Geografia de Pernambuco

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Recife está localizado em: Pernambuco
Mapa político de Pernambuco
Relevo de Pernambuco

Pernambuco é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no centro-leste da região Nordeste e tem como limites os estados da Paraíba (N), do Ceará (NO), de Alagoas (SE), da Bahia (S) e do Piauí (O), além de ser banhado pelo oceano Atlântico (L). Ocupa uma área de 98.311 km² (pouco menor que a Coreia do Sul). Também faz parte do seu território o arquipélago de Fernando de Noronha. Sua capital é a cidade do Recife (a sede administrativa é o Palácio do Campo das Princesas).

Geografia[editar | editar código-fonte]

Pernambuco
Ficha técnica
Área 98.311 km²
Relevo planície litorânea sedimentar limitada pelo Planalto da Borborema, que termina com a Depressão Sertaneja .
Ponto mais elevado Pico do Papagaio, no município de Triunfo (1.260 m).
Rios principais São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú.
Vegetação mangues e mata Atlântica no litoral,caatinga no Agreste e no Sertão.
Clima tropical no litoral, tropical, semi-árido e mesotérmico no agreste e no Sertão.
Municípios mais populosos Recife (1.546.516), Jaboatão dos Guararapes (649.787 ), Olinda (378.433), Paulista (303.744), Caruaru (319.152), Petrolina (299.004), Cabo de Santo Agostinho (187.150), Camaragibe (145.354), Garanhuns (130.398), Vitória de Santo Antão (130.563)
Hora local -3
Gentílico pernambucano

Pernambuco é um dos menores estados do país. Apesar disso, possui paisagens variadas, entre elas estão: serras, planaltos, brejos, semi-aridez no sertão, e diversificadas praias na costa. O estado tem altitude crescente do litoral ao sertão. As planícies litorâneas tem baixa altitude de até 200m, apresentando relevo peneplano (mamelonar), e alguns pontos do planalto da Borborema ultrapassam os 1000m de altitude. Na margem oeste da mesorregião Agreste, há a Depressão Sertaneja, uma depressão relativa com altitude média de 400m que se estende até a margem oriental da Chapada do Araripe.

Faz divisa com Paraíba e Ceará ao norte, Alagoas e Bahia ao sul, Piauí ao oeste e o oceano Atlântico ao leste. Tem 187 km de costa, excluindo a costa do arquipélago de Fernando de Noronha.

Mais da metade do estado é localizado no Sertão, exclusivamente no oeste do estado. É um lugar onde há escassez de chuvas, e o clima é semi-desértico (semi-árido), devido à retenção de parte das precipitações pluviais no Planalto da Borborema e correntes de ar seco provenientes do sul da África. Está no domínio da caatinga, com período chuvoso restrito a cerca de quatro meses do ano, sendo que em anos periódicos as chuvas podem ficar abaixo da média ou até mesmo acima da média. As médias de precipitações pluviométricas variam entre 600 mm e 800 mm sendo que em trechos da região, podem ser menor que 500 mm, mas também podem se aproximar de 1.000 mm, como em áreas do alto pajeú e chapada do arapipe. No Agreste as precipitações são entre 600 mm e 900 mm, principalmente em áreas consideradas como Brejos de Altitude. A Zona da Mata do estado tem precipitações médias entre 1.500 e 2.000 mm anuais.[1]

Relevo[editar | editar código-fonte]

Relevo acidentado de Gravatá, agreste, comum em boa parte do interior pernambucano. Alguns pontos do estado ultrapassam os 1200m[2]
Taquaritinga do Norte tem altitude média de 800 metros, o município está localizado no planalto da borborema.

O relevo é moderado: 76% do território estão abaixo dos 600m. É formado basicamente por três tipos: (Baixada litorânea), (Planalto da Borborema) e (Depressão Sertaneja). O litoral é uma grande planície sedimentar (Baixadas Litorâneas do Nordeste), quase que em sua totalidade ao nível do mar, tendo alguns pontos abaixo do nível do mar, nessas planícies estão as principais cidades do estado, como Recife e Jaboatão dos Guararapes.

