ferido por Gothmog.

Muito tempo depois, no ano 471 da Primeira Era do Sol, na chamada Nirnaeth Arnoediad, a Batalha das Lágrimas Incontáveis, ele voltou a assolar os elfos. Dessa vez como líder de uma multidão de orcs, e com uma guarda de setenta Trolls, ele afastou Turgon e Húrin de Fingon, que por fim foi o último a restar de pé, tendo toda sua guarda morta à sua volta...

Bravamente, Fingon combateu Gothmog, até que outro balrog lançou uma faixa de fogo ao redor de Fingon. Gothmog então, atingiu-o com seu machado negro e uma branca chama saiu do elmo de Fingon que se partiu. Assim caiu o Rei Supremo dos Noldor.

Quando chegou o ano 510 da Primeira Era, Morgoth finalmente atacou Gondolin, e as hostes de orcs, trolls, dragões e balrogs tinham Gothmog como general. No ataque à cidade, Gothmog acabou por ter que enfrentar a resistência de Ecthelion da Fonte, que para dar uma chance de fuga a Tuor, se colocava entre o filho de Huor e o Rei dos Balrogs.

Nessa luta, acabaram por morrer Gothmog e Ecthelion, um dos mais valorosos dos Eldar

Terminou assim, o horror de um dos mais perigosos servos de Morgoth, e um dos piores inimigos dos povos livres da Terra-média.

Gríma[editar | editar código-fonte]

Gríma Língua de Cobra é um personagem da obra O Senhor dos Anéis de J.R.R.Tolkien.

O nome Língua de Cobra foi dado a Gríma devido a sua imensa capacidade de manipulação com as pessoas, incutindo sentimentos de medo, desesperança e fraqueza nas pessoas, como fez com o rei Théoden de Rohan.

Língua de Cobra era um espião que Saruman usava para enfraquecer o poder de Rohan, para que dessa forma ele pudesse investir com seu exército de Uruk-hai e exterminar aqueles que poderiam ser aliados de Gondor na batalha final.

Gandalf descobriu o plano de Gríma, e libertou o Rei Théoden da influência de Saruman via Gríma.

Dessa forma, Gríma foi expulso da Terra dos Cavaleiros e voltou para a Torre de Orthanc, onde ficou sendo prisioneiro junto com o seu mestre quando os Ents invadiram Isengard.

Depois de um bom tempo, quando Saruman foi liberado de sua prisão em Orthanc, os dois seguiram em direção ao Condado, onde servia como servo de Charcote, que não era nada mais, nada menos que Saruman.

E durante a estadia no Condado, assassinou Lotho Pústula enquanto ele dormia, e quando Saruman divulgou o fato de Lotho estar morto, ainda declarou que o Gríma poderia teria comido ele, num ato de canibalismo, pois Gríma "estava com muita fome ultimamente".

Língua de Cobra foi morto com três flechadas enquanto tentava fugir dos Hobbits logo após matar Saruman.

Gwaihir[editar | editar código-fonte]

Gwaihir, Senhor das águias na terceira Era do mundo de Tolkien. Descendente direto da grande águia de Manwë dos tempos antigos, Thorondor.

Em "O Senhor dos Anéis" resgatou Gandalf que estava sendo mantido prisioneiro de Saruman na torre de Orthanc e, junto a suas subordinadas, foram ao resgate de Frodo e Sam após a destruição do Um Anel.

Em "O Hobbit", uma águia identificada como "O Senhor das Águias" aparece para a salvação da comitiva de mago, anões e hobbit dos Wargs assassinos e o exército de Orcs, porém, não existem provas de que era de fato Gwaihir quem participou dos eventos.

Gwaihir assim como todas as águias não têm intenção de interferir diretamente nos eventos da Terra-Média, porém tais ajudas foram realizadas uma vez que Gandalf teria curado Gwaihir de um ferimento em uma asa.

Gwindor[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Gwindor foi um dos senhores de Nargothrond, filho de Guilin e irmão de Gelmir. Gwindor comandou uma pequena companhia de elfos de Nargothrond na batalha de Nirnaeth Arnoediad, desejando vingar a perda de seu irmão. Na batalha eles seguiram Fingon.

Estando em Barad Eithel, Gwindor começou a batalha atacando loucamente os exércitos de Morgoth quando viu Gelmir mutilado e morto. Gwindor alcançou as Escadas de Angband mas ali foi encurralado e capturado e todos os seus seguidores foram mortos.

Após quatorze anos nas minas de Morgoth, Gwindor escapou e foi encontrado em Taur-nu-Fuin por Beleg. Os dois elfos libertaram Túrin dos orcs que o haviam capturado e Gwindor tomou conta de Túrin durante seu período de desespero por ter matado Beleg. Gwindor conseguiu entrar em Nargothrond através de Túrin, mas ali sua amada Finduilas apaixonou-se por Adan. Gwindor aceitou este fato nobremente, mas percebendo o destino de Nargothrond ele aconselhou contra a política de Túrin de opor resistência a Morgoth abertamente. Contudo, a força e beleza de seu corpo foram arruinadas nas minas e seu conselho foi ignorado. Gwindor foi morto na desastrosa Batalha de Tumhalad.

Gamil Zirak[editar | editar código-fonte]

'Gamil Zirak' era um anão ferreiro e mestre de Telchar de Nogrod. Gamil foi um grande artesão, cujo trabalho foi encontrado nas tesourarias de Thingol.

Gimli[editar | editar código-fonte]

Ilustração do anão Gimli, um dos personagens de O Senhor dos Anéis.

Gimli, o filho de Glóin, foi escolhido por Elrond para ser um dos nove membros do Sociedade do Anel. Ele permaneceu com Aragorn ao longo da Guerra do Anel, lutando no Forte da Trombeta, Pelargir e Campos de Pellenor. Sua amizade com Legolas e amor por Galadriel lhe valeu o título de Amigo dos Elfos.

Glóin, filho de Thorin[editar | editar código-fonte]

Glóin, o filho de Thorin I, sucedeu seu pai como o rei do povo de Durin. Ele expandiu as minas do Ered Mithrin, e mais abandonado Erebor.

Glóin, filho de Gróin[editar | editar código-fonte]

'Glóin', filho de Gróin, foi um dos doze companheiros de Thorin II Escudo de Carvalho e Bilbo Baggins na busca de Erebor. Ele era descendente de Durin o Imortal e irmão de Óin. Entre os companheiros de Thorin, eles foram designados para iniciar as fogueiras, embora eles discutissem sobre a tarefa. Glóin e seu filho Gimli foram a Valfenda a tempo para o Conselho de Elrond, atuando como uma embaixada de Dáin II para trazer notícias de Erebor, Moria, e que eles sabiam dos planos de Sauron.

Glóin também é uma unidade de herói jogável no jogo The Lord of the Rings: The Battle for Middle-earth II.Por boa causa, ele se junta com o Glorfindel após o cerco goblin de Valfenda (que foi inventado para o jogo). É notável que, enquanto o jogo tenta ser fiel ao estilo visual de trilogia do filme, Glóin apresentado no jogo tem cabelo castanho-avermelhado e uma barba e uma cabeça careca, enquanto o cabelo da versão do filme era branco como a neve, devido à idade avançada.

Gróin[editar | editar código-fonte]

Gróin era o filho de Farin e pai de Glóin e deÓin.

Grór[editar | editar código-fonte]

Grór era o filho mais novo do rei Dáin I, e irmão mais novo deFrór e Thrór. Quando Thrór deixou as Colinas de Ferro para recuperar o reino de Erebor, Grór ficou para trás, decisão da maioria do povo de Durin, embora seu irmão fosse o rei. O assassinato de Thrór resultou na climática Batalha de Azanulbizar no ano de 2799. É muito provável que Grór havia aprendido com a morte de seu irmão, apesar que sua idade pode ter sido um fator que o impediu de participar da guerra, pois sua morte foi em 2805, cinco anos depois. Ele era o pai de Náin.

Hador[editar | editar código-fonte]

Hador é um personagem da obra de J.R.R.Tolkien, um Senhor dos Homens na Primeira Era. Era descendente de Marach, um dos líderes dos Pais dos Homens, os Atanatári, e governou o Povo de Marach, que mais tarde ganhou seu nome.

Foi morto durante a Dagor Bragollach. Seu filho, Galdor, assumiu seu posto de líder, mas sete anos depois faleceu.

Haldir[editar | editar código-fonte]

Haldir de Lothlórien
Personagem da Terra Média
Raça élfica
Divisão silvestre
Família Casa de Galadriel
Data de Nascimento Provavelmente na 2ª Era
Primeira aparição
em Livro
A Sociedade do Anel
Primeira aparição
em Filme
The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring
Intérprete Craig Parker
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Haldir, ou Haldir de Lothlórien, dentro do universo de alta fantasia do escritor britânico J. R. R. Tolkien, é um elfo de origem silvestre, capitão da guarda do reino élfico de Lothlórien. Aparece na trilogia de livros O Senhor dos Anéis. Quando a sociedade chega à Lothlórien, no volume A Sociedade do Anel, e ele quem os guia até Caras Galadhon.

Helm[editar | editar código-fonte]

Helm, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o nono rei de Rohan. Tio de Fréaláf (seu sucessor), pai de Haleth e Háma, e filho de Gram. Nasceu em 2691 da Terceira Era e se tornou rei em 2741, aos 50 anos de idade.

Dos reis, entre Eorl e Théoden, fala-se muito em Helm. Era um homem austero, de grande força. Nos seus dias o terrapardense Freca causava-lhe aborrecimentos. Devido à arrogância deste último, Helm o matou com um murro e por isso passou a ser conhecido como "Helm, Mão de Martelo".

Wulf, filho de Freca, atacou Rohan num período turbulento. Helm teve de se refugiar no Forte da Trombeta. Os Rohirrim sofreram terríveis baixas e sua terra foi desolada. Caiu neste tempo um rigoroso inverno. Helm saía sozinho do forte, vestido de branco, e matava seus inimigos com suas próprias mãos. Emitia, antes, um clangor com sua enorme trombeta, que aterrorizava os terrapardenses, que muitas vezes fugiam aterrorizados.

