George W. Bush

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George W. Bush
43º presidente dos Estados Unidos Estados Unidos
Período de governo 20 de janeiro de 2001
a 20 de janeiro de 2009
Vice-presidente Dick Cheney
Antecessor(a) Bill Clinton
Sucessor(a) Barack Obama
46º governador do Texas Texas
Período de governo 17 de janeiro de 1995
a 21 de dezembro de 2000
Antecessor(a) Ann Richards
Sucessor(a) Rick Perry
Vida
Nome completo George Walker Bush
Nascimento 6 de julho de 1946 (68 anos)
New Haven, Connecticut,
 Estados Unidos
Dados pessoais
Alma mater Universidade Yale
Harvard Business School
Cônjuge Laura Welch (1977–presente)
Partido Republicano
Religião Episcopal (antes de 1977)
Metodista (1977–presente)
Profissão Empresário
Assinatura Assinatura de George W. Bush
Serviço militar
Serviço/ramo Guarda Aérea Nacional do Texas
Guarda Aérea Nacional do Alabama
Anos de serviço 1968–1974
Graduação Primeiro Tenente
Unidade 147ª Ala de Reconhecimento
187ª Ala de Caças

George Walker Bush (pronúncia inglesa: /ˈdʒɔrdʒ ˈwɔːkər ˈbʊʃ/ Ltspkr.png ouça) (New Haven[1] , 6 de julho de 1946) é um político estadunidense, tendo sido o 43º presidente dos Estados Unidos, de 2001 a 2009 e o 46º governador do Texas, de 1995 a 2000.

George é o filho mais velho de George H. W. Bush (o 41º presidente) e Barbara Bush, fazendo-o um dos apenas dois presidentes norte-americanos a serem filhos de um presidente anterior.[2] Após graduar-se pela Universidade Yale em 1968, e a Harvard Business School em 1975, Bush trabalhou na empresa de petróleo de sua família. Casou-se com Laura Welch em 1977 e, sem sucesso, candidatou-se para a Câmara dos Representantes logo em seguida. Ele depois co-possuiu o time de beisebol Texas Rangers, após derrotar Ann Richards nas eleições governamentais do Texas de 1994. Em uma eleição fechada e controversa, Bush foi eleito Presidente em 2000 como o candidato republicano, recebendo uma maioridade dos votos eleitorais, porém perdeu nos votos populares para o então-Vice Presidente Al Gore.

Depois de oito meses de Bush iniciar o seu primeiro mandato como presidente, os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 ocorreram. Em resposta, Bush anunciou uma guerra global contra o terrorismo, ordenou uma invasão ao Afeganistão no mesmo ano, e uma invasão ao Iraque em 2003. Além das questões de segurança nacional, Bush promoveu políticas de reforma na economia, saúde, educação, e segurança social. Ele assinou leis de corte geral de impostos[3] , o No Child Left Behind Act e a Medicare para idosos. Sua posse viu um debate nacional sobre a imigração e Segurança Nacional.[4]

Bush concorreu, com êxito, à reeleição contra o democrata John Kerry em 2004, conquistando 50,7% dos votos populares contra 48,3% de seu oponente. Após sua reeleição, Bush recebeu críticas cada vez mais fervorosas de conservadores.[5] [6] [7] Em 2005, a Administração de Bush sofreu as críticas generalizadas sobre movimentação do furacão Katrina.[8] Em dezembro de 2007, os Estados Unidos entraram na maior recessão pós-Segunda Guerra Mundial.[9] Isto levou a administração de Bush a ter um controle mais direto da economia, adotando vários programas econômicos destinados a preservar a estrutura financeira do país. Apesar de Bush ter sido um presidente popular em seu primeiro mandato,[10] sua popularidade declinou drasticamente no segundo mandato.[11] [12] [13] [14]

Após deixar o cargo, em 2009, na posse de seu sucessor, Barack Obama, Bush retornou ao Texas. Ele é atualmente um orador público e autor de um livro que fala sobre sua vida e sobre sua presidência, intitulado Decision Points.[15] Sua presidência tem sido descrita por acadêmicos como uma das piores da história americana,[16] [17] contudo, como muitos ex presidentes, a popularidade de Bush entre o povo tem melhorado desde que ele deixou o cargo.[18] [19]

Origem, infância, e juventude[editar | editar código-fonte]

George W. Bush como tenente na Guarda Aérea Nacional do Texas.

