Genizah

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A genizah (Ou geniza; Hebraico: גניזה "Armazenamento" ; plural: genizot ou genizoth ou genizahs) é uma sala de armazenagem ou depósito em uma Sinagoga (ou cemitério), como uma caverna, gruta ou tumba, usada especificamente para os livros em hebraico, e artigos sobre temas religiosos, que foram armazenados lá antes que um Judeu pudesse receber um sepultamento adequado, sendo proibido jogar fora escritos contendo o nome de Deus ( cartas pessoais e até mesmo contratos legais com uma invocação de Deus). Na prática, os genizot também continham textos de carácter secular, com ou sem a invocação da abertura habitual, e também continham os escritos em outras Línguas judaicas que usam o alfabeto hebraico (Judaico- árabe, Judaico- persa, Judeu-espanhol, Iídiche).

Esse costume também incluiu a coleta solene periódica do conteúdo do geniza, que eram enterrados no cemitério ou " Mekor aposta". Sinagogas em Jerusalém enterravam o conteúdo de suas genizot a cada sétimo ano, bem como durante um ano de seca, acreditando que isso traria a chuva. Este costume é associado com a prática muito mais antiga de enterrar um grande homem ou com uma boa Sefer que se tornou "pasul"( impróprios para utilização através de ilegibilidade ou velhice). No Marrocos, na Argélia, na Turquia, e até mesmo no Egito, este modo de sepultamento ainda tem sido praticado.

O melhor genizah conhecido, tanto por sua dimensão e espetacular conteúdo, é o Geniza do Cairo, descoberto em 1.864 por Jacob Saphir, e principalmente estudado por Solomon Schechter e Shlomo Dov Goitein.

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