Gerson King Combo

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Gerson King Combo
Informação geral
Nome completo Gerson Côrtes
Nascimento 30 de Novembro de 1944 (69 anos)
Origem Rio de Janeiro
País Brasil
Gênero(s) Soul, Funk
Instrumento(s) Vocais
Período em atividade 1960s - atualmente
Outras ocupações cantor, dançarino
Gravadora(s) Polydor, Warner Music
Afiliação(ões) Paula Lima, Cidade Negra, Sandra de Sá, Wilson Simonal, Erlon Chaves, Banda Black Rio, Fórmula 7, União Black[1] , Getúlio Cortes, Clave de Soul[2] , Berimbrown[3] , Supergroove[4]
Influência(s) Little Richard[5] , James Brown, King Curtis Combo, B.B. King, Chubby Checker[6]
Página oficial http://www.gersonkingcombo.com.br

Gerson "King" Combo é um músico brasileiro, um dos ícones da soul music no país, onde é conhecido pela alcunha de "James Brown brasileiro".[7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Gerson nasceu na cidade do Rio de Janeiro, RJ, Brasil, iniciou na carreira artística fazendo dublagem , no famoso programa "Hoje é Dia de Rock" apresentado por "Jair de Taumaturgo", em seguida seu irmão Getúlio Cortes (autor de "Negro Gato", um sucesso na voz de Roberto Carlos)[8] o levou para dançar no programa Jovem Guarda, apresentado por nada menos que o próprio Roberto.

Influenciado pela música negra, Gerson cantou nas bandas de Erlon Chaves e Wilson Simonal, da banda Fórmula 7[9] e fez parte do embrião da Banda Black Rio[8] .

Em carreira solo adotou o nome Gerson King Combo (alusão a uma banda de soul music chamada King Curtis Combo). Seu estilo "James Brown" causou sensação e foi aclamado o rei dos bailes blacks cariocas, em 1969 gravou o álbum "Gerson Combo Brazilian Soul" com versões para clássicos da música brasileira como Asa Branca de Luiz Gonzaga[10] , porém seus maiores sucessos foram lançados em meados da década de 1970 "Mandamentos Black, "Jingle Black" e "o Rei Morreu", e seu último sucesso gravado foi em 1984, o compacto "Melô do Mão Branca".[11] Com a queda do movimento Black dos anos 1980 no cenário musical, Combo ficou no ostracismo. Retornou nos anos 1990 fazendo alguns shows e gravando o disco "Mensageiro da paz".

Segundo Gerson, seu interesse pela black music por influência do irmão Getúlio, o pai dos dois não queria que os filhos fizessem amizade com pessoas ligadas ao samba, já que o ritmo era marginalizado na época[4] .

Mesmo tendo regravado clássicos da música brasileira, Gerson é adepto de fusões rítimcas como o Samba funk ou o Samba rock[2] , presente na obra de outros artistas brasileiro de soul como Tim Maia[12] .

Em 2010, Gerson King Combo foi tema do documentário "Viva Black Music"[7] .

Discografia[editar | editar código-fonte]

Partipações[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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