George W. Bush nasceu no estado de Connecticut, filho de George e Barbara Bush. Seu avô paterno, Prescott Bush, também foi um influente senador e empresário. George Bush foi levado ainda muito jovem à cidade de Midland, na zona petrolífera do Texas. Lá criou-se, mudando-se mais tarde com sua família a Houston, uma cidade bem maior, também no Texas. Teve quatro irmãos mais novos: Jeb, Neil, Marvin, e Dorothy. Uma irmã mais nova, Robin, morreu de leucemia em 1953 aos três anos de idade.

Seguindo a tradição familiar, Bush foi enviado a Academia Phillips, em Andover, Massachusetts, onde passou os anos de 1961 a 1964. Após sua formatura, entrou para a Universidade Yale em setembro, 1964. Obteve diploma em História em 1968.

É casado com Laura Bush, e tem as gêmeas Barbara Bush e Jenna Bush (nascidas em 1981). O ex-primeiro-ministro da Alemanha, Gerhard Schröder, deu declarações dizendo que acredita que boa parte das decisões políticas que George W. Bush toma são oriundas das consultas diárias a Deus que ele alega ter,[20] apesar de nunca ter declarado publicamente sua religião.

Serviço militar[editar | editar código-fonte]

Após sua formatura, Bush prestou o serviço militar, mas não lutou na Guerra do Vietnã. Alistou-se na Guarda Aérea Nacional do Texas (Texas Air National Guard). Em 1970 pilotou caças F-102, recebendo uma promoção a primeiro-tenente. Ainda em 1970, recebeu autorização para transferir-se a Guarda Aérea Nacional do Alabama, a fim que pudesse trabalhar como director político na campanha de Winton M. Blount para o senado nacional. Em Setembro de 1973 foi autorizado pela Força Aérea a frequentar a Escola de Administração de Empresas de Harvard (em inglês Harvard Business School, da Harvard University). Bush recebeu um licenciamento honorável (honorable discharge), passando à reserva pouco antes de ser disponibilizado no dia 1º de Outubro de 1973.

Em 2004, Bush tentou, sem muito sucesso, minimizar a polêmica sobre seu registro militar, depois de apresentar contracheques e fichas de serviço, que segundo seus assessores provam que ele cumpriu com seu dever durante a Guerra do Vietnã. Críticos o acusam de ter-se ausentado sem permissão em várias oportunidades entre 1972 e 1973.

Problemas com drogas e álcool[editar | editar código-fonte]

Durante sua primeira campanha à Presidência dos Estados Unidos, Bush admitiu ter tido problemas com álcool. Ao se eleger pela 1ª vez, agradeceu a Jesus por tê-lo ajudado a se curar do alcoolismo. Gravações secretas feitas por um amigo (Doug Wead), realizadas entre 1998 e 2000, mostram que o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, ferrenho defensor de valores conservadores, aparentemente admitiu ter fumado maconha na juventude, segundo o jornal "The New York Times". Nas conversas com Wead,ele reconheceu ter tido um "comportamento selvagem" e disse nunca ter negado o uso de cocaína.[21]

Carreira profissional e política[editar | editar código-fonte]

Em 1978 Bush candidatou-se à Câmara dos Representantes e foi derrotado pelo Senador de Estado Kent Hance do Partido Democrata.

Bush com seu pai, o 41º presidente dos Estados Unidos.

Bush começou a sua carreira na indústria do petróleo em 1979 quando iniciou a actividade da Arbusto Energy, uma companhia de exploração de petróleo e gás que formou em 1977 com fundos remanescentes do seu fundo fiduciário de educação. A crise do petróleo do fim dos anos 1970 atingiu a Arbusto Energy e, após a mudança do nome para Bush Exploration Co., Bush vendeu a companhia em 1984 à Spectrum 7, outra firma de exploração de petróleo e gás do Texas. De acordo com as condições de venda, Bush ficou CEO da Spectrum 7. A história repetiu-se quando a crise do petróleo de 1985-1986 levou a Spectrum 7 à falência. A Spectrum 7 foi posteriormente resgatada pela aquisição da Harken Energy Corp em 1986 e Bush ficou como director da Harken.

