GRES Unidos de Lucas
| Unidos de Lucas | |
|---|---|
Unidos de Lucas |
|
| Fundação | 1º de maio de 1966 (45 anos) |
| Cores | Vermelho e ouro |
| Símbolo | Galo de Ouro |
| Bairro | Parada de Lucas |
| Presidente | Anivaldo Fernandes |
| Presidente de honra | Agnaldo Timóteo |
| Carnavalesco | Lelê |
| Intérprete oficial | Cidinho e Maneco de Lucas |
| Diretor de carnaval | Kátia Moutinho |
| Diretor de harmonia | Damião |
| Diretor de bateria | Mestre Orelha |
| Rainha da bateria | Vânia Garcês |
| Madrinha da bateria | Kátia Botelho |
| Mestre-sala e porta-bandeira | Fabinho e Tuany |
| Coreógrafo | Comissão de Carnaval |
| Desfile de 2013 | |
| Enredo | A definir |
| Site | www.unidosdelucas.com.br |
Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Lucas é uma escola de samba do cidade do Rio de Janeiro, fundada a 1 de maio de 1966. Está localizada no bairro de Parada de Lucas.[1][2]
Índice |
[editar] História
A Unidos de Lucas surgiu da fusão das escolas de samba : Aprendizes de Lucas, fundada a 15 de novembro de 1932, e Unidos da Capela, fundada a 15 de janeiro de 1933, que foi campeã do carnaval em 1950 e 1960.[1]
Com a queda da Unidos da Capela para o segundo grupo, no ano de 1966, as duas escolas se uniram surgindo a Unidos de Lucas, a "Galo de Ouro da Leopoldina". São fundadores D’artang Alves Campos (Businfa), Marco Aurélio Guimarães (Jangada), Asteclíneo Joaquim da Silva, Flogentino dos Santos (Morenito), Herlito Machado da Fonseca (Tolito), entre outros.[1]. a intenção era boa, mas o resultado não foi o esperado, pois o que fazia do bairro um dos principais destaques da tradicional folia carioca era justamente a rivalidade entre os Aprendizes de Lucas e a Unidos da Capela, que, a partir da junção, deixou de existir. Até mesmo as cores defendidas pelos sambistas das duas agremiações não existiam mais. Assim um grande número dos que eram fanáticos pelo verde e branco do Aprendizes de Lucas migraram para o Império Serrano. O mesmo se deu com os fanáticos pelo azul e branco da Unidos da Capela que se transferiram para a Portela. em 1967, a Unidos de Lucas fez sua estreia com o enredo sobre os festejos mais relevantes da história do Rio, do carnavalesco Clóvis Bornay. As festas descritas no enredo foram a Festa das Canoas, Batuque, as Congadas, Festa do Divino, Festa da Penha e Festa da Glória.
Em 1968, a escola emplacou um dos mais belos sambas-enredo de todos os tempos, segundo os especialistas. Sublime Pergaminho se tornou um clássico e foi inclusive gravado por Martinho da Vila. no ano seguinte, em 1969, com o enredo "Rapsódia Folclórica", a Unidos de Lucas teve o seu primeiro tropeço no carnaval e foi rebaixada. A escola fez alusões às diversas manifestações culturais do Brasil. Começou pelo bumba-meu-boi, passou pelo maracatu, contou lendas amazônicas, o negrinho do Pastoreiro, o príncipe Obá e terminou com as pastorinhas da Bahia. Entre as alegorias, a de um elefante de 3,80 metros, simbolizando o maracatu-elefante, com figuras representando estátuas de ouro. Clóvis Bornay foi colaborar com a Portela, mas deixou o parceiro Fábio Mello como carnavalesco principal. Elizeth Cardoso não desfilou, devido a morte recente de sua mãe. A escola viveu horas dramáticas antes o início do desfile, pois a fantasia dos integrantes da bateria não ficara pronta. Verificando que a escola não podia desfilar, um de seus diretores saiu em campo atrás de ritmistas, conseguindo arranjar a tempo dois bons contingentes dos blocos Canarinho das Laranjeiras e Vai se quiser, que já se haviam apresentado na noite anterior, durante os desfiles dos blocos.
