Funiculì funiculà
| "Funiculì funiculà" | |
|---|---|
| Canção por Mario Lanza | |
| Publicação | 1880 |
| Gênero | Folclórica |
| Letrista(s) | Peppino Turco |
| Composição | Luigi Denza |
"Funiculì, Funiculà" é o nome de uma canção famosa escrita pelo jornalista, poeta e cantautor italiano Giuseppe 'Peppino' Turco e musicada por Luigi Denza em 1880. Ela foi composta para celebrar a abertura do primeiro bonde ou funicular (em italiano: funicolare) do Monte Vesúvio, em 1879. Foi cantada pela primeira vez em Castellammare di Stabia no Hotel Quisisana no dia 6 de junho de 1880 e se tornou um grande sucesso. No mesmo ano, foi apresentada por Turco e Denza no Festival de Piedigrotta1 2 .
Índice |
[editar] Plágio involuntário
Seis anos após Funiculì, Funiculà ter sido criada, o compositor alemão Richard Strauss escutou essa música quando viajava pela Itália. Imaginando tratar-se de uma canção folclórica, ele incorporou-a em sua sinfonia Aus Italien. Denza abriu um processo contra ele e ganhou, forçando Strauss a pagar-lhe royalties todas as vezes em que Aus Italien fosse executada em público.3
[editar] Letra original (em dialeto napolitano)
Aieressera, oì nanninè, me ne sagliette,
tu saie addò tu saie addò
Addò 'stu core 'ngrato cchiù dispietto farme nun pò!
Addò lo fuoco coce, ma si fuie
te lassa sta!
E nun te corre appriesso, nun te struie, 'ncielo a guardà!...
Jammo, jammo 'ncoppa, jammo jà,
funiculì, funiculà!
Nè... jammo da la terra a la montagna! no passo nc'è!
Se vede Francia, Proceta e la Spagna...
Io veco a tte!
Tirato co la fune, ditto 'nfatto,
'ncielo se va..
Se va comm' 'à lu viento a l'intrasatto, guè, saglie sà!
Jammo, jammo 'ncoppa, jammo jà,
funiculì, funiculà!
Se n' 'è sagliuta, oì nè, se n' 'è sagliuta la capa già!
È gghiuta, pò è turnata, pò è venuta...
sta sempe ccà!
La capa vota, vota, attuorno, attuorno,
attuorno a tte!
Sto core canta sempe
nu taluorno
Sposammo, oì nè!
Jammo, jammo 'ncoppa, jammo jà,
funiculì, funiculà!
[editar] Tradução para o português
Ontem à tarde, oi Aninha, eu fui,
sabes para onde, sabes para onde?
Para onde este coração ingrato não pode me desprezar mais!
Onde o fogo queima, mas se tu foges
ele deixa estar!
E não te persegue, não te consome,para que vejas o céu!...
Vamos juntos, vamos lá,
de funicular, subindo de funicular!
Vamos do sopé à montanha, Aninha! Sem (termos de) caminhar!
Podes ver a França,a Prócida e a Espanha...
e eu vejo a ti!
Puxados por uma corda, antes de nos darmos conta,
vamos para o céu...
Vamos rápidos como o vento e de repente, já saímos!
Vamos juntos, vamos lá,
de funicular, subindo de funicular!
Subimos, Aninha, já chegamos ao topo!
(O funicular) Foi, e retornou, e voltou novamente...
Está sempre aqui!
O topo gira, gira, ao redor, ao redor,
ao redor de ti!
Este coração canta sempre
e não é arrogante
Vamos nos casar, Aninha!
Vamos juntos, vamos lá,
de funicular, subindo de funicular!
Traduzido com ajuda do dicionário da "Storia di Napoli" [1]
[editar] Referências
- ↑ http://www.portanapoli.com/Ita/Cultura/canzone-napoletana/funiculi.html História da música e letras no dialeto napolitano e em italiano.
- ↑ http://www.vesuvioinrete.it/news/20082001.htm Texto em italiano que conta a história da criação da música.
- ↑ http://en.wikipedia.org/wiki/Funiculi_Funicula Este trecho foi traduzido diretamente da Wikipédia em inglês.