Bush foi acusado de utilizar conhecimentos internos na venda de acções, quando se encontrava em funções no Conselho Directivo da Harken Energy Corp. em 1991. Depois da venda das acções, a Harken registrou um prejuízo de 23,2 milhões de dólares no trimestre. Uma investigação SEC em 1992 apurou que Bush "não se envolveu em comércio interno ilegal". Os críticos de Bush alegam que a investigação foi influenciada pelo facto de Bush ser filho do Presidente dos Estados Unidos, embora também não tenha sido desencadeada qualquer acção durante a presidência de Bill Clinton.

Depois de trabalhar na campanha presidencial norte-americana de 1988 de seu pai, ele agregou um grupo de amigos íntimos de seu pai como parceiros para comprar a franquia de beisebol Texas Rangers, em 1989. Críticos de Bush alegam improbidade na empresa, que lucrou US$ 170 milhões, incluindo a tática de comprar tanto o time, quanto o estádio e a terra em que ele jogava, e também a sua venda posterior a uma família amiga que doaria dinheiro à campanha de Bush em 2000. Bush faturou US$ 15 milhões com a venda do time em 1998.

Eleições de 2000[editar | editar código-fonte]

Em 1999, Bush anunciou sua candidatura a presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano. Derrotando John McCain, seu principal concorrente, em 3 de agosto de 2000, ele aceitou a candidatura do seu partido.[22] Sua escolha para vice foi Dick Cheney, surpreendeu muitos republicanos. Cheney fora secretário de defesa durante a presidência do seu pai.

Bush iniciou uma campanha pelo país e focou em suas conquistas como governador do Texas. Ele constantemente criticava seu oponente democrata, Al Gore, sobre suas políticas sobre controle de armas e impostos.[23]

Bush tornou-se presidente dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2001, sendo vitorioso em uma das mais acirradas eleições gerais da história dos Estados Unidos, derrotando o Vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, do partido Democrata, por apenas 5 votos do colégio eleitoral. Gore venceu no voto popular com uma vantagem de mais de 500 000 votos. O resultado foi definido por uma maioria de apenas centenas de votos populares na Flórida, estado governado na época por Jeb Bush, irmão de George W., e até a validade de votos foi centro de disputas judiciais. Até então, a última eleição em que o voto popular apontara um candidato diferente do colégio eleitoral havia sido a de 1888.[24]

Presidência (2001-2009)[editar | editar código-fonte]

Presidente Bush em uma coletiva de imprensa no Pentágono em 17 de setembro de 2001.

No começo do mandato, Bush queria manter uma agenda política voltada para assuntos internos, contudo isso acabou mudando após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.[25] Guerras começaram no Afeganistão e no Iraque, enquanto outros debates aconteciam para setores como imigração, saúde, seguridade social, políticas econômicas e tratamento de prisioneiros acusados de terrorismo. Durante os oito anos de sua presidência, Bush foi de "o presidente mais bem avaliado nas pesquisas" a "o pior presidente", segundo avaliações.[14] [11] Em 2007, os Estados Unidos entraram na maior recessão desde a segunda guerra mundial.[9]

Políticas econômicas[editar | editar código-fonte]

Bush assumiu uma economia estagnada após os fortes avanços econômicos dos anos noventa, durante a chamada "bolha da internet".[26] Os atentados terroristas de 2001 e as subsequentes guerras acabaram por drenar boas partes dos recursos do país. A administração Bush aumentou os gastos do governo de US$1,789 trilhões de dólares para US$2,983 trilhões (60%) enquanto a renda do governo cresceu de US$2.025 trilhões para US$2.524 trilhões (de 2000 a 2008). Coleta de impostos individuais subiram 14% e impostos sobre empresas subiram 50%. Os maiores avanços nos gastos foram em Defesa (aumento de 107%), seguido por Medicare (aumento de 131%), seguridade social (aumento de 51%) e segurança interna (aumento de 130%). Segundo análises, durante o governo Bush, a renda do governo cresceu 35% e os gastos cresceram 65%.[27]

