Garota de programa

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Uma cabine telefónica em Londres com anúncios de garotas de programa, uma prática ilegal mas bastante comum.

Uma garota de programa ("call girl" em inglês) é uma trabalhadora do sexo que, ao contrário de uma prostituta de rua, não é visível para o público em geral nem trabalha num prostíbulo, embora possa trabalhar para uma agência de acompanhantes.[1] O cliente tem de fazer uma marcação, usualmente ligando para um número de telefone. As garotas de programa frequentemente publicitam os seus serviços através de pequenos anúncios em revistas e na internet, apesar de um intermediário (como uma agência de acompanhantes) poder estar envolvido na sua promoção e, menos frequentemente, poderem ser administradas por um proxeneta.[2] As garotas de programa podem prestar os seus serviços em sua casa ou na casa dos clientes.

Internet[editar | editar código-fonte]

Atualmente a maioria das agências de acompanhantes e garotas de programa independentes possuem os seus próprios websites.[1] A internet tornou-se no principal meio através do qual os clientes encontram a garota de programa que desejam.[3] [4] [5] De um modo geral, uma fotografia da mulher é fornecida e, por vezes, o tipo de serviços sexuais que esta está disposta a oferecer. Algumas agências também propõem um preço mais elevado por determinado tipo de mulheres, como gémeas, antigas atrizes porno, modelos, dominatrixes ou submissas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Is the number of trafficked call girls a myth? (em inglês). BBC News.co.uk (2009-01-09). Página visitada em 29 de junho de 2012.
  2. Taylor, Diane (2000-05-11). Nice and sleazy does it (em inglês). The Guardian.co.uk. Página visitada em 29 de junho de 2012.
  3. Richtel, Matt (2008-06-17). Sex Trade Monitors a Key Figure’s Woes (em inglês). The New York Times.com. Página visitada em 29 de junho de 2012.
  4. Johnson, M. Alex (2006-01-20). A consumer guide to prostitutes is a click away (em inglês). MSNBC.com. Página visitada em 29 de junho de 2012.
  5. Johnson, M. Alex (2010-04-11). Several comfortable steps ahead of the law (em inglês). MSNBC.com. Página visitada em 29 de junho de 2012.
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