GRES Unidos de Lucas

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Unidos de Lucas
Lucas 2007 acesso B 050.jpg
Unidos de Lucas
Fundação 1º de maio de 1966 (45 anos)
Cores Vermelho e ouro
Símbolo Galo de Ouro
Bairro Parada de Lucas
Presidente Anivaldo Fernandes
Presidente de honra Agnaldo Timóteo
Carnavalesco Lelê
Intérprete oficial Cidinho e Maneco de Lucas
Diretor de carnaval Kátia Moutinho
Diretor de harmonia Damião
Diretor de bateria Mestre Orelha
Rainha da bateria Vânia Garcês
Madrinha da bateria Kátia Botelho
Mestre-sala e porta-bandeira Fabinho e Tuany
Coreógrafo Comissão de Carnaval
Desfile de 2013
Enredo A definir
Site www.unidosdelucas.com.br

Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Lucas é uma escola de samba do cidade do Rio de Janeiro, fundada a 1 de maio de 1966. Está localizada no bairro de Parada de Lucas.[1][2]

Índice

[editar] História

A Unidos de Lucas surgiu da fusão das escolas de samba : Aprendizes de Lucas, fundada a 15 de novembro de 1932, e Unidos da Capela, fundada a 15 de janeiro de 1933, que foi campeã do carnaval em 1950 e 1960.[1]

Com a queda da Unidos da Capela para o segundo grupo, no ano de 1966, as duas escolas se uniram surgindo a Unidos de Lucas, a "Galo de Ouro da Leopoldina". São fundadores D’artang Alves Campos (Businfa), Marco Aurélio Guimarães (Jangada), Asteclíneo Joaquim da Silva, Flogentino dos Santos (Morenito), Herlito Machado da Fonseca (Tolito), entre outros.[1]. a intenção era boa, mas o resultado não foi o esperado, pois o que fazia do bairro um dos principais destaques da tradicional folia carioca era justamente a rivalidade entre os Aprendizes de Lucas e a Unidos da Capela, que, a partir da junção, deixou de existir. Até mesmo as cores defendidas pelos sambistas das duas agremiações não existiam mais. Assim um grande número dos que eram fanáticos pelo verde e branco do Aprendizes de Lucas migraram para o Império Serrano. O mesmo se deu com os fanáticos pelo azul e branco da Unidos da Capela que se transferiram para a Portela. em 1967, a Unidos de Lucas fez sua estreia com o enredo sobre os festejos mais relevantes da história do Rio, do carnavalesco Clóvis Bornay. As festas descritas no enredo foram a Festa das Canoas, Batuque, as Congadas, Festa do Divino, Festa da Penha e Festa da Glória.

Em 1968, a escola emplacou um dos mais belos sambas-enredo de todos os tempos, segundo os especialistas. Sublime Pergaminho se tornou um clássico e foi inclusive gravado por Martinho da Vila. no ano seguinte, em 1969, com o enredo "Rapsódia Folclórica", a Unidos de Lucas teve o seu primeiro tropeço no carnaval e foi rebaixada. A escola fez alusões às diversas manifestações culturais do Brasil. Começou pelo bumba-meu-boi, passou pelo maracatu, contou lendas amazônicas, o negrinho do Pastoreiro, o príncipe Obá e terminou com as pastorinhas da Bahia. Entre as alegorias, a de um elefante de 3,80 metros, simbolizando o maracatu-elefante, com figuras representando estátuas de ouro. Clóvis Bornay foi colaborar com a Portela, mas deixou o parceiro Fábio Mello como carnavalesco principal. Elizeth Cardoso não desfilou, devido a morte recente de sua mãe. A escola viveu horas dramáticas antes o início do desfile, pois a fantasia dos integrantes da bateria não ficara pronta. Verificando que a escola não podia desfilar, um de seus diretores saiu em campo atrás de ritmistas, conseguindo arranjar a tempo dois bons contingentes dos blocos Canarinho das Laranjeiras e Vai se quiser, que já se haviam apresentado na noite anterior, durante os desfiles dos blocos.