No ano de 2000, que precedeu Bush na presidência, houve um balanço comercial positivo de US$237 bilhões de dólares (um dos maiores da história).[28] Oito anos depois, quando W. deixou o poder, o balanço estava negativo. Críticos do seu governo argumentam que o fim do superávit foi devido ao enorme aumento de gastos federais, enquanto a renda diminuía, especialmente devido a um programa de corte de impostos que, segundo a oposição, foi muito mal concebido.[29]

Entre 2001 e 2008, o PIB cresceu uma média de 2,125%.[30] Quando Bush assumiu o poder, o Dow Jones Industrial Average tinha 10 587 pontos. Quando ele saiu, em 2009, o número havia caído para 7 949.[31]

Desemprego subiu de 4,2% em janeiro de 2001 para 6,3% em junho de 2003, mas subsequentemente caiu para 4,5% em julho de 2007.[32] Ajustada a inflação, a renda familiar caiu aproximadamente US$1,175 dólares entre 2000 e 2007.[33] O índice de pobreza subiu de 11,3% em 2000 para 12,3% em 2006, após chegar ao seu pico em 2004 com 12,7%.[34] Em outubro de 2008, devido ao aumento nos gastos,[35] a dívida pública subiu para US$11.3 trilhões,[36] um aumento de mais de 100% se comparado com o ano 2000, quando o déficit era de US$5.6 trilhões.[37] O aumento da dívida do governo foi creditado aos cortes de impostos da administração Bush, diminuindo a renda do Estado enquanto os gastos, especialmente em segurança, cresciam.[38] Quando Bush deixou a presidência, o desemprego havia subido para 7,2% da força de trabalho.[39]

Em dezembro de 2007, os Estados Unidos entraram em uma recessão sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial,[9] afetando a indústria imobiliária, preços do petróleo e desvalorizando o dólar.[40] Para tentar contornar a situação, o governo liberou cerca de US$170 bilhões em um pacote de estímulo econômico e outros programas para ajudar a classe média e as pequenas empresas. A administração Bush também aumentou a regulamentação governamental sobre várias empresas.[41] Vários programas acabaram sendo barrados no congresso e atraíram críticas até mesmo de membros do partido republicano.[42] [43] Em setembro de 2008, no contexto de uma das maiores crises econômicas dos últimos 100 anos, o governo federal começou a tomar uma postura mais ativa dentro de empresas privadas, como as empresas Fannie Mae e Freddie Mac. O colapso do banco Lehman Brothers afundou ainda mais a economia e um novo pacote de estímulo, desta vez de US$85 bilhões, foi aprovado.[44]

Muitos compararam esta crise com a Grande Depressão de 1929.[45]

Política externa e segurança[editar | editar código-fonte]

Bush em visita ao Brasil no ano de 2007.

A plataforma de política externa mais significativa de Bush antes de tomar posse envolvia o apoio a uma economia e relação política mais fortes com a América Latina, em especial o México, e uma diminuição do envolvimento na "nation-building" e noutros compromissos militares de menor dimensão.

A decisão de Bush de impor um imposto sobre o aço importado e de abandonar iniciativas globais tais como o Protocolo de Quioto, o Tratado ABM, e um tratado mineiro internacional, tem sido apontada como prova de que ele e a sua administração têm uma política de acção unilateral nas questões internacionais. A administração Bush, contudo, defendeu que em todos os casos esta política era a adequada. Declarou, por exemplo, que o Protocolo de Quioto era "desleal e inútil" porque deixava de fora 80 por cento do mundo e "causava sérios prejuízos à economia americana", e que o Tratado ABM era uma relíquia da Guerra Fria que deixava os Estados Unidos à mercê de ataques nucleares dos estados piratas.