Uma noite ouviram a trombeta de Helm tocar, mas ele não retornou. Encontram-no, mais tarde, morto e de pé, duro como uma pedra. Mesmo assim, dizia-se que a trombeta de Helm podia ser ouvida algumas vezes, e que o espectro de Helm caminhava entre os seus inimigos aterrorizando-os.

Helm morreu em 2759 da Terceira Era aos 68 anos de idade, tendo governado Rohan por 18 anos.

Hunthor[editar | editar código-fonte]

Hunthor, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, era um homem valente de Brethil, filho mais velho de Maleth e Agathor e parente de Brandir, o senhor do povo de Haleth. Viveu com Túrin durante 3 anos na floresta, em Amon Obel. Ofereceu-se para ajudar Túrin a matar o dragão Glaurung, substituindo Brandir e representando assim a casa de Haleth. Seguiu Túrin, ao contrário de Dorlas que ficou para trás com medo. Segurou Túrin, quando este cambaleou, mas logo após, foi morto por uma pedra que rolou devido à passagem do dragão.

Huor[editar | editar código-fonte]

Foi apresentado em O Silmarillion como um herói dos Homens da Primeira Era. Pai de Tuor, Huor foi neto de Hador, da Casa de Marach (também conhecida como Casa de Hador), irmão de Húrin e filho de Galdor, o Alto e Hareth. Viveu no feudo hadoriano de Dor-lómin na região de Hithlum.

Viveu entre seu povo na floresta de Brethil até o ano de 458 da Primeira Era, quando então se juntou com seu irmão ao grupo de guerra contra os Orcs. Os irmãos, se separaram da sua companhia, passando a vagar pelo Vale de Sirion. Perseguido por orcs, o Valar Ulmo causou a aparição de uma névoa sob os rios, ajudando os irmãos a escaparem para Dimbar. Lá, duas águias os transportaram até Gondolin. Em Gondolin, o Rei Turgon recebeu os irmãos, recordando a profecia de Ulmo que a Casa de Hador (à qual Húrin pertencia) iria ajudar Gondolin quando esta mais precisar. Turgon desejava que os irmãos permanecessem em Gondolin, mas a vontade de Húrin e Huor era de retornar para seu próprio povo. Os irmãos então juraram manter Gondolin em segredo, e águias novamente os transportaram, dessa vez para Dor-lómin.

No ano 462, Morgoth atacou Hithlum, e Galdor, pai de Huor, pereceu defendendo a Ered Wethrin. Em 470, Huor casou-se com Rían da casa de Bëor, tendo com ela um filho chamado Tuor. Partiu antes do nascimento do filho, a chamado do rei Fingon. Rían viveu até 473.

Em 471, Huor lutou junto a seu irmão e aos Filhos de Hador. Durante a batalha, reencontrou-se com Turgon. Ao ver que a batalha estava perdida, Huor e Húrin defenderam o terreno, permitindo Turgon escapar. Huor foi morto por uma flecha envenenada que o atingiu no olho.

Huor é lembrado pelos numenorianos como o heróico avô de Eärendil o Abençoado.

Ibun[editar | editar código-fonte]

Filho de Mîm, foi um dos últimos pequenos-anões.

Ilmarë[editar | editar código-fonte]

Ilmarë é uma Maia, e seu nome pode derivar do élfico "Luz Estelar". Nas obras de Tolkien ela é a criada de Varda e chefe entre os Maiar. Pouca informação está contida n'O Silmarillion."O Livro dos Contos Perdidos" diz que ela seria filha de Varda e Manwë, mas Tolkien parece ter mudado esse fato n'O Silmarillion, de modo que os leitores supuseram que ela simplesmente foi criada por Eru como os Valar. Percebe-se que seu nome é parecido com o de um antigo deus finlandês do céu, ou de um personagem do Kalevala, poema épico no idioma finlandês que muito influenciou Tolkien.

Imrahil[editar | editar código-fonte]

Imrahil é uma personagem fictícia criada por J.R.R. Tolkien na mitologia do O Senhor dos Anéis.

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Imrahil, Filho de Adrahil e Príncipe de Dol Amroth surgiu apenas no terceiro livro da série, O Retorno do Rei, mas desempenhou um papel fundamental na Guerra do Anel, em especial na defesa de Minas Tirith trazendo de seu feudo na Baia de Belfalas um contingente de 700 Homens de Armas para a cidadela.

Foi responsável por grandes feitos na batalha contra as tropas de Sauron, bem como pelo salvamento da senhora Éowyn de Rohan, pois foi Imrahil quem percebeu que ela ainda vivia quando os cavaleiros de Rohan a carregavam como se estivesse morta.

Segundo consta, Imrahil foi um dos maiores conselheiros de Elessar durante seu reinado, assim como o vassalo mais fiel de Gondor. Seus filhos eram: Elphir, Erchirion, Amrothos e Lothíriel e seus netos, Alphros e Elfwine. Por conta de sua grande amizade com Éomer, Imrahil concedeu a mão de Lothíriel a ele, que a esposou no último ano da Terceira Era.

Isildur[editar | editar código-fonte]

Isildur
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Dúnedain
Família Casa de Gondor
Tiítulos Alto Rei de Arnor e Gondor
Arma Espada,
escudo
e lança
Data de Nascimento 3209 da Segunda Era do Sol
Data de Falecimento 3441 da Segunda Era do Sol
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Primeira aparição
em Filme
The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Isildur é um personagem fictício criado por J.R.R. Tolkien na trilogia de O Senhor dos Anéis. Na série Isildur pertence ao povo dos Homens e é da estirpe dos dúnedain. Residiu em Numenor e Minas Ithil. Filho de Elendil, e mãe desconhecida. Irmão de Anárion Teve 4 filhos: Elendur, Aratan, Ciryon e Valandil (esposa desconhecida) Sua altura era de cerca de 2,15 metros. Isildur foi o filho de Elendil, o Grande Rei de Gondor e Arnor. Juntamente com seu irmão Anarion governou Gondor no Sul, enquanto seu pai mantinha o Norte. Durante a Guerra da Última Aliança, Isildur cortou o Um Anel da mão de Sauron, mas recusou-se a destruí-lo. Isildur foi morto por Orcs e o Anel foi perdido no Campos de Lis por quase 2.500 anos.

História[editar | editar código-fonte]

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Isildur nasceu em Númenor no ano 3209 da Segunda Era. Ele tinha um irmão mais novo, Anárion, nascido em 3219. Eles viveram no paraíso da Romenna, na costa leste da ilha de Númenor. Seu pai foi Elendil, e seu avô foi Amandil, o Senhor do Andúnië. Os Senhores da Andúnië foram os descendentes de reis de Númenor por Silmarien, a quarta filha do Rei, Tar-Elendil.

Elros, o meio-elfo, primeiro Rei de Númenor, tinha escolhido a vida dos homens mortais, enquanto seu irmão Elrond escolheu a vida imortal dos Elfos. Ao longo do tempo, cresceu entre os Reis de Númenor o ressentimento de seus ancestrais pela escolha feita, e passaram a desejar a imortalidade para si. Tornaram-se estranhos aos elfos aos Valar, e negligenciaram a adoração a Eru, o Único, que os criou.

Um pequeno grupo de Númenoreamos permaneceu amigo dos elfos e fiéis a Eru e aos Valar. Entre esses fiéis estavam os Senhores do Andúnië. Em 3262, Ar-Pharazôn, o Rei de Númenor, tornou Sauron cativo e trouxe-o para Númenor. Sauron deixou-se capturar, pois queria corromper os Númenoreanos, a fim de trazer a sua ruína. Ele usou o desejo pela imortalidade e poder que possuíam para convencê-los a renunciar a Eru e cultuar Morgoth.

Isildur soube que Sauron queria Ar-Pharazôn para cortar Nimloth, a Árvore Branca que havia vindo das Terras Imortais. Isildur disfarçadamente saiu da corte dos Reis e pegou uma fruta de Nimloth. Os guardas o descobriram e o atacaram, e Isildur foi ferido gravemente, mas conseguiu escapar com a fruta. Isildur esteve perto da morte por muitos meses, mas quando o fruto da árvore branca começou a brotar, acordou e recuperou-se de seus ferimentos.

Como a influência de Sauron aumentou, os Fiéis começaram a se preparar para deixar Númenor. Eles lotaram seus navios com suas famílias e muitas de suas possessões, incluindo os palantíri. Isildur tinha três navios, e ele trouxe a bordo a muda da Árvore Branca, assim como sua esposa e seu filho Elendur, que havia nascido em 3299.

O avô de Isildur, Amandil, esperava para pleitear com os Valar para poupar os fiéis. Ele velejou para o Oeste, em direção às Terras Imortais, mas não é sabido o que foi feito dele e ele nunca mais foi visto.

As mentiras de Sauron convencem Ar-Pharazôn que ele poderia alcançar a imortalidade nas Terras Imortais. Em 3319, Ar-Pharazôn define com uma grande frota que pretendia assumir as Terras Imortais a força. Mas quando ele colocou o pé na terra, Eru fez com que o mar se abrisse. A frota de Númenor afundou e foi destruída por uma grande onda.

Os navios dos fiéis a Eru foram poupados, e um grande vento do oeste enviou-os para as margens da Terra-Média. Elendil desembarcou no norte, enquanto Isildur e Anárion chegaram à Foz do Anduin ao sul. Elendil e seus filhos estabeleceram o Reino do Norte de Arnor e o Reino do Sul de Gondor, em 3320. Elendil era o Alto Rei dos dois reinos, mas ele governou em Arnor e dividiu o governo do Estado de Gondor entre seus filhos.