Pelo segundo grupo, em 1970, a escola trouxe a arte barroca como enredo, mas decepcionou ao fazer um desfile morno na avenida, ficando na 10º colocação. No ano seguinte, 1971, entretanto, prestou uma justissima homenagem a Pixinguinha, Donga e João da Baiana, que lhe rendeu o vice-campeonato e a chance de voltar a disputar o primeiro grupo no ano seguinte. em seu retorno ao primeiro grupo, 1972, a escola decepcinou ao levou um enredo em apologia ao regime militar. A escola contou os mares brasileiros, ampliados pelo governo, em 200 milhas, exaltando a Marinha Mercante e a Sudepe. A escola ficou em 11º lugar e foi novamente rebaixada. no segundo grupo, em 1974, a escola homenageou sua madrinha, a cantora Elizeth Cardoso, a mulata maior a que alude o enredo. Foi novamente vice-campeã, subindo de grupo. no ano de 1975, a escola voltava ao primeiro grupo. A Unidos de Lucas abriu o desfile pontualmente falando das cidades históricas mineiras, suas belezas, seus amores e tradições. A cantora Elizeth Cardoso levou um tombo quase junto às câmeras da televisão. Agnaldo Timóteo puxou o samba na avenida. A escola passou fria, teve problemas com a evolução, e apresentou alegorias e fantasias pobres. As dificuldades de concentração e dispersão na Avenida Presidente Antônio Carlos foram o motivo alegado para o não-rebaixamento da escola.

O carnaval de 1976 marca a última passagem da Unidos de Lucas na elite do carnaval. A escola apresentou um desfile modesto, praticamente sem alegorias. O enredo "Mar baiano em noite de gala", criado pelo carnavalesco Max Lopes, tratava de uma visão da comemoração na Bahia da Festa de Iemanjá, no dia 2 de fevereiro, criada por uma colônia de pescadores. A escola desfilou compacta e o samba estava na boca de todo mundo. Um dos destaques, Elke Maravilha, desfilou dentro de uma concha. Elizeth Cardoso, desa vez, veio em um carro alegórico. No ano seguinte, 1977, a Unidos de Lucas lembrou a insurreição do Queimado, considerada o maior símbolo de resistência à escravidão no Espírito Santo, que aconteceu em 16 de março de 1846 na antiga freguesia de São José dos Queimados. Em 1978, a Unidos de Lucas desenvolvu seu enredo de raízes da cultura negra em três partes. A primeira mostrou a vida das nações africanas, com estandarte, máscaras, guerreiros e feiticeiros, bem como o aprisionamento e o tráfico dos escravos no Brasil colonial, já em processo de assimilação com o branco, surgindo as sinhás, os sinhões, os capatazes, os feitores e os capitães do marto. A segunda, mostrou a umbanda com pretas velhas, pretos velhos, caboclos, os orixás do candomblé e as mães de santo e iaôs que representam a integração dos cultos e das religiões. Por último, mostrou a herança cultural dos africanos através da indulgência no ritmo do samba que chega até o carnaval e as escolas de samba. Em 1979, a Unidos de Lucas retratou o Brasil através do documentário iconográfico de Debret, com algumas passagens da Viagem Pitoresca ao Brasil. A escola apresentou três alegorias: o passeio da nobreza, a chegada da Princesa Leopoldina e a coroação de D. Pedro I. As cores da escola foram bem exploradas no desfile.

Durante a década de 80, a Unidos de Lucas apresentou bons carnavais mo segundo grupo, mas não tiveram o êxito desejado, pelo baixo poder aquisitivo da escola. Nessa época, o samba-enredo da escola foi premiado por duas vezes pelo Estandarte de Ouro do jornal O Globo: em 1982, por “Lua Viajante”, e em 1983, por “Senta que o Leão é Manso”. em 1982, A escola homenageou Luiz Gonzaga, que desfilou em um carro alegórico. Até Exu, cidade natal do homenageado, foi lembrada em uma alegoria dourada.

Em 1983, a Unidos de Lucas fez um bom desfile, cantando, em sete quadros muito bem distribuídos no desfile, a história dos tributos no Brasil. O abre-alas apresentou a caravela comandada por Cabral. Ouro carro trouxe a figura gigantesca do Leão do Imposto de Renda sentado com um garfo na pata. A escola evoluiu muito bem, sambando e cantando com muita vontade ao som da excelente bateria.