Muitos governos criticaram o facto de os Estados Unidos não terem ratificado o Protocolo de Quioto, que fora assinado pelo Presidente Bill Clinton. Clinton recomendara ao seu sucessor (Bush) que "não" apresentasse o tratado a ratificação sem que o seu articulado reflectisse as preocupações dos Estados Unidos. Bush, que se opunha ao tratado, não apresentou a proposta do tratado ao executivo Estadounidense para aprovação. É duvidoso que o tratado passasse a lei nos Estados Unidos se fosse apresentado para ratificação ao Senado dos Estados Unidos pois, em 1997, antes de o Protocolo de Quioto ser negociado, o Senado aprovou, com uma votação de 95 a 0, a Resolução Byrd-Hagel, que estipulava que os Estados Unidos não deviam assinar nenhum protocolo que não incluísse metas e calendários tanto para as nações em desenvolvimento como para as industrializadas sob pena de que "resultariam sérios prejuízos para a economia dos Estados Unidos". Isto sem ter em conta de que Bush é um opositor ao tratado.

Imediatamente após os atentados de 11 de Setembro, observou-se uma mudança de posições. No seguimento de debates e discussões no seio do seu recém-criado Gabinete de Guerra durante o fim de semana a seguir a 11 de Setembro, a política externa (e também a interna, embora em menor grau) de Bush foi definida, acima de tudo, pela Guerra contra o Terrorismo. Esta posição foi descrita em primeira mão numa "Comunicação a uma Sessão Conjunta do Congresso e do Povo Americano" especial no dia 20 de setembro de 2001, na qual Bush anunciou que os Estados Unidos estavam em guerra contra o terrorismo.

Em Julho de 2002, Bush cortou 34 milhões de dólares ao financiamento do Fundo dos Povos das Nações Unidas (UNFPA). Este financiamento tinha sido estabelecido pelo Congresso em Dezembro anterior. Bush alegou que a UNFPA apoiava o aborto e a esterilização forçada no continente da China. Esta sua justificação provinha dum grupo bipartidário de membros antiaborto do Congresso e duma organização antiaborto intitulada Instituto para Investigação sobre População, que afirmavam ter obtido provas originais gravadas em vídeo de vítimas de abortos forçados e esterilizações forçadas em regiões onde a UNFPA actuava na China. A decisão foi elogiada por muitos dos movimentos pró-vida, incluindo a maior organização americana de mulheres políticas públicas, a Mulheres Preocupadas com a América.

Os defensores do direito ao aborto criticaram a decisão, e sublinharam que o PRI recusara disponibilizar as informações que permitiriam ao grupo localizar as mulheres, e por isso não era possível uma verificação independente às acusações do PRI. Nem era possível confirmar que os fundos da UNFPA estivessem mesmo por detrás do aborto e da esterilização forçadas alegadas no vídeo. No entanto, enviaram para a China uma equipa de investigação dos factos para investigarem a situação, e a equipa relatou que os fundos da UNFPA não tinham sido utilizados em abortos nem em esterilizações forçadas.

A presidência de Bush também foi marcada por tensões diplomáticas com a República Popular da China e a Coreia do Norte. A Coreia do Norte, liderada por Kim Jong II, considerada por Bush como um dos governos que integram o Eixo do Mal, ignorando acordo internacional assinado em 1999, durante o governo Clinton, que previa a desativação de todas as pesquisas que pudessem produzir tecnologia nuclear, mais especificamente arsenal nuclear (como mísseis balísticos e bombas atômicas), lançou no dia 4 de Julho de 2006, segundo fontes internacionais, sete mísseis balísticos. O país comunista afirmou ter o direito de testar tais mísseis, pois é um país soberano. Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul estudam pedir à ONU sanções econômicas contra a Coreia do Norte.

Bush tinha o desejo de reatar o processo de paz em Israel e proclamou publicamente que gostaria que um estado palestino fosse criado antes de 2005. Ele rascunhou um caminho para a paz, em cooperação com a Rússia, a União Europeia e a ONU, que contava com exigências de ambos os lados (palestinos e israelenses), antes que um estado palestino pudesse ser criado.[46]

Kremlin[editar | editar código-fonte]

Bush e então presidente russo Vladimir Putin.