Isildur e Anárion tiveram seus tronos, lado a lado no Grande Salão de Osgiliath, a cidade que eles fundaram sobre o Anduin. Anárion viveu em Minas Anor no lado oeste do Anduin, enquanto Isildur fez a sua casa, em Ithilien no lado oriental do Anduin. Isildur construiu Minas Ithil em um vale das Montanhas das Sombras, na fronteira com Mordor. Minas Ithil era uma bela cidade branca, mas era também um reduto para a defesa contra o mal que ainda poderia vir a habitar em Mordor. Não era ainda sabido que Sauron já havia retornado em segredo e havia começado a reconstruir a sua força. Isildur teve um dos palantíri chamado a Pedra de Ithil, que ele usou para se comunicar com seu irmão e pai. Ele plantou a muda da Árvore Branca, em frente a sua casa. Isildur e sua esposa tiveram mais dois filhos, enquanto que viveram em Gondor – Aratan nascido em 3339 e Ciryon nascido em 3379. Nos primeiros dias de Gondor, Isildur foi à Colina de Erech à entrada do Vale da Raiz Negra nas Montanhas Brancas. Sobre o topo da colina ele colocou a Pedra de Erech, uma grande esfera negra que ele havia trazido de Númenor. Isildur reuniu-se com o Rei das Montanhas, que jurou lealdade a Isildur sobre a Pedra. Mas depois, quando Isildur chamou os homens das Montanhas para se juntar à luta contra Sauron, eles se recusaram. Isildur os amaldiçoou, e disse que nunca iriam descansar até que cumprissem seu juramento, e eles assombraram as Sendas dos Mortos.

Sauron atacou e capturou Minas Ithil em 3429. Isildur escapou com sua esposa e filhos e outra muda da Árvore Branca. Isildur e sua família embarcaram em um navio a Foz do Anduin e navegaram ao redor da costa da Terra-Média para Arnor, onde encontraram Elendil. Elendil consultou Gil-galad, o Rei dos Elfos, que viveu em Lindon, a oeste de Arnor. Gil-galad e Elendil formaram a Última Aliança dos Elfos e Homens para se opor a Sauron em 3430. Nesse mesmo ano, o filho mais novo de Isildur, Valandil nasceu na casa de Elrond em Valfenda.

O exército da Última Aliança se reuniu em Valfenda em 3431 e, em seguida, marchou para a guerra. Isildur e seus três filhos mais velhos – Elendur, Aratan, e Ciryon – foram com o exército, enquanto sua mulher e seu filho mais novo, Valandil permaneceram em Valfenda. A Guerra da Última Aliança começou em 3434. As forças de Sauron foram derrotadas na Batalha de Dagorlad sobre a planície fora de Mordor, e o exército da Última Aliança entrou no reino de Sauron e estabeleceu cerco a Barad-Dûr. O Cerco de Barad-Dûr durou sete anos e muitos homens e elfos foram mortos, incluindo o irmão de Isildur, Anárion que morreu em 3440.

Por fim, em 3441, Sauron desceu de sua torre. Ele lutou com Gil-galad e Elendil nas encostas da Montanha da Perdição. O corpo de Sauron caiu, mas Gil-galad e Elendil morreram na luta. A espada de Elendil, Narsil partiu debaixo dele quando ele caiu. Isildur tomou o cabo da Narsil e usou a lâmina quebrada para cortar o Um Anel da mão de Sauron. O espírito de Sauron fugiu de seu corpo, mas, como o anel continha grande parte do seu poder, seu espírito sobreviveu. Elrond and Círdan aconselharam Isildur a destruir o Anel imediatamente nas chamas das Montanhas da perdição. Mas Isildur recusou, dizendo:

"Vou ficar com ele como compensação pela morte de meu pai e de meu irmão. Não fui eu quem deu no Inimigo o golpe fatal?"

O Silmarillion: "Dos Anéis de Poder e da Terceira Era", p. 295

O poder do anel era tamanho, que ninguém poderia destruí-lo de bom grado. A atração do Anel começou a agir em Isildur, logo que ele o tocou. O grande calor do Anel queimou a mão de Isildur, mas ele ainda o achava belo e precioso.

Estava quente no primeiro momento que o toquei, quente como brasa, e minha mão se queimou, de tal modo que duvidei que algum dia pudesse me ver livre da dor… Mas, da minha parte, não arriscarei danificar uma coisa dessas: de todos os trabalhos de Sauron, o único belo. É precioso para mim, embora eu o tenha adquirido a custo de grande sofrimento.A Sociedade do Anel: "O Conselho de Elrond," p. 268

Isildur notou que havia algo escrito no Anel que aparecia quando ele ainda estava quente, mas desaparecia quando ele esfriava. Ele escreveu a descrição do Anel em um pergaminho que deixou nos arquivos de Minas Anor para as gerações futuras.

Isildur assumiu a realeza de Gondor e Arnor, mas ele pretendia voltar para o Norte e deixar o filho de Anárion, Meneldil para governar no Sul. Ele permaneceu em Minas Anor durante alguns anos para dar conselhos e instruções para Meneldil. Juntos, eles partiram em uma jornada através de todas as terras pertencentes a Gondor. No cume de Halifirien na Floresta Firien, Isildur enterrou o corpo de seu pai Elendil. Antes de sair Minas Anor, Isildur plantou a muda da Árvore Branca em memória de seu irmão Anárion.

Em 5 de Setembro do ano 2 da Terceira Era, Isildur deixa Minas Anor com seus três filhos mais velhos e 200 cavaleiros. Eles marcharam até os Vales do Anduin no lado oriental do rio, indo pela Passagem Alta passando pelas Montanhas Sombrias. Trinta dias depois, no dia 4 de outubro, a companhia de Isildur foi atacada por Orcs perto dos Campos de Lis. Os Orcs não sabiam que Isildur tinha o Um Anel, mas foram involuntariamente atraídos pelo seu poder. Os homens de Isildur estavam em desvantagem de dez para um, e embora inicialmente eles tenham conseguido repelir o ataque, os Orcs renovaram seu ataque depois de anoitecer e os homens foram esmagados. Antes do começo da batalha, Isildur havia mandado para longe seu escudeiro Ohtar com os fragmentos da Narsil. Isildur manteve o Um Anel, mas foi inútil em defender seus homens contra os Orcs. Ele percebeu nessa hora que ele não tinha força para controlar o Anel e não poderia nem mesmo colocá-lo sem causar grande dor a si próprio. Isildur lamentou o tolo orgulho que o levou a ficar com o Anel.

Os filhos de Isildur, Aratan e Ciryon foram mortos, e seu filho mais velho Elendur implorou para que ele fugisse, a fim de evitar que o Orcs capturassem o Anel. Isildur concordou e partiu com grande tristeza por Elendur, que foi assassinado liderando o restantes dos Dúnedain. Isildur colocou o Um Anel, embora com tristeza, e foi para o Anduin. Ele removeu sua armadura e entrou no rio que pretendia atravessar, mas a corrente era forte e o puxou para os pântanos dos Campos de Lis. Então, o Anel deixou o dedo de Isildur e perdeu-se nas águas. Isildur sentiu uma imensa sensação de perda, mas sentiu-se aliviado, como se um grande peso tivesse sido retirado dele. Ele emergiu para fora da água, mas naquele momento ele foi visto por Orcs que atiraram nele com flechas na garganta e do coração.

O Um Anel permaneceu nos Campos de Lis até que foi encontrado por Déagol em 2463. O corpo de Isildur também foi lançado nas águas, não descoberto pelos seus parentes. Embora procurando o Um Anel, Saruman encontrou o Elendilmir, que Isildur havia usado, e alguns especularam que o mago poderia ter encontrado e profanado os restos de Isildur, mas não se sabe se isso é verdade.

O filho mais novo de Isildur, Valandil, tornou-se o Rei de Arnor quando atingiu a idade no ano 10. Mas ele não clamou a realeza de Gondor, e os dois se tornaram reinos separados. Gondor continuou a ser regida pelos herdeiros de Anárion, enquanto Arnor foi governada pelos herdeiros de Isildur. No final da Terceira Era os reinos foram reagrupados por Aragorn, o Rei Elessar, Herdeiro de Isildur.

Árvore genealógica[editar | editar código-fonte]

 
 
 
 
 
 
 
 
Elros
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reis de Numenor
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Senhors de Andúnië
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Elendil
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Isildur
 
 
 
 
 
 
 
Anárion
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Elendur
 
 
Ciryon
 
Valandil
 
 
 
Reis de Gondor
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aratan
 
 
 
Altos-Reis de Arnor
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eldacar
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Reis de Cardolan
 
 
 
 
 
 
Reis de Rhudaur
 
 
 
 
 
 
 
 
Reis de Arthedain
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Líderes dos Dúnedain
 
 
 
 
Elrond Meio-Elfo
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aragorn II
 
 
 
 
 
Arwen
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Eldarion
 
 
Depois
duas filhas
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Kings of the Reunited Kingdom

Khîm[editar | editar código-fonte]

Khîm, o filho de Mîm, foi um dos últimos Pequenos-anões. Ele foi morto por Andróg, um homem da companhia de Túrin.

Kíli[editar | editar código-fonte]

'Kili' foi um dos doze companheiros de Thorin e Bilbo na busca de Erebor. Ele e seu irmão Fíli foram os filhos de Dís, a irmã de Thorin. Ele tinha um casaco azul e uma barba amarela. Os dois irmãos foram descritos como sendo jovens em termos anão, mais jovem do que o resto, cerca de cinquenta anos. Eles também tiveram a melhor visão e por isso foram muitas vezes enviados para aferição ou pesquisa. Os irmãos são constantemente descritos como tendo sido alegre, e os dois únicos á terem saído dos barris no Lago-Town "mais ou menos a sorrir."

Embora Fili é descrito como sendo o mais jovem no capítulo 8 do O Hobbit, no Apêndice A do O Senhor dos Anéis sua data de nascimento é dado como T.E 2859, enquanto que Kili é de 2864. Ambos os irmãos caíram na Batalha dos Cinco Exércitos, defendendo seu tio, Thorin, e foram enterrados com honra.

Legolas Folha-Verde de Gondolin[editar | editar código-fonte]

Foi o primeiro elfo a ser denominado "Legolas Verdefolha", provavelmente de ascendência Noldor, que viveu muitos anos antes de seu homônimo mais famoso, na cidade élfica de Gondolin, durante a Primeira Era. Ele aparece no livro O Silmarillion, na estória "The Fall of Gondolin", auxiliando os sobreviventes de Gondolin quanto esta é destruída.

Legolas Folha-Verde da Floresta das Trevas[editar | editar código-fonte]

Loni[editar | editar código-fonte]

Loni foi um dos anões que entraram Moria com Balin. morreu em 2994.

Lothíriel[editar | editar código-fonte]

Lothíriel é uma personagem fictícia criada por J.R.R. Tolkien na mitologia do O Senhor dos Anéis.