Em 1984, a Unidos de Lucas encerrou o desfile, com sol forte e calor, para contar os diversos tipos de danças encontrados no país: ciranda, frevo, baião, jongo, lundu, maracatu, fandango, bomba meu boi e o samba de salão. A comissão de frente era formada pela velha guarda elegantemente vestida, de terno preto e cartola. Um dos destaques foi o carro do Maracatu, que apresentava elefante branco.

Em 1985, a Unidos de Lucas veio com um tema político, do carnavaleco Luiz Fernando Reis, com ênfase em assuntos polêmicos como voto direto, reforma agrária, endividamento externo, desvalorização da moeda e desemprego. Com excesso de tripés e falta de componentes, o desfile ficou aquém do esperado. Criativa, apesar da visível falta de recursos financeiros, a escola satirizou essa gente brasileira que vive na dependência de gente americana.

Em 1986, a Unidos de Lucas aproveitou o ano de copa do mundo para falar do futebol, destacando os clubes cariocas, Mané Garrincha, Pelé e João Saldanha. O enredo do cronista esportivo Luis Orlando foi defendido com garra pelos componentes, mas a escola desfilou com alegorias e fantasias modestas.

De 1987 a 1989, a escola consecutivamente ficou em 3º lugar, a uma classificação de voltar a elite do samba. Em 1987, a escola prestou uma homenageam a Vinicius de Moraes. A homenagem só não foi perfeita porque o carro "A Arca de Noé" quebrou. Outro problema enfrentado pela escola foi criado exatamente pelo excesso de alegorias. No ano seguinte, 1988, o homenageado foi Ataulfo Alves. Em 1989, a escola encerrou os desfiles do segundo grupo, desta vez prestando homenagem às irmãs Linda e Dircinha Batista. A comissão de frente foi composta por integrantes da velha-guarda. O galo de ouro, símbolo da agremiação, destacou-se no abre-alas, que contou ainda com as ilustres presenças de Elizeth Cardoso, Hermínio Belo de Carvalho e Neguinho da Beija-Flor. A partir da década de 90, a escola apresentou uma trajetória irregular, chegando a ser rebaixada para os grupos inferiores, afastando-se da Marquês de Sapucaí, palco dos principais grupos das escolas de samba cariocas.

Comemoração da direção da escola, após a vitória no Grupo de acesso E, em 2011

Em 1990, a Unidos de Lucas homenageou Oscar Niemeyer e teve sérios problemas com suas alegorias. No abre-alas, a escola lembrou o monumento aos operários de Volta Redonda. A seguir, a escola mostrou a construção de Brasília e trouxe até tanque de guerra para o desfile, já que o homenageado era comunista declarado e contra o regime que governava o Brasil. O carnaval foi lembrado com o carro que trazia o símbolo da praça da apoteose. O samba da escola sofreu severes críticas.

Em 1991, a Unidos de Lucas apresentou o enredo sobre a teoria da Grande Explosão que teria dado origem ao Universo. Dos deuses e mitos, a viagem da escola levou ao bang-bang dos dias atuais. O desfile foi marcado pelo uso de materiais alternativos (plásticos, garrafas, etc) e pela preocupação com a preservação do meio ambiente e com o crescimento da violência urbana. Para o ano de 1992, a Unidos de Lucas fez um desfile animado abordando a pirataria aérea e portuária na baía de Guanabara. No ano seguinte, 1993, a escola levou para a avenida o enredo sobre vinho, idêntico ao levado no mesmo grupo pelo Império da Tijuca. em 1994, a Unidos de Lucas homenageou a cidade fluminense de Conservatória, mas veio simples e muito pequena.

Em 1995, a Unidos de Lucas fez uma viagem ao Cais Dourado da Bahia, onde Iaiá preparava seus quitutes, com direiro a pescadores e colonizadores. Os quindis alusivos do enredo simbolizavam as festas da Bahia. O abre-alas da escola representou o Cais Dourado. Os destaques do carro “O mar e sus belezas” vieram no chão, uma vez que o carro quebrou o eixo e não desfilou. Esse desfile marca a última passagem da Unidos de Lucas pela segunda divisão do carnaval carioca. Na apuração, a escola foi rebaixada para o terceiro grupo (Grupo B).