A baixada litorânea no litoral trata-se de uma grande planície costeira de origem sedimentar e altitude que oscila entre 0 a 10 metros, apresenta feiçoes onde sobressaem praias e restingas. A altitude aumenta conforme aumenta a distância da costa, junto a Zona da Mata tem como traço característico de sua paisagem um relevo marcado pela predominância de morros e colinas. A Zona da Mata é marcada por formações onduladas ou melonizadas, características denominadas pelo geógrafo francês Pierre Deffontaines e consagrada pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab'Saber, como domínio de Mares-de-Morros, expressão para designar o relevo das colinas.

Pico do Papagaio 1.261 m está localizado em: Pernambuco
Localização do Pico do Papagaio em Pernambuco

O Planalto da Borborema é a principal formação geológica na faixa de transição da Zona da Mata para o Agreste é conhecido popularmente como Serra das Russas, tem altitude média de 600m, . Há picos com mil m de altitude, e os planaltos tem cerca de 800 m de altitude, com destaque para o maciço dômico de Garanhuns, com altitude média de 800m. Na Microrregião do Pajeú, próximo ao município de Triunfo, localiza-se o Pico do Papagaio com 1.260 metros, no limite com o sudoeste da Paraíba.

O Agreste localiza-se sobre este planalto, sua altitude média é de 400m, podendo passar dos 1000m nos pontos mais elevados. A estrutura geológica predominante é a cristalina, sendo responsável, junto com o clima semi-árido, por formações abruptas (pedimentos e pediplanos).

No Sertão as cotas altimétricas decrescem em direção ao Rio São Francisco, formando, em relação ao Planalto da Borborema uma área de depressão relativa. As formações geomorfológicas predominantes são os inselbergues, serras e chapadas, estas últimas aparecendo em áreas sedimentares. A Chapada do Araripe tem altitude média de 800m.[3]

Baixada Litorânea[editar | editar código-fonte]

Distinguem-se, de leste para oeste: praias protegidas pelos recifes; uma faixa de tabuleiros areníticos, com quarenta a 60m de altura; e a faixa de terrenos cristalinos talhados em colinas, que se alteiam suavemente para oeste até alcançarem 200m no sopé da escarpa da Borborema. Tanto a faixa de tabuleiros como a de colinas são cortadas transversalmente por vales largos onde se abrigam amplas várzeas, chamadas planícies aluviais.

Fortes contrastes observam-se entre os solos pobres dos tabuleiros e os solos mais ricos das colinas e várzeas. Nos dois últimos repousa a aptidão do litoral pernambucano para o cultivo da cana-de-açúcar, base de sua economia agrícola.

Planalto da Borborema[editar | editar código-fonte]

Seu rebordo oriental, escarpado, domina a baixada litorânea com um desnível de 300m, o que lhe confere ao topo uma altitude de 500m. Para o interior, o planalto ainda se alteia mais e alcança média de 800m em seu centro, donde passa a baixar até atingir 600m junto ao rebordo ocidental. Há picos com mil m de altitude como é o caso do Pico da Boa Vista 1 196 m e do Pico do Papagaio 1 260 m, o primeiro localiza-se no agreste e o último no sertão. Diferem consideravelmente as topografias da porção oriental e da porção ocidental.

A leste, erguem-se sobre a superfície do planalto cristas de leste para oeste, separadas por vales, que configuram parcos relevos de 300m. Aproximadamente no centro-sul do planalto eleva-se o maciço dômico de Garanhuns, que supera a altitude de 1.000m.

