Gilberto Carlos Nascimento

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Betinho
Informações pessoais
Nome completo Gilberto Carlos Nascimento
Data de nasc. 14 de Junho de 1966 (48 anos)
Local de nasc. São Paulo (SP),  Brasil
Nacionalidade  brasileiro
Altura 1,73 m
Informações profissionais
Período em atividade 1985-2004 (19 anos)
Clube atual Aposentado
Posição Meio-campista
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos/gols)
1985-1987
1988-1989
1990
1990-1992
1992
1993-1996
1997-1998
1998-1999
1999
2000
2000
2001
2002
2003
2004
Brasil Juventus
Brasil Cruzeiro
Brasil Juventus
Brasil Palmeiras
Brasil Cruzeiro
Japão Bellmare Hiratuska
Japão Kawasaki Frontale
Brasil Internacional
Brasil Guarani
Brasil São José
Brasil Gama
Brasil Santo André
Brasil Ipatinga
Brasil Francana
Brasil Juventus
 ? (?)
31 (6)
? (?)
53 (13)
0 (0)
132 (67)
32 (20)
20 (3)
7 (0)
0 (0)
5 (1)
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Seleção nacional
1988 Brasil Brasil 1 (0)

Gilberto Carlos Nascimento, mais conhecido como Betinho (São Paulo, 14 de junho de 1966), é um ex-futebolista brasileiro[1] .

Início[editar | editar código-fonte]

Reprovado após testes no Corinthians, chamou a atenção das diretorias de Juventus e Guarani, mas o Moleque Travesso levou a melhor e contratou o jovem atacante, em 1985.

Durante a antiga Copa Rayovac, Cláudio Duarte (então treinador do Juventus) relacionou Betinho entre os titulares, firmando-se no posto a partir de 1986. Com Betinho em campo, o Moleque sagrou-se vencedor do Torneio Início deste ano.

Bastante habilidoso, ele acabou sendo deslocado ao meio-campo. Isso acabaria despertando o interesse dos quatro times grandes de São Paulo (Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos), que brigaram para contratá-lo. Mas tais propostas foram apenas para empréstimo e José Ferreira Pinto, então presidente do Juventus, disse que só liberaria Betinho se alguma equipe o contratasse em definitivo. Após tanto relutar em liberar o atacante, o mandatário resolveu ceder e emprestou Betinho ao Cruzeiro, onde ficou por um ano.

Regressou ao Juventus em 1990, mas uma proposta irrecusável do Palmeiras fez Betinho dar seu primeiro adeus ao time. O Verdão vivia o início da "Era Parmalat", e Betinho formou um trio de ataque com o veterano Mirandinha e Paulinho Carioca, chegando inclusive a atuar como quarto homem de meio-campo.

Em 1992, voltou ao Cruzeiro, onde conquistou a Supercopa Sul-Americana e o Campeonato Mineiro daquele ano. Regressou ao Palmeiras pouco tempo depois, mas ele acabou deixando o Verdão.

Aventura no Japão[editar | editar código-fonte]

Quando Betinho chegou ao Japão, em 1993, o futebol profissional na Terra do Sol Nascente ainda engatinhava. A primeira equipe que defendeu em terras nipônicas foi o Bellmare Hiratuska (hoje, Shonan Bellmare), onde atuou de 1993 a 1996, tornando-se ídolo dos torcedores. Marcou 67 gols em 132 partidas.

Continuando sua carreira no futebol japonês, Betinho assinou com o Kawasaki Frontale, onde atuou por uma temporada antes de voltar ao Brasil, mais precisamente para o Internacional.

Retorno ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Depois de se destacar no Japão, Betinho foi repatriado pelo Internacional, em 1998. Assinou um contrato de um ano com o clube gaúcho, mas ele acabou não sendo renovado para atuar no segundo semestre de 1999. Pouco tempo depois, foi contratado pelo Guarani.

O Bugre fez boa campanha no Campeonato Brasileiro, chegando às quartas-de-final, e "vendeu caro" a eliminação para o Corinthians - que mais tarde se sagraria campeão nacional. Foi a última grande temporada de Betinho em alto nível.

A partir de 2000, Betinho atuou por clubes de pequeno e médio porte: passou por São José (2000, primeiro semestre), Gama (segundo semestre do mesmo ano), Santo André (2001), Ipatinga (2002) e Francana (2003).

Em 2004, Betinho retornou ao Juventus 14 anos depois de sua despedida. Aos 37 anos de idade, o atacante liderava o jovem time do Moleque Travesso na luta contra o rebaixamento, e a agremiação da Mooca estava prestes a fazer jus à alcunha, após quase ter rebaixado o Corinthians à Série A-2 (a Segunda Divisão paulista). No entanto, a expulsão do zagueiro Itabuna fez a diferença no final, pois o Timão virou para 3 a 2 (o Juventus estava ganhando por 2 a 0), e com a ajuda do São Paulo, se salvou do rebaixamento (o Tricolor bateu o Moleque por 2 a 0, gols de Grafite). Segundo Betinho, "até a torcida do São Paulo queria matar Grafite".

Fora das quatro linhas[editar | editar código-fonte]

Depois da aposentadoria, Betinho foi convidado por Sérgio Soares para ser seu auxiliar-técnico no Santo André. Pouco tempo depois, assumiu o comando do Palmeiras B na Copa Paulista e no Campeonato Paulista Sub-20.

Referências

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