Princesa de Gondor, Lothíriel foi a filha mais jovem do príncipe Imrahil de Dol Amroth. Seus irmãos foram Elphir, Erchirion e Amrothos, todos veteranos da Guerra do Anel, assim como Imrahil. No último ano da Terceira Era tornou-se esposa do rei Éomer de Rohan e mãe de Elfwine, o Belo.

Maedhros[editar | editar código-fonte]

No Silmarillion, o mais velho dos 7 filhos de Fëanor, e considerado os seus líderes, Em Valinor Maedhros, seus irmãos e quase todos os noldor fizeram o "Juramento de Fëanor", onde seguiu seu pai para a Terra-Média. Após a morte de Fëanor, Morgoth capturou Maedhros numa emboscada, e o pendurou pelo braço direito no topo de uma das 3 Montanhas que ficavam na entrada de Thangorodrim. Fingon obteve êxito ao resgatá-lo, mas Maedhros perdeu sua mão na fuga, pois estava preso e Fingon a cortou. Com seus irmãos, Maedhros protegeu a passagem leste de Beleriand. Ele trabalhou para unir a casa dos Noldor, e formou a União de Maedhros, mas esta foi destruída na Nirnaeth Arnoediad. Após a última guerra, a Guerra da Ira, houve a recuperação das Silmarils, mas Maedhros e seu irmão Maglor as tomaram do acampamento dos Valar, matando os guardas. Então foram descobertos e fugiram. Mas a pedra queimou a mão de Maedhros, que percebeu que o Juramento não valia de nada, não tinha significado. E tomado pela angústia e desespero, vendo que suas ações foram inúteis, Maedhros se lançou num abismo de chamas, e a Silmaril que portava foi levada para as profundezas. Ele foi o único eldar a se matar.

Maglor[editar | editar código-fonte]

Na mitologia criada por Tolkien, Maglor era filho de Fëanor e Nerdanel. Veio para a Terra-Média junto com seu pai e irmãos para recuperar as Silmarilli roubadas por Morgoth. Depois da morte de seu pai, e durante o período que seu irmão Maedhros ficou aprisionado foi Maglor quem liderou os Filhos de Fëanor e seu povo.Depois da partida de Elwing cuidou dos gêmeos Elros e Elrond, ensinando-os a cultura dos noldor.

Magos Azuis[editar | editar código-fonte]

Magos Azuis
Sexo Masculino
Espécie Mago (Istari)
Características Imortalidade
Projecto Literatura  · Portal Literatura

Na ficção de J.R.R.Tolkien, os Magos Azuis (ou Ithryn Luin) são dois personagens misteriosos da Terra-média. N’O Senhor dos Anéis são apenas citados quando Saruman diz que há cinco Istari.[7] No entanto, outros manuscritos de Tolkien têm mais a dizer. Num trecho de Contos Inacabados, Tolkien escreve que dois Magos foram mandados para Leste. Seus nomes em Valinor eram Alatar[8] e Pallando.[9]

Sua vida em Valinor[editar | editar código-fonte]

Os Magos Azuis eram, como é dedutível de todos na Ordem dos Istari, Maiar. Aparentemente eram ambos criados de Oromë, mas é afirmado em Contos Inacabados que Pallando foi integrado às hostes de Oromë posteriormente, e que antes dessa versão final teria alguma relação com Mandos e Nienna. Alatar sempre esteve junto a Oromë e foi indicado por ele para integrar os Maiar a serem enviados à Terra-média.Também é dito por Tolkien em uma de suas cartas que por ser um grande amigo de Pallando,Alatar era servo de Mandos(Námo),e outros afirmam ainda que Alatar foi a Terra-Média por insistência de Mandos e não de Oromë

De sua missão[editar | editar código-fonte]

Numa carta, Tolkien diz que os magos foram para o Leste, e provavelmente falharam em sua missão, talvez começando cultos mágicos. Num outro texto publicado (Os Povos da Terra-média), nomes alternativos são dados: Morinehtar e Rómestámo. Não é claro se esses nomes pretendiam substituir Alatar e Pallando, ou se eram seus segundo nomes. Dizem que não chegaram na Terceira Era, e sim na Segunda, por volta do ano 1600, o tempo da Forja do Um Anel. Apesar disso, sua missão ainda é no Leste, para enfraquecer as hostes de Sauron, e foi aí que falharam; talvez eles tivessem um papel principal nas vitórias no Oeste nos finais da Segunda e Terceira Era. Ao mesmo tempo, Tolkien considerou a possibilidade de que Glorfindel tenha voltado à Terra-média junto com os Magos Azuis.

Significado dos nomes[editar | editar código-fonte]

Como a maioria dos nomes nos trabalhos de Tolkien, os nomes dos Magos Azuis[10] são relevantes. O nome Rómestámo significa Ajudante – do – Leste, vindo do Quenya romen, que significa motim, nascer – do – sol, leste. Aqui, Rómestámo incorpora não só a relação com o Leste da Terra-média, mas também sua missão lá: encorajar motins e rebeliões contra Sauron. Do mesmo modo, ‘’Pallando’’ pode derivar do Quenya palan, que significa “longe” e “largo”.

Manwë[editar | editar código-fonte]

Manwë
Personagem da Terra Média
Raça Ainur
Divisão Valar e Aratar
Família Irmão de Melkor
Tiítulos Alto Rei de Arda,
Élder Rei
Outros Nomes Súlimo
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Na obra de J.R.R.Tolkien, Manwë Súlimo era o mais poderoso entre os Valar. Controlava os ventos e era esposo de Varda. Moravam em Taniquetil, a maior das montanhas da Terra, na grande torre de Oiolossë, acima das neves eternas, nome esse que é citado no poema Namárië.
Ele possuía um criado, um Maia, chamado Eönwë.

Trecho de "O Silmarillion"[editar | editar código-fonte]

“[...] Manwë tem a maior estima de Ilúvatar e compreende com mais clareza seus objetivos. Ele foi designado para ser, na plenitude do tempo, o primeiro de todos os Reis: senhor do reino de Arda e governante de todos os que o habitam. Em Arda, seu prazer está nos ventos e nas nuvens, e em todas as regiões do ar, das alturas às profundezas, dos limites mais remotos do Véu de Arda às brisas que sopram nos prados. Súlimo é seu sobrenome, Senhor do Alento de Arda. Ele ama todas as aves velozes, de asas fortes; e elas vão e vêm, atendendo às suas ordens.”

Informação resumida e adicional[editar | editar código-fonte]

  • Nome: Manwë Súlimo, Senhor do Alento de Arda.
  • Parentesco: Possui um irmão, Melkor, e sua mulher é Varda
  • Divisão: Vala, Aratar
  • Cargos: É Rei Supremo de Arda, além de governar as províncias do Vento e as aves velozes.
  • Maia a seu serviço: Eönwë
  • Objetos e/ou animais: Possui um cetro de safiras feito pelos Noldor. Num pequeno trecho é afirmado que possui trompas estridentes

Mearas[editar | editar código-fonte]

Na literatura de Tolkien, os Mearas eram uma raça superior de cavalos.

Os mearas eram mais velozes, fortes e resistentes que os cavalos comuns. Encontravam-se principalmente sob o dominio dos homens de Rohan, jinetes que cuidavam dos seus cavalos tanto como a eles mesmos. Descendem de Felaróf, que foi domado por Eorl o Jovem.

O mais conhecido destes cavalos era Shadowfax, montado por Gandalf no Senhor dos Anéis.

Melian[editar | editar código-fonte]

Melian é uma personagem fictícia criada por J.R.R. Tolkien dentro da mitologia de O Silmarillion.

O nome Melian significa Presente Amado, e ela era uma Maia, espírito angelical que surgiu antes da criação do mundo. Consta em O Silmarillion que ela era criada das Valier Estë e Vána, de quem era aparentada (é dito, na verdade, que Melian era aparentada de Yavanna, que era irmã de Vána), e que ensinou o seu canto aos rouxinóis. Diz-se que quando, à tarde, Melian começava a cantar, todos os sinos de Valimar se calavam, as fontes paravam de jorrar e os Valar cessavam seus afazeres para escutá-la.

Melian, quando estava na Terra-média, encontrou com o elfo Telerin Elwë Singollo, ou Elu Thingol, e por ele se apaixonou. Os dois casaram-se, e Melian tornou-se a única Maia conhecida a ter uma filha: Lúthien Tinúviel, a mais bela de todos os Filhos de Eru. A história de Lúthien é uma das mais conhecidas de toda a obra de Tolkien.

Melian, na Terra-média, fundou o reino de Doriath, do qual era rainha. Menegroth eram os vastos salões de seu reino, que era protegido pelo Cinturão de Melian. Quando Thingol foi assassinado, ela voltou para Aman, as Terras Imortais.

Melkor[editar | editar código-fonte]

Meriadoc Brandybuck[editar | editar código-fonte]

Meriadoc Brandybuck
Personagem da Terra Média
Raça Hobbit
Divisão pés-peludos
Hobbits do Condado
Família Brandybuck
Outros Nomes Meriadoc Brandebuque
Merry
Primeira aparição
em Livro
The Fellowship of the Ring
Primeira aparição
em Filme
O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (2001)
Intérprete Dominic Monaghan
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Meriadoc Brandybuck (no Brasil Meriadoc Brandebuque) é um personagem fictício da trilogia O Senhor dos Anéis de J.R.R Tolkien.

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Meriadoc, conhecido como Merry pelos amigos, é da raça dos hobbits. Os seus maiores feitos podem ser considerados a grande ajuda que dá na batalha de Isengard, quando junto com Pippin incentiva os ents a tomar partido na guerra, e o fato de ele ter ajudado Éowyn a destruir o líder dos nazgûl, o Rei bruxo de Angmar, com uma espada de Ponente, obtida nas Colinas dos Túmulos, de onde os hobbits são salvos por Tom Bombadil. Depois da morte do Rei Bruxo, Merry e Éowyn ficam doentes, graças aos golpes deste, e por isso, eles não podem participar da Batalha dos Portões Negros de Mordor, assim como o capitão gondoriano Faramir, que já estava doente. Todos são salvos pelos conhecimentos de medicina de Aragorn, que os cura usando uma folha chamada Athelas, ou Folha-do-rei.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Mîm[editar | editar código-fonte]

Mîm é um personagem que consta dos vários rascunhos que deram origem à série de livros The History of Middle-earth. Sua primeira aparição em livros impressos foi em O Silmarillion, livro editado por Christopher Tolkien com a ajuda de Guy Gavriel Kay.

