Global Village Telecom

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GVT
Global Village Telecom Holding S.A.
GVT new logo.png
Logotipo da empresa
Slogan Você no futuro, hoje.
Tipo Privada
Gênero Telecomunicações
Fundação 2000
Sede Curitiba, Paraná, Brasil
Áreas servidas  Brasil
Proprietário(s) Telefónica
Presidente Amos Genish
Empregados 17.000
Produtos Comunicação, Telefonia fixa, VoIP, ISP, banda larga, DTH, IPTV
Subsidiárias GVT TV
Lucro Baixa R$ 172,4 milhões (2011)[1]
LAJIR Aumento R$ 363 milhões (2011)[1]
Renda líquida Aumento R$ 3,35 bilhões (2011)[1]
Significado
da sigla
Global Village Telecom
Página oficial gvt.com.br

Global Village Telecom (sigla: GVT) é uma operadora de telecomunicações brasileira. Surgiu em 2000 como resultado de um consórcio formado pela holandesa Global Village Telecom (78%) e as norte-americanas ComTech Communications Technologies (20%) e RSL (2%). Em 30 de setembro de 1999, obteve licença junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Amos Genish é um executivo israelense que veio para o Brasil criar a GVT com o apoio de fundos de investimentos internacionais. Em 2009, vendeu a GVT para a francesa Vivendi, que foi do francês Jean-Bernard Lévy que pediu demissão em 2012.[2] Telefónica compra a GVT por US$ 9.3 bi[3]

História[editar | editar código-fonte]

A GVT está presente no mercado desde 2000, oferece telefonia fixa local e de longa distância nas modalidades residencial e empresarial e Banda Larga, foi primeira operadora de telecomunicações a ingressar no Novo Mercado da Bovespa.

Em 2009, 85% das ações da empresa foram compradas pelo grupo de mídia francês Vivendi SA. Os 15% restantes eram controlados por pequenos investidores, sendo que no começo de 2010 a Vivendi adquiriu tal fatia, detendo 100% das ações em uma OPA na Bovespa.

Foi eleita pelo Great Place to Work Institute (GPTW) como uma das cem melhores empresas para se trabalhar no Brasil.[4]

Em 30 de agosto de 2014, a Vivendi anuncia a venda da GVT para Telefónica de Espanha. [5] Em troca a Vivendi consegue 5,7% da italiana Telecom Italia, da qual a Telefónica é principal acionista.[6]

Produtos e serviços[editar | editar código-fonte]

A GVT é prestadora de serviço de telefonia fixa local e de longa distância nas modalidades residencial e empresarial. Sua área de atuação está concentrada nos estados das regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste, porém atua também nos estados do Acre, Rondônia e Tocantins, além de estar expandindo sua rede para outros lugares.

Oferece também conexão à internet por meio das tecnologias ADSL, ADSL2+, VDSL2 e Fibra Óptica, ou por linha analógica adicional dedicada, bem como, por meio de subsidiárias, é provedora de conteúdo e serviços básicos na Internet (POP) e telefonia VoIP (Vono). Em 2010, em pronunciamento oficial, o presidente da GVT anunciou a inclusão do serviço de TV por assinatura nos pacotes GVT, o que ocorreu no 2º semestre de 2011.

Atualmente as velocidades da GVT são comercializadas nas versões de 5 Mbps (750 Kbps de upload), 10 ou 15 Mbps (ambos com 1 Mbps de upload), 25 Mbps (2 Mbps de upload), 35 Mbps (3 Mbps de upload), 50 Mbps (5 Mbps de upload) e 150 Mbps (15 Mbps de upload), em todos os municípios cobertos pela operadora, exceto nas seguintes localidades: Erechim e Montenegro (Rio Grande do Sul); Paranaguá e Piraquara (Paraná); Porto Velho (Rondônia); Palmas, Taguatinga (Tocantins) e Rio Branco (Acre), que ainda utilizam 1 Mbps (500 Kbps de upload), 3 Mbps (750 Kbps de upload), 5 ou 10 ou 20 Mbps (todos com 1 Mbps de upload).

Em Outubro de 2010, a GVT anunciou a ampliação da sua rede de fibra óptica para ser capaz de oferecer planos de 200 Mbps para clientes residenciais.[7] .

GVT TV[editar | editar código-fonte]

Presente em 146 cidades de 19 estados e no Distrito Federal, a GVT pretende lançar seus serviços de TV por assinatura via satélite (conhecida pela sigla DTH, de direct to home) e via Internet (IPTV) nas principais capitais e em outras grandes cidades do país ainda neste ano. O plano havia sido esboçado ainda em 2010. Em maio deste ano, a empresa divulgou que sua meta, muito ambiciosa, é superar a NET em número de assinantes em dois anos.

O cronograma de lançamento estaria planejado em duas etapas. No quarto trimestre de 2011, seriam atendidas Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife, Campinas, Brasília, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Vitória, Maringá (PR), Florianópolis, Guarulhos (SP) e a região do ABC paulista. Em 2012, numa segunda etapa, o serviço seria estendido às demais cidades onde a operadora já está presente. Essas informações, não oficiais, foram fornecidas por uma fonte que conheceria os planos da operadora, e divulgada na mídia. Oficialmente, a GVT alegou que ainda estudava a lista dos municípios que receberiam os serviços de TV.[8]

A GVT informou que destinaria 12% dos investimentos previstos para 2011 para as operações de TV por assinatura. Ou seja, R$ 220 milhões, de um aporte total estimado de R$ 1,8 bilhão, iriam para esse negócio.

Cobertura[editar | editar código-fonte]

Atualmente, está presente em 20 estados, entre eles Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Tocantins, São Paulo, Sergipe e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. Seguindo um plano de expansão constante e planejado desde fevereiro de 2007 quando abriu capital na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa), apresenta o maior crescimento anual médio do setor de telecomunicações em receitas, margens e novos clientes.

Ingressou em Belo Horizonte em 2007 e hoje atua também em Contagem e Betim (Minas Gerais), Salvador (Bahia) em 2008 e Vitória, Vila Velha e Serra (Espírito Santo) em 2009. Desde novembro de 2009 está operando em Recife e Jaboatão dos Guararapes, em abril de 2010 começou a operar em Fortaleza, João Pessoa e Campina Grande, em fevereiro de 2012 começou a operar em Santa Rita e Junho de 2012 começou a operar Maceió em agosto de 2012 iniciou suas operações em Rondonópolis e Arujá. Totaliza 134 cidades atendidas.

Lista de cidades atendidas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Diogo Ferreira Gomes (1 de março de 2012). GVT tem lucro de R$ 172 mi no quarto tri Exame. Visitado em 12 de março de 2012.
  2. GVT inicia operações com sistema de cobrança inédito info.abril.com.br. Visitado em 31/10/2011.
  3. [1]
  4. Revista Época, n. 588, 24 de agosto de 2009.
  5. [2]
  6. [3]
  7. InfoWester (26 de Outubro de 2010). GVT anuncia redução de preço de banda larga de 15 Mbps e velocidade mínima de 5 Mbps.
  8. [4]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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