Galantamina

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Galantamina
Alerta sobre risco à saúde
Galantamine.svg
Identificadores
Número CAS 357-70-0
PubChem 9651
DrugBank APRD00206
ChemSpider 9272
KEGG D04292
Código ATC N06DA04
Propriedades
Fórmula química C17H21NO3
Massa molar 287.34 g mol-1
Solubilidade muito solúvel em acetona, etanol, clorofórmio
Farmacologia
Via(s) de administração via oral
Metabolismo hepático
Meia-vida biológica 7 h
Excreção renal
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

Galantamina (do latim galantami​num) é um fármaco utilizado no tratamento do Mal de Alzheimer, doença que provoca perda progressiva de memória e alterações comportamentais,[1] de grau leve e moderado. Está aprovada para uso desde 10 de novembro de 2000 no Brasil.[2] A substância ativa é derivada do vegetal alcaloide Galantus nivalis,[3] sendo um inibidor da colinesterase.[4]

Efeitos secundários[editar | editar código-fonte]

A maioria dos efeitos colaterais da galantamina ocorrem com o aumento da dose administrada e vão desaparecendo conforme o organismo se acostuma. Os principais efeitos secundários correspondem a náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e dispepsia.[3]

Mais raramente, pacientes reclamam de tremor, batimentos cardíacos lentos e desmaio.[1]

Precauções[editar | editar código-fonte]

A segurança na utilização na amamentação e gravidez ainda não foi estabelecida. Em caso de Mal de Parkinson, os sintomas podem ser aumentados no uso de galantamina. Como causa relaxamento muscular, pode resultar em depressão respiratória na cirurgia. Inibidores de colinesterase podem interagir com o desempenho de fármacos anticolinérgicos e ao contrário. Devido ao enjoo e a sonolência, operar máquinas torna-se perigoso. Reações alérgicas ao princípio ativo e/ou sua formulação.

Superdose[editar | editar código-fonte]

A superdose deste medicamento causa relaxamento muscular e fasciculações. Podem surgir diversos sinais da ação colinérgica. A atropina pode ser usada como antídoto.[3]

Nomes comerciais[editar | editar código-fonte]

  • Reminyl
  • Razadyne
  • Razadyne ER

Notas e referências

  1. a b Reminyl. Visitado em 08/01/2009.
  2. Aumento da mortalidade em pacientes com déficit cognitivo leve tratados com Galantamina. Visitado em 08/01/2009.
  3. a b c P.R. Vade-Mécum 2005/2006
  4. GALANTAMINA. Visitado em 08/01/2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]