Náin I[editar | editar código-fonte]

  • Náin I: (1832 - 1981 da Terceira Era) Filho de Durin VI, sucedeu seu pai no trono de Khazad-dûm. Quando seu pai foi assassinado por um Balrog, a Ruína de Durin, Náin tentou continuar com o reino, mas foi morto pela mesma criatura no ano seguinte.

Náin II[editar | editar código-fonte]

  • Náin II: (2338 - 2585 da Terceira Era) Era filho de Óin. Sob sua liderança, os Anões viveram em paz nas Ered Mithrin até o ataque de dragões.

'Náin II' era um Rei do Povo de Durin, filho de Óin. Sob Naim, os Anões viveram pacificamente no Ered Mithrin até que eles foram atacados por dragãos. Ele foi sucedido por seu filho, Dáin I. Ele tinha um filho mais novo Borin, do qual vários dos companheiros de Thorin Escudo de Carvalho eram descendentes.

Náin, filho de Grór[editar | editar código-fonte]

  • Náin, filho de Grór: (2665 - 2799 da Terceira Era) Filho de Grór, neto de Dáin I e pai de Dáin II, Pé-de-ferro. Náin foi senhor das Colinas de Ferro, e ao chamado de Thráin II lutou em Azanulbizar no ano de 2799 da Terceira Era contra os orcs, em vingança pela morte de seu irmão, o lorde anão Thrór. Náin chamou o assassino de Thrór nos Portões de Moria, e o orc Azog saiu trajado para luta. Azog e Náin lutaram furiosamente, até que Náin com o resto de suas forças golpeou Azog com seu machado. Para o azar do lorde anão, o orc se desviou e conseguiu acertar um golpe de espada no pescoço de Náin. Embora usasse uma gargantilha de aço, o forte golpe quebrou seu pescoço, matando-o. O trono dos Anões das Ered Mithrin passou então a seu filho, Dáin.

Náli[editar | editar código-fonte]

Nali foi um dos anões que entraram Moria com Balin.Morreu em 2994.

Nár[editar | editar código-fonte]

Nar foi o companheiro de Thrór durante sua malfadada tentativa de recuperar Moria. Após a morte de Thrór, Nar tinha as más notícias para o filho de Thrór Thráin II.

Narvi[editar | editar código-fonte]

Narvi era um anão de Moria que construíram as Portão Oeste na Segunda Era. Seu nome foi inscrito na porta por Celebrimbor, escrita em idioma Sindarin em nome de Narvi. A inscrição lê Im Narvi hain echant. Celebrimbor o Eregion teithant i thiw hin: "eu, Narvi, fez [as portas]. Celebrimbor de Eregion desenhou estes sinais."

Nori[editar | editar código-fonte]

Nori foi um dos doze companheiros de Thorin e Bilbo na busca de Erebor. Ele era o irmão de Ori e de Dori.

Nazgûl[editar | editar código-fonte]

Nessa[editar | editar código-fonte]

Nessa, na obra de Tolkien é a sétima rainha dos Valar em . É a irmã de Oromë e esposa de Tulkas. Nessa é notável por sua agilidade e velocidade, capaz de ultrapassar os cervos que a seguem na selva, e por seu amor pela dança nos gramados sempre verdes de Valinor.

Trecho de "O Silmarillion"[editar | editar código-fonte]

“[...] Nessa (é) a irmã de Oromë, e também ela é ágil e veloz. Ama os cervos, e eles acompanham seus passos onde quer que ela vá nos bosques; mas ela corre mais do que eles, célere como uma flecha com o vento nos cabelos. Adora dançar, e dança em Valimar em gramados eternamente verdes.”

Informação Resumida e Adicional[editar | editar código-fonte]

  • Nome: Nessa
  • Parentesco: irmã de Oromë, esposa de Tulkas
  • Divisão: Valië
  • Cargos: desconhecido. Diz-se que é muito rápida e excelente dançarina
  • Maia a seu serviço: ?

Nienna[editar | editar código-fonte]

Nienna
Personagem da Terra Média
Raça Ainur
Divisão Valië, Aratar
Família Irmã de Námo e Irmo, não é casada
Tiítulos Rainha dos Valar
Outros Nomes Fui,
Qalmë-Tári
Arma Poderes do Valar
Data de Nascimento Antes da criação de Arda
Data de Falecimento Ainda viva
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Nienna é uma Valië do universo de J. R. R. Tolkien. É a irmã de Mandos e Irmo. Seu nome significa "Aquela que chora". Vive no distante oeste de Arda, nas Terras Imortais e preocupa-se com o sofrimento do mundo. Ela é a única Valië que não é casada.

Nienna chorou sobre o Monte de Ezellohar, aguando as Duas Árvores. Depois da destruição destas por Melkor, chorou sobre seus remanescentes, limpando a sujeira de Ungoliant, e ajudando a trazer à luz o fruto e a flor que se tornaram o Sol e a Lua. Gandalf provavelmente era seu pupilo. Seu nome provavelmente deriva das palavras em Quenya "nie" (lágrima) e "niena" (choro).

Trecho de "O Silmarillion"[editar | editar código-fonte]

“[...] Nienna, irmã dos fëanturi, que vive sozinha. Ela conhece a dor da perda e pranteia todos os ferimentos que Arda sofreu pelos estragos provocados por Melkor. Tão imensa era sua tristeza, à medida que a Música se desenvolvia, que seu canto se transformou em lamento bem antes do final [...] Não chora, porém, por si mesma; e quem escutar o que ela diz, aprende a compaixão e a paciência na esperança; sua morada fica em Aman, a oeste do Oeste, nos limites do mundo; e ela raramente vem à cidade de Valimar, onde tudo é alegria. Prefere visitar a morada de Mandos, que fica mais perto da sua; e todos os que esperam em Mandos clamam por ela, pois ela traz força ao espírito e transforma a tristeza em sabedoria.”

Informação Resumida e Adicional[editar | editar código-fonte]

De acordo com O Silmarillion, Gandalf, chamado lá de Olórin, ia com freqüência à casa de Nienna, e aprendeu com ela, mas nada é dito sobre ele ser ou não um maia a seu serviço. Cf. Magos Azuis.

Nienor[editar | editar código-fonte]

Nienor
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Edain
Família Casa de Hador
Tiítulos Princesa de Dor-Lómin
Outros Nomes Níniel
Data de Nascimento 473 da Primeira Era
Data de Falecimento 499 da Primeira Era
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Nienor é uma das filhas de Húrin e Morwen, seu nome significa "luto". Morou com sua mãe em Dór-Lómin, e depois foi com ela a Doriath.

Quando foi descoberto que seu irmão Túrin era o famoso Espada Negra feroz caçador de orcs e um capitão de Nargothrond, ela foi com sua mãe atrás dele. Encantada por Glaurung, se esquecendo de tudo, ela fugiu até a floresta de Brethil onde encontrou seu irmão que, apesar de não reconhecê-la, cuidou dela, chamando-a de Níniel (donzela das lágrimas). Eventualmente Túrin e Níniel se casaram e ela engravidou. Foi quando Túrin enfrentou e matou Glaurung desmaiando junto ao corpo do dragão devido aos ferimentos. Níniel ao encontrá-lo, por achar que ele estava morto e agora ciente que era sua irmã (pois o feitiço de Glaurung se dissipara com a morte do dragão), em desespero se jogou do Cabed-en-Aras.

Óin[editar | editar código-fonte]

Óin foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo-de-Carvalho e Bilbo na aventura para recuperar o tesouro do dragão Smaug.

Ori[editar | editar código-fonte]

Ori é um anão da família dos Durin, foi um dos doze companheiros de Thorin Escudo-de-Carvalho e Bilbo Bolseiro na aventura para resgatar o tesouro do dragão Smaug.

Peregrin Tûk[editar | editar código-fonte]

Peregrin Took
Personagem da Terra Média
Raça Hobbit
Divisão cascalvas
Primeira aparição
em Livro
A Sociedade do Anel
Primeira aparição
em Filme
A Sociedade do Anel
Intérprete Billy Boyd
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Peregrin Took (no Brasil Peregrin Tûk), é um personagem da trilogia O Senhor dos Anéis de J.R.R Tolkien.

Também conhecido como Pippin, Tuk era da raça dos hobbits. Foi um dos membros da Sociedade do Anel e partiu de Valfenda juntamente com Gandalf e o resto da comitiva. Depois da batalha de Isengard e da reconquita do Palantír de Orthanc, Peregrin não resiste e o observa, e acaba por ver o plano de Sauron, que desejava atacar Minas Tirith. Cavalgou junto com Gandalf para alertar a Torre Branca. Depois da morte de Boromir de Gondor(que morreu protegendo Merry e Pippin dos orcs de Isengard), jurou lealdade a Minas Tirith e a seu regente, Denethor, e participou da batalha final aos portões de Mordor, matando o chefe dos trolls da montanha, cujo corpo caiu sobre o hobbit, que foi salvo por Gimli, o Anão. Fica conhecido posteriormente como "O Tûk". Torna-se mais tarde um Thain da sua comunidade. Pippin nasceu em 1390 segundo o calendário do Condado, filho de Paladin Tûk II das grandes Smials e Eglantina Ladeira. Pippin se casou com Diamantina de Frincha Longa em 1427 e em 1434 R.C.(Registro do Condado), nasceu seu filho Faramir I, que futuramente se casou com Cachinhos Dourados, a filha de Samwise Gamgi, o prefeito da Vila dos Hobbits e um dos membros da Sociedade do Anel.

Quando a idade chegou, Pippin - bem como Merry - transmitiu seus bens e responsabilidades a seus filhos e viajou uma última vez para Rohan, onde presenciou o falecimento do Rei Éomer. Depois os dois amigos seguiram para Gondor, onde viveram, na companhia de Aragorn e sua corte, os últimos dias que possuíam.

Diz-se que ambos ganharam túmulos ao lado do túmulo de Aragorn, e descansam entre os Reis de Gondor até os dias de hoje.

