Ghost in the Shell

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Ghost in the Shell
攻殻機動隊
Gênero Ação, Aventura, Mecha, Militar, Polícia, Ficção Científica
Mangá
Ghost in the Shell
Autor Masamune Shirow
Editora(s) JapãoKodansha
Data de publicação 1989
Volumes 8
Anime
Ghost in the Shell
Direção Kenji Kamiyama
Estúdio Production I.G
Exibição original 1 de Outubro de 2002– em exibição
Nº de episódios 52
Projeto Animangá  · Portal Animangá

Ghost in the Shell (em japonês 攻殻機動隊, Kōkaku Kidōtai) é um mangá de influências cyberpunk, criado por Masamune Shirow. Rendeu uma continuação, intitulada Ghost in the Shell 2: Man/Machine Interface, que foi lançada em 2002.

Inicialmente, o mangá foi adaptado nos filmes de animação Ghost in the Shell e Ghost in the Shell 2: Innocence, no anime Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, sua sequência Ghost in the Shell: Stand Alone Complex 2nd Gig e seu final com o filme Ghost in the Shell: Stand Alone Complex Solid State Society; uma nova sequência de 4 filmes chamada de Ghost in the Shell: Arise - Border; um novo filme animado previsto para 2015, junto de um novo anime baseado na obra; um filme live-action planejado para 2017 que deve contar com a atriz Scarlett Johansson no papel da personagem principal Motoko Kusanagi. Todas essas incursões foram produzidas pela empresa Production I.G. (exceto pelo live-action, cuja responsável é a Dreamworks, assim como um jogo para PlayStation, um jogo para PlayStation 2 e outro para PlayStation Portable.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Ghost in the Shell se passa depois de 2029, marcado pelo surgimento de uma nova tecnologia que permite a fusão do cérebro à computação, à rede mundial.

O ambiente de Ghost in the Shell é cyberpunk ou pós-cyberpunk, porém o autor foca mais nas ramificações éticas, filosóficas e sociais da fusão em massa da humanidade com a tecnologia, o desenvolvimento da inteligência artificial e a onipresença da rede de computadores como uma oportunidade para reavaliar assuntos como a identidade pessoal, a singularidade da consciência e o aparecimento do trans-humanismo.

O filme, séries e mangá derivados cobrem histórias policiais nas investigações da Comissão Nacional Japonesa de Segurança Pública, Seção 9, especializada no combate a crimes perpetrados com uso da tecnologia.

A protagonista é Motoko Kusanagi, apelidada de Major. Apesar de em tese não haver uma diferença hierárquica entre os membros da equipe, Kusanagi tem a a função de líder tática da Seção 9. O apelido vem da sua época nas forças armadas. Ela tem capacidades sobrehumanas devido a seu corpo cyborg ser especializado para atividades táticas. Apenas o cérebro e um segmento do cordão espinhal são orgânicos.

Trabalhos lançados[editar | editar código-fonte]

Ghost in the Shell foi lançado nas mais diferentes mídias, com cada um dos trabalhos tendo um enredo separado e alternativo.

Mangá[editar | editar código-fonte]

Ghost in the Shell 2: Man/Machine Interface é a continuação oficial do primeiro mangá. Ghost in the Shell 1.5: Human Error Processor inclui uma série de histórias que seriam originalmente publicadas em Ghost in the Shell 2: Man/Machine Interface.

Filmes[editar | editar código-fonte]

Ghost in the Shell foi adaptado em diversos animes, com todos eles sendo produzidos pela empresa Production I.G.

A primeira adaptação da série para o cinema se deu em 1996, com Ghost in the Shell, dirigido por Mamoru Oshii.

O filme teve uma continuação intitulada Ghost in the Shell 2: Innocence lançado em 2004. Também dirigida por Oshii, ela teve como protagonista o personagem Batou.