Depressão Sertaneja[editar | editar código-fonte]

No Sertão predomina a Depressão Sertaneja, exceto em areas do Sertão do Moxotó, e Sertão do Pajeú, que estão em domínio do planalto da borborema, as cotas altimétricas decrescem em direção ao Rio São Francisco, formando, em relação ao Planalto da Borborema uma área de depressão relativa. As formações geomorfológicas predominantes são os inselbergues, serras e chapadas, estas últimas aparecendo em áreas sedimentares. A Chapada do Araripe tem altitude média de 800m.[3]

Clima[editar | editar código-fonte]

O Estado está inserido na zona intertropical, logo apresenta predominantemente temperaturas altas, todavia o quadro climático é bem diversificado devido à interferência do relevo e das massas de ar.

Praia de Boa Viagem, no Recife

Na Zona da Mata o clima é predominantemente pseudotropical, com fortes chuvas no outono e inverno. Já no Agreste as condições climáticas são diversificadas por ser uma região de ecótone possuindo clima semi-árido nas areas baixas e nos brejos de altitude clima úmido, apresentando áreas mais úmidas e outras mais secas. No Sertão, o clima é semi-árido quente, devido à retenção das precipitações pluviais no Planalto da Borborema e correntes de ar seco provenientes do sul da África, entre outros fatores menos importantes.

No agreste e sertão aparecem áreas de exceções - principalmente cidades com microclima de altitude, com temperaturas que podem chegar a 8°C durante o inverno,[4] como Triunfo, Garanhuns e Taquaritinga do Norte, que são considerados Brejos de Altitude e em outras cidades chegando a 12° C Tupanatinga e Buíque. Outra exceção é a mesorregião do São Francisco, mais úmida que as circundantes por conta do Rio São Francisco e a irrigação proveniente dele.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A vegetação litorânea do estado de Pernanbuco apresenta, matas, manguezais e cerrados, que recebem a denominação de "tabuleiro", formado por gramíneias e arbustos tortuosos, predominantemente representados, entre outras espécies por batiputás e mangabeiras.

Flora típica do Agreste do estado

Formadas por floresta Atlântica, as matas registram a presença de árvores altas, sempre verdes, como a peroba e a sucupira. Localizados nos estuários, os manguezais apresentam árvores com raízes de suporte, adaptadas à sobrevivência neste tipo de ambiente natural.

A vegetação nativa do planalto da Borborema e do Sertão caracteriza-se pela presença da caatinga, devido ao clima quente e seco característico da região. A caatinga pode ser do tipo arbóreo, com espécies como a baraúna, ou arbustivo representado, entre outras espécies pelo xique-xique e o mandacaru.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Há poucos lagos e lagoas no estado, como a Lagoa do Araçá e a Lagoa Olho D'Água, ambas na Região Metropolitana do Recife. Na periferia do município do Recife encontram-se dois belos cartões postais do município, os Açudes do Prata e de Apipucos, sendo o primeiro pertencente ao Parque Dois Irmãos. Além disso, existe um conjunto de reservatórios distribuídos

tamandare

por todo o estado, com destaque para o Reservatório de Jucazinho, considerado o maior de Pernambuco, localizado na região Agreste, próximo ao município de Surubim. Os manguezais são abundantes em todo o litoral, porém foram praticamente extintos na RMR devido à urbanização (com a exceção do maior mangue urbano do Brasil, cercado por bairros da zona sul do município do Recife, como Boa Viagem). Porém, nos anos 90, houve um programa de re-implantação do mangue nas margens do Rio Capibaribe, desenvolvido pela prefeitura do Recife, trazendo de volta a vegetação ao rio por toda o município.

Rios[editar | editar código-fonte]

São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú e Jaboatão são os rios principais. O São Francisco é de importância vital para o interior do estado, principalmente para distribuição de umidade através de irrigação. Veja lista de rios de Pernambuco

Municípios mais populosos[editar | editar código-fonte]

As cinco cidades mais populosas do estado são: Recife (1.533.509), Jaboatão dos Guararapes (665.722), Olinda (392.510), Paulista (307.030) e Caruaru (289.655), segundo dados do IBGE de 2007.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Acesso viário à Arena Pernambuco pela BR-408 na Altura do o quilômetro vinte.
Túnel Cascavel, trecho da BR-232, na Serra das Russas, em Gravatá.

