Fujiwara no Teika

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Fujiwara no Teika por Kikuchi Yōsai (菊池容斎)

Fujiwara no Teika (em japonês: 藤原定家), também conhecido por Fujiwara no Sadaie ou Sada-ie,[1] [2] (1162 – 26 de setembro, 1241) foi um poeta, crítico,[3] calígrafo, novelista,[4] antologista, escriba,[5] e estudioso japonês do fim da era Heian e início do período Kamakura. Sua influência foi enorme e ele é considerado ainda hoje entre os maiores[6] poetas japoneses, e talvez o maior mestre da forma waka - uma forma poética antiga consistindo de cinco linhas com um total de 31 sílabas.


Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. "Sadaie" é uma outra leitura de 定家; "…há um outro problema na romanização do nome. Teika provavelmente referia-se a si mesmo como Sadaie, e seu pai provavelmente chamava-se a si mesmo de Toshinari, mas as versões sino-japanesas de seus nomes eram usadas por seus contemporaneos, e esta prática ainda é observada." pg 681-692, nota 2 of Seeds in the Heart: Japanese Literature from Earliest Times to the Late Sixteenth Century, Donald Keene. 1999, Columbia University Press, ISBN 0-231-11441-9
  2. pg 147 de Woman poets of Japan, 1977, Kenneth Rexroth, Ikuko Atsumi, ISBN 0-8112-0820-6; publicado anteriormente como The Burning Heart pela The Seabury Press.
  3. "A alta qualidade da teoria poética (karon) nesta época depende principalmente dos escritos poéticos de Fujiwara Shunzei e seu filho Teika. Os outros teóricos de tanka, estimulados por pai e filho tanto a concordar quanto a refutar, também contribuiram ao alto nível de teoria poética, mas podemos dizer que Shunzei e Teika foram os mais representativos de sua época." Esta afirmação vem de Odagiri Hideo na pg 10 de su "Nihon ni okeru bungei hyōron no seiritsu" (O surgimento da crítica artística no Japão), pub. por Geijutsuron-shū ("Coleção de Discussões de Arte"), Tokyo 1962; veja a revisão de Shun'ichi H. Takayanagi do Japanese Court Poetry por Robert H. Brower e Earl Miner em Monumenta Nipponica, Vol. 18, No. 1/4. (1963), pp. 352-364. [1]
  4. It is generally believed that Teika wrote the Tale of Matsura
  5. "Durante seus últimos anos Teika parece ter escrito pouca poesia, mas estav engajado em copiar manuscritos, especialmente dos trabalhos principais da literatura Heian. Não é exagero dizer que o que sabemos da literatura da época de Teika e da literatura anterior a ele é na sua maior parte o que ele achava que devia ser preservado" pg 673-674 of Seeds in the Heart.
  6. "A figura única mais influente na história da poesia japonesa clássica, Fujiwara Teika (ou Sadaie) 1162-1241, era o árbitro supremo da poesia de sua época, e por séculos após sua morte foi tido em veneração religiosa tanto por poetas waka quanto renga." Robert H. Brower. Monumenta Nipponica, Vol. 40, No. 4. (Winter, 1985), pp. 399-425. [2]).
    • Charles Murray, in his Human Accomplishment, ranks Teika as the 17th most influential figure in all of Japanese literature based on his analysis of academic research on Japanese literature. "Fujiwara no Teika....is one of the four greatest Japanese poets. The son of Shunzei, Teika lived to an advanced age constantly plagued by both recurring illness and reverses and advances in his family's fortunes. Similarly, his poetry and critical writings also underwent a series of changes in the course of his life, leaving behind the most substantial and intense poetic legacy by a single poet in Japanese history."[3]
    • "Teika's unique reputation rested in part upon his accomplishment as the leading figure among the many fine poets of the Shinkokin Jidai, the period of fifty-odd years in the late twelfth and early thirteenth centuries when revival and innovation in the native poetry were exemplified in Shin Kokinshū, c. 1204, the eighth, and in many respects the greatest, of the imperially sponsored anthologies of classical verse. As one of the six compilers of the anthology, and with forty-six of his poems included in it, Teika stood at the forefront of the younger and more innovative poets of his day, and his various experiments with diction, rhetoric, and figurative language, as well as with new styles, modes, and aesthetic effects, were widely imitated by his contemporaries. After his death, his quarreling descendants were recognized as the ultimate authorities on all poetic matters, and through them Teika's influence pervaded six hundred years of Japanese poetic history." Extract from "Fujiwara Teika's Maigetsusho" by Robert H. Brower, Monumenta Nipponica, Vol. 40, No. 4. (Winter, 1985), pp. 399-425.
    • Donald Keene writes, "…is the diary of Fujiwara Teika (1162-1241), a man equally celebrated as poet, critic, and editor." pg 95, Keene 1989

Ligações externas[editar | editar código-fonte]