Pelo segundo grupo, em 1970, a escola trouxe a arte barroca como enredo, mas decepcionou ao fazer um desfile morno na avenida, ficando na 10º colocação. No ano seguinte, 1971, entretanto, prestou uma justissima homenagem a Pixinguinha, Donga e João da Baiana, que lhe rendeu o vice-campeonato e a chance de voltar a disputar o primeiro grupo no ano seguinte. em seu retorno ao primeiro grupo, 1972, a escola decepcinou ao levou um enredo em apologia ao regime militar. A escola contou os mares brasileiros, ampliados pelo governo, em 200 milhas, exaltando a Marinha Mercante e a Sudepe. A escola ficou em 11º lugar e foi novamente rebaixada. no segundo grupo, em 1974, a escola homenageou sua madrinha, a cantora Elizeth Cardoso, a mulata maior a que alude o enredo. Foi novamente vice-campeã, subindo de grupo. no ano de 1975, a escola voltava ao primeiro grupo. A Unidos de Lucas abriu o desfile pontualmente falando das cidades históricas mineiras, suas belezas, seus amores e tradições. A cantora Elizeth Cardoso levou um tombo quase junto às câmeras da televisão. Agnaldo Timóteo puxou o samba na avenida. A escola passou fria, teve problemas com a evolução, e apresentou alegorias e fantasias pobres. As dificuldades de concentração e dispersão na Avenida Presidente Antônio Carlos foram o motivo alegado para o não-rebaixamento da escola.
O carnaval de 1976 marca a última passagem da Unidos de Lucas na elite do carnaval. A escola apresentou um desfile modesto, praticamente sem alegorias. O enredo "Mar baiano em noite de gala", criado pelo carnavalesco Max Lopes, tratava de uma visão da comemoração na Bahia da Festa de Iemanjá, no dia 2 de fevereiro, criada por uma colônia de pescadores. A escola desfilou compacta e o samba estava na boca de todo mundo. Um dos destaques, Elke Maravilha, desfilou dentro de uma concha. Elizeth Cardoso, desa vez, veio em um carro alegórico. No ano seguinte, 1977, a Unidos de Lucas lembrou a insurreição do Queimado, considerada o maior símbolo de resistência à escravidão no Espírito Santo, que aconteceu em 16 de março de 1846 na antiga freguesia de São José dos Queimados. Em 1978, a Unidos de Lucas desenvolvu seu enredo de raízes da cultura negra em três partes. A primeira mostrou a vida das nações africanas, com estandarte, máscaras, guerreiros e feiticeiros, bem como o aprisionamento e o tráfico dos escravos no Brasil colonial, já em processo de assimilação com o branco, surgindo as sinhás, os sinhões, os capatazes, os feitores e os capitães do marto. A segunda, mostrou a umbanda com pretas velhas, pretos velhos, caboclos, os orixás do candomblé e as mães de santo e iaôs que representam a integração dos cultos e das religiões. Por último, mostrou a herança cultural dos africanos através da indulgência no ritmo do samba que chega até o carnaval e as escolas de samba. Em 1979, a Unidos de Lucas retratou o Brasil através do documentário iconográfico de Debret, com algumas passagens da Viagem Pitoresca ao Brasil. A escola apresentou três alegorias: o passeio da nobreza, a chegada da Princesa Leopoldina e a coroação de D. Pedro I. As cores da escola foram bem exploradas no desfile.
Durante a década de 80, a Unidos de Lucas apresentou bons carnavais mo segundo grupo, mas não tiveram o êxito desejado, pelo baixo poder aquisitivo da escola. Nessa época, o samba-enredo da escola foi premiado por duas vezes pelo Estandarte de Ouro do jornal O Globo: em 1982, por “Lua Viajante”, e em 1983, por “Senta que o Leão é Manso”. em 1982, A escola homenageou Luiz Gonzaga, que desfilou em um carro alegórico. Até Exu, cidade natal do homenageado, foi lembrada em uma alegoria dourada.
Em 1983, a Unidos de Lucas fez um bom desfile, cantando, em sete quadros muito bem distribuídos no desfile, a história dos tributos no Brasil. O abre-alas apresentou a caravela comandada por Cabral. Ouro carro trouxe a figura gigantesca do Leão do Imposto de Renda sentado com um garfo na pata. A escola evoluiu muito bem, sambando e cantando com muita vontade ao som da excelente bateria.
Em 1984, a Unidos de Lucas encerrou o desfile, com sol forte e calor, para contar os diversos tipos de danças encontrados no país: ciranda, frevo, baião, jongo, lundu, maracatu, fandango, bomba meu boi e o samba de salão. A comissão de frente era formada pela velha guarda elegantemente vestida, de terno preto e cartola. Um dos destaques foi o carro do Maracatu, que apresentava elefante branco.