Radagast[editar | editar código-fonte]

Rei bruxo de Angmar[editar | editar código-fonte]

No universo ficcional apresentado na série O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien, o Rei-Bruxo de Angmar é líder dos Nazgûl e o mais poderoso dos nove. Vivia em Angmar, que fica a noroeste das Montanhas Sombrias, ao norte da Charneca Etten. Foi destruído pelo hobbit Merry e por Éowyn, sobrinha de Théoden, Rei de Rohan, na Batalha dos campos de Pellenor, na Terceira Era.

De acordo com a obra de Tolkien, O Rei-Bruxo era originalmente um grande rei humano.

O Rei-Bruxo, cujo verdadeiro nome não é conhecido, era provavelmente um descendente do povo de Númenor. Na Segunda Era, um dos Anéis do Poder, forjados por Sauron e pelos Elfos, foram destinados ao Rei-Bruxo. O anel o fez imortal e muito poderoso, mas o corrompeu ao longo do tempo, transformando-o em um Nazgûl, mais precisamente o chefe dos outros oito Nazgûl.

O Rei-Bruxo lutou ao lado de Sauron contra a última aliança e quando Sauron foi derrotado, escondeu-se "nas sombras".

Após 1000 anos da Terceira Era, ele ressurgiu em Dol Guldur. O Rei-Bruxo dominou Angmar, e levantou guerra contra o reino de Arnor.

Seu fim foi na batalha de Minas Tirith, derrotado por Éowyn e Merry.

Após assassinar Théoden, o Rei-Bruxo foi surpreendido pela sobrinha do rei, que entrou em seu caminho. O Rei-Bruxo quebrou seu braço e seu escudo com sua maça. Antes que pudesse finalizá-la, Meriadoc Brandybuck feriu a parte de trás do joelho do Rei-Bruxo, com uma espada encantada. A espada de Merry fora forjada por um homem de Arnor, havia muito tempo, enfeitiçada como "a ruína de Angmar".

Éowyn levantou-se e enfiou sua espada na face do Rei-Bruxo. A espada se fragmentou e as roupas do Rei-Bruxo vieram ao chão quando este desapareceu com um grito sobrenatural.

Assim cumpriu-se a profecia de Glorfindel, que dizia que o Rei-Bruxo não seria subjugado por um homem. Neste momento ele foi derrotado por uma mulher e por um Hobbit.

Nomes e títulos[editar | editar código-fonte]

O nome verdadeiro de Rei-Bruxo nunca foi dado. O título "Rei-Bruxo" não aparece até os Apêndices, normalmente impressas como parte de "O Retorno do Rei". O personagem é citado através de outros títulos, tais como Capitão Negro, Senhor dos Nazgûl, Senhor de Minas Morgul, Senhor dos nove Cavaleiros, Primeiro dos Nazgûl, entre outros.

Adaptações[editar | editar código-fonte]

Rei-Bruxo aparece em todas adaptações de O Senhor dos Anéis, cinema, rádio, teatro e video-game.

Ruína de Durin[editar | editar código-fonte]

A Ruína de Durin ou Perdição de Durin, na obra de Tolkien, é um Balrog, e portanto Maia, que tem papel de destaque no primeiro volume da série O Senhor dos Anéis.

Conta-se que Morgoth, o Primeiro Senhor do Escuro, atraiu alguns Maiar para seu serviço, e os corrompeu, tornando-os Balrogs, Flagelos do Fogo. Durante uma grande guerra, a Guerra da Ira, a maioria dos Balrogs foi derrotada, mas alguns conseguiram escapar, e este em questão fugiu para as Montanhas Nebulosas.

Por mais de cinco mil anos o Balrog ficou nas profundezas das montanhas, em Moria, ou Khazad-dûm, o Reino dos Anões. Lá ele ficou, durante a Segunda Era e a maior parte da Terceira Era, até que os mineradores anões de Durin VI, à cata de Mithril o acordaram. Durin foi morto pela criatura, daí o nome Perdição de Durin.

Os Anões tentaram lutar contra ele, mas seu poder era imenso, já que, apesar de tudo, os Balrogs são Maiar, espíritos que surgiram antes do Mundo. Os Anões que sobreviveram foram forçados a fugir, e também os Elfos-silvestres, que correram da criatura que chamaram de "Terror Inominável", não reconhecendo o perigo como sendo um Balrog, e por quinhentos anos Moria ficou entregue à criatura.

Sauron, o servo de Morgoth e Segundo Senhor do Escuro, começou a planejar uma guerra por volta do ano 2480 da Terceira Era, e como parte do plano ele mandou Orcs e Trolls às Montanhas Nebulosas para barrar todos os que quisessem passar. Algumas dessas criaturas chegaram a Moria. Não se sabe se Sauron podia controlar o Balrog, já que ambos são da mesma divisão, Maiar, mas eles provavelmente se aliaram. O Balrog permitiu que orcs e trolls permanecessem em Moria enquanto lá morava, mas Tolkien não menciona se Sauron sabia ou não de sua presença nas montanhas até aquela hora.

A Batalha de Azanulbizar foi a maior batalha de Anões e Orcs, e aconteceu em Moria com vitória dos Anões. No entanto a vitória não significou a reconquista de Moria pois Dáin II, Pé-de-ferro sentiu o terror que o Balrog proporcionava. Apesar da tentativa mal-sucedida de Balin de recolonizar Moria, A Perdição de Durin continuou como uma ameaça ao Reino dos Anões.

Durante a Guerra do Anel, a Sociedade do Anel atravessou Moria em seu caminho para a Montanha da Perdição. Lá encontraram o Balrog na Ponte de Khazad-dûm. O elfo Legolas reconheceu-o imediatamente. Gandalf, o Cinzento, estava lá, e sabendo que o monstro era muito mais poderoso que seus companheiros, ele o desafiou.

É importante saber que Gandalf e o Balrog são seres da mesma ordem, dos Maiar. Quando se enfrentaram, Gandalf quebrou a ponte aos pés do Balrog, mas enquanto este caía, ele brandiu o chicote, que se enrolou aos joelhos do mago, puxando-o para o abismo. Como última ordem, ele mandou que os companheiros fugissem. Depois de uma longa queda, eles aterrissaram num lago subterrâneo, que extinguiu as chamas do Balrog, transformando-o numa criatura lodosa. Esse golpe o enfraqueceu muito. Reconhecendo sua própria fraqueza, o Balrog fugiu, mas Gandalf o perseguiu por oito dias pela lendária Escada Interminável, que muitos consideravam um mito, até o Pico de Celebdil, e àquela altura as chamas do Balrog já estavam reacesas, e seu poder restaurado. Eles lutaram por dois dias e duas noites, mas no fim o Balrog caiu derrotado, quebrando a encosta da montanha com a queda. Gandalf, porém, morreu, mas espíritos superiores aos Maiar, chamados Valar, permitiram que Gandalf, o Cinzento, voltasse à Terra-média, com poderes ainda maiores, e, deixando para trás o nome Cinzento, Gandalf voltou como "o Branco".

Samwise Gamgee[editar | editar código-fonte]

Saruman[editar | editar código-fonte]

Sauron[editar | editar código-fonte]

Scatha[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Scatha foi um dos maiores dragões a infestar as Montanhas Cinzentas do norte. De sua vida pouco é conhecido, exceto que foi morto pelo filho de Frumgar (um ancestral de Eorl) nos primeiros tempos dos Éothéod.

Seu tesouro recuperado foi objeto de grandes disputas entre os homens de Éothéod e os anões daquela região, que exigiam o tesouro como sendo deles. Fram repreendeu suas reivindicações e enviou-lhes os dentes do dragão, com as palavras: "Jóias como estas não podem ser encontradas no seus tesouros, pois são difíceis de encontrar". Desde então houve guerra entre os Éothéod e os anões, e é dito que Fram foi morto por eles.

Entretanto esta disputa foi resolvida (não é dito como), e parece que o povo de Fram manteve pelo menos alguma coisa do tesouro, e o trouxe para o sul quando se mudaram para Rohan. A trombeta que Éowyn deu a Merry Brandebuque após a Guerra do Anel (muitas centenas de anos depois) é dito que pertencera a Scatha.

Shelob[editar | editar código-fonte]

Laracna, a Grande (Shelob no original em inglês), é a aranha gigante que o personagem Samwise Gamgee de O Senhor dos Anéis enfrenta em sua aventura em Cirith Ungol (fronteira de Mordor). Ela ataca Sam após prender Frodo em sua teia e envenená-lo. Sam consegue feri-la usando a Ferroada, espada que Bilbo dera a Frodo e a faz fugir com luz da estrela de Eärendil, presente de Galadriel a Frodo, na despedida de Lothlórien.

J. R. R. Tolkien deixa transparecer que ela é muita antiga, chegou antes de Sauron, e antes da primeira pedra de Barad-dûr, além de ser muito perigosa e poderosa, onde não servira a ninguém a não ser a si própria. É a última filha de Ungoliant, aranha ancestral que ajudou Melkor a destruir as Duas Árvores de Valinor.

Smaug[editar | editar código-fonte]

Tar-Elendil[editar | editar código-fonte]

Foi o quarto rei de Númenor, pai de Tar-Meneldur e filho de Tar-Amandil. Nasceu em 350 da Segunda Era e recebeu o cetro do pai em 590 da Segunda Era.

Seu casamento foi bastante tardio e o primeiro filho foi mulher, Silmarien, que geraria a linhagem dos Senhores de Andúnië. Depois veio Isilmë e finalmente Meneldur.

É no reinado de Tar-Elendil que os navios numenorianos vieram pela primeira vez à Terra-Média.

Reinou por 150 anos e cedeu o cetro ao filho em 740 da Segunda Era, vindo a morrer 11 anos depois, em 751 da Segunda Era.

Tar-Meneldur[editar | editar código-fonte]

Foi o quinto rei de Númenor, filho de Tar-Elendil e pai de Tar-Aldarion. Nasceu em 543 da Segunda Era e tornou-se rei em 740 da Segunda Era. Casou-se com Almarian, filha de Vëantur.

Tar-Meneldur era sábio, mas gentil e paciente. Foi no seu tempo em que o mal começou a crescer na Terra-Média, e Gil-Galad solicitou ajuda de Númenor.