Bush teve de lidar, durante a sua presidência, com a resistência do presidente russo Vladimir Putin com relação aos planos de expansão militar dos Estados Unidos e OTAN para o Leste Europeu. A linha unilateral de Bush confrontava-se diretamente com a ousadia de Putin em restabelecer a influência russa sobre a Europa Oriental. Em 2003, o Kremlin se opôs categoricamente à Guerra do Iraque anunciada por Bush. Com as declarações vindas da Casa Branca de que a Rússia estaria caminhando para o caminho contrário da Democracia, iniciou-se uma crise diplomática entre os dois países. Em 2007, Putin fez um discurso denunciando um suposto "monopólio diplomático norte-americano" e clamando por uma ordem mundial mais justa. A partir de então, Rússia e Estados Unidos passaram a viver o período mais conflituoso desde o fim da Guerra Fria. O plano de Bush de instalar mísseis na Polônia e radares na República Tcheca, países satélites da antiga União Soviética, resultou em um período de diplomacia delicada, que potencializaria o início da Guerra da Ossétia do ano seguinte, quando Bush já não era mais o presidente americano, deixando ao sucessor Barack Obama o desafio de renovar os laços com a Rússia.[carece de fontes?]

Afeganistão[editar | editar código-fonte]

Bush fala ao povo direto do Ground Zero (Marco Zero) em Nova Iorque, 14 de setembro de 2001.

Em 7 de outubro de 2001, forças aéreas dos Estados Unidos e do Reino Unido iniciaram um pesado bombardeio a cidades do Afeganistão e em 13 de novembro, tropas da OTAN já estavam em Cabul. O principal objetivo da guerra era derrubar o governo do Talibã, expulsar a al-Qaeda do Afeganistão e capturar seus líderes. Em dezembro de 2001, o Pentágono reportou que o Talibã havia sido derrotado[47] mas alertou que a guerra continuaria contra a al-Qaeda e contra os remanescentes do velho regime.[47] Mais tarde naquele ano a ONU instalou o Governo Interino Afegão liderado por Hamid Karzai.[48] [49]

Esforços para capturar ou matar o líder da al-Qaeda Osama bin Laden falharam quando ele fugiu da batalha em dezembro de 2001 na região montanhosa de Tora Bora e mais tarde a Administração Bush reconheceria que o motivo da falha em capturar Osama foi devido a falta de comprometimento das tropas americanas no país e o baixo número de tropas americanas lá.[50] Não foi até maio de 2011, dois anos depois que Bush deixou o poder, que Bin Laden foi morto por tropas americanas. O sucessor de Bin Laden, Ayman al-Zawahiri, assim como o líder do Talibã, Mohammed Omar, permanecem livres.

Apesar do sucesso inical em expulsar o Talibã de Cabul, no começo de 2003 os insurgentes já haviam se reagrupado e se preparado para luta, com novas armas e recrutas.[51] Em 2006, a insurgência talibã retornou mais forte, ornanizada e em grande número. As respostas por parte das Forças Aliadas como a Operação Mountain Thrust não conquistaram o sucesso desejado.[52] [53] [54] Foi então que o presidente Bush ordenou o envio de 3.500 soldados adicionais para o país em maio de 2007.[55]

Iraque[editar | editar código-fonte]

A começar pelo Acordo de Libertação do Iraque aprovado como lei pelo Presidente Clinton em 1998, o governo estadounidense exigiu uma mudança de regime no Iraque. A plataforma da campanha do Partido Republicano em 2002 exigia uma "completa implementação" do acordo e o afastamento do Presidente iraquiano, Saddam Hussein, insistindo na reconstituição de uma coligação, sanções mais graves, reinício das inspecções e apoio ao Congresso Nacional Iraquiano. Em Novembro de 2001, Bush pediu ao Secretário da Defesa Donald Rumsfeld para começar a delinear um plano de guerra. Nos princípios de 2002 Bush começou a pressionar publicamente uma mudança de regime, indicando que o seu governo tinha razões para acreditar que o governo iraquiano tinha ligações a grupos terroristas, estava a fabricar armas de destruição em massa e não cooperava o bastante com os inspectores de armamento das Nações Unidas. Em Janeiro de 2003, Bush estava convencido que a diplomacia não estava a funcionar e começou a avisar os países aliados, tais como a Arábia Saudita, que a guerra era iminente.