A principal forma de transporte do estado é pelas rodovias. As mais importantes são a BR-101, que, avançando pela costa pernambucana, liga o norte ao sul do estado, passando pela RMR, e a BR-232, ligando a capital ao interior do estado, no sentido leste-oeste.

Portos e Aeroportos[editar | editar código-fonte]

Pernambuco conta com o maior aeroporto do Norte-Nordeste, o Internacional dos Guararapes, também conhecido como Gilberto Freyre, com capacidade para 5 milhões de passageiros ao ano, 142 lojas e estacionamento com capacidade para 2.080 veículos.

Os portos na costa do Atlântico são os de Suape, segundo maior do Brasil, e o do Recife.

Malhas Férreas[editar | editar código-fonte]

O estado teve uma das primeiras ferrovias do país - a Recife-Cabo de Santo Agostinho, inaugurada a 8 de setembro de 1855, ainda no Brasil Império, construída para transporte de passageiros e carga. Logo após completada, foram iniciados os trechos Ipojuca-Olinda-Escada e em seguida Limoeiro-Ribeirão-Água Preta-Palmares. Em 1882, foi completado o trecho Palmares-Catende, seguido de Garanhuns (1887), Mimoso (1911), Arcoverde (1912) e Salgueiro.

A novidade provocou curiosidade e festividade entre os recifenses. Em sua estréia, o trem da linha Recife-Cabo, partindo do Forte das Cinco Pontas transportou mais de 400 pessoas. A locomotiva partiu às 12h e 30 minutos depois atingiu o ponto de chegada, onde uma multidão aguardava.

Transnordestina[editar | editar código-fonte]

observe no mapa a ligação dos demais estados com o porto de suape

Consiste em 867 km de ferrovias interligando o centro do Nordeste com o Sudeste. Foi sugerida já no século XIX, e permaneceu como promessa até os dias de hoje. Cronologia:

  • 1954: Foi autorizada durante o Encontro de Salgueiro (evento de criação da Sudene) a construção de um primeiro trecho Serra Talhada-Salgueiro, que deveria seguir até o Ceará - projeto datado do século XIX. Apesar da autorização, nada foi feito.
  • 1987: Ministério dos Transportes apresenta outro projeto da Transnordestina, onde seriam construídas várias seções no interior do estado, além da recuperação de 1.635 km de ferroviais. O investimento anunciado era de quase um bilhão de dólares (US$ 951,3 milhões). Nada foi feito.
  • 1991: Profissionais da Rede Ferroviária Federal e do Departamento Nacional de Transportes Ferroviários vão a Petrolina, inspecionar a primeira etapa da Transnordestina, "iniciada" em 1990 (trecho Petrolina-Salgueiro). Surgem denúncias de superfaturamento nas contratações, e o governo federal imediatamente suspende a construção, sem que de fato houvesse sido construída seção alguma da ferrovia, nem a prometida recuperação dos 637 km do trecho Salgueiro-Suape.
  • 1998: Durante a onda das privatições do governo FHC, a Transnordestina não escapou. Passa a ser controlada até hoje pela Companhia Ferroviária do Nordeste, CFN, com promessas do governo de que ela finalmente seria construída, o que não ocorreu até hoje, completando mais de um século de espera para sua construção.
  • 2002: Estudos para a implantação de novo traçado – projeto TRANSNORDESTINA.
  • 2006: Início de implantação da FERROVIA TRANSNORDESTINA.
  • 2008: CFN passa a se chamar TRANSNORDESTINA LOGÍSTICA S.A.
  • 2013: Previsão de início de operação da FERROVIA TRANSNORDESTINA.

Metrô do Recife[editar | editar código-fonte]

Foi inaugurado em março de 1985, com a linha Werneck-Centro, de 6,2 km de extensão. Seguiram-se construções de outras estações, e em outubro de 1986 chegou ao Terminal Integrado de Passageiros, TIP (rodoviária do Recife).