Em 2008, uma nova versão do filme original - Ghost in the Shell - foi exibida em alguns cinemas japoneses, com gráficos e som retrabalhados.

Um terceiro filme, Ghost in the Shell: S.A.C. Solid State Society, foi lançado após a série de televisão. Dirigido por Kenji Kamiyama, ele não possui ligações com o trabalho de Oshii, sendo uma continuação do enredo estabelecido pela série de televisão.

Em junho de 2013 foi iniciada uma nova franquia de filmes com Ghost in the Shell: Arise - Border:1 Ghost Pain, contando uma nova história original que aborda o início da Section 9. Em novembro do mesmo ano foi lançada a continuação Ghost in the Shell: Arise - Border:2 Ghost Whispers, seguida por Ghost in the Shell: Arise - Border:3 Ghost Tears em junho de 2014 e Ghost in the Shell: Arise - Border:4 Ghost Stands Alone em setembro, fechando a franquia.

Está previsto para junho de 2015 um novo filme animado, com o nome provisório de Ghost in the Shell (2015).

Ainda em 2015, a Dreamworks confirmou, para abril de 2017, a tão esperada live-action do mangá, com a atriz Scarlett Johansson no papel de Motoko Kusanagi.

Séries de televisão[editar | editar código-fonte]

O mangá já foi também adaptado para anime, com o nome de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex. A direção foi feita por Kenji Kamiyama, trazendo um enredo alternativo e separado daquele elaborado por Mamoru Oshii nos filmes e por Masamune Shirow nos mangás originais. O foco é na carreira da personagem Motoko Kusanagi e sua equipe, com alguns elementos baseados no filme e no mangá. O sucesso da série rendeu ainda uma segunda temporada, Ghost in the Shell: S.A.C. 2nd GIG e o filme - Ghost in the Shell: S.A.C. Solid State Society - que estreou na emissora SKY Perfect em 1 de Setembro de 2006, finalizando a franquia SAC.

A cantora responsável pelas aberturas de ambas as temporadas de Stand Alone Complex, Origa, faleceu em janeiro de 2015, devido a um câncer no pulmão.

Ainda em janeiro de 2015, foi anunciado um novo anime com o nome de Ghost in the Shell: Arise, previsto para abril do mesmo ano.

Romances[editar | editar código-fonte]

A série rendeu dois romances:

Video games[editar | editar código-fonte]

Em 1997, um jogo homônimo para PlayStation foi lançado. Foi desenvolvido pela empresa Exact e lançado pela THQ.

Um segundo jogo, dessa vez baseado no universo da série de televisão, foi lançado em Novembro de 2004 para o console PlayStation 2. Intitulado de forma homônima ele foi desenvolvido pela Sony e pela Cavia, e lançado pela Bandai. Com um jogo de mesmo nome foi desenvolvido pela G-Artists e lançado em 2005 pela Bandai. Dessa vez, para o PlayStation Portable, mas funcionando como continuação do jogo para PS2. Possuía, entretanto, enredo, cenário e jogabilidade totalmente diferente de seu antecessor.

Lançamento no Brasil[editar | editar código-fonte]

O filme de 1996 foi lançado no Brasil diretamente em DVD, sendo dublado em português. Houve ainda transmissão deste por parte da emissora de TV por assinatura HBO. No exterior, adquirindo uma manobra comercial inovadora, o filme co-produção Japão/Reino Unido – estreou no Reino Unido poucos dias depois do Japão e poucos meses depois nos EUA.

O fato da Disney ter adquirido obras importantes do Studio Ghibli, mas não se ter esforçado muito para as lançar, também não ajuda, mas, recentemente, a Columbia e a DreamWorks demonstraram interesse em inverter a situação, providenciando a estréia de alguns filmes, sem insistirem na manipulação das versões originais e até dando algum espaço às versões faladas em japonês. [carece de fontes?]

O mangá nunca foi lançado no Brasil, tal como os outros filmes e adaptações da obra.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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