Gêmeo parasita
Gêmeo parasita1 2 ou também chamado fetus in fetu3 é um caso muito raro no qual um feto não viável ou mal formado é englobado pelo feto do seu gêmeo com desenvolvimento normal4 5 , em geral alojando-se no abdômen ou na cavidade retroperineal. Acredita-se que ocorre um caso a cada 500 mil nascimentos6 e há menos de 100 casos citados pela literatura em todo o mundo3 .
A maior parte dos gêmeos parasitas apresenta anencefalia, mas podem ter membros e a coluna vertebral. Os fetos dos gêmeos iniciam o crescimento de modo paralelo mas o gêmeo parasita tem o crescimento interrompido por um defeito ou pela dominância vascular de seu par3 .
A maior parte dos casos torna-se evidente nos primeiros anos de vida. Apesar de ser considerado benigno o tratamento é a remoção cirúrgica do gêmeo parasita6 7 .
Ver Também[editar]
Referências
- ↑ Menino de 3 anos tem gêmeo parasita em sua barriga. Vírgula (30 de janeiro de 2012). Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Fátima Mariano (26 de novembro de 2010). Bebê com gêmeo parasita é operado com êxito nos EUA. Jornal de Notícias. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ a b c Ajay N. Gangopadhyay, Arvind Srivastava, Punit Srivastava, Dinesh K. Gupta, Shiv P. Sharma1 e Vijayendra Kumar (25 de março de 2010). Twin fetus in fetu in a child: a case report and review of the literature. Journal of Medical Case Reports. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Katherine Neer. Como funcionam os gêmeos. Como Tudo Funciona. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Man With Twin Living Inside Him -- A Medical Mystery Classic. ABC News (23 de agosto de 2006). Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ a b Akhtar Murtaza, Chandak Kanhaiya, Mahore Sadhna, Maimoon Sabiha (19 de janeiro de 2010). Fetus in Fetu: A Rare Presentation in an Adult Female. Oman Medical Journal. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.
- ↑ Jay L. Grosfeld, Donald S. Stepita, Walter E. Nance, e Catherine G. Palmer (julho de 1974). Fetus-in-Fetu: An Unusual Cause for Abdominal Mass in Infancy. Annals of Surgery. Página visitada em 22 de fevereiro de 2012.