Ele cedeu então o cetro à seu filho em 883 da Segunda Era, de forma repentina e muito tempo antes do tempo devido, porque achava que seu filho estava mais apto para lidar com a ameaça hostil aos Eldar e Dúnedain. Tar-Meneldur morreu em 942 da Segunda Era e governou Númenor por 143 anos.

Telchar[editar | editar código-fonte]

Telchar é um anão de Nogrod nas Ered-Luin, as Montanhas Azuis. Foi um dos melhores ferreiros da Terra Média.

Tilion[editar | editar código-fonte]

Era um Maia designado para conduzir a nave da Lua, carregando uma flor de Telperion, no início da Era do Sol. Também conhecido como Timoneiro da Lua. Fazia parte do grupo de caçadores de Oromë e amava tudo o que era de prata. À noite descansava sob os raios de Telperion em Lórien, junto aos poços de Estë.

Seu nome significa O Provido de Chifres.

Thorin I[editar | editar código-fonte]

Thorin I era o filho de Thráin I, e sucedeu seu pai como rei de Erebor e Rei do povo de Durin. Ele deixou Erebor com a maior parte do seu povo, que se deslocam para o Ered Mithrin. Ele foi sucedido como rei por Glóin.

Thorin II Escudo de Carvalho[editar | editar código-fonte]

Thorin III Elmo-de-Ferro[editar | editar código-fonte]

Thráin I[editar | editar código-fonte]

Thráin I, às vezes chamado de Thráin Antigo, era o filho de Náin I, e sucedeu seu pai como rei de Khazad-dûm. Quando seu pai foi morto pelo Balrog como seu avô Durin VI tinha sido morto antes, Thráin fugiu Khazad-dûm, juntamente com o restante do povo de Durin, migrando para Erebor, que ele fundou no ano 1999 da T.E . Ele foi sucedido como rei por Thorin I.

Thráin II[editar | editar código-fonte]

Thrór[editar | editar código-fonte]

Tar-Amandil[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Tar-Amandil foi o terceiro rei de Númenor, pai de Tar-Elendil e filho de Vardamir. Nasceu no ano 192 da Segunda Era e tornou-se rei em 442 da Segunda Era, embora esse primeiro ano tenha sido virtualmente creditado a Vardamir.

Em 590 da Segunda Era cedeu o cetro a seu filho e morreu em 603 da Segunda Era. Governou Númenor por 148 anos.

Tarcil[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Tarcil foi o sexto rei de Arnor, pai de Tarondor e filho de Arantar. Tornou-se rei em 515 da Terceira Era sucedendo seu pai.

Pereceu em 602 da Terceira Era, tendo governado por 87 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Arantar Tarondor

Tarondor[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Tarondor foi o sétimo rei de Arnor, pai de Valandur e filho de Tarcil, tornou-se rei em 515 da Terceira Era e pereceu em 602 da Terceira Era, tendo governado Arnor por 87 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Tarcil Valandur

Thengel[editar | editar código-fonte]

Thengel, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo sexto rei de Rohan, filho de Fengel e pai de Théoden. Nasceu em 2905 da Terceira Era e foi rei por 27 anos.

Quando tornou-se adulto, mudou-se para Gondor. Em 2943 da Terceira Era, já com 38 anos, casou-se com com a jovem Morwen, de Lossarnach.

Teve cinco filhos, dos quais Théoden foi quem o sucedeu mais tarde como rei de Rohan. Quando seu pai Fengel morreu, os rohirrim o convocaram, e ele retornou a contragosto. Embora falasse a língua de Gondor em sua casa, o que muitos não apreciavam, ele mostrou-se um rei bondoso e sábio. Foi no seu tempo que Saruman se auto-denominou Senhor de Isengard.

Thengel morreu em 2980 da Terceira Era, com 75 anos.

Théoden[editar | editar código-fonte]

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Théoden
Personagem da Terra Média
Raça Homens
Divisão Rohirrim
Família Casa de Eorl
Tiítulos Rei de Rohan
Outros Nomes Théoden, filho de Thengel
Ednew, Senhor do Mark,
tûrac (nome rohanique real)
Arma Herugrim (espada)
Data de Nascimento 2948 da Terceira Era
Data de Falecimento 3019 da Terceira Era
Primeira aparição
em Livro
As Duas Torres
Primeira aparição
em Filme
O Senhor dos Anéis: As Duas Torres
Intérprete Bernard Hill
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Théoden, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo sétimo rei de Rohan, de 2980 à 3019 da Terceira Era (reinou 39 anos).

Filho de Thengel e Morwen, pai de Théodred. Nasceu em 2948 TE. Durante um período da guerra do anel, estava sob o domínio perverso que Saruman exercia através de seu espião Gríma Língua-de-Cobra. Após ser libertado por Gandalf, o rei Théoden liderou, ao lado de Aragorn e seu sobrinho Éomer, a defesa do Forte da Trombeta, no Abismo de Helm, e também a marcha dos Rohirrim à batalha dos Campos de Pelennor, onde acabaria sendo assassinado pelo rei bruxo, um seguidor de Sauron.

Théodred[editar | editar código-fonte]

Théodred é uma personagem do universo fictício da Terra-média criado por J.R.R. Tolkien na mitologia de O Senhor dos Anéis. É filho de Théoden e, rei de Rohan e de Elfhild que morreu durante seu parto. Foi morto na primeira batalha dos Vaus do Isen.

Nascimento: 2978 TE - Morte: 25 de Fevereiro de 3019 TE

Thorin I[editar | editar código-fonte]

Thorin I era o filho de Thráin I, e sucedia se pai no trono de Erebor e como rei dos povos de Durin. Deixou Erebor, deixando para trás grande parte de seu povo indo para Ered Mithrin e foi sucedido por Glóin.

De Durin Deathless à Thorin I

Thranduil[editar | editar código-fonte]

Thranduil
Personagem da Terra Média
Raça élfica
Divisão Elfo silvestre de origem sindar
Família Teleri (Casa de Thranduil)
Tiítulos Rei dos Elfos Silvestres da Floresta das Trevas
Data de Nascimento Primeira Era
Data de Falecimento desconhecido
Primeira aparição
em Livro
O Hobbit (1937)
Primeira aparição
em Filme
The Hobbit: An Unexpected Journey (2012)
Intérprete Otto Preminger (voz; 1977)
Lee Pace (2012-presente)
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Thranduil, dentro do universo de fantasia criado pelo escritor J. R. R. Tolkien, era um elfo sindar da classe Teleri, Rei da Floresta das Trevas e dos elfos silvestres. No livro, O Hobbit, é apenas chamado de Rei Élfico da Floresta das Trevas (Elvenking of Mirkwood, no original em inglês) e possui uma participação muito importante na história, inclusive participando da Batalha dos Cinco Exércitos. O personagem também é referido em O Senhor dos Anéis, Contos Inacabados e O Silmarillion. É pai do príncipe Legolas, seu (aparentemente) único filho, outro importante elfo dentro da obra de Tolkien, integrande da Sociedade do Anel. É ainda filho de Oropher, um dos mais antigos elfos Sindar de Doriath.

Tom Bombadil[editar | editar código-fonte]

Tom Bombadil
Personagem da Terra Média
Outros Nomes Iarwain Ben-adar, Forn, Orald
Primeira aparição
em Livro
A Sociedade do Anel (1954)
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Tom Bombadil é um personagem fictício coadjuvante da obra O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien. Um ser muito misterioso e poderoso, que habita com Fruta d'Ouro (A filha do rio) a Floresta Velha, e que conversa com as árvores, as entende, e por elas é ouvido e obedecido. Esse personagem é um dos mistérios de Tolkien, tanto pela sua origem quanto pela própria essência desse misterioso ser. Seria ele Elfo? Ou seria um Anão? Até Tolkien tinha dúvidas. Alguns acreditam que seja Ilúvatar em pessoa. Talvez esse alegre cantor, amante de Fruta d'Ouro, continue como um dos maiores mistérios da obra de Tolkien, embora muitos fãs acreditem que a personagem seja o alterego do próprio autor.

Enredo[editar | editar código-fonte]

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Tom Bombadil tem um papel de coadjuvante em O Senhor dos Anéis, prestando grande ajuda aos hobbits, salvando-os do Salgueiro-homem e hospedando-os junto a Fruta d'Ouro. Tom Bombadil foi um personagem misterioso e superficial, raro na obra de Tolkien, já que não foi um personagem totalmente explorado.

Tolkien impôs nele um significado mais profundo: ele representaria as florestas inglesas que desapareciam rapidamente à época. O Um Anel não fazia efeito nele, e quem colocava o anel não se tornava invisível aos seus olhos. Ele é conhecido também por ser o Sem-pai, aquele que, como ele próprio se descreve, viu a primeira gota de chuva, aquele que já estava aqui quando os elfos passaram para o oeste, para Aman.

Sua canção também desperta bastante curiosidade, pois possui o poder de fazer acontecer o que está contido na letra. Lembra, em sua essência, a Ainulindalë. Por tratar-se de um ser poderoso, mas de origem incerta, é possível que se trate de um Valar (evidentemente, com um codnome humano) que tenha ficado na Terra-Média, e ainda possui resquícios do poder da Sinfonia Maravilhosa, embora no Sillmarillion não haja informações sobre um valar que permaneceu na terra média e provavelmente, se for um valar, voltou na derrocada de Sauron, quando numenör foi destruída por ordem de Illuvatar, embora essa suposição seja infundada.

Também já foi chamado de Iarwain Ben-adar, o mais antigo e sem pai. É chamado pelos anões de Forn e pelos homens do Norte de Orald. Além de inúmeros outros nomes.

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Trívia[editar | editar código-fonte]

Tom Bombadil surgiu a partir de um boneco de um dos filhos de Tolkien que por alguma razão estava no vaso sanitário. O irônico é que nas Aventuras, Tom Bombadil conhece e vive com Fruta d'Ouro, a ninfa das águas, e Filha-do-rio.

Uinen[editar | editar código-fonte]

E uma Maia, a Senhora dos Mares, que consegue controlar a ferocidade do seu esposo, Ossë, outro Maia. É criada de Ulmo, e os Númenorianos a reverenciavam como se fosse uma Valië.