Em fevereiro de 2003, o então Secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, apresentou na ONU um relatório de inteligência que se provou falso e acusou o Iraque de mentir aos inspetores de armas. Embora não fosse assinado nenhum acordo autorizando o uso da força no Conselho de Segurança das Nações Unidas, a guerra foi desencadeada em Março de 2003.

Saddam Hussein foi deposto e pôs-se em fuga em 10 de abril quando Bagdá foi capturada, e foi subsequentemente localizado e capturado em dezembro.

Sobre os prováveis reais motivos que levaram os Estados Unidos para a guerra, de acordo com o jornal alemão Der Tagesspiegel, o vice-secretário da Defesa dos Estados Unidos, Paul Wolfowitz, afirmou que "nadar em petróleo" foi a principal razão para a ação militar no Iraque e era o que os diferenciava de outras nações consideradas hostis por Washington: "A principal diferença é que no caso do Iraque, economicamente falando, nós simplesmente não tínhamos escolha. O país [Iraque] nada em um mar de petróleo".[56]

O próprio Bush admitiu que não existiam armas de destruição em massa no Iraque: "Muitas agências de inteligência acreditaram que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa, e é verdade que essa informação se provou errada".[57]

O saldo da Guerra do Iraque é de aproximadamente 4000 soldados norte-americanos mortos e 27 000 feridos. Estimativas sobre o número de iraquianos mortos pela violência da guerra variam de 70 000 a 150 000.[58] Foram gastos cerca de US$ 3 trilhões nos 8 anos de ocupação.[carece de fontes?]

Legislação[editar | editar código-fonte]

Bush assina corte de impostos em 7 de Junho de 2001.

Entre as leis mais importantes de Bush estavam vários cortes de impostos, o ato "Nenhuma Criança Deixada para Trás", e as reformas no sistema de saúde. Enquanto os apoiantes de Bush alegam que os cortes de impostos aumentam a prosperidade da recuperação da economia e a criação de empregos, os seus oponentes os acusam dizendo que Bush está criando um déficit histórico.

Do orçamento de US$ 2,4 trilhões para 2005, aproximadamente 450 bilhões de dólares são planejados para serem gastos com defesa. O Congresso aprovou uma verba de US$ 87 bilhões para o Iraque e o Afeganistão em novembro, e já tinha aprovado mais US$ 79 bilhões na última primavera. A maioria destes fundos foram para as operações militares dos Estados Unidos nos dois países.

O ato "Nenhuma Criança Deixada para Trás" tem como alvo o aprendizado infantil, a medição do desempenho dos estudantes e também garante mais recursos para escolas.

Em 2003, o governo Bush aprovou uma expansão do programa Medicare, um dos maiores aumentos na história do programa. Ao mesmo tempo, foi confiado a empresas privadas de saúde aumentar os benefícios de seguro, algo que foi criticado por democratas.[59]

Em resposta a chamada "Guerra ao Terror", Bush assinou o chamado USA PATRIOT Act, que aumentou o controle governamental sobre o setor privado e, acima de tudo, aumentou o poder e a autonomia dos órgãos de inteligência e segurança, como o de interceptar ligações telefônicas e e-mails de organizações e pessoas (sejam elas estrangeiras ou americanas) que supostamente estivessem envolvidas com terrorismo, sem necessidade de qualquer mandato judicial.[60]

Popularidade[editar | editar código-fonte]

A seguir aos atentados de 11 de Setembro de 2001, o Presidente Bush atingiu os mais altos índices de apoio da história, acima dos 90 por cento, de acordo com a maioria das sondagens. Altos índices de apoio são comuns para os Presidentes em tempo de guerra, mas Bush conseguiu mantê-los durante um ano após os atentados. Em Novembro de 2002, Bush tinha índices de apoio mais altos do que qualquer outro Presidente durante eleições intercalares desde Dwight Eisenhower.