Terminal Integrado de Passageiros[editar | editar código-fonte]

A unidade de integração metrô-ônibus foi inaugurada a outubro de 1986, sendo a segunda maior estação rodoviária do país. Ocupa 446.000 m², e possui diversas lojas em seus quatro pisos.

Litoral[editar | editar código-fonte]

O litoral do estado de Pernambuco tem cerca de 187 km de extensão, entre praias e falésias, zonas urbanas e locais praticamente intocados. Além das praias, possui o arquipélago de Fernando de Noronha, Patrimônio Natural da Humanidade, e suas 16 praias. Faz fronteira ao norte com a Paraíba e ao sul com Alagoas.

Resort da praia de Muro Alto

Litoral Sul[editar | editar código-fonte]

O litoral sul do estado, que têm cerca de 110 km de praias, é famoso por diversas praias conhecidas nacional e internacionalmente, como Porto de Galinhas. Turistas de todo o país se hospedam nos luxuosos hotéis e resorts do litoral. Conta também com importantes pólos industriais, principalmente petroquímicos, e o porto de Suape, de importância nacional.

Atualmente o litoral sul vive uma fase de progresso franco e rápido. Só na praia de Muro Alto, localizada no município de Ipojuca, foram investidos mais de R$ 70 mi pela iniciativa privada para a construção de resorts de nível internacional, aptos a receber hóspedes de todos os países. Através do Programa de Desenvolvimento Integrado do Turismo, no litoral sul foram investidos US$ 25 mi para obras de infra-estrutura, capacitação de mão-de-obra e preservação do patrimônio histórico. Com o Fundo de Amparo ao Trabalhador, foram capacitados cerca de 890 profissionais para a área de turismo. Pelo mesmo fundo, 2400 pessoas foram treinadas para trabalhar nas indústrias do litoral.

As principais praias do litoral sul são:

As praias de Piedade e Candeias são densamente habitadas, cercadas por altos edifícios de luxo. A partir de Itapuama, o padrão das praias passa a ser de longas faixas de areia pouco habitadas, onde é praticado pelos nativos pesca e artesanato, e se encontram os diversos hotéis e resorts.

A economia do litoral sul não-urbano é baseado em turismo e artesanato. Em Porto de Galinhas, há diversos restaurantes, bares, lojas de artesanato e de artigos de mergulho, casas de shows, além é claro de dezenas de hotéis e pousadas.

Litoral Norte[editar | editar código-fonte]

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o arquipélago de Fernando de Noronha fica a 545 km a norte da costa pernambucana.

O Litoral Norte do Estado é mais densamente habitado do que o litoral sul, quase urbanizado por completo desde a Região Metropolitana do Recife até a fronteira da Paraíba. Tem um dos sítios históricos mais importantes da região, como as cidades de Olinda, Itamaracá e Goiana, povoada desde 1508. Construções do brasil-colônia, como o Forte Orange, são muito visitados por turistas que passam pela região.

É característica do litoral norte suas formações geográficas mais variadas - ilhas fluviais como Itamaracá, diversos rios e suas desembocaduras, bancos de areia, entre outros. A fauna é variada, destacando-se as aves migratórias que periódicamente chegam à ilha Coroa do Avião e Fernando de Noronha. Ambas as ilhas têm estações de pesquisa ambiental.

Além das praias, também é conhecido por ter o Veneza Water Park, um dos maiores do Brasil, na praia de Maria Farinha.

As principais praias do Litoral Norte são:

Referências

  1. srh.pe.gov.br. secretaria de recursos hídricos de pernambuco. Página visitada em 19 setembro de 2011.
  2. Editora Abril, Guia Quatro Rodas. Triunfo - Pico do Papagaio.
  3. a b Laboratório de Meteorologia de Pernambuco Temperatura média do ar nos municípios pernambucanos
  4. Secretaria de Turismo de Pernambuco. Rota Cangaço e Lampião.


Bandeira do Estado de Pernambuco
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