Gerald Ford
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| Gerald Rudolph Ford, Jr | |
| Presidente dos EUA |
|
| Mandato: | 9 de Agosto de 1974 - 20 de Janeiro de 1977 |
| Vice-presidente | Nelson Rockefeller |
| Precedido por: | Richard Nixon |
| Sucedido por: | Jimmy Carter |
| Nascimento | 14 de Julho de 1913 Omaha, Nebraska |
|---|---|
| Falecimento | 26 de dezembro de 2006 Rancho Mirage, Califórnia |
| Primeira-dama: | Elizabeth Ann Ford |
| Partido político: | Republicano |
| Profissão: | Advogado |
Gerald Rudolph Ford, Jr. (Omaha, 14 de Julho de 1913 — Rancho Mirage, 26 de dezembro de 2006) foi o quadragésimo (1973–1974) vice-presidente e o trigésimo-oitavo (1974–1977) presidente dos Estados Unidos. Nascido Leslie Lynch King, Jr., seu nome foi mudado depois da adoção.
Permanece ainda como o único a servir como presidente sem ser eleito, quer para a Presidência, quer para a Vice-Presidência, pois Spiro Agnew, vice-presidente de Nixon, também havia renunciado junto a este, depois de comprovado seu envolvimento com negócios ilícitos. Após assumir o cargo deixado vago por Richard Nixon, Ford fez um discurso no qual "anistiou o presidente Nixon de todos os crimes cometidos em sua presidência".
Foi derrotado pelo democrata Jimmy Carter na eleição presidencial de 1976. Em 14 de Julho de 2004 tornou-se o segundo Presidente dos EUA, sucedendo a Reagan, a atingir o 91º aniversário. No dia 12 de Novembro de 2006, torna-se o ex-Presidente dos Estados Unidos com maior longevidade (93 anos e 121 dias, ultrapassando Ronald Reagan, que morreu com 93 anos e 120 dias). Ford morreu no dia 26 de dezembro do ano de 2006, em sua casa, no Estado da Califórnia, aos 93 anos de idade.
Considerado, em retrospecto, um político honesto e ideologicamente moderado, que enfrentou inflação crescente, descrédito com o mundo da política, promoveu os Direitos Humanos no âmbito do Conselho da Europa, o fim do regime branco na antiga Rodésia (atual Zimbábue) e concluiu a saída dos EUA do Vietnã. Foram assessores de Ford personalidades que no futuro teriam destaque no estamento dos Estados Unidos, como Dick Cheney e Alan Greenspan. Sua decisão de conferir a Richard Nixon absoluto perdão presidencial foi à época muito criticada, mas, nos anos 1990 e 2000, a opinião pública norte-americana tinha a percepção majoritária de que sua escolha fora a mais adequada para evitar a continuidade do Caso Watergate.
Foi durante a sua presidência que foi sancionada a lei federal que permitiu o ingresso de mulheres a uma carreira militar nas Forças Armadas dos Estados Unidos.
Presidente "por acidente", Ford, até então, almejava, no máximo, tornar-se porta-voz do Senado. Depois, no início da década de 1980, chegou-se a cogitar Gerald Ford para ser o vice-candidato de Ronald Reagan à Presidência dos EUA.
Na imprensa tem havido cobertura, ao longo das décadas, para o companheirismo entre Gerald Ford e sua esposa, Betty Ford, especialmente no tocante à luta desta contra o câncer e o alcoolismo.
No programa Larry King Live, da CNN, de 27 de dezembro de 2006, foi divulgada gravação de entrevista de Gerald Ford a Bob Woodward, de julho de 2004, quando o ex-Presidente dos Estados Unidos criticou George W. Bush e Dick Cheney por invadirem o Iraque usando o argumento das armas de destruição em massa. Ford determinou que a divulgação da entrevista ocorresse após sua morte. Bob Woodward publicou matéria jornalística sobre o assunto no jornal The Washington Post de 28 de dezembro de 2006 [[1]], na reportagem intitulada Ford Disagreed With Bush About Invading Iraq.
[editar] Veja também
Assinatura do presidente Ford: ![]()
| Precedido por Spiro Agnew |
Vice-presidente dos Estados Unidos da América 1973 - 1974 |
Sucedido por Nelson Rockefeller |
| Precedido por Richard Nixon |
Presidente dos Estados Unidos da América 1974 - 1977 |
Sucedido por Jimmy Carter |