Em 1996, pelo Grupo B, a escola homenageou a Rua da Carioca, mas não se destacou. No ano seguinte, em 1997, a escola contou sua história, exaltando a Unidos da Capela e Aprendizes de Lucas, escolas que se fundiram e a originaram. Infelizmente, a escola, totalmente sem condições financeiras, acabou rebaixada para a quarta divisão do carnaval carioca. A escola voltaria a Sapucaí no carnaval de 2000, com o enredo "Se eu não cumprir promessa, me processa", mais foi novamente rebaixada naquele ano. sua má fase seria contornada com o campeonato do Grupo C em 2003, ano em que homenageou o jogador de vôlei e político Bernard. no retorno à Sapucaí só aconteceria no carnaval de 2004, ano em que exaltou o município de Itaboraí.

Em 2005, reeditou um enredo clássico: Mar Baiano em Noite de Gala, tema apresentado em 1976. O grande sucesso do samba-enredo fez com que o Galo de Ouro optasse por mais uma reedição no carnaval seguinte. O tema escolhido para 2006 foi Lua Viajante (uma homenagem a Luiz Gonzaga), enredo da escola em 1982. No ano de 2007, com um samba inédito, a escola cantou o circo, o samba e o futebol, expressões do povo brasileiro, segundo o enredo. Ficou no 4º lugar, sua melhor colocação desde 1995. para 2008, num enredo falando sobre Teresina, e com sérios problemas em harmonia e evolução, Lucas terminou na última colocação do Grupo de acesso B e é outra vez rebaixada.

Em 2009, Lucas voltou a desfilar no Grupo de acesso C, no seu retorno, o Galo de Ouro abordou um enredo sobre questões ligadas a consciência humana, denominado Mente sadia e corpo sadio. Reciclando a consciência para um mundo melhor, que foi desenvolvido por uma Comissão de Carnaval. A escola terminou o desfile na 12ª colocação com 155,9 pontos, sendo assim rebaixada para o Grupo de acesso D. no ano seguinte, escolheu o enredo Samba, suor e cerveja, mas no entanto caiu mais uma vez, para o Grupo E. Em 2011, o Galo de Ouro escolheu o enredo "Um amor de carnaval". Em uma disputa muito acirrada com a estreante Matriz de São João de Meriti, foi campeã com nota máxima excluindo os descartes e retorna ao Grupo D. Em 2012, sagra-se novamente campeã, do grupo D, retornando ao C em 2013.