Ulmo[editar | editar código-fonte]

Ulmo, nas obras de Tolkien, era o vala das águas, defendia a liberdade de elfos, único dos Valar que não se casou. Ajudou na construção de Gondolin e mandou notícias de sua queda. Raramente saía do mar, tinha três servos que o ajudavam com as ondas do mar: Ossë, Uinen, e Salmar.

Vairë, a Tecelã[editar | editar código-fonte]

É uma Valië, esposa de Mandos, e responsável por tecer a história do Mundo.

Embora não muito poderosa ou prestigiada como outros, suas "redes de histórias" cobrem os Salões de Mandos, onde aparentemente vive. Em Etymologies (Etimologias, livro de Tolkien), o equivalente Noldorin de seu nome é Gwǐr.

Valandil[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Valandil foi o terceiro rei de Arnor, pai de Eldacar e quarto filho de Isildur. Por ser criança durante a batalha de Dagorlad, Valandil ficara em Valfenda. Como Isildur e seus três filhos mais velhos morreram nos Campos de Lis, Valandil permaneceu sob os cuidados de Elrond até poder governar. Muitos Dúnedain haviam tombado em Dagorlad, Mordor e nos Campos de Lis, de forma que já não havia tantos para povoar a terra e manter todos os prédios construídos por Elendil.

Tornou-se rei no ano 10 da Terceira Era e pereceu em 249 da Terceira Era, tendo governado Arnor por 239 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Isildur Eldacar

Valandur[editar | editar código-fonte]

Dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, Valandur foi o oitavo rei de Arnor, pai de Elendur e filho de Tarondor. Tornou-se rei em 602 da Terceira Era e pereceu em 652 da Terceira Era, tendo governado Arnor por 50 anos.

Precedido por: Lista dos Reis de Arnor Sucedido por:
Tarondor Elendur

Vána[editar | editar código-fonte]

Vána, , a Sempre-jovem é o nome de um personagem ficcional da obra de J.R.R.Tolkien.

Ela é uma Valië, chamada de "Sempre-jovem". É a irmã mais jovem de Yavanna e esposa de Oromë. Mora nos jardins repletos de douradas flores e freqüentemente vem às florestas de Oromë. No Quenya primitivo Banā; no Velho Sindarin Bana.

Varda[editar | editar código-fonte]

Varda Elentári

Nas obras do escritor J.R.R. Tolkien, Varda Elentári a Inflamadora, é o nome da esposa de Manwë, com quem viveu na Taniquetil. É a maior entre as Valië. Também chamada "a Exaltada", "a Altiva", ou "Senhora das Estrelas". Os outros nomes de Varda, enquanto criadora das estrelas, são Elbereth, Elentári e Tintallë (Tintallë pode ser traduzido como Inflamadora, ou Acendedora em Portugal.)[11]

Veneno de Durin[editar | editar código-fonte]

É um Balrog escondido nas minas de ​​Moria, na Terceira Era, que também era chamado de Terror Sem Nome e Chama de Udûn. Esse Balrog foi uma importante figura durante a Guerra do Anel. Nasceu antes da criação de Arda e morreu em 25 de janeiro de 3019 da TE. Governou as Minas de Moria. Utilizava como arma um chicote de fogo e uma espada de fogo. Membro da raça dos Ainur, possuía a altura cinco vezes superior a de um homem.

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Veneno de Durin foi um dos espíritos Maiar que existiam antes da criação do mundo (semelhante a Gandalf e a Saruman), que desceu em Arda com os Valar. Ele acabou por ser seduzido e corrompido por Melkor, tornando-se conhecido como um dos Valaraukar, e então se juntou com os outros Balrogs a serviço de Melkor até o final da Primeira Era. O Balrog conseguiu sobreviver à derrota de Morgoth na Guerra da Ira, e fugiu para o leste e escondeu-se debaixo das Montanhas Sombrias.

Por mais de cinco mil anos, o Balrog hibernou em seu esconderijo profundo nas raízes das montanhas em Khazad-dûm. Ele permaneceu intacto durante a Segunda Era e a maior parte da Terceira Era, antes dos mineiros de Mithril e seu rei, o Rei-anão Durin VI, o acordaram quando eles acabaram escavando muito profundamente. Durin foi morto pela criatura que, a essa altura, se tornou conhecida como Veneno de Durin.

Os anões tentaram lutar contra o Balrog, mas seu poder era muito grande. Apesar de seus esforços para manter Khazad-dûm contra ele, o rei Náin e muitos dos Anões foram mortos e os sobreviventes foram forçados a fugir. Este desastre parece ter atingido também os Elfos silvestres de Lothlórien, muitos dos quais também fugiram do "Terror Sem Nome" (que não foi reconhecido como um Balrog na época). Os elfos começaram a chamar esse lugar de Moria de "O Poço Negro."

Por quinhentos anos, Moria foi deixada para o Balrog. Sauron começou a colocar seus planos para a guerra em pratica por volta do ano 2480 da Terceira Era, e enviou orcs e trolls para as Montanhas Sombrias para barrar todos os passes. Algumas dessas criaturas foram a Moria.

Não está claro quanto ao fato de Sauron poderia ter controlado o Balrog (já que ambos eram Maiar), mas é provável que eles teriam se aliado contra os Povos Livres. O Balrog deixou que os orcs e os trolls permanecessem em Moria quando ele morava lá. Tolkien não menciona se Sauron estava ciente da presença do Balrog anterior a esta época. A Batalha de Azanulbizar foi o clímax da batalha na Guerra dos Anões e Orcs. Aconteceu ante o portão leste de Moria em 2799 da Terceira Era e foi uma vitória para os anões. No entanto, os vencedores não conquistaram Moria, pois Dáin "Pés de Aço" II, depois de ter matado o orc Azog, sentiu o terror causado pelo Balrog no portão. Apesar de uma tentativa de recolonizar Moria por parte de Balin ter acontecido em 2989 da Terceira Era, Veneno de Durin permaneceu uma ameaça no antigo reino dos anões, cuja natureza foi escondido do mundo exterior.

Em janeiro de 3019 da Terceira Era, a Sociedade do Anel viajou através de Moria a caminho de Mordor. Lá, eles encontraram O Veneno de Durin na Ponte de Khazad-dûm. O elfo Legolas imediatamente reconheceu o Balrog, mas o mais importante, o mago Gandalf estava lá. Mesmo sabendo que o Balrog era muito mais poderoso do que o maior dos seus companheiros, Gandalf o desafiou.

Vendo que ambos Gandalf e o Balrog eram Maiar, eles eram seres da mesma ordem. O Balrog atacou primeiro, com sua espada flamejante, que Gandalf destruiu com a espada Glamdring. Gandalf então quebrou a Ponte na frente da criatura, e quando o Balrog avançou para o ataque, ela caiu no abismo. Quando o Balrog caiu ele enroscou seu chicote ao redor do tornozelo de Gandalf, arrastando-o junto consigo no abismo. Quando o grupo o olhou com um grito de horror, Gandalf apenas disse: "Corram, seus tolos!" e caiu no abismo junto com o Balrog.

Após uma longa queda, os dois cairam em um lago subterrâneo, que extinguiu as chamas do corpo do Balrog, enfraquecendo-o muito. No entanto, tornou-se uma "coisa de lodo, mais forte que uma serpente estranguladora". Gandalf lutou contra ele, e eventualmente o Balrog fugiu, Gandalf o perseguiu até chegarem ao pico de Zirak-zigil, ou Celebdil, altura em que as chamas corporais do Balrog foram renovadas, restaurando grande parte do seu poder. Começando em 23 de janeiro, eles lutaram em um duelo conhecido como a Batalha do Pico. Dois dias depois, Gandalf prevaleceu e matou o Balrog, lançando-o nas montanhas abaixo. Embora Gandalf tenha derrotado o demônio, ele mesmo morreu no processo, mas mais tarde foi enviado de volta pelos Valar (ou provavelmente por Eru Ilúvatar) como Gandalf, o Branco. Este foi um triunfo significativo para Gandalf e um possível fator crucial para vencer a Guerra do Anel, uma vez que se Sauron e/ou Saruman haviam, de alguma forma, encontrado uma maneira de aliar-se com o Balrog, toda a região norte da Terra-Média, se não toda Terra-Média em si, teria caído nos poderes combinados dos três Maiar das Trevas.

O destino final do Veneno de Durin não é conhecido, já que apenas a sua forma física morreu, semelhante à forma como Saruman e Sauron foram mortos, mas seus espíritos permaneceram. Portanto, é possível que o espírito do Balrog ainda vagueie pela Terra-média, fraco e impotente. Também é desconhecido se esse Balrog era o último de sua espécie, ou se houvesse outros Balrogs que conseguiram escapar da Guerra da Ira, que permanecem ocultos em lugares distantes e esquecidos.

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Walda[editar | editar código-fonte]

Walda, dentro das obras de fantasia criadas por J.R.R. Tolkien, foi o décimo segundo rei de Rohan, pai de Folca e filho de Brytta.

Walda nasceu em 2780 da Terceira Era e tornou-se rei em 2842 da Terceira Era, aos 62 anos de idade. Foi morto com todos os seus companheiros numa cilada armada por orcs, em 2851 da Terceira Era. Reinou por apenas nove anos.

Yavanna Kementári[editar | editar código-fonte]

Yavanna Kementári
Yavanna
Personagem da Terra Média
Raça Ainur
Divisão Valië, Aratar
Família Irmã de Vána, mulher de Aulë
Tiítulos "Rainha da Terra"
Outros Nomes Yavanna Kementári, Palúrien
Arma Poderes dos Valar
Data de Nascimento Antes da criação de Arda
Data de Falecimento Imortal
Primeira aparição
em Livro
O Silmarillion (1977)
Personagems Criados por J.R.R. Tolkien


Yavanna Kementári é um personagem fictício da obra O Silmarillion de J. R. R. Tolkien. Yavanna Kementári, a Provedora de Frutos, é a Valië da terra e seu poder só é superado pelo de Varda Elentári. Criou todas as árvores e todos os animais. Suas mais belas obras foram as árvores que posteriormente dão origem ao Sol e à Lua. Destas árvores veio a luz das Silmarils. Em uma das línguas criadas por Tolkien, Kementári significa "Rainha da Terra".

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]