Gay-For-Pay

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Artistas como o Village People (Eric Anzalone na foto) apresentam o estereotipo de personagens gays. [1]

Gay-for-pay ou Gay-Por-Dinheiro é um termo que descreve atores ou atrizes, estrelas pornográficas, ou profissionais de sexo, que se auto identificam como heterossexuais mas são pagos para atuar de forma homossexual profissionalmente.[2] [3] O estigma de ser gay ou rotulado como tem sido combatido desde a Rebelião de Stonewall e com a luta dos direitos civis gays em 1969. Nos anos noventa, mais atores se sentiram livres para interpretar a homossexualidade sem ter medo de prejudicar suas carreiras. [4]

Jake Starr (sentado) e Erik Grant (deitado) filmando para Lucas Entertainment

Na indústria pornográfica, que sua tanto atores amadores como profissionais, o termo gay-for-pay refere-se a atores que se acreditam serem héteros mas se aventuram em relações com pessoas do mesmo sexo por dinheiro. Alguns atores que são gays ou bissexuais gostam de se rotular como héteros para criar a fantasia do “intocável”, pois héteros (ou recém assumidos) são virgens com pessoas do mesmo sexo; e como na maioria das fantasias gays, o "novo, mais forte, e estranho são os mais desejados”. "[5]

Pornografia[editar | editar código-fonte]

Peter North, atuou em filmes gays antes de aparecer em filmes héteros

Nos filmes pornográficos gays, atores que se identificam como heterossexuais, mas que realizam cenas de sexo explicito como pessoas do mesmo sexo (ex., Dean Coxx, Clay Maverick, Mike Branson, Wolf Hudson, Christian, Aaron James, Peter North, Leo Giamani, Billy Herrington, [[Ricky Sinz] Cliff Jensen) não enfrentam os mesmos estigmas dos atores do grande público. Tais atores geralmente se apresentam no papel ativo, mas isso nem sempre ocorre, como nos filmes de Kristen Bjorn e da Bel Ami. Kurt Wild, que apareceu como passivo no filme “Gigolôs” da Lucas Entertainment é casado e tem três filhos. [6] Exismtem diversos filmes e vídeos sendo produzidos na indústria onde um heterossexual é seduzido por uma pessoa dos mesmo sexo. Pessoas envolvidas na indústria adulta afirmam que atores de filmes gays que se identificam como héteros não o são verdadeiramente. Como alguns gays consideram héteros objetos de fantasia, algumas produtoras costumam publicitar que seus atores são héteros para difundir o fetiche e aumentar as vendas.[7] Entrementes, muitos atores gays ou bissexuais preferem identificar-se como héteros por razões pessoais ou profissionais.[8]

Alguns atores héteros começaram a atuar em filmes homossexuais após serem acusados de serem gays, enquanto que determinadores atores começaram realizando cenas solos, como Zeb Atlas e Mark Dalton.[9] O pagamento mais alto considerando uma escala de comparação, é dada ao ator héteros que atua apenas como ativo. Muitas vezes, o salário é maior para um ator mais visto como ativo que atua no outro lado pela primeira vez, sendo isso e uma estréia no ramo eventos notáveis para publicidade. [10]

Motivação[editar | editar código-fonte]

A maioria dos atores pornográficos de sexo masculino recebem muito menos que as atrizes pornográficas. Por outro lado, homens são mais bem pagos nos filmes gays, em média, que nos filmes héteros. Há também mais oportunidades para se tornar uma "estrela" do pornô gay do que na pornografia heterossexual, onde o foco fica nas mulheres. Como uma resposta às críticas da comunidade gay, alguns desses atores (talvez com a orientação de seus publicistas), às vezes, afirmam que eles são, na verdade bissexuais, embora sejam de fato apenas "gays" por dinheiro.

Alguns atores pornográficos gays supostamente acreditam que alguns dos atores héteros são na verdade enrustidos ou bissexualis e usando sua atuação no pornô gay como um passo para experimentar com sua sexualidade. [11]

Profissionais do Sexo[editar | editar código-fonte]

Gio, na premiação para Garotos de Programa em Nova Iorque

Na indústria dos “profissionais do sexo”, o termo também pode ser aplicado a pessoas heterossexuais e bissexuais de todos os gêneros (incluindo os garotos de programa) que têm contato ou relação sexual com um cliente ou com outro colega do ramo de mesmo sexo. Embora o contato sexual esteja muitas vezes envolvido, cenas de sexo ou cenas solo (como se masturbar até ejacular) ou até mesmo um BDSM são usados para estimular o cliente. Excitação sexual sem o contato sexual direto também pode ocorrer em certos nichos, como nas exibições de musuculação. Assim como na indurtia gay, ter uma identidade gay não é necessária fazer em cima de gays ou de outros consumidores.


Go-go dancers[editar | editar código-fonte]

Go-Go Boys na Parada Gay de Chicago em 2008

O Go-go dancing originou-se nos anos sessenta e foram apropriados por estabelecimentos burlescos e de striptease, que se tornaram "go-go bars", mas a maioria dos clubes gays possuíam go-go dancers (chamados de go-go boys) entre 1965–1968. Depois disso, poucos clubes gays tinham dançarinos até 1988, onde o go-go dancing voltou a moda e dura até hoje. "Go-go dancers" que se apresentam em clubes noturnos, especialmente festas ou raves dançam com trajes reluzentes, com bastões de fogo ou com uma cobra, que também pode ser chamado de performance art dancers ou box dancers. Grandes circuitos de festas e alguns clubes gays permitem que go-go boys bonitos e atraentes se deixem tocar e esfregar tanto por homens como mulheres. Isso é muito comum em Sunee Plaza, uma área de roteiros gays em Pattaya. Alguns criticam essa pratica de empregar dançarinos héteros enquanto go-go dancers gays estão disponíveis. [12]


Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Spin Magazine Online: Y.M.C.A. (An Oral History)
  2. Blazin Squad, gay 4 pay? Pink News (September 19, 2006).
  3. Klixxx Home: Gay Webmaster Resources, Gay 4 Pay Klixxx (September 19, 2006).
  4. Pew Global Attitudes Project. . Washington, D.C.: [s.n.], June-2003. OCLC 52547041 Página visitada em 2007-07-11.
  5. Leap, William L "Public Sex/Gay Space By William L. Leap, 1999, pg. 62" Retrieved on 2007-06-06.
  6. Kurt Wild: Married with children and expecting one more, Banana Guide, January 4, 2008.
  7. Benton, Angel; The JUB crew. . "[1]".
  8. Gay-for-Pay in Prague, Iva Skoch, Globalpost.com
  9. Benton, Angel; The JUB crew. . "[2]".
  10. Benton, Angel; The JUB crew. . "[3]".
  11. Getting Behind Gay Porn Productions San Francisco Bay Times (January 27, 2005).
  12. Hillary and Condi and Dykes, Oh My!: Plus items of purely prosthetic appeal. The Village Voice (September 25, 2007).