Ganhar a Vida

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Ganhar a Vida (2001) é um filme português de João Canijo.

Três anos depois do êxito de "Sapatos Pretos", João Canijo regressa com um novo filme, "Ganhar a Vida", onde volta a trabalhar com Rita Blanco, que com ele iniciou a sua carreira de actriz há quinze anos, e que aqui tem indiscutivelmente o grande papel da sua carreira, dando corpo a uma mulher a quem um dia a tragédia vem mudar completamente a vida. A seu lado, dois grandes actores que têm sido presença regular no cinema de João Canijo, Adriano Luz e Teresa Madruga, e duas revelações, Alda Gomes e Olivier Leite.

Ficha sumária[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Cidália tem 36 anos, é portuguesa, e vive com a família, marido, irmã e dois filhos, num bairro dos arredores de Paris.

A sua vida resume-se a trabalhar muito, para juntar dinheiro, numa comunidade fechada sobre si própria e que não gosta de dar nas vistas.

Mas uma noite o seu filho mais velho é morto pela polícia, e a sua vida irá mudar para sempre.

Porque não quer aceitar as explicações oficiais, a passividade e a vergonha da sua comunidade, e o sem sentido que descobre na sua vida.

Esta é a história de uma personagem que a vida fará maior que a vida, ao descobrir na tragédia que a trespassa, e na morte que se instala na sua própria família, que o que tem a ganhar é precisamente uma nova vida.

Situada nos arredores de Paris, entre a comunidade portuguesa emigrada em França, esta é a história de Cidália, uma mulher de trinta e poucos anos, que como muitas outras não vive senão para o trabalho, para a família e para juntar dinheiro para um dia voltar a Portugal.

Mas numa madrugada do frio Inverno parisiense, em que tudo parecia correr como habitualmente, a polícia mata o seu filho mais velho, e a partir desse trágico incidente toda a sua vida irá ser posta em causa.

Porque Cidália não se quer resignar com as explicações oficiais, e com a passividade da comunidade portuguesa e a da sua própria família.

E porque, revoltando-se contra tudo e contra todos, e não tendo já nada a perder, Cidália vai afinal acabar por descobrir uma outra vida.

E ganhar, verdadeiramente, a vida.

Ficha artística[editar | editar código-fonte]

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

  • Realizador - João Canijo
  • Fotografia - Mario Castanheira
  • Som - Phillippe Morel
  • Montagem - João Braz
  • Conselheira Artística - Mayanna Von Ledebur
  • Cenários - Mathieu Menut
  • Figurinos - Anne Dunsford-Varenne
  • Música - Alexandre Soares
  • História Original - Pierre Hodgson
  • Argumento e Diálogos - João Canijo e Celline Pouillon
  • Director de Produção - Phillipe Rey
  • Produção - Paulo Branco
  • Uma Co-produção Madragoa Filmes, RTP- Rádio Televisão Portuguesa e Gemini Films

Prémios e nomeações[editar | editar código-fonte]

Prémios[editar | editar código-fonte]

Nomeações[editar | editar código-fonte]

  • Festival de Cannes, França (2001) – Selecção Oficial Un Certain Regard
  • Festival de Toronto, Canadá (2001) – Contemporary World Cinema
  • Festival de Montreal, Canadá (2001) – Nouveau Cinéma, Nouveaux Media
  • Festival de Senef, Coreia do Sul (2002) – Grande Prémio Senef

Outros festivais em que participou[editar | editar código-fonte]

  • St. Paul Trois Château, França (2001)
  • Nice, França (2001) – Festival de Cinema Português
  • Bordéus, França (2001)
  • Frankfurt, Alemanha (2003)
  • Cinemateca de Bolonha, Itália (2003)

Ver também[editar | editar código-fonte]