[editar] Colocações

Unidos de Lucas
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco
1967 5º lugar 1 Festas tradicionais do Rio de Janeiro[nota 1] Clóvis Bornay
1968 5º lugar 1 História do Negro no Brasil (Sublime Pergaminho) [nota 2] Clóvis Bornay
1969 9º lugar 1 Rapsódia folclórica[nota 3] Clóvis Bornay e Fábio Mello
1970 10º lugar 2 Arte Barroca
1971 2º lugar 2 Tributo às Raízes, Pixinguinha, Donga e João da Baiana
1972 11º lugar 1 Brasil das 200 Milhas Cláudio de Souza
1973 6º lugar 2 Estórias que ouvimos na infância Odail Leocádio
1974 2º lugar 2 Mulata Maior
1975 11º lugar 1 Cidades Feitas de Memórias Odail Leocádio
1976 12º lugar 1 Mar Baiano em Noite de Gala Max Lopes
1977 4º lugar 2
(segunda divisão)
Insurreição do Queimado Odail Leocádio
1978 4º lugar 2
(segunda divisão)
Preta, Preta, Pretinha Gil Ricon e Adilson Madruga
1979 5º lugar 1B
(segunda divisão)
O Rio de Janeiro em Tempo de Debret José Alves do Rio
1980 8º lugar 1B
(segunda divisão)
França, Bumba e Assombrações no Maranhão
1981 3º lugar 1B
(segunda divisão)
O Imperador de Parada de Lucas Carlinhos de Andrade e Roberto Costa
1982 5º lugar 1B
(segunda divisão)
Lua Viajante Carlinhos de Andrade e Roberto Costa
1983 6º lugar 1-B
(segunda divisão)
Senta que o Leão é Manso Carlinhos de Andrade e Roberto Costa
1984 8°lugar 1B
(segunda divisão)
Dança Brasil Luiz Fernando Reis
1985 5°lugar 1B
(segunda divisão)
Essa gente brasileira Luiz Fernando Reis
1986 7°lugar 1B
(segunda divisão)
No ano da Copa, bota no meio Luiz Orlando
1987 3ºlugar 2
(segunda divisão)
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça Ney Roriz e Cid Camilo
1988 3ºlugar 2
(segunda divisão)
Na ginga do samba, aí vem Ataulfo Ney Roriz e Cid Camilo
1989 3ºlugar 2
(segunda divisão)
Estrelas solitárias - Linda e Dircinha Batista Orlando Júnior
1990 8°lugar A
(segunda divisão)
O magnífico Niemeyer Luiz Orlando
1991 5°lugar A
(segunda divisão)
Pare a Big Bang-Bang, Nem Todo Amarelo é Ouro, Nem Todo Vermelho é Sangue Ney Roriz
1992 9ºlugar A
(segunda divisão)
Baía com i Cid Camilo e Sanclair Boiron
1993 12ºlugar A
(segunda divisão)
O galo cantou e Lucas saboreou Leandro Barbosa e Antônio
1994 12ºlugar A
(segunda divisão)
Conservatória, Cidade Serenata, Sambando Na Sapucaí Leandro Barbosa e José do Rio
1995 14ºlugar A
(segunda divisão)
Os Quindins de Yayá Arialdo Vilaça e Gil Gouveia
1996 6ºlugar B
(terceira divisão)
Rua da Carioca, a Mais Carioca do Rio''
1997 12ºlugar B
(terceira divisão)
Capela e Aprendizes, o Galo Canta Sua História Paulo Estabile e Jorge Paula Pinto
1998 4ºlugar C
(quarta divisão)
Manhas, Modas e Manias Cariocas Jairo de Souza
1999 3ºlugar C
(quarta divisão)
Valeu Valença, Valeu Osmar Luiz Fernando Reis
2000 10°lugar B
(terceira divisão)
Se eu não cumprir promessa, me processa!!! Ney Roriz e Fernando Rosa
2001 3°lugar C
(quarta divisão)
Agnaldo Timóteo, filho de Dona Catarina Ney Roriz
2002 3°lugar C
(quarta divisão)
Centenário de Paulo da Portela Jairo de Souza
2003 Campeã C
(quarta divisão)
Bernard do vôlei, uma jornada de sucessos Jairo de Souza
2004 6°lugar B
(terceira divisão)
Da Pedra Bonita, ao resgate social, Itaboraí uma história sem igual Jairo de Souza e Jair Garcia
2005 8°lugar B
(terceira divisão)
Mar baiano em noite de gala (Reedição de 1976) Etevaldo Brandão
2006 5°lugar B
(terceira divisão)
Lua Viajante(reedição de 1982) Comissão de carnaval
2007 4ºlugar B
(terceira divisão)
Circo, samba e futebol. A expressão de um povo Eduardo Silva
2008 14ºlugar B
(terceira divisão)
Piauí, filho do Sol do Equador - Teresina, terra do sonho e do amor Renato Bandeira e Oziene Furtado
2009 12ºlugar RJ-2
(quarta divisão)
Mente sádia e corpo sádio, Reciclando a consciência para um mundo melhor Comissão de Carnaval
2010 13ºlugar RJ-3
(quinta divisão)
Samba, suor e cerveja [nota 4] Comissão de Carnaval
2011 Campeã E
(sexta divisão)
Um amor de carnaval Leandro Mourão
2012 Campeã D Hoje tem alegria? Tem sim senhor... O mundo circense, uma história alegre na Intendente [nota 5] Lelê
2013 C

[editar] Personalidades que desfilam ou já desfilaram na escola

Referências

  1. a b c Samba Rio Carnaval. Lucas. Página visitada em 03/01/2011..
  2. O Batuque. Lucas. Página visitada em 13/01/2011..

Notas

  1. Ladyr Goulart
  2. Carlinhos Madrugada, Zeca Melodia e Nílton Russo
  3. Herlito Fonseca (Tolito), Nélson Pechincha e Zavariz (Ruço)
  4. Compositores: Geraldo Santa Rita, Sidinho, Cosminho da Tia e Milton Salgadinho Intérprete: Sidinho, Pedro Luiz e Maneco de Lucas
  5. Compositores:Geraldo Santa Rita, Luís Carlos, Licínio e Samuka. Intérprete: Sidinho e Maneco de Lucas
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