Nas eleições intercalares de 2002, o Partido Republicano retomou o controlo do Senado dos Estados Unidos e aumentou sua maioria na Câmara de Representantes, contrariando a tendência histórica. Historicamente, o partido na Casa Branca perde lugares nas eleições intercalares. Constituiu apenas a terceira vez desde a Guerra Civil Americana que um partido à frente da Casa Branca tenha ganho lugares em ambas as câmaras do Congresso em eleições intercalares (as outras vezes foram em 1902 e em 1934). Houve quem sugerisse que a vitória histórica fosse devida à popularidade de Bush e à sua vigorosa campanha a favor dos Republicanos em muitos círculos duvidosos. Houve, contudo, quem argumentasse que os Democratas perderam as eleições por causa da sua timidez em criticar Bush, um Presidente popular em "tempo de guerra".

Em 2003, os índices de apoio a Bush começaram uma lenta descida dos valores de 2001. Nos finais de 2003 os índices de apoio encontravam-se ao nível dos 50%, os mais baixos da sua presidência. Estes números, no entanto, eram ainda historicamente sólidos para o terceiro ano duma presidência, quando os opositores ao Presidente normalmente começam a sua campanha a sério. A maioria das sondagens relaciona a descida com a preocupação crescente sobre a ocupação do Iraque liderada pelos Estados Unidos e com a fraca recuperação da economia desde a recessão de 2001. Posteriormente, durante as eleições primárias dos Democratas, a maioria das principais sondagens dava Bush como perdendo para diversos candidatos Democratas por uma estreita margem.

Uma pesquisa conjunta entre o USA Today e o Instituto Gallup, feita em Julho de 2007, revelou que somente 29% dos americanos apoiavam o governo, transformando Bush num dos presidentes mais impopulares das últimas décadas. No começo de 2008, seu índice de aprovação chegou a 19%, um dos mais baixos para um presidente na história. Bush afirmou que não ligava para as pesquisas e que tomava decisões baseado apenas no interesse do país.[61]

Desde 2009, quando deixou a presidência, Bush escreveu suas memórias e tem se dedicado a pintura. Mantendo-se discreto e evitando falar de assuntos políticos, a popularidade do ex-presidente aumentou consideravelmente nos anos seguintes.[19]

Pós-presidência[editar | editar código-fonte]

Bush, Obama e Clinton se reunindo na Casa Branca em 2010.

Após seu sucessor, Barack Obama, tomar posse em janeiro de 2009, Bush se mudou para o seu rancho em Crawford, no seu estado nativo do Texas. Ele escreveu suas memórias na presidência no seu livro Decision Points, onde ele tenta justificar algumas de suas decisões. Apesar de aparecer em alguns programas de televisão, ele se manteve discreto e evitou debates políticos. Ele especialmente não respondia a perguntas sobre o que ele achava do seu sucessor na Casa Branca.[62]

Ele também se dedicou a pintura como passatempo.[63] Ele pintava coisas do seu dia-dia, como seus cachorros, e até mesmo fazia retrato de líderes mundiais, como Vladimir Putin e Tony Blair. Sua primeira exposição foi em abril de 2014.[64]

Sua primeira aparição pública significativa no cenário mundial foi após o terremoto que atingiu o Haiti em 2010, quando ele e o também ex-presidente Bill Clinton criaram um fundo para arrecadar dinheiro para ajudar as vítimas.[65]

Em 2 de maio de 2011, o então presidente Obama ligou para Bush, que estava em um restaurante com sua esposa, para informar que o terrorista Osama bin Laden havia sido morto.[66] Bush e sua mulher se juntaram a Obama e sua esposa em uma cerimônia em Nova Iorque em 11 de setembro de 2011 para homenagear as vítimas dos atentados que aconteceram lá dez anos antes.[67]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  67. "Presidents Obama and Bush commemorate 9/11 anniversary", CNN, 11 de setembro de 2011.

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