Em 1985, a Unidos de Lucas veio com um tema político, do carnavaleco Luiz Fernando Reis, com ênfase em assuntos polêmicos como voto direto, reforma agrária, endividamento externo, desvalorização da moeda e desemprego. Com excesso de tripés e falta de componentes, o desfile ficou aquém do esperado. Criativa, apesar da visível falta de recursos financeiros, a escola satirizou essa gente brasileira que vive na dependência de gente americana.
Em 1986, a Unidos de Lucas aproveitou o ano de copa do mundo para falar do futebol, destacando os clubes cariocas, Mané Garrincha, Pelé e João Saldanha. O enredo do cronista esportivo Luis Orlando foi defendido com garra pelos componentes, mas a escola desfilou com alegorias e fantasias modestas.
De 1987 a 1989, a escola consecutivamente ficou em 3º lugar, a uma classificação de voltar a elite do samba. Em 1987, a escola prestou uma homenageam a Vinicius de Moraes. A homenagem só não foi perfeita porque o carro "A Arca de Noé" quebrou. Outro problema enfrentado pela escola foi criado exatamente pelo excesso de alegorias. No ano seguinte, 1988, o homenageado foi Ataulfo Alves. Em 1989, a escola encerrou os desfiles do segundo grupo, desta vez prestando homenagem às irmãs Linda e Dircinha Batista. A comissão de frente foi composta por integrantes da velha-guarda. O galo de ouro, símbolo da agremiação, destacou-se no abre-alas, que contou ainda com as ilustres presenças de Elizeth Cardoso, Hermínio Belo de Carvalho e Neguinho da Beija-Flor. A partir da década de 90, a escola apresentou uma trajetória irregular, chegando a ser rebaixada para os grupos inferiores, afastando-se da Marquês de Sapucaí, palco dos principais grupos das escolas de samba cariocas.
Em 1990, a Unidos de Lucas homenageou Oscar Niemeyer e teve sérios problemas com suas alegorias. No abre-alas, a escola lembrou o monumento aos operários de Volta Redonda. A seguir, a escola mostrou a construção de Brasília e trouxe até tanque de guerra para o desfile, já que o homenageado era comunista declarado e contra o regime que governava o Brasil. O carnaval foi lembrado com o carro que trazia o símbolo da praça da apoteose. O samba da escola sofreu severes críticas.
Em 1991, a Unidos de Lucas apresentou o enredo sobre a teoria da Grande Explosão que teria dado origem ao Universo. Dos deuses e mitos, a viagem da escola levou ao bang-bang dos dias atuais. O desfile foi marcado pelo uso de materiais alternativos (plásticos, garrafas, etc) e pela preocupação com a preservação do meio ambiente e com o crescimento da violência urbana. Para o ano de 1992, a Unidos de Lucas fez um desfile animado abordando a pirataria aérea e portuária na baía de Guanabara. No ano seguinte, 1993, a escola levou para a avenida o enredo sobre vinho, idêntico ao levado no mesmo grupo pelo Império da Tijuca. em 1994, a Unidos de Lucas homenageou a cidade fluminense de Conservatória, mas veio simples e muito pequena.
Em 1995, a Unidos de Lucas fez uma viagem ao Cais Dourado da Bahia, onde Iaiá preparava seus quitutes, com direiro a pescadores e colonizadores. Os quindis alusivos do enredo simbolizavam as festas da Bahia. O abre-alas da escola representou o Cais Dourado. Os destaques do carro “O mar e sus belezas” vieram no chão, uma vez que o carro quebrou o eixo e não desfilou. Esse desfile marca a última passagem da Unidos de Lucas pela segunda divisão do carnaval carioca. Na apuração, a escola foi rebaixada para o terceiro grupo (Grupo B).
Em 1996, pelo Grupo B, a escola homenageou a Rua da Carioca, mas não se destacou. No ano seguinte, em 1997, a escola contou sua história, exaltando a Unidos da Capela e Aprendizes de Lucas, escolas que se fundiram e a originaram. Infelizmente, a escola, totalmente sem condições financeiras, acabou rebaixada para a quarta divisão do carnaval carioca. A escola voltaria a Sapucaí no carnaval de 2000, com o enredo "Se eu não cumprir promessa, me processa", mais foi novamente rebaixada naquele ano. sua má fase seria contornada com o campeonato do Grupo C em 2003, ano em que homenageou o jogador de vôlei e político Bernard. no retorno à Sapucaí só aconteceria no carnaval de 2004, ano em que exaltou o município de Itaboraí.
Em 2005, reeditou um enredo clássico: Mar Baiano em Noite de Gala, tema apresentado em 1976. O grande sucesso do samba-enredo fez com que o Galo de Ouro optasse por mais uma reedição no carnaval seguinte. O tema escolhido para 2006 foi Lua Viajante (uma homenagem a Luiz Gonzaga), enredo da escola em 1982. No ano de 2007, com um samba inédito, a escola cantou o circo, o samba e o futebol, expressões do povo brasileiro, segundo o enredo. Ficou no 4º lugar, sua melhor colocação desde 1995. para 2008, num enredo falando sobre Teresina, e com sérios problemas em harmonia e evolução, Lucas terminou na última colocação do Grupo de acesso B e é outra vez rebaixada.
Em 2009, Lucas voltou a desfilar no Grupo de acesso C, no seu retorno, o Galo de Ouro abordou um enredo sobre questões ligadas a consciência humana, denominado Mente sadia e corpo sadio. Reciclando a consciência para um mundo melhor, que foi desenvolvido por uma Comissão de Carnaval. A escola terminou o desfile na 12ª colocação com 155,9 pontos, sendo assim rebaixada para o Grupo de acesso D. no ano seguinte, escolheu o enredo Samba, suor e cerveja, mas no entanto caiu mais uma vez, para o Grupo E. Em 2011, o Galo de Ouro escolheu o enredo "Um amor de carnaval". Em uma disputa muito acirrada com a estreante Matriz de São João de Meriti, foi campeã com nota máxima excluindo os descartes e retorna ao Grupo D. Em 2012, sagra-se novamente campeã, do grupo D, retornando ao C em 2013.
[editar] Colocações
| Unidos de Lucas | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação | Grupo | Enredo | Carnavalesco | |||||
| 1967 | 5º lugar | 1 | Festas tradicionais do Rio de Janeiro[nota 1] | Clóvis Bornay | |||||
| 1968 | 5º lugar | 1 | História do Negro no Brasil (Sublime Pergaminho) [nota 2] | Clóvis Bornay | |||||
| 1969 | 9º lugar | 1 | Rapsódia folclórica[nota 3] | Clóvis Bornay e Fábio Mello | |||||
| 1970 | 10º lugar | 2 | Arte Barroca | ||||||
| 1971 | 2º lugar | 2 | Tributo às Raízes, Pixinguinha, Donga e João da Baiana | ||||||
| 1972 | 11º lugar | 1 | Brasil das 200 Milhas | Cláudio de Souza | |||||
| 1973 | 6º lugar | 2 | Estórias que ouvimos na infância | Odail Leocádio | |||||
| 1974 | 2º lugar | 2 | Mulata Maior | ||||||
| 1975 | 11º lugar | 1 | Cidades Feitas de Memórias | Odail Leocádio | |||||
| 1976 | 12º lugar | 1 | Mar Baiano em Noite de Gala | Max Lopes | |||||
| 1977 | 4º lugar | 2 (segunda divisão) |
Insurreição do Queimado | Odail Leocádio | |||||
| 1978 | 4º lugar | 2 (segunda divisão) |
Preta, Preta, Pretinha | Gil Ricon e Adilson Madruga | |||||
| 1979 | 5º lugar | 1B (segunda divisão) |
O Rio de Janeiro em Tempo de Debret | José Alves do Rio | |||||
| 1980 | 8º lugar | 1B (segunda divisão) |
França, Bumba e Assombrações no Maranhão | ||||||
| 1981 | 3º lugar | 1B (segunda divisão) |
O Imperador de Parada de Lucas | Carlinhos de Andrade e Roberto Costa | |||||
| 1982 | 5º lugar | 1B (segunda divisão) |
Lua Viajante | Carlinhos de Andrade e Roberto Costa | |||||
| 1983 | 6º lugar | 1-B (segunda divisão) |
Senta que o Leão é Manso | Carlinhos de Andrade e Roberto Costa | |||||
| 1984 | 8°lugar | 1B (segunda divisão) |
Dança Brasil | Luiz Fernando Reis | |||||
| 1985 | 5°lugar | 1B (segunda divisão) |
Essa gente brasileira | Luiz Fernando Reis | |||||
| 1986 | 7°lugar | 1B (segunda divisão) |
No ano da Copa, bota no meio | Luiz Orlando | |||||
| 1987 | 3ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça | Ney Roriz e Cid Camilo | |||||
| 1988 | 3ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Na ginga do samba, aí vem Ataulfo | Ney Roriz e Cid Camilo | |||||
| 1989 | 3ºlugar | 2 (segunda divisão) |
Estrelas solitárias - Linda e Dircinha Batista | Orlando Júnior | |||||
| 1990 | 8°lugar | A (segunda divisão) |
O magnífico Niemeyer | Luiz Orlando | |||||
| 1991 | 5°lugar | A (segunda divisão) |
Pare a Big Bang-Bang, Nem Todo Amarelo é Ouro, Nem Todo Vermelho é Sangue | Ney Roriz | |||||
| 1992 | 9ºlugar | A (segunda divisão) |
Baía com i | Cid Camilo e Sanclair Boiron | |||||
| 1993 | 12ºlugar | A (segunda divisão) |
O galo cantou e Lucas saboreou | Leandro Barbosa e Antônio | |||||
| 1994 | 12ºlugar | A (segunda divisão) |
Conservatória, Cidade Serenata, Sambando Na Sapucaí | Leandro Barbosa e José do Rio | |||||
| 1995 | 14ºlugar | A (segunda divisão) |
Os Quindins de Yayá | Arialdo Vilaça e Gil Gouveia | |||||
| 1996 | 6ºlugar | B (terceira divisão) |
Rua da Carioca, a Mais Carioca do Rio'' | ||||||
| 1997 | 12ºlugar | B (terceira divisão) |
Capela e Aprendizes, o Galo Canta Sua História | Paulo Estabile e Jorge Paula Pinto | |||||
| 1998 | 4ºlugar | C (quarta divisão) |
Manhas, Modas e Manias Cariocas | Jairo de Souza | |||||
| 1999 | 3ºlugar | C (quarta divisão) |
Valeu Valença, Valeu Osmar | Luiz Fernando Reis | |||||
| 2000 | 10°lugar | B (terceira divisão) |
Se eu não cumprir promessa, me processa!!! | Ney Roriz e Fernando Rosa | |||||
| 2001 | 3°lugar | C (quarta divisão) |
Agnaldo Timóteo, filho de Dona Catarina | Ney Roriz | |||||
| 2002 | 3°lugar | C (quarta divisão) |
Centenário de Paulo da Portela | Jairo de Souza | |||||
| 2003 | Campeã | C (quarta divisão) |
Bernard do vôlei, uma jornada de sucessos | Jairo de Souza | |||||
| 2004 | 6°lugar | B (terceira divisão) |
Da Pedra Bonita, ao resgate social, Itaboraí uma história sem igual | Jairo de Souza e Jair Garcia | |||||
| 2005 | 8°lugar | B (terceira divisão) |
Mar baiano em noite de gala (Reedição de 1976) | Etevaldo Brandão | |||||
| 2006 | 5°lugar | B (terceira divisão) |
Lua Viajante(reedição de 1982) | Comissão de carnaval | |||||
| 2007 | 4ºlugar | B (terceira divisão) |
Circo, samba e futebol. A expressão de um povo | Eduardo Silva | |||||
| 2008 | 14ºlugar | B (terceira divisão) |
Piauí, filho do Sol do Equador - Teresina, terra do sonho e do amor | Renato Bandeira e Oziene Furtado | |||||
| 2009 | 12ºlugar | RJ-2 (quarta divisão) |
Mente sádia e corpo sádio, Reciclando a consciência para um mundo melhor | Comissão de Carnaval | |||||
| 2010 | 13ºlugar | RJ-3 (quinta divisão) |
Samba, suor e cerveja [nota 4] | Comissão de Carnaval | |||||
| 2011 | Campeã | E (sexta divisão) |
Um amor de carnaval | Leandro Mourão | |||||
| 2012 | Campeã | D | Hoje tem alegria? Tem sim senhor... O mundo circense, uma história alegre na Intendente [nota 5] | Lelê | |||||
| 2013 | C | ||||||||
[editar] Personalidades que desfilam ou já desfilaram na escola
- Elizeth Cardoso
- Elton Medeiros
- Hermínio Bello de Carvalho
- Selmynha Sorrizo
- Agnaldo Timóteo
- Luiz Gonzaga
- Clóvis Bornay
Referências
Notas
- ↑ Ladyr Goulart
- ↑ Carlinhos Madrugada, Zeca Melodia e Nílton Russo
- ↑ Herlito Fonseca (Tolito), Nélson Pechincha e Zavariz (Ruço)
- ↑ Compositores: Geraldo Santa Rita, Sidinho, Cosminho da Tia e Milton Salgadinho Intérprete: Sidinho, Pedro Luiz e Maneco de Lucas
- ↑ Compositores:Geraldo Santa Rita, Luís Carlos, Licínio e Samuka. Intérprete: Sidinho e